O olho do espectador é a vida da propaganda
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Na hora de bolar uma propaganda, os publicitários já não precisam mais se enganar dizendo que visam apenas a saúde e o bem-estar do seu público alvo. É claro que eles buscam oferecer produtos atraentes, de forma interativa e dinâmica, mas a gente já sabe qual o intuito de tudo isso: money, money, money…
Antes que vocês desistam de ler este texto, deixo claro que não vim aqui para punir os “capitalistas de plantão” nem dar lição de moral à ninguém. Afinal, para uma amante da Psicologia, esse seria um discurso muito tolo e até pleonástico. Quero falar da vida que a propaganda possui, apesar de todo e qualquer interesse financeiro envolvido nela.
Acredito muito que o olho do espectador seja o verdadeiro responsável pelo sucesso de uma estratégia de branding. Todo o processo, desde a criação até a personificação da marca, depende da aceitação do público, dos mitos e crenças divulgados sobre um produto em determinado núcleo social. É o espectador quem constrói a história de uma marca, fazendo-a nascer e morrer, encantar e incomodar, surgir e ressurgir.
Pensando bem, o público não é o alvo, e sim o precursor de toda a magia da criação.
E vocês, concordam com essa idéia?
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Tatiana Kielberman, 23, é futura psicóloga, mas possui os dois pés no mundo da escrita. Trabalha na área de Comunicação no Grupo Foco, unindo duas grandes paixões: Recursos Humanos e Jornalismo. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às quintas-feiras.
tatikielber@yahoo.com.br | http://retratosdaalma.zip.net
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Este artigo tem as seguintes tags: consumidor, Criação, marca, publicidade, publicitario, Vida

Tatiana Kielberman, 23, é futura psicóloga, mas possui os dois pés no mundo da escrita. Trabalha na área de Comunicação no Grupo Foco, unindo duas grandes paixões: Recursos Humanos e Jornalismo. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às quintas-feiras. 







“(…) o público não é o alvo, e sim o precursor de toda a magia da criação”.
Bonito isso!
Bonito mesmo!
Bonito mesmo!²
Li o texto todo, entendi o que você quis transmitir.
Porém, toda as vezes que leio algum artigo que diz algo parecido com isso: “…mas a gente já sabe qual o intuito de tudo isso: money, money, money…”, sinto vergonha de pertencer a esta classe.
Nós publicitários temos que ser os primeiros a defender a idéia de que se algo é arriscado (investir em publicidade), além do pescoço e bolso do cliente, o nosso também está na reta, então nada mais justo que ganharmos por nos arriscarmos.
Deveriam aprovar uma lei no congresso concedendo 40% (máximo) de bonificação por insalubridade à agência responsável por campanhas nacionais de alto risco.
Bom, agora tenho que ir, a pausa para a pizza na agência já terminou e temos que ganhar MONEY MONEY MONEY !!!
Concordo totalmente
Eu poderia começar um texto assim:
“É claro que o intuito deles, os psicólogos, é fazer você acreditar que possui um complexo, uma neurose ou qualquer outra psicopatia para começar uma série de sessões intermináveis e caras como tratamento”.
Preconceituoso, não? Com certeza. E superficial também. Mas bem semelhante ao que você escreveu.
Tatiana, julgar o livro pela capa ou por um comportamento esteriotipado é um engano comum. Eu não sou um dos “capitalistas de plantão” e nem selvagem mas sua abordagem deixou a desejar por ser reducionista e tendenciosa ao passar uma miopia muito grande ao olhar para propaganda.
o olho do espectador NÃO É o verdadeiro responsável pelo sucesso de uma estratégia de marca. O sucesso da marca/produto é ir de encontro as necessidades(Maslow)JÁ condicionadas(Pavlov)nos hábitos de consumo do público-alvo. E isso custa dinheiro. E tempo. E talento também.
“o precursor de toda a magia da criação” NÃO É, repito o consumidor. É o TALENTO do profissional de criação, de atendimento, de pesquisa, de toda equipe que faz com que VOCÊ,consumidora, ACREDITE que é a mais importante, bonita, preferencial, enfim, tenha as suas necessidades satisfeitas através de um determinado “bem” de consumo.
Sobre o “money, money, money”, deixo a resposta da saudosa Cacilda Becker: “Não me faça fazer de graça a única coisa que sei fazer cobrando.”
Grande abraço.
Pavlov: http://tinyurl.com/ycetbnh
Maslow: http://tinyurl.com/ybuaefq
Marcos,
Respeito sua opinião! Não se pode agradar a todos…
Um abraço,
Taty
Obrigada Jock querido!
Suzana, João, Luan e Carlos,
Valeu pela visita e continuem acompanhando sempre!
Beijos,
Taty
Parabéns Tatiana, muito bom mesmo seu artigo.
Obrigada!
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