Pela (in)compreensão da humanidade
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Às vezes me pego analisando a chatice que é o fato de caber sempre a nós, psicólogos ou aspirantes a tal, o papel de analisar a sociedade mais amplamente, talvez de modo um pouco mais profundo que as pessoas em geral. Isso porque, na minha opinião, todo mundo deveria ao menos uma vez na vida questionar seus próprios valores, sua identidade e o porquê de certas decisões.
Seria pedir muito?
Pelo que tenho observado nas pessoas ao meu redor, parece que sim, seria solicitar uma tarefa quase sobrenatural.
Antigamente eu acreditava que a conscientização social seria possível, porque nos primeiros anos de juventude procurei ver o mundo sob uma ótica “polianamente” otimista. Porém, nos últimos anos vejo que a loucura e o caos assumem proporções cada vez mais extremas entre os terráqueos, acabando por chegar a conclusão de que…
… ando triste com a humanidade!
Não entendam isso como uma carência, um sintoma de depressão ou coisas do tipo. Procurem entender, sim, o meu chamado como um verdadeiro apelo. A Psicologia nasceu como uma alternativa para “enquadrar” pessoas, mas foi se modernizando e chegou à maravilhosa ciência que é hoje. Isso não foi à toa. Porém, não é tarefa exclusivamente nossa auxiliar o individuo a pensar sobre si e criar um ambiente favorável ao seu desenvolvimento.
Ando triste porque todo mundo coloca as terapias como uma saída para o que há de “mal”, de “errado” na sociedade… e os publicitários, os médicos, os estilistas de moda: será que não podem igualmente pensar e interagir no mundo para torná-lo mais palpável?
Não falo aqui em sanidade completa, mesmo porque ela não existe, mas sim na (in)compreensão que todas as coisas, de certa forma, me causam.
Por favor, será que alguém me ajuda a entender o planeta antes que chegue 2012?
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Tatiana Kielberman, 23, é futura psicóloga, mas possui os dois pés no mundo da escrita. Trabalha na área de Comunicação no Grupo Foco, unindo duas grandes paixões: Recursos Humanos e Jornalismo. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às quintas-feiras.
tatikielber@yahoo.com.br | http://retratosdaalma.zip.net
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Tatiana Kielberman, 23, é futura psicóloga, mas possui os dois pés no mundo da escrita. Trabalha na área de Comunicação no Grupo Foco, unindo duas grandes paixões: Recursos Humanos e Jornalismo. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às quintas-feiras. 









Às vezes me sinto assim também. A coisa vai de péssima à pior.
Por favor, será que alguém me ajuda a entender o planeta antes que chegue 2012?
Querida,querida…Tati Kilber
Seus escritos são megas reflexivos e inteligentes…
Enquanto a pergunta,eu prefiro passar pro time daqueles que sempre procuram encontrar boas respostas nessa estrada da vida,ou então me unir a você e fazer a pergunta.
Já que eu não tenho a resposta…
Beijos de artista…
Sou sua fã.
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