Posso te ajudar?
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Essa semana li uma entrevista bem legal com Andreas Weigend, ex-cientista chefe da Amazon.com. Ele falou sobre o que chama de “obesidade da informação”, que seria a velocidade com a qual as informações criadas pelo consumidor chegam à internet. Para ele, esse volume dobra a cada dois anos.
Ok, faz sentido, pois a cada momento novas ferramentas são inventadas e o processo de criação de conteúdo nunca fica estagnado. Toda hora tem uma rede social ou algum serviço diferente aparecendo, com as pessoas migrando pra ele e raramente abandonando o produto anterior. Disse raramente porque imaginei dois exemplos: Quantos aqui possuem Orkut e Facebook? Agora, quantos possuem MSN e ICQ?
Continuando, Andreas mencionou um fator bem simples, mas que me chamou atenção:
“Nem sempre o consumidor sabe exatamente o que procura e, por isso, aceitam abrir sua privacidade para receber as melhores opções”.
Verdade. Pelo menos comigo. Sempre que desejo comprar algo, a primeira coisa que faço é encontrar algum fórum ou grupo de discussão especializado no assunto. Então, coloco na web todas as características que preciso, para que os membros mais experientes possam me auxiliar. Até ai, normal. Fiz isso antes de comprar uma câmera e um notebook. Em ambos os casos saí bem feliz com a compra e com a ajuda de pessoas que provavelmente nunca irei conhecer. Se isso é tão normal, porque as próprias empresas não o fazem?
Esse é o ponto que Andreas defende. Segundo ele (ainda não entrei para testar), o Amazon.com possui um serviço que ajuda os consumidores a escolher os produtos com base no que eles desejam, e não nas ofertas ou chamarizes do mercado. Dessa forma, acontecem três coisas: o consumidor sai feliz, a empresa vende mais e no embalo começa a reunir dados sobre seus consumidores. Analisar tendências e desejos não dependeria tanto de pesquisas ou equipes especializadas em vasculhar a web, apenas do próprio movimento da loja. E mesmo que a compra não seja finalizada ali, ela já saiu ganhando. Repare que este processo também é válido para lojas físicas. Bem simples e bem legal.
Para quem gosta (ou não) de uma pesquisa, fica ai uma dica bacana para se pensar.
*imagem que ilustra o artigo de The Falle’n
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André Rafanhin, 22, é redator na Pitanga Propaganda e inventor do Bundoor, mídia que promete revolucionar a publicidade brasileira. Não possui prêmios importantes, peças geniais e vergonha na cara. Escreve para a Casa do galo semanalmente às quartas-feiras.
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André Rafanhin, 22, é redator na Pitanga Propaganda e inventor do Bundoor, mídia que promete revolucionar a publicidade brasileira. Não possui prêmios importantes, peças geniais e vergonha na cara. Escreve para a Casa do galo semanalmente às quartas-feiras. 







Que a internet facilita MUITO a vida dos consumidores, nós já sabemos…Mas, assim como ela pode ser primordial na decisão de compra, ela também pode agir de forma contrária.
Assim como os usuários de sites como orkut, facebook, twitter e por aí vai podem levantar a moral de determinada marca, eles também tem o poder de afundá-la…
Muito bom o post! Parabéns!
Se o mundo aceitasse esta realidade do “consumo o que necessito” quem precisaria de um Help seria a própria publicidade.
Esta mentalidade proposta por Andreas é muito avançada. Mas, se funciona para a Amazon.com, por que não funcionaria para todas as outras?
[...] · Auto-Ajuda e Desenvolvimento Humano · Ciências Biológicas e Naturais … fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]
também li a matéria no meio&mensagem… me pergunto que tipo de ferramenta ou movimento irá integrar a loja física com a virtual sem que as duas saiam desfavorecidas. isso só o tempo irá nos mostrar.
quem quiser discutir sobre o assunto, me mande um email.
abraço
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