Transmedia Storytelling – Quem conta um conto aumenta um ponto

Foto: Jeici
Grandes mudanças estão marcando o mundo da comunicação. Se você parou no tempo ou ficou isolado em uma ilha atolado em jobs nos últimos três meses, basta conferir os títulos na página inicial da Casa do Galo para perceber que alguma coisa está acontecendo. “Para ser digital é preciso viver o digital”, “O novo meio jornal – Os jornais podem desaparecer”, “Os próximos 10 anos na publicidade e na web” e “O que mudou na publicidade e no marketing?” já dão uma idéia de que muita coisa está acontecendo.
Convergência é a palavra que dita um novo comportamento nesta época. Um tempo em que os consumidores buscam e reúnem conteúdos de diversas fontes para criar um novo cenário. Um ambiente marcado pela dispersão de informação, característica da sociedade contemporânea.
E nessa complexidade o conceito de Transmedia Storytelling ganha força. Contar histórias em plataformas múltiplas de mídia torna-se uma estratégia focada em marca como conteúdo. E não marca com conteúdo ou patrocinando conteúdo, como disse Maurício Motta.
O ramo do entretenimento traz grandes cases de sucesso de Transmedia Storytelling. The Lost Ring, Heroes, Batmans: The Dark Knight e o recente GP em Cyber, Year Zero, são apenas alguns exemplos.
Mas a estratégia não se limita ao setor. Nem mesmo seu sucesso.
Happiness Factory, da Wieden & Kennedy para Coca Cola, assume a proposta de ser uma história evolvente, recheada de personagens e que pode ser trabalhada em diversos pontos de contato. Tanto é que foi tema de palestra da agência no Palais em Cannes.
Contar histórias não deixa de ser, ao meu ver, um dos princípios da publicidade. Todo o rebuliço que a web anda fazendo atualmente não se trata de revolução. É evolução. É trazer as histórias que eram contadas através de spots, prints e jingles para todos os pontos de contato com as pessoas. É fazer a marcar criar sua própria mitologia com a participação de seus seguidores e, dessa forma, perpetuar sua própria história.
As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores, e podem não refletir a opinião da Casa do galo.
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Rafael Amaral, 21, é planner na Super Produções e blogueiro do Estagiaridade. Escreve para a Casa do galo às terças-feiras.
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Este artigo tem as seguintes tags: ação, conto, enigma, interatividade, interativo, propaganda, publicidade, Storytelling, Transmedia, viral



Rafael Amaral, 21, é planner na 







Sensacional.
Eu adoro essas Transmedia Storytelling… é a criatividade total em serviço!
[Responder]
Fala Rafa,
Transmedia Storytelling é realmente um negócio bem legal e que está começando a crescer e aparecer no mercado publicitário.
Um outro case bacana de transmedia storytelling é um feito para divulgar o filme ‘Forgetting Sarah Marshall’. Pra quem tiver interesse segue o link do post que fiz no meu blog, falando sobre essa campanha:
http://tinyurl.com/5rxg48
Abs
[Responder]
[...] fazer uma ligação entre este artigo que vou escrever e o texto do Rafa Amaral, publicado aqui na Casa quarta-feira. Ele começou o texto dele dizendo que “grandes mudanças [...]
[...] que essa mesma técnica também pode vender Coca-Cola. As histórias são consideradas a “next big thing” do mundo da [...]
[...] Mais informações: Portal da Propaganda , Stories We Like , Casa do Galo [...]
[...] fato de diversas partes poderem ser consumidas individualmente ficou conhecido como Transmedia. Mesmo assim, essas múltiplas faces de uma só comunicação, ao mesmo tempo são consumidas [...]
Legal!! Que bom q isso tá aparecendo no mercado brasileiro. Dirijo uma pequena empresa de criação de Transmedia Storytelling chamada Estúdio Verzoni.org de Coisas Fantásticas. Dêem uma espiada aqui ——> http://verzoni.org/ Abraxxxx
[Responder]
[...] quem não sabe nada sobre o americano Jeff Gomez ou transmedia storytelling vai ficar com vontade de estar lá como eu. Gomez (que está no video acima) é responsável pelas [...]
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