O Pão Nosso
Não está no céu.
Garanto que pode se encontrado nas vivências pessoais, como também nas combinações que a mente condicionada é capaz de processar.
O pão nosso, isso aí que temos a oferecer e alguns tratam como idéia, é tão abstrato que dói. Temos o maior orgulho de fabricar alguns, principalmente quando são bem aceitos, geram venda, claps, tapinhas nas costas, gold lion e por aí vai. Mas ainda assim o xoxo-pão continua abstrato que dói.
Que pão nosso é esse que sacia o desejo de tantos, enquanto a outros fabricantes pode de nada representar? Pior é quando são alvo de críticas, frases afiadas, gargalhadas esdrúxulas, palavras chulas e algo mais.
Idéias, idéias. Meras, substanciais, dignas de risos ou de Cannes. Quem não as têm? Até padeiro tem (sem desmerecer a categoria). Basta para isso juntar angústias, necessidades e gorgitar saídas, alternativas e saídas alternativas.
O status quo determina o quão se consegue gerar até dizer chega.
Critícas sobre idéias alheias. Nesse nosso meio, quem é que não as têm? Senso crítico é determinante para não amar loucamente qualquer nossa ideiazinha. Agora, quando as críticas deixam de lado o bom senso e abrem alas para a dor-de-cotovelo…
Ô ego, por que inflas por algo tão abstracionista? Não há status quo que resista.
Fabricar pão nunca mais foi complicado depois de inventado o fermento. E parece que o ingrediente só é usado nessas horas. Deixam-o de lado na hora do bom senso.
Já pediu calma a Bruna, pois é só propaganda. Muita calma nessa hora e em todas as outras. Já afirmou Marquito: pagando bem, que mal tem? Somos tomados por ímpetos de prostituta e nos achamos no direito de se remoer com orgulhinhos feridos? Sei.
Já disse o Alessandro que o conceito é o mesmo, mas a minha campanha… quanta diferença! em dobradinha com: Sorria! Você está sendo observado, que mereceu análises do Rafael em uma boa idéia ruim.
Tanta gente por aí que ainda nem comeu o pão que o diabo amassou e já saciando a sua larica de divindade. Faz parte. E a gente aqui, expondo a nossa fome de humanidade. Faz parte?
Por um profissional livre de vícios, com menos paradigmas e mais cabeça aberta, com menos ego e mais sinérgico, menos perdido e quem sabe com algum rumo, compartilhamos nosso pão na Casa do Galo.
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Mauro Sérgio de Morais está redator e tem alguma experiência. Também tem alguns prêmios e uma dificuldade tremenda em escrever currículos na terceira pessoa.
Escreve quinzenalmente para a Casa do galo, às sextas-feiras.
maurosergiomsm@yahoo.com.br | http://www.psvsite.com
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Putz!
São textos assim que me fazem querer ser uma publicitária!
Mas uma publicitária do último parágrafo!
Mauro,(quem sou eu p/ dizer,né?mas…) vc escreve muuuito!!!
Bjs!
Quando eu crescer, quero ser igual vc. hehe
Por enqto, eu vou comendo o pão-amanhecido, que quando não é murcho, é duro mesmo.
Claps pra vc!
Bjo
Que legal gente
êêê supersabs
Confesso que queria ter tido um tempinho a mais para finalizar o xôxo-pão
Valeu feliz coments
mauro’s last blog post..Brioco Propaganda
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