O conto de Jack, o Criativo no Condado do Marketing
Fazia sol naquela manhã. Ou seria noite? Difícil dizer. Jack, o Criativo, recebia a maior missão de sua vida: derrotar as planilhas, os P&L e os gráficos que assombravam o Condado do Marketing. Aquilo assustava o nosso nobre fidalgo, afinal, depois do horizonte o mar-oceano virava abismo, que era habitado por apresentações, reuniões e pautas temerosas. Só então, além-mar, avistava-se El Condado.
Mas nosso herói, um bravo Criativo que ja havia passado por batalhas sangrentas, como a de Brainstorm e até mesmo a Batalha do Atendimento, não se daria por vencido antes mesmo de saber o que lhe esperava. Partiu junto com seu fiel escudeiro Estagiarius e seu valente cavalo, Rough, no mesmo dia. O que lhe motivava a embarcar ao desconhecido ninguém sabia precisar. Alguns diziam ser uma bela donzela chamada Sucesso. Rumores contavam que o primeiro a salvar a bela das garras do Dragão BlackBerry seria feliz para todo o sempre.
Então nos vemos ao lado de Jack, a caminho de salvar a sua lady. Já caminhavam há dias, ele e Estagiarius, quando avistaram uma ave com uma crista estranha na cabeça. E para a não-surpresa deles, a ave falava. Falava não, berrava aos quatro ventos:
- Faz caber!
- Título? Isso é um título?
- Olha o prazo gentil maldito!
- Pizza é o combustível dos pensadores!
- Quem sois vóis, média, atendimento ou malcriação?
- Oa! Que aberração dos infernos é essa meu bravo escudeiro?
- Acho que já vi em algum lugar nos meus anuários mitológicos. Se bem me recordo, este é o Galo, avatar do Deus Olivetto, pai de tudo o que há nesse mundo. As lendas dizem que ele indica as tendências, as estradas que levam até El condado de Marketing.
- Pois bem sua metralhadora verbal, que caminho devo tomar?
Foi quando num estalo, a ave alçou vôo, deixando uma chuva de flyers e micas (provavelmente sobras de seu almoço) e cacarejou: - Todos os caminhos levam a Cannes! Todos os caminhos levam a Cannes!
Pois se era a Cannes que eles deveriam ir, que assim seja, pensou Jack. Não eram os Jurados, uma irmandade de fanáticos religiosos que dominavam o lugar, que iriam impedí-lo de chegar ao seu objetivo.
***
Continua na próxima semana.
[Leia a parte 2]
[Leia a parte 3]
[Leia o final]
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Marquito, 23, é publicitário formado pelo Mackenzie e adora a criação e está de volta a redação publicitária. Escreve para a Casa do galo às quartas-feiras.
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Boa Marquito!
“Fiel escudeiro Estagiarius e seu valente cavalo, Rough”…
Hahahahhahaha
bOa, Primo! Essa vai entrar para a minha galeria de “Como não pensei nisso antes?”.
To ansioso pelo segundo capítulo agora. Se fudeu hehehe.
PS: só não gostei de chamar o Olivetto de Deus, seu paga-pau viúva dele! hahaha…relaxa, eu também sou.
O Ale é muito paga pau dele!
Aguardem para o proximó capitulo dessa histórial sequencial de página dupla.
Hahahahahaha…
Adorei!!!!
Eu posso ser do condado também?! Hahahahaha.. muito boa!
Isso vai acabar em livro hein.
Foi muito criativo as brincadeiras que vc fez com as palavras
parabéns !
Cara, muito bom o conto, parabéns.
Mal posso esperar pelos próximos capítulos.
Abraço!
Olá Jonão,
Obrigado pela visita e pelo comentário! Não perca a parte 2 da saga!
O Guilherme Cury vai adorar essa do Cavalo Rough!
Legal! Além de publicitário, dá para um bom escritor!
Matt
30”
Que mané Paraiso Tropical! Esquece Daniel Bastos, Paula, Bebel e Olavo. Eu quero saber é do Jack, o Criativo, seu fiel escudeiro Estagiarius e o valente Rough.
Alê: tá fora.
É Matt,
O Marquito dá para bons escritores, e publicitários também!
Mazzo,
Acho que o Marquito pode acabar de escrever a saga e mandar para a Globo, quem sabe não vira uma mini-série?
To fora mesmo, Mazzo. O Marquito mandou muito bem nessa.
Uma mini-série, Galo? Acho que podemos chamar o Bruno Divetta prz fazer o teaser de divulgação, o que acha? hehe
Não sei não Galo. Ainda prefiro Carga Pesada. Mas ele pode tentar, desde que seja depois do Altas Horas.
Pedro e Bino 4ever!
Pagando bem eu dou para um bom roteirista.
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