Home » responsabilidade social, teoria, vida de publicitario

O olho do espectador é a vida da propaganda

18 março 2010 11 comentários escrito por tatiana

spotpublicitario O olho do espectador é a vida da propaganda

Na hora de bolar uma propaganda, os publicitários já não precisam mais se enganar dizendo que visam apenas a saúde e o bem-estar do seu público alvo. É claro que eles buscam oferecer produtos atraentes, de forma interativa e dinâmica, mas a gente já sabe qual o intuito de tudo isso: money, money, money…

Antes que vocês desistam de ler este texto, deixo claro que não vim aqui para punir os “capitalistas de plantão” nem dar lição de moral à ninguém. Afinal, para uma amante da Psicologia, esse seria um discurso muito tolo e até pleonástico. Quero falar da vida que a propaganda possui, apesar de todo e qualquer interesse financeiro envolvido nela.

Acredito muito que o olho do espectador seja o verdadeiro responsável pelo sucesso de uma estratégia de branding. Todo o processo, desde a criação até a personificação da marca, depende da aceitação do público, dos mitos e crenças divulgados sobre um produto em determinado núcleo social. É o espectador quem constrói a história de uma marca, fazendo-a nascer e morrer, encantar e incomodar, surgir e ressurgir.

Pensando bem, o público não é o alvo, e sim o precursor de toda a magia da criação.

E vocês, concordam com essa idéia?

**

As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores, e podem não refletir a opinião da Casa do galo.

Se você gostou deste artigo, assine o RSS feed da Casa do galo. Você também pode receber os artigos por e-mail.

Tatiana O olho do espectador é a vida da propaganda Tatiana Kielberman, 23, é futura psicóloga, mas possui os dois pés no mundo da escrita. Trabalha na área de Comunicação no Grupo Foco, unindo duas grandes paixões: Recursos Humanos e Jornalismo. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às quintas-feiras.

tatikielber@yahoo.com.br | http://retratosdaalma.zip.net


Últimos artigos escritos por tatiana

tatiana já escreveu 12 artigo(s) para a Casa do galo.
Leia as colunas anteriores do(a) tatiana.

Este artigo tem as seguintes tags: , , , , ,


11 comentários »

  • Diego Jock disse:

    “(…) o público não é o alvo, e sim o precursor de toda a magia da criação”.
    Bonito isso!

  • Suzana Magalhães disse:

    Bonito mesmo!

  • joaopitanga disse:

    Bonito mesmo!²

  • Luan disse:

    Li o texto todo, entendi o que você quis transmitir.

    Porém, toda as vezes que leio algum artigo que diz algo parecido com isso: “…mas a gente já sabe qual o intuito de tudo isso: money, money, money…”, sinto vergonha de pertencer a esta classe.

    Nós publicitários temos que ser os primeiros a defender a idéia de que se algo é arriscado (investir em publicidade), além do pescoço e bolso do cliente, o nosso também está na reta, então nada mais justo que ganharmos por nos arriscarmos.

    Deveriam aprovar uma lei no congresso concedendo 40% (máximo) de bonificação por insalubridade à agência responsável por campanhas nacionais de alto risco.

    Bom, agora tenho que ir, a pausa para a pizza na agência já terminou e temos que ganhar MONEY MONEY MONEY !!!

  • carlos disse:

    Concordo totalmente

  • Marcos Oliveira disse:

    Eu poderia começar um texto assim:

    “É claro que o intuito deles, os psicólogos, é fazer você acreditar que possui um complexo, uma neurose ou qualquer outra psicopatia para começar uma série de sessões intermináveis e caras como tratamento”.

    Preconceituoso, não? Com certeza. E superficial também. Mas bem semelhante ao que você escreveu.

    Tatiana, julgar o livro pela capa ou por um comportamento esteriotipado é um engano comum. Eu não sou um dos “capitalistas de plantão” e nem selvagem mas sua abordagem deixou a desejar por ser reducionista e tendenciosa ao passar uma miopia muito grande ao olhar para propaganda.

    o olho do espectador NÃO É o verdadeiro responsável pelo sucesso de uma estratégia de marca. O sucesso da marca/produto é ir de encontro as necessidades(Maslow)JÁ condicionadas(Pavlov)nos hábitos de consumo do público-alvo. E isso custa dinheiro. E tempo. E talento também.

    “o precursor de toda a magia da criação” NÃO É, repito o consumidor. É o TALENTO do profissional de criação, de atendimento, de pesquisa, de toda equipe que faz com que VOCÊ,consumidora, ACREDITE que é a mais importante, bonita, preferencial, enfim, tenha as suas necessidades satisfeitas através de um determinado “bem” de consumo.

    Sobre o “money, money, money”, deixo a resposta da saudosa Cacilda Becker: “Não me faça fazer de graça a única coisa que sei fazer cobrando.”

    Grande abraço.

    Pavlov: http://tinyurl.com/ycetbnh
    Maslow: http://tinyurl.com/ybuaefq

  • Tatiana Kielberman (author) disse:

    Marcos,

    Respeito sua opinião! Não se pode agradar a todos…

    Um abraço,
    Taty

  • Tatiana Kielberman (author) disse:

    Obrigada Jock querido!

  • Tatiana Kielberman (author) disse:

    Suzana, João, Luan e Carlos,

    Valeu pela visita e continuem acompanhando sempre!

    Beijos,
    Taty

  • Brindes Personalizados disse:

    Parabéns Tatiana, muito bom mesmo seu artigo.

  • Tatiana Kielberman (author) disse:

    Obrigada!

Deixe seu comentário!

Adicione seu comentário abaixo ou faça um trackback diretamente de seu site. Você pode também pode acompanhar os comentários deste artigo via RSS.

Esse blog utiliza o sistema Gravatar. Caso sua foto não esteja aparecendo em seu comentário, registre-se.

Comment moderation is enabled. Your comment may take some time to appear.