O Universo da Publicidade – Parte 5
FAQs
A busca por um estágio. Como montar e apresentar seu portifólio.
Seria mais uma noite de uma pacata segunda-feira no bar da faculdade, se não fosse um acontecimento que mudaria a sua vida acadêmica (afinal, até então, vida acadêmica pra você era puxar quinze quilinhos de rosca direta e levantar 30 no supino):
- Gente, arrumei um estágio. – disse aquela patricinha que não vivia sem uma chapinha no cabelo e uma calça legging. Mas que naquela pacata segunda-feira no bar da faculdade estava vestindo um sociável terninho-preto-básico.
Todos se levantaram pra cumprimentá-la e foi aí que você percebeu que, na verdade, era o único que ainda vestia bermuda, regata e chinelo.
A agora estagiária vem em sua direção pra receber as suas congratulações. Em estado de choque, você dá um abraço, um beijo e a felicita:
- Filha da puta!
É, a coisa ta feia pro seu lado. Chegou a hora de arrumar um estágio. E é pra isso que estamos (sujeito oculto Casa do Galo) aqui. Neste post, você, estudante de Publicidade/Marketing/Afins, encontrará algumas dicas, que podem ajudar na busca pelo estágio, e algumas experiências vividas por mim nos meus quatro anos de bebedeira, digo, faculdade (as dicas vêm dessas experiências). Vamos lá!
Quero ser marketeiro mesmo, e daí?
E daí que o seu caminho pode ser um pouco mais difícil, porém mais justo. Se você não se julga moderninho e alternativo suficiente pra trabalhar em agência, vá para os anunciantes e veículos. Nesses lugares, você vai passar por algo que vai te dar muita dor de barriga: o Processo Seletivo para Programa de Estágio. Sim, isso pode ser utopia no mundo criativo, mas no mundo real é mais que rotineiro.
Cadastros, envio de currículos, provas, dinâmicas em grupo, mais envio de currículos, entrevistas com psicólogas, entrevistas com os gestores das áreas (já falei envio de currículos?) etc. Fases e mais fases até a conquista da vaga. É claro que o grau de complexidade dessas fases não é de nenhum O Aprendiz, mas a cada ano as empresas buscam estagiários melhor preparados. Por isso a dica 1:
Dica 1 – Quem as empresas procuram?
Logicamente, o perfil do colaborador-estagiário pode variar de empresa pra empresa, mas algumas coisas são básicas, importantes e podem te ajudar a eliminar concorrentes.
• Fale, no mínimo, dois idiomas fluentemente. Tente o português, já que o inglês ELAS (as empresas) já consideram que você fale. Muitos lugares já pedem até uma terceira fluência, como o espanhol, o alemão ou o francês, dependendo da nacionalidade da empresa;
• Experiência no exterior conta e muito. Nem que você apenas tenha lavado pratos em Nova Iorque ou servido café em Londres. Lembre-se, ELAS querem saber como você se vira em situações difíceis e adversas;
• Simpatia, saber trabalhar em grupo, pró-atividade, facilidade em se comunicar com qualquer tipo de gente (ou seja, você devia ter desobedecido a sua mãe e ter falado com estranhos quando criança) e boa aparência ainda contam bastante. Veja bem, boa aparência não significa ser bonito(a). Portanto, tudo que você diz ser no seu CV, tem que provar na hora do “vamo vê”;
• E, obviamente, esteja e seja sempre antenado, atualizado e ligado em tudo que acontece. Mas não bitole. Os caras também não vão te perguntar sobre a bolsa de valores de Pequim, mas podem perguntar coisas atuais sobre o seu cotidiano. Quer um exemplo? Um amigo estava na última fase do processo seletivo para as Lojas Americanas. Entrevista com um dos diretores da empresa. O tal diretor perguntou o que esse amigo mais gostava de fazer e ele respondeu: surfar. Eles passaram o tempo todo da entrevista conversando sobre pranchas, praias e etapas do circuito de surfe brasileiro. No dia seguinte ele estava contratado.
Quais empresas eu devo deixar meu CV?
Em primeiro lugar, “deixar CV” não existe mais. Já ouviu falar de internet? Praticamente, todas as empresas hoje possuem em seus sites um espaço para cadastro e/ou envio de currículos. “Ah, mas eu fiquei sabendo de uma vaga que tinha que entregar o CV pessoalmente”. Essa vaga não é pra você.
Em segundo lugar, empresas pra se cadastrar e concorrer a uma vaga, não faltam. A chamada Área de Marketing é muito ampla. Há vagas tanto para os próprios departamentos de Marketing como para departamentos de Comunicação, RH, Comercial etc.
Mas aí vão algumas das mais desejadas pelos estudantes: Natura, IBM, Unilever, Pirelli, Grupo Pão-de-Açúcar, Telefonica, Banco Santander, Grupo Abril, SBT. Quem quiser indicar outras, fique à vontade nos comentários.
Eu sou criativo, olha o meu All Star.
Se você escolheu fazer Criação, senta e chora. Você será castigado pela escolha que fez. Mas isso é só no começo, depois fica legal. Só que é, justamente, sobre o começo que vamos falar agora. Oquei, você se diz criativo, tem um belo All Star, uma camisa xadrez “stáile” e óculos de grau de cineasta. Mas você sabe que raios vai fazer numa agência de Publicidade? (Leia ou re-leia o artigo do Mauro) No departamento de Criação você não tem muita opção: ou vai ser diretor de arte ou redator. O caminho é muito parecido para os dois.
Dica 2 – Quais os primeiros passos?
O primeiro passo é deletar o termo Curriculum Vitae da sua vida. Substitua por portifólio. O segundo passo é descobrir o que é isso. Seu portifólio será, simplesmente, a sua vida daqui pra frente. É onde você vai registrar/arquivar/guardar/agrupar/mostrar os seus melhores trabalhos. Sim, o cara que vai te avaliar não quer saber onde você estuda ou se você é pró-ativo, ele quer saber se você é mesmo criativo, oras. Quer ver os seus trabalhos, o seu PORTIFÓLIO.
“Mas eu não tenho nenhum trabalho. Como monto meu porti…porti o quê?”
Olha só que coincidência, a dica 3 fala, justamente, sobre isso. Leia com atenção, é a mais importante.
Dica 3 – Como montar e apresentar o meu portfólio?
Pra montar é preciso produzir, pra produzir é preciso criar. Mãos à obra.
O formato mais usado por estudantes na hora de fazer “trampos pra portifas” é o anúncio de revista, seja página simples ou página dupla. O que você vai fazer? Pegue um anúncio de revista real, da marca e produto que quiser, e tente fazer melhor ou, pelo menos, diferente.
Se você decidiu que quer ser diretor de arte (não se empolgue com o título de diretor), seu dever é mexer na direção de arte (duh), ou seja, na imagem, foto, ilustração etc. Pense numa nova solução para aquele layout. E se especialize em softwares como Photoshop, Ilustrator e InDesign, no mínimo. Mas você pode ir além. Não se limite aos anúncios. Crie formatos e direções de arte não-publicitárias também. Abuse dos efeitos gráficos e fique atento às tendências. Os caras querem ver se você, realmente, sabe utilizar as ferramentas desses softwares.
Se você é cabeça-dura e resolveu ser redator, o processo é o mesmo. A diferença é que seu dever é mexer no texto do anúncio escolhido. Crie novas opções de títulos e slogans, mude o texto. Em outras palavras, escreva muito. Para ser redator não tem muito segredo, é exercitar a escrita. E você também pode ir além dos anúncios. Teve uma boa idéia pra um comercial? Faça um roteiro (na internet é possível achar alguns modelos). Escreva textos aleatórios, sobre qualquer tema.
Agora, você deve estar pensando “Mas se eu mudar só a arte e mantiver o texto, a peça vai ficar estranha, sem sentido.” Ou “Mas quero ser redator. Não sei mexer em layout. Como vou alterar a peça?”
Aceita mais uma dica? Essa é por conta da Casa, hein: arrume um amigo(a) pra duplar com você. Comecem a fazer seus portifólios juntos. Trabalhem como uma verdadeira dupla de criação. Pode ter certeza que os resultados serão muito melhores.
Outra maneira de rechear a sua pasta é na própria faculdade. Aproveite as aulas práticas relacionadas à Criação e mande ver nas peças.
Pronto. Vamos considerar, agora, que você já tem um número razoável de peças criadas e produzidas. Qual o próximo passo? Juntar tudo e levar para algum Diretor de Criação olhar? Claro que não. Primeiro você vai selecionar para apresentar apenas as melhores. Mostre os trabalhos para as pessoas – amigos, parentes e, principalmente, professores da faculdade – e perceba quais elas mais gostam, quais surpreendem mais, quais as fazem abrir aquele sorrisinho que você tanto esperou quando pensou naquela sacada.
Como a essa altura já consideramos que você tenha feito, pelo menos, uns 25 trabalhos, vamos chamar essa fase de pré-seleção. A seleção mesmo quem faz é você. No site do Clube de Criação de São Paulo, é possível encontrar o Manual do Estagiário, por Eugênio Mohallem (vale a pena ler). Resumindo, ele orienta que você faça o seguinte: selecione, em média, 10 trabalhos e os coloque em ordem crescente de qualidade, começando pelo meia-boca:
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10
Depois, pegue o último (o melhor) e coloque na frente de todos.
10, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9
Segundo Mohallem, sua pasta que impressiona está pronta. Abre com um grande anúncio, seguido de uma ordem crescente de qualidade.
Particularmente, não sei se essa é mesmo a melhor maneira. Já fiz muito isso, mas também já fiz diferente. A última vez que apresentei meu portifólio fiz o seguinte: levei de 10 a 15 trabalhos (mais que 15 já fica, realmente, cansativo pra quem analisa); coloquei, sim, o melhor na frente de todos (acredito fielmente que a primeira impressão é a que fica); mas fui variando a seqüência entre os outros melhores e os piores; fechei a pasta com o segundo melhor. Acho que deu certo. Enfim, são duas opções. Mas você pode criar a sua também. O importante é que você acredite e confie nos seus trabalhos.
Dica 4 – Portifólio on-line
Essa é mais curta. Se houver a possibilidade, faça um portifólio on-line. Isso mesmo, crie um site seu ou, pelo menos, um HTMLzinho. Hoje em dia, é muito comum as agências pedirem que você envie seus trabalhos por e-mail. E você não quer se queimar logo de cara, lotando a caixa de entrada do seu futuro chefe, quer? Para os diretores de arte, procurem softwares, como o Flash e pirem nas animações. Para os redatores, criem um blog. É simples e além de postar suas peças, você terá um excelente espaço para exercitar a escrita.
Pra terminar
Gostaria apenas de contar mais uma experiência minha.
Quando eu estava no sexto semestre da faculdade, fui assistir a uma palestra do Carlos Domingos, sócio da Age e um dos maiores criativos do Brasil. Resolvi levar minha pasta, na esperança de que, ao final da palestra, ele pudesse me atender e me dar umas dicas. Final do show, fui lá na frente e entrei na fila pra falar com ele. A maioria das pessoas estava lá para pedir estágio e tirar dúvidas. Quando chegou a minha vez:
- Fala, garoto!
- Eu quero te mostrar o meu portifólio.
- Mas você ta com ele aí?
- Ta aqui.
Acho que ele percebeu minha atitude de ter ido “armado” para a palestra e disse:
- Faz o seguinte – me deu um papel e uma caneta – escreve teu nome aí que eu vou dar pra minha secretária marcar um horário pra você ir lá na Age, aí a gente conversa com mais calma. – e me passou o telefone de lá.
No dia seguinte fiquei naquela dúvida “Ligo ou não ligo?”, “Até parece que ele vai passar mesmo o meu nome pra secretária. Foi só um jeito de me dispensar”. Resolvi ligar:
- Age, boa tarde!
- Boa tarde! Meu nome é Alessandro e…
- Ahhhh, já sei! Do Mackenzie, né? O Domingos já passou seu nome pra mim. Você pode vir aqui amanhã às 19h?
- Claro.
Cheguei em ponto na Age e tomei um leve chá de cadeira de uma hora. Nesse ínterim, fiquei conversando com o segurança que estava na recepção e ele disse:
- Caramba! Como você conseguiu horário com o Domingos? Foi indicação? Ele ta sempre tão ocupado.
Expliquei como tinha conseguido e o cara ficou espantado.
Passado o chá, eis que surge o homem. Sim, ele foi me receber na recepção. Não mandou que alguém me levasse até sua sala. Vestindo sapatos muito bem lustrados, jeans, camisa pra fora da calça e blazer preto (típica roupagem de publicitário), ele me pediu mil vezes mil desculpas pela demora, disse que estava em reunião, que essas coisas demoravam mesmo e tudo mais. Entramos na sala de reunião, me ofereceu uma água, um café, um refrigerante (eu recusei tudo) e começou a analisar as peças. E para minha surpresa ele gostou de todas as peças que eu achava que eram as piores e criticou as que eu achava melhores. Fez-me enxergar coisas que jamais perceberia, pois analisou as peças de uma simples maneira: essa dá campanha, essa não dá.
Não consegui o estágio, mas tirei algumas lições disso tudo. Aí vão elas:
1- Muitas vezes, na Publicidade, é necessário ser cara-de-pau e tomar atitudes que, normalmente, você não tomaria. Como essa de já ir pra palestra com o portifas na mão. Ninguém fez isso naquele dia.
2- Na sua vida de estudante e durante toda sua carreira, você vai se deparar com excelentes profissionais. E poderá se surpreender com as atitudes de alguns deles, como eu me surpreendi com a simpatia e atenção do Carlos Domingos. Tenho ele como ídolo profissional hoje.
3- Ao mesmo tempo você vai encontrar profissionais tão bons ou melhores, mas que são arrogantes, mal educados e que acham que você é um bosta, que nunca conseguirá chegar onde eles estão. Esses caras vão te humilhar e acabar com você e seu portifólio. Mas não deixe que eles acabem com o seu amor pela Publicidade.
4- Desde então, comecei a pensar à frente na hora de criar uma peça. Claro que procuro sempre soluções criativas, mas sempre paro pra pensar se o clichê e o simples não são as melhores soluções para o momento.
Enfim, espero ter ajudado com o mínimo de experiência que eu tenho nesse mercado e desculpe pelo gigantismo do texto. Acho que esse tema merecia. E se você chegou até aqui, aí vão alguns sites em que são divulgadas vagas de emprego e estágio para Marketing e Criação. Cadastre-se e sucesso. Sorte é para os fracos: InfoJobs, ClickJobs, Publicijobs, Catho, CIEE, Universia.
PS: lembra daquela pacata noite de segunda-feira no bar? Ela jamais voltará.
As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores, e podem não refletir a opinião da Casa do galo.
Se você gostou deste artigo, assine o RSS feed da Casa do galo. Você também pode receber os artigos por e-mail.
Alessandro Ribeiro, 25, publicitário por formação e redator por profissão e falta de opção. Já passou por Submarino, Ideal Interactive e agora cola na Gruda em Mim (Que o Boi Não Te lambe). Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às segundas-feiras.
aleribeiro13@gmail.com | http://www.obolacheiro.blogspot.com
Últimos artigos escritos por Alessandro Ribeiro
- O bom filho a Casa torna - Dois anos de Casa do galo
- O Texto Colaborativo da Casa do Galo
- Os próximos 10 anos na Publicidade e na Web
- Amigo, hoje a minha inspiração se ligou em você
- Digo-te com quem andas e te direi quem és
- Propaganda de cervejas: restringir resolve mesmo?
Alessandro Ribeiro já escreveu 40
artigo(s) para a Casa do galo.
Leia as colunas anteriores do(a) Alessandro Ribeiro.
Este artigo tem as seguintes tags:

Alessandro Ribeiro, 25, publicitário por formação e redator por profissão e falta de opção. Já passou por Submarino, Ideal Interactive e agora cola na 







Parte 4 – Funções e departamentos. O que é que eu vou fazer numa agência? Onde e em quais áreas pode atuar o publicitário. As funções e departamentos de uma agência, e seu dia-a-dia. Quais as diferenças entre uma agência grande e uma pequena Parte 5 – FAQs A busca por um estágio. Como montar e apresentar seu portfólio. Aqui no IFDBlog você irá encontar alguns artigos, dicas de livros e documentos para download que irão complementar os artigos acima, veja alguns deles:
Vale a pena ler. Acesse: Parte 1 – Profissão: publicitário Parte 2 – Cursar publicidade. Onde? Parte 3 – O curso de publicidade Parte 4 – Funções e departamentos. O que é que eu vou fazer numa agência? Parte 5 – FAQs Parabéns pessoal da Casa do Galo. Mandaram bem! =]
E o prêmio de maior artigo da história vai para…
[Responder]
Muito bom Alessandro !
Tuas dicas e tua experiência são muito boas. Já comecei a montar meu portfólio e estou a procura de estágio, afinal, tem que ralar bastante!
hehehehe
Abraço.
Bruno Delfino.
http://by-theway.blogspot.com
[Responder]
Abaixo assinado pelo fim da CPMF !!!
Olá amigos! Envio esta mensagem para pedir a ajuda de vocês em um abaixo assinado.
Atenção não é vírus!!! É somente um link para o meu blog o acordabrasil onde poderão encontrar o abaixo assinado contra a cobrança da CPMF.
Vamos lá pessoal, Chega de abaixar a cabeça e achar que temos que engolir tudo o que vem de Brasília…
Segue endereço do meu blog:
http://www.acordabrasil.wordpress.com
abraços…e ótimo fim de semana a todos…
[Responder]
Ale,
Faltou contar a nossa experiência clássica com o Washington Olivetto!
Ótimo ensaio, parabéns!
[Responder]
Prático. Totalmente prático. Isso é o que vale.
ótimo texto, Alessandro.
Galo, experiência clássica com o W.O.?
Putz… tbém tive uma. Precisamos trocar as figurin has.
Abraços
[Responder]
Há um blog que pode dar alguma contribuição à Dica 3 desse artigo:
http://www.portfoliosemvergonha.blogspot.com
[Responder]
Muito bom Alê, parabéns.
Só achei que não terminaria de ler essa manhã. Vai escrever tanto na $%*&Y*#Q!!!!
Tenho duas considerações a fazer:
1 – Em relação a experiência no exterior, ela conta. Mas do que adianta só lavar pratos? Hoje, isso não é mais diferencial. Tem mais brasileiros em Londres do que em São Paulo. Se for para o exterior, acho legal fazer um bom curso de pós-graduação ou mesmo ter trabalhado na sua área de formação ou próxima dela.
2 – Os processos de seleção de grandes empresas são realmente muito cansativos. Em 2005 eu fiz o do Grupo Abril, onde trabalho hoje. Primeiro passei pela triagem on-line (naquele ano foram mais de 100 mil currículos inscritos para 90 vagas) onde selecionei a área que gostaria de trabalhar dentro do grupo, para depois fazer três provas: Português, Inglês (com listening – deveriamos ouvir uma gravação e interpretá-la) e cultura geral (que é onde a maioria das pessoas são reprovadas). Depois havia a fase de dinâmica de grupos e por fim, a entrevista com o gestor da área.
Foi cansativo, mas após receber a ligação do RH, com a notícia de que eu havia passado, foi umas das melhores sensações que já tive.
É isso ai!
[Responder]
Fechou com chave de ouro! Um FAQ provavelmente é a melhor maneira de se passar por todos os assuntos relacionados dando uma boa explicação sem ficar muito longo!
Parabéns Alessandro!
Matt
30”
[Responder]
Hahaha, Diegão, nossa experiência com o W.O. não foi das mais agradáveis, mas pelo menos, agora, sabemos como conversar no elevador hahaha.
Valeu, pessoal! Espero ter ajudado mesmo.
PS: sabe quando o seu post realmente faz sucesso? Quando ele vira via de spam em comentários. Acorda, Brasil!
bjOs
[Responder]
Alê, qdo vc me pediu aquela “dica” de moda, estava esperando algo realmente inusitado no seu próximo texto, mas vc superou minhas expectativas. Muito bom o texto, realmente esclareceu tudinho…
Esse é meu garoto!
Parabéns!
BJUs
[Responder]
Putz!
Esta seção da Casa do Galo mereceu um post lá no by the way.
Passem lá e vejam.
hehehe
http://by-theway.blogspot.com
Parabéns pessoal.
Abraço.
Bruno Delfino.
[Responder]
aaaaah, adorei o texto!
Sua história no final foi ótima. E qual é a sua história do W.O.?? fiquei super curiosa agora.rs
parabéns!!
abraço
[Responder]
Bem, a história com o Vitinho não foi nada demais, na verdade. O Galo e eu fomos na Bienal do livro, em 2004. Naquele ano, o W.O. estava lançando aquele livro Os Piores Textos de Washington Olivetto, pela Planeta, e estava em tarde de autógrafos. Resumindo, comprei o livro e levei para o dito cujo autografar, junto com o Galo. Não havia, absolutamente, ninguém por lá, então era a nossa chance de puxar um papo com o cara, tínhamos tempo. E quem começou o assunto foi ele, MAS da pior maneira:
-Ta chovendo bastante hoje, né?
Broxamos. Papinho de elevador, não!
[Responder]
O que eu posso, dizer, né: sensacional, Alê.
Realmente fechou com chave de ouro. Diego e todos os colunistas: reforço meu parabéns pela iniciativa de vocês e pela forma que foi executada.
Só não consegui ler antes porque tava atulhado de job.
[Responder]
Gus,
Que bom que gostou. Quer dizer que fizemos um ótimo trabalho! Ueba!
[Responder]
E eu só pude ler hoje. Gostei muito Alê, parabéns! Bela iniciativa da Casa essa Semana de Publicidade.
[Responder]
Valeu Sama!
[Responder]
Valeu, o caraleo! Cadê meu estágio na Casa del Gallo?
[Responder]
Tá. Essa ano é possível que a Casa do galo passe a Mccann em faturamento, aí eu te aviso.
[Responder]
ótimo texto…de uma ajuda exacerbada!!
Eu agradeço.
abraços.
[Responder]
Oi Carol,
Que bom que gostou. Obrigado pela visita!
abraço,
[Responder]
pode imaginar, aqui tem.
;D
[Responder]
[...] Acesse:Parte 1 – Profissão: publicitárioParte 2 – Cursar publicidade. Onde?Parte 3 – O curso de publicidadeParte 4 – Funções e departamentos. O que é que eu vou fazer numa agência?Parte 5 – FAQs [...]
olha muito bom mesmo,me ajudou bastante tirando minhas dúvidas
e reforsando o quero. Parabéns para você e para todos aqueles que aqui contribuem!
[Responder]
Olá Elânia,
Obrigado! Ficamos felizes que tenha ajudado!
Volte sempre.
Abraço
[Responder]
Excelenteee!!! Como busco estágio na área de redação, me encontrava ainda meio “perdido” nessa de portfólio. Mas agora deu pra ter uma embasamento maior e poder montar algo que agrade “os caras”…
Parabéns alessandro e atodos que contribuem para a Casa do Galo!!
Sucesso!!
Abraços…
[Responder]
Ha….
uma dúvida…
No meu caso, buscando estágio na área de redação, tenho gravado alguns spots e jingles que produzi para trabalho da faculdade. Como faço para inseri-los no portfólio?! (claro, no impresso nao tem como eu levá-los, a nao ser que leve num mp4 e mostre ou algo do tipo), mas como na maioria das vezes vou mandar o portfólio via web, por email mesmo, como faço para enviar?! em anexo no e-mail mesmo ou nao tem essa necessidade de enviar a peça produzida, somente o texto?!
Muito obrigado,
Raphael.
[Responder]
Deixe seu comentário!
Assine o RSS da Casa do galo
N/A assinantes
Publicidade
Leia também
No contexto atual do mundo, discute-se muito a respeito da falta de ética no campo da política, das ciências e das relações humanas. Sabe-se, cada vez mais, da necessidade de tornar o Brasil um país mais humano e fiel aos seus preceitos de igualdade e respeito ao próximo, ainda que estes valores estejam distantes do [...]
Leia também:
Agência de publicidade por dentro – 02 – Atendimento
Agência de publicidade por dentro – 03 – Mídia
Agência de publicidade por dentro – 04 – O Cliente, esse ignorante
Então, quem aproveitou se deu bem e quem não, só no ano que vem. Carnaval agora é conversa do lado do bebedouro, na porta da [...]
Há muito a se dizer sobre aquilo que, em tantos momentos, permanece escondido embaixo do tapete, aguardando que alguém tenha determinação suficiente para abrir a alma em relação a sentimentos, angústias e percepções desprevenidas diante da vida.
Cada um possui, dentro de si, as suas questões profundas – aquelas que atrapalham o sono, que dificultam o [...]
Vagas para publicidade
O que ando dizendo no Twitter
Posting tweet...
Powered by Twitter Tools
Artigos recentes
Mais comentados
Mais lidos
Casa do galo by Diego Jock is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.
Based on a work at casadogalo.com. Permissions beyond the scope of this license may be obtained by contacting this blog editor.