O que vamos fazer no futuro?
Dando uma olhada no pessoal que visita a Casa do Galo, percebo que tem muita gente nova, que está se formando ou acabou de conseguir seu diplominha de publicitário. E um dos temas mais comuns nos nossos textos é a transformação pela qual essa profissão está passando.
São tantas mudanças, que vale a pena perguntar: Se a profissão de publicitário está com os dias contados (como muitos dizem por aí), o que vamos fazer no futuro?
Alto lá! De cara preciso dizer que não acredito nessas profecias, e, definitivamente, não acredito que a profissão de publicitário vá morrer. Embora seja comum tal afirmação (perdendo em ocorrência apenas para a morte do jornalismo), acredito que, assim como os jornalistas, estamos passando por uma metamorfose.
Não vamos desaparecer, mas precisamos absorver novos conhecimentos, e nos adaptar a esse cenário maluco que está sendo construído. Se hoje o profissional de propaganda é o responsável por criar anúncios (exatamente como há 50 anos), daqui pra frente seremos responsáveis por muito mais.
Isso mesmo! Caso consigamos acompanhar essa reviravolta toda, acredito que podemos ganhar ainda mais importância no mundo corporativo. Se a palavra da moda é relevância (ela deve estar em 100% dos textos do Que Tal Isso?), nós podemos ser os responsáveis por criar e gerenciar essa relevância.
O publicitário será o criador de conteúdo e de valor. A marca deve deixar de ser apenas o nome e a logo da empresa, mas todo um espírito e um conjunto de valores e comportamentos que o consumidor vai experimentar quando escolher tal produto.
Esse pacote deverá estar presente na comunicação da empresa, seja a tradicional ou nas redes sociais da web, mas também em outros pontos de contato, que hoje são deixados de lado, como os SACs, os promotores nas ruas, os funcionários regulares da empresa, a relação com os fornecedores internos, a exposição pública dos executivos, etc.
E quem deve gerenciar isso tudo? Quem vai garantir que, se uma marca é “surf”, toda a empresa tem “podicrê” no sangue, do presidente ao faxineiro, da propaganda à musiquinha da espera telefônica? O líder desse novo universo provavelmente terá um diploma de publicidade/propaganda/marketing/comunicação na parede.
Faço questão de citar essas quatro áreas porque acredito que elas serão fundidas em apenas uma área do conhecimento empresarial: a personalidade corporativa.
Se a sua personalidade influencia o modo como é, como faz as coisas, e como se comunica com amigos e desconhecidos, esse novo mundo tratará da personalidade de empresas e organizações.
Mas esse é assunto para um outro texto…
Abs de um publicitário!
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Lucas Couto, 25, é publicitário por formação e inquieto por natureza. Já atuou nas áreas de Criação, Marketing, Inovação, Vendas, Logística, Finanças, e mais uma porrada de coisas (foco que é bom, nada). Hoje é empresário e co-criador do site Que Tal Isso?, dedicado à criatividade e inovação. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às quintas-feiras.
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Lucas Couto, 25, é publicitário por formação e inquieto por natureza. Já atuou nas áreas de Criação, Marketing, Inovação, Vendas, Logística, Finanças, e mais uma porrada de coisas (foco que é bom, nada). Hoje é empresário e co-criador do site Que Tal Isso?, dedicado à criatividade e inovação. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às quintas-feiras. 







Ótimo artigo.
Me lembrei desse do Leo:
http://casadogalo.com/repete-com-o-tio-a-p-r-o-p-a-g-a-n-d-a-m-o-r-r-e-eu
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Assino embaixo.
Abs de outro publicitário
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Com o lugar de destaque que as marcas ocupam hoje na sociedade, acho impossível que pessoas e profissionais responsáveis por uma de suas principais manifestações desapareçam.
Vale ressaltar que cada vez mais essas disciplinas comunicacionais estarão mais embaraçadas e todas elas girarão e reunirão esforços em torno de uma Grande Ideia, que agregue valor e sentido de forma pertinente e original às marcas.
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Sem dúvida nenhuma o publicitário não perderá seu espaço no mercado com o avanço da tecnologia. O que teremos, de fato, é uma transformação nas mídias que exigirá cada vez mais criatividade e ‘relevância’ (usando a palavrinha mágica do Lucas) em nossas peças.
Ótimo artigo!
Grande abraço de outro publicitário! õ/
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Que botem o galo na frigideira, mas dizer que a granja vai fechar é muito 2012.
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Fala Jock,
Acho que este tema pode ser abordado de diversos ângulos, como o dos clientes, publicitários, agências, público, etc.
Só é pena q mt se fale, mas pouco se faça para mudar esse cenário…
Abs!
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Valeu Fernando!
Os publicitários tem mesmo q se unir para encarar essa nova realidade…
Abs, e volte sempre!
———————-
Fala Petterson,
Com certeza o publicitário terá seu espaço no mercado de amanhã. Apenas atenderá a demandas diferentes do que atende hoje. Se hoje falamos de sinergia entre mídias, daqui pra frente será impossível não coordenar tudo em conjunto.
Já imaginou um amigo que só é legal contigo na sua frente, mas pelas costas só te critica? É assim que as empresas funcionam hoje, e isso tem q mudar…
Abs!
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Oi Alex,
Relevância realmente é a palavra chave. Um dos pontos positivos do mundo da informática e da internet, é a capacidade de reproduzir conteúdo e produtos rapidamente e em larga escala. Isso significa mais informação chegando a cada um. Soma-se a isso que a nossa vida está cada vez mais corrida, com menos tempo pra ficar gastando com relações que não nos agreguem, seja com amigos, uma namorada “mala”, ou com a empresa q só te q
Sem dúvida nenhuma o publicitário não perderá seu espaço no mercado com o avanço da tecnologia. O que teremos, de fato, é uma transformação nas mídias que exigirá cada vez mais criatividade e ‘relevância’ (usando a palavrinha mágica do Lucas) em nossas peças.
Ótimo artigo!
Grande abraço de outro publicitário! õ/
Felipe Carriço disse:
Que botem o galo na frigideira, mas dizer que a granja vai fechar é muito 2012.
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Oi Alex,
Relevância realmente é a palavra chave. Um dos pontos positivos do mundo da informática e da internet, é a capacidade de reproduzir conteúdo e produtos rapidamente e em larga escala. Isso significa mais informação chegando a cada um.
Porém, soma-se a isso que a nossa vida está cada vez mais corrida, com menos tempo pra ficar gastando com relações que não nos agreguem, seja com amigos, uma namorada “mala”, ou com a empresa q só te quer bem na hora de vender.
Abs, e valeu pela visita!
—————————
Fala Felipe,
Não mandando o galo pra panela, já está muito bom!
Pra manter a metáfora, vamos dizer que esse galo vai ter trabalho, e [CHAVÃO MODE ON] vai ter que se transformar numa fênix [CHAVÃO MODE OFF] pra se reinventar e achar seu novo espaço.
Abs, e volte sempre!
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Também não acho que a publicidade vai acabar como muitos dizem…nos teremos ainda mais importância!!
E acho que já estamos nos adaptando ao novo mundo digital…sem problemas =)
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Infelizmente, tem gente por aí que está cagando e andando para essa adaptação. Suas relevâncias vão de encontro ao mundinho que já se acostumaram a viver.
Enquanto existirem clientes que comprem o pacote – VT, rádio, spot, mala direta, flyer, folder e anúncios de revista e jornal – todos viverão felizes para sempre.
Enquanto existirem…
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Outra vez não resisto ao ler um artigo do Casa do Galo no newsletter que recebo. E mais uma vez, descubro que é do Lucas Couto. Fantástico, Lucas. Parabéns.
E mais uma vez (ainda!) volto para dizer o quanto a marca deve estar sempre na mente do seu alvo.
Mesmo num programa do povão. Há pouco tempo vi o Sr. Ricardo (da Ricardo Eletro) no Caldeirão do Huck entregando ele mesmo os prêmios para um ganhador de um dos quadros do programa. É disso que o Lucas fala. Relacionamento direto com o cliente.
Você não precisa ir de porta em porta entregando os eletrodomésticos que comprou na loja, precisa apenas vislumbrar e imaginar que isso poderia ser com vc, e que realmente akele vendedor existe de fato.
Quando você conquista o cliente, não importando onde ele estiver, vai sempre buscar a sua marca. É uma troca como nos relacionamentos amorosos: Você dá respeito e afeto, seu público também te dará respeito e afeto.
Há quem ame a Coca-Cola. Há quem lave louças com Bombril e coma Mijos na janta.
Esse é futuro da publicidade. Quem faz bem feito tem seu lugar entre os deuses e se torna imortal.
E um salve a nós publicitários, publicitários!
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São tendências,mas não acredito que a profissão de publicitario possa acabar, mas sofrer metamorforses.
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Oi Graziela,
O perigo é quando a gente se acha insubstituível. Aí vem a vida e mostra q não é bem assim que a banda toca… Mas a sobrevivência só depende da nossa capacidade de adaptação. #Darwin_WINS
Bjs!
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Fala Kenzo!
Arrisco dizer que esses clientes, q compram o McLancheFeliz completo devem sumir em pouco tempo. É claro q ainda tem gente que confia demais na mídia tradicional, e não confia nada nas novas tecnologias. mas esses devem ser engolidos mais cedo ou mais tarde, se não entenderem q o mundo que veremos daqui pra frente é outro…
Abs, e valeu pela visita!
[Responder]
Fala Ninho!
Valeu pelos elogios! Depois te pago aquela cerveja q combinamos, hehehe…
Mas voltando ao que interessa, o ponto é esse mesmo q vc comentou. Porém nós, publicitários, precisamos entender que até mesmo o conceito de marca está ficando mais amplo, e PRECISO. Ou seja, abrangendo mais pontos de contato com o público, porém sem perder força em cada um dos antigos pontos.
Teu exemplo me lembrou a lenda que é o Comandante Rolim, que às vezes chegava a receber os passageiros da TAM na porta do avião. Aliás, li há algum tempo atrás que sempre que a TAM está passando por uma crise, eles tiram o “manual do comandante” da gaveta, e colocam em prática a lição mais antiga do mundo: quem liga pro consumidor vende melhor.
Abs!
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É nisso em que eu acredito, Luiz,
Assim como os antigos alfaiates tiveram que se adaptar, nós também teremos. E, no final das contas, sempre vai haver espaço para que é bom profissional…
Abs, e volte sempre!
[Responder]
é..parece que hoje em dia ou você se adapta ou morre! rs
[Responder]
[...] de gerar mudanças significativas na comunicação do futuro que está logo ali na esquina como bem lembrou o Lucas Couto. É preciso ter garra de adamantium mesmo, coragem para perceber que o caminho trilhado por outros [...]
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