Panblicidade
Não repare no trocadilho infame do título. Este foi especialmente para o Galo, que é fã deles. Mas já que está aí, vamos falar sobre o tema. Há pouco tempo, foi discutido, aqui na Casa, a questão do logo oficial das Olimpíadas de 2012, em Londres. Mas e o logo do Pan, ninguém discute? Não. Eu, pelo menos, não vi, ouvi, nem li nenhuma crítica a respeito. Nem mesmo dos designers que trabalham ou já trabalharam comigo. Talvez porque tenha ficado bom. Particularmente, gostei. Não sei se percebeu, mas os pássaros – que possuem cores, posições e tamanhos diferentes para representar as várias culturas das Américas – retratam os recortes da cidade do Rio de Janeiro, especialmente o Pão-de-Açúcar. E, segundo a Dupla Design, responsável pelas criações do logo, do mascote e das medalhas, a tipografia tem a modernidade da linguagem digital dos cronômetros e placares. Legal! Os argumentos (ou defesas) estão aí. Se quiser debater mais sobre isso, a Casa é sua.
Mas o foco do artigo de hoje é mesmo a Publicidade no Pan. Acredito que quando se deseja associar uma marca a um evento esportivo ou a algum esporte, é necessário tomar o máximo de cuidado com a comunicação a ser utilizada. Ou seja, já que vai associar, faça-o do jeito certo. Não basta patrocinar, espalhar a marca pelos estádios, ginásios e complexos esportivos e achar “Que legal! Estou investindo no esporte e a minha marca está sendo vista por milhões de pessoas em dezenas de países”. Afinal, não deve ter sido tão fácil assim para o Banco do Brasil se associar ao voleibol brasileiro ou para a Wilson ser sinônimo de tênis (o esporte, claro).
Vamos dar nomes aos bois. Os seis patrocinadores oficiais dos Jogos são: Olympikus, Oi, Caixa Econômica Federal, Cerveja Sol, Petrobras e Sadia.
O primeiro, sem palavras. Perfeito! Respira esporte, desde o nome até seus comerciais (que sempre utilizam atletas), passando pelo logo e toda sua linha de artigos esportivos. Fabrica uniformes para as modalidades ditas amadoras e para a delegação olímpica brasileira há muitos anos. Tudo bem, essa já é uma marca esportiva, não vale.
Com o segundo está tudo certo também. Aliás, na minha humilde opinião, a Oi tem um dos melhores trabalhos de marca do Brasil nos últimos tempos. Sua última campanha pode ser lá discutível, mas que deixou a concorrência e os consumidores de olhos abertos, deixou. Além disso, ela tem uma força muito grande entre os jovens. Daí para o esporte é um pulo.
Agora a coisa começa a ficar interessante. Sabe qual é o slogan dos XV Jogos Pan-americanos Rio 2007? “Viva essa energia!”. Lembra muito o slogan de uma tal estatal petrolífera que leva o nome e as cores do nosso país. Pois, se o desafio é a nossa energia, viva essa Petrobras, que, ao lado da Caixa, representa o Estado no apoio ao esporte. Posso ter viajado demais nessa coincidência entre slogans, eu sei. Então, vamos analisar apenas as marcas, sem considerar que pertencem ao governo. Não sei por que, mas sempre que penso na Caixa lembro da minha avó fazendo cara feia e sempre que penso na Petrobrás lembro do Getúlio Vargas. Enfatizo que acho ótimo as empresas, principalmente as estatais, investirem no esporte, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido para que empresas como Caixa e Petrobras se desassociem de lembranças antigas e negativas como filas e crises políticas, respectivamente.
Fui bonzinho até agora, mas com esses dois últimos não vai dar. O que a Sadia está fazendo no Pan? Patrocinando (duh). Que mais? Mais nada. A Sadia se limitou a colocar a frase “Patrocinadora oficial dos Jogos Pan-Americanos Rio 2007” em suas peças e só. Não criou um conceito específico para o Pan. Muito pelo contrário, aproveitou a “oportunidade” para lançar uma linha de produtos: novos hot pockets e novas salsichas. Tudo a ver. Esporte é saúde, é vida, é calabresa, é bacon, é Sadia.
E o que dizer da Sol? Desculpe, mas se eu fosse o dono de uma marca de cerveja, teria o bom senso de não permitir que minha DROGA (cerveja é droga) estivesse ao lado das piscinas ou das meninas de 15 anos da ginástica olímpica. Uma coisa é relacionar cerveja com futebol, outra é relacionar com maratona, iatismo e nado sincronizado. Afinal, quem aqui reúne a galera pra tomar umas enquanto assiste ao jogo de vôlei da Argentina, como é mostrado no comercial? E já que o conceito É PONTO, ponto negativo pra Sol.
PS: não pense você que eu não tomo cerveja.
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Alessandro Ribeiro, 25, publicitário por formação e redator por profissão e falta de opção. Já passou por Submarino, Ideal Interactive e agora cola na Gruda em Mim (Que o Boi Não Te lambe). Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às segundas-feiras.
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Alessandro Ribeiro, 25, publicitário por formação e redator por profissão e falta de opção. Já passou por Submarino, Ideal Interactive e agora cola na 







Ale,
Ótimo artigo!
O McDonalds patrocina a Copa, assim como a Coca-Cola… e podemos fazer o mesmo raciocínio.
Sobre a Petrobras, a meus olhos tenho uma imagem absurdamente positiva – principalmente pelo apoio à Cultura. Além disso, é uma das melhores empresas para se trabalhar, uma das maiores, mais responsáveis, etc. (aqui estou falando sobre a MINHA percepção galinácea).
Parabéns pelo artigo, mas não pelo trocadilho que, diga-se de passagem, é bem a sua cara (de pau).
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Alê,
Eu te adoro!
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Mas é um pandemônio!
Na próxima olimpíada, num país onde se come carne de cachorro e de rato, o patrocinador oficial será o Friganso. Principalmente no esporte “Tiro ao prato”. De fato, é o assassinato da gastronomia.
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Craucius, realente faltou o friganso como patrocinador do Pan.
Ale, belo texto eu diria .. vc e seus trocadalhos como sempre.
bj
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Cerveja não é droga. Se for assim, Coca-Cola é droga, comida é droga. Qualquer coisa pode viciar. Você foi generalista demais em dizer isso ale.
O que vicia é o alcóol, que está na cerveja. Mas tratar a bebida como uma droga? Vamos tratar então o Guaraná como uma, já que ele patrocina a seleção, e é um refrigerante – açucar vicia que é uma beleza. O McDonald’s como outra, que é pior, já que atinge as crianças. Todos eles viciam, e nem por isso são tratados como droga. Você já parou pra pensar quantas pessoas morrem todos os anos por causa de doenças coronarias? Muitas delas originadas em função da má alimentação?
Talvez devessemos olhar um pouco para quem organiza e vende as cotas de patrocínio do evento. Ali tem muito mais sujeira do que um patrocínio de marca de cerveja.
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Pois é, acho interessante sua reflexão sobre colocar uma marca de cerveja nas piscinas ou ao lado de meninas de 15 anos, mas convenhamos, é ponto pra Sol sim. Num evento deste tamanho, conseguir um espaço desses não deve ser coisa fácil… Se pensarmos dessa maneira: “oq a Sadia tem a ver com o esporte” – ninguém poderia patrocinar nada. McDonalds e copa do mundo? tem td a ver, o Mc coloca uma grana pro evento rolar… e é isso… até pouco tempo eram as empresas de cigarro (Marlboro) q patrocinavam a fórmula 1. Concordo com o Marquito, o problema não tá simplesmente na empresa q patrocina, mas sim no critério de quem corre atrás dos patrocinadores. E pra que critério se a grana tá entrando.
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Markito,
e você sabe quantas pessoas inocentes a cerveja (alcool) mata todos os finais de semana????
Se você quer se entupir de Mc, você morre. Se você quer tomar uma “marvada”, outros morrem!!!
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Markito,
e você sabe quantas pessoas inocentes a cerveja (alcóol) mata todos os finais de semana????
Se você quer se entupir de Mc, você morre. Se você quer tomar uma “marvada”, outros morrem!!!
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Eu sei disso. Só não podemos atribuir a responsabilidade disso única e exclusivamente ao alcóol.
Porra, existem milhares de campanhas alertando as pessoas, nas garrafas vem escrito “beba com moderação”. Aquilo não está lá só de brincadeira. Quem bebe sabe quais são es efeitos. Falta um pouco de consciencia própria.
É que não concordo com essa designação de que o alcóol seja uma droga se não classificamos outras coisas igualmente viciantes como tal.
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Alê, você já tá bem no esquema do PAN quanto ao assunto do logo: Levanta a bola pra galera cortar. Entendi… então aí vai.
É apenas um logo O.K. Nada demais… Não gostei tanto assim, principalmente do conceito ‘digital’ claramente atribuído.
Abraço.
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Ok, vamos lá:
Não sei se o texto foi claro (se não foi, erro meu e tentarei ser mais claro da próxima vez), mas o objetivo era apenas analisar os trabalhos das marcas em relação ao esporte (ao Pan, especificamente). Acho, sim, importante, para a imagem da marca, que esta tenha relação com o evento/mercado/comunidade etc. que está se inserindo. E não apenas injetar grana e mostrar que apóia o esporte ou que faz fachada para o desenvolvmento sustentável. No caso da Sadia, especificamente, além de nem criarem um conceito específico para o Pan, aproveitaram para divulgar salcichas e lanches. Não quis dizer que apenas marcas relacionadas ao esporte é que devem ser patrocinadores, mas, como disse, já que vai associar, faça-o corretamente.
Marquito, é claro que há muitas coisas que viciam e não se enquadram como droga. O vício nunca faz bem. Mas aí não coniderar a cerveja uma droga, seria muita cara-de-pau.
bjOs
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Macário, também não gostei do argumento da Dupla Design, mas enfim, foi o argumento deles em relação à tipografia.
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E por que considerar?
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Pô, e vinho é uma droga? Vai falar para um cara que produz a bebida a muitas gerações em sua familia, que se dedica a pesquisa para sempre melhorar.
Me recuso a enquadrar a cerveja com uma droga e essas “outras” coisas não.
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É, na Colômbia o negócio também é produzido há várias gerações…
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Bom, não vou mais argumentar sobre isso. Acho que vocês estão sendo mais radicais do que eu normalmente o sou, quando comparam a cerveja com a plantação de coca da Colômbia. Menos, por favor.
Quem ai tem familia italiana? Meus avós produziam vinho em casa lá. Mas dúvido muito que tinham a intenção de viciar todo mundo e gerar uma guerra que mata muitas pessoas todos os anos.
p.s.
Esse Pan é uma merda. Desorganização pura e plataforma política. Assim como a tal Copa de 2014 vai ser.
http://averdadedopan2007.blogspot.com/
p.s. 2
“O povo não precisa de pan, precisa de pão”
autor desconhecido
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Sem estresse, Marquito. Antes você compreendia melhor quando alguém fazia uma brincadeira!
Em todos os setores há os produtores locais, os de sub-existência, os industriais, etc.
É diferente qundo você compara uma família produtora de vinhos com uma Ambev e tal.
Nâo acho errado empresas como a Coca-Cola patrocinar eventos, mesmo quando não há ligação direta entre produto e evento.
Há anos, por ex, o Banco do Brasil patrocina a seleção brasileira de volei…
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Exatamente, Galo. Também não sou contra. Só acho que não basta injetar grana e mostrar a marca. A Oi é o melhor exemplo: não está relacionada ao esporte, mas faz um belo trabalho para o Pan há dois anos. A Coca-Cola patrocinou a Copa e se preocupou em não parar por aí.
E Marquito, vamos nos entorpecer de cerveja essa semana e resolver isso
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Boa Alê!
Essa sua proposta foi bem melhor que seus trocadilhos!
Acho que podemos convocar todos os paulistanos que escrevem, visitam, gostam e repudiam a Casa do galo para uma cervejinha essa semana!
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Não. Magoei.
E não vou convidar vocês para a inauguração da minha cervejaria.
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Tudo bem vai..
O Frangó comemora 20 anos essa quarta-feira. Quem topa?
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Tá fermentando cevada no fundo do quintal?
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Sim. Vou começar a vender aqui na empresa. O negócio é quente. É a droga do momento em New York. Droga de bacana.
[Responder]
Mas cerveja não é droga.
PS: fugiram totalmente do foco do artigo. Parece que só escrevo pro Marquito hahah.
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Eu disse. O negócio é o circo pegar fogo.
Meu comentário derradeiro sobre o artigo foi quando falei do que acho desse Pan. Acessem o blog. É uma sujeirada só. E acho que essas marcas, sejam cervejarias ou não, só perdem. É um evento mascarado demais.
p.s.
Mas quem falou que cerveja é droga foi você. Eu falei da cevada, essa sim. Hehehe.
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hahahahahahahahahahaha
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Alê, como você pôde viajar sobre o slogan da Petrobrás, posso associar Sadia com saúde/saudável/esporte e cerveja Sol com calor/praia/Rio de Janeiro?
E sobre cerveja ser droga. É sim. Principalmente quando falta.
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Pelo ponto de vista ideológico, concordo que todas as marcas relacionadas ao esporte deveriam patrocinar o evento. E que este seria um puta gancho para divulgação de seus produtos.
No entanto, acho que o PONTO aqui vai para o trabalho de todos os MÍDIAS envolvidos no processo, que conseguiram enxergar uma OPORTUNIDADE e se anteciparam com seus planos de mídias junto aos seus clientes. Isso é trabalho de agência poxa… dar visibilidade pro produto do cara. Obviamente, depois de fazer a reserva do espaço, seria trabalho do cliente, junto com o planejamento e a criação da agência desenvolver peças que atrelassem o motivo “Pan/Esporte” aos seus produtos. O que ocorreu em alguns caso de forma muito bem feita e em outros mal e porcamente como no caso da Sadia.
É minha gente… viva o plano de mídia.
Obs: 1 cervejinha não é droga.
1 caixa de cerveja de barriga vazia é droga.
[Responder]
Rafa, talvez um dos motivos pensados tenha sido esse mesmo: os nomes. O que piora tudo, pois podiam ter aproveitado melhor o gancho e o espaço.
Bruna, bem lembrado sbre o trabalho do mídia em tudo isso.
[Responder]
Parabéns pelo artigo, pra começar.
Quanto à logo, eu também penso que ela é muito feliz ao mostrar, além das cores, o movimento e a alegria brasileiras, paisagens como o Corcovado, o Pão-da-Açúcar e o desenho de uma praia do Rio (Copa, talvez). Quanto ao patrocínio da Petrobras, concordo com o Galo que este nome lembra coisas boas: tecnologia, responsabilidade social e bom ambiente de trabalho (e não só porque ela me emprega). E o slogan escolhido…bem, este é mais do que adequado ao tamanho do investimento qua a empresa fez para viabilizar o evento. Se for homenagem está muito bem feita. Se for só coincidência, foi oportuna, já que o clima exigido por uma competição assim é este mesmo.
Quanto à sujeirada: qual competição desse porte não é plataforma política e jogo de interesses? Foi assim em todos os jogos olímpicos e nas copas (lembram do organizador da de 1994?). Com sujeirada ou não, isso traz muitos benefícios e projeção ao país sede. Traz investimentos e melhora o desenvolvimento em diversos setores da sociedade. O povo precisa de pão e de Pan e de Olimpíadas e de Copa e de educação…
[Responder]
OI Gente,
entao…eu penso assim, a bebida eh sim uma droga. Considerando que vicia, assim como refrigerantes, Mc Donalds…e mtas outras coisas. A Sol é um produto novo no mercado, pelo menos na minha regiao ela tem patrocinado tudo que é evento. O caso colocado em questao é que em um evento esportivo não deveria ser patrocinado por produtos/empresas do tipo. Tudo bem, a Oi, VISA, Nike, Adidas, sei la..qualquer marca relacionada a saúde é importante, mas a cerveja patrocionar, realmente nao tem mto sentido. Vale lembrar também que o governo nem sempre disponibiliza o valor necessario para um evento desse tamanho, logo, quem tiver dinheiro, acaba patrocinando seja operadoras de celular, ou seja cerveja..digo a Sol =)
[Responder]
Alê, a Camila é das nossas: adora um bom trocadilho!
[Responder]
Huahauha…adorei isso
Falando em cerveja…o que seria a propaganda da Nova Skin, tentando fazer algo relacionado a esporte com a musica “Carruagens de Fogo”?
Ta vendo só, quem é rapido, faz algo grande e leva Ponto..quem não, fica ai, correndo com os Dedinhos..hehe
[Responder]
Na minha opinião todos as marcas que prestigiaram o Pan estão de parabéns! Afinal, o esporte é algo que deveria estar presente na vida de todos, ele é capaz de formar grandes cidadãos vencedores em todos os sentidos.
Outro fato que estou achando importante é a questão de estatatais estarem apoiando o Pan. Não só Pan, mas o esporte em geral, a Caixa que você cita que lembra da sua vó, ela mudou muito nos últimos anos e isso é visível tanto como ela banco, políticas sociais,etc. E no epsorte se vê cada vez mais a Caixa apoiando o Atletismo, Ginástica, entre outros esportes. Além da Petrobrás, Banco do Brasil, Eletrobrás… Bom, aqui fica minha opinião e voto para as estatais no apoio ao esporte. E também para outras empresas privadas que apoiam o esporte.
E uma outro fato importante é o apoio da Caixa também ao esporte Paraolímpico. Fica a pergunta qual outra empresa tomaria essa iniciativa?
Att,
[Responder]
Oi Leandro,
Entusiasta do esporte que sou, acho importante todo e qualquer patrocínio neste sentido.
A Caixa está realmente fazendo um ótimo trabalho nos últimos ano em relação ao patrocínio do esporte e da Cultura. Está tomando o lugar do Banco do Brasil nisso, principalmente na percepção da população.
Abraço!
[Responder]
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