Marketing de Rede: pergunto-te como
- Nossa, Aninha! Como você emagreceu? O que anda fazendo?
- Ai, menina, nem te conto. Ou melhor, te conto, sim. Tem cinco minutos?
Se você já sabe a continuação desse diálogo, nem precisa ler o artigo de hoje. Se não sabe, eu digo. A Aninha está tomando um produto milagroso, que emagrece, faz parar de fumar, melhora a saúde e, ainda por cima, traz dinheiro pro bolso. Não é o máximo? Em outras palavras, nossa personagem é a mais nova membro de uma empresa que utiliza o Marketing de Rede como estratégia de venda.
Mas o que é e como funciona o Marketing de Rede?
Calma, não tem nada a ver com internet, nem com pescaria e muito menos com “Caiu na rede é peixe, lêlêá. O Timão vai goleá!”, mesmo porque isso não deve acontecer nos próximos anos.
O Marketing de Rede ou Marketing Multinível (MMN) funciona, a princípio, como um sistema de pirâmide, que nada mais é do que um recrutamento de pessoas em progressão geométrica. O sistema movimenta dinheiro somente com a entrada de novos membros e com as taxas mensais que estes têm que pagar. A diferença é que no Marketing de Rede há um produto ou serviço sendo comercializado nesse relacionamento. Os membros da pirâmide obtêm receita de diversas maneiras, como comissão em cima das vendas dos membros recrutados ou apenas com o recrutamento de novos membros/vendedores. É claro que para passar a revender o produto ou serviço, é de bom tom que o novo membro compre a mercadoria para estoque daquele que o recrutou.
Mas o grande ceticismo de muita gente está, justamente, na forma como ocorre tal recrutamento. Falo agora apenas com base no que ouço de alguns amigos que já se aventuraram, pois nunca fui a uma apresentação de algum produto que envolvesse esse tipo de network. Segundo eles, a apresentação do negócio é muito próxima de uma lavagem cerebral: o produto e o negócio são apresentados como revolucionários e quase milagrosos. Mostram depoimentos de pessoas que obtiveram, em pouco tempo, sucesso profissional dentro dessa área e puderam largar seus empregos, comprar ótimos carros e até casas. Mostram rendas absurdas e constroem a imagem da independência financeira e da felicidade alcançada.
Percebeu alguma semelhança com as igrejas evangélicas? O Diego Galo Jock já disse há dias atrás que eu sou ateu. E sou mesmo, mas respeito a crença de todo mundo. E é com esse respeito que peço licença aos crentes (crente é aquele que crê em algo, no caso, em alguma religião ou deus e não apenas os evangélicos) para fazer algumas substituições. Vamos lá, substitua a palavra “empresa” pelo termo “Instituição Religiosa”. Agora substitua “mensalidade” por “dízimo”, “membro” por “fiel” e “depoimento” por “testemunho”. Por fim, troque “lavagem cerebral” por…“lavagem cerebral” mesmo. Agora tente lembrar se algum católico apostólico ou algum espírita já tentou te convencer da importância dessas religiões e do bem que estas fizeram àquele primo drogado que se curou e hoje é dono do próprio negócio e até constituiu família.
Sim, caro leitor, as Universais e Assembléias da vida se utilizam do sistema de pirâmide para lucrar, digo, conseguir mais fiéis.
Por outro lado, também tenho amigos que acreditaram, e ainda acreditam, nesse tipo de negócio e mergulharam de cabeça. Eles, até então, só falam bem desse sistema e estão trabalhando bastante para alcançarem seus objetivos. A eles desejo muito sucesso, mas, por enquanto, continuarei ateu.
E se acha que não vou dar exemplos de empresas que utilizam desse braço do marketing, enganou-se. Apesar de imaginar que você já deva conhecê-las, não custa lembrar dos nossos ilustres amigos dos shakes e sucos: Herbalife e Tahitian Noni. Mas a sensação do momento mesmo é o MegaBônus, um cartão de crédito fruto da parceria entre Unibanco e MasterCard®. A idéia, basicamente, é que você faça compras com esse cartão e indique pessoas a fazer o mesmo: aderir ao cartão, fazer compras com ele e indicar outras pessoas. Você ganha MegaBônus toda vez que alguém, indicado por você ou indicado pelos seus indicados, aderir ao cartão e efetuar compras com ele. Esses MegaBônus se convertem em créditos em dinheiro para que você possa efetuar mais e mais compras com o seu próprio cartão MegaBônus.
Minha opinião sobre tudo isso: faça o que quiser, só não prejudique os outros. Como já disse, nunca presenciei tal fato. E não foi por falta de convite e oportunidade. Mas ainda não sinto a necessidade de procurar esse tipo de trabalho. Mas, se você está desempregado ou em dúvida se prossegue carreira na sua área de trabalho ou, até mesmo, está insatisfeito ou precisa de uma graninha extra, acho que não custa conhecer pessoalmente. Enquanto escrevia essa coluna, ouvi de um tal Senor Abravanel o provérbio “Quem não arrisca, não petisca”. Acho que o cara que mais soube fazer dinheiro nesse país deve entender um pouco do assunto.
Viralzinho da semana: está rolando a 31ª Mostra Internacional de Cinema. Está esperando o que pra ver um filminho iraniano e outro finlandês?
Nota: agradeço ao Humberto Macário que inspirou este artigo.
As idéias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores, e podem não refletir a opinião da Casa do galo.
Se você gostou deste artigo, assine o RSS feed da Casa do galo. Você também pode receber os artigos por e-mail.
Alessandro Ribeiro, 25, publicitário por formação e redator por profissão e falta de opção. Já passou por Submarino, Ideal Interactive e agora cola na Gruda em Mim (Que o Boi Não Te lambe). Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às segundas-feiras.
aleribeiro13@gmail.com | http://www.obolacheiro.blogspot.com
Últimos artigos escritos por Alessandro Ribeiro
- O Texto Colaborativo da Casa do Galo
- Os próximos 10 anos na Publicidade e na Web
- Amigo, hoje a minha inspiração se ligou em você
- Digo-te com quem andas e te direi quem és
- Propaganda de cervejas: restringir resolve mesmo?
- Dança das Cadeiras
Artigos relacionados
- O velho Rosa tinha mesmo razão: tudo é, e não é
- Para ser digital é preciso viver o digital
- Marketing Viral – Já chegou aí?
- Aprendendo branding com Paris Hilton
- Quem te indicou?
Alessandro Ribeiro já escreveu 39
artigo(s) para a Casa do galo.
Leia as colunas anteriores do(a) Alessandro Ribeiro.
Este artigo tem as seguintes tags:









Caro Aleteu,
Parabéns pela coluna. Acho que foi uma das suas melhores!!
Quando eu era criança meus pais faziam parte da Amway, e é muito engraçado ver como a estrutura do negócio não mudou muito nesses 15 anos.
Dou todo o apoio e respeito quem queira entrar nesse negócio, mas exijo o mesmo respeito em troca - caso eu não queira.
Aliás, eu nunca conheci de perto alguém que se deu realmente bem com isso. Até acredito que possa acontecer, mas eu nunca vi.
A Amway tinha as convenções anuais, os seminários, etc. Uma empresa afiliada, chamada Pronet, vendia fitas gravadas dos depoimentos dos que tiveram sucesso no negócio. Além disso, eram publicados livros mostrando as casas, carros, e a vida dos “diamantes” (o último estágio da pirâmide da Amway). Tudo muito inspirador.
Essa relação de amor e ódio, como você falou Ale, é normal. As pessoas que entra para o negócio, enxergam o benefício e o defendem com unhas e dentes, assim como você defende o seu emprego. Por outro lado, eles não costuma enxergar o lado ruim do negócio (dai muitas pessoas se darem mal e quando param, desatam a falar atrocidades).
Acredito muito no “dar uma chance”. Se alguém te convida, é por que acha que você tem algum potêncial (ou, quer aumentar a rede dele mesmo). Não custa nada pelo menos ouvir o que a pessoa tem a dizer. Se não gostou, seja claro e firme (em vez de dar as desculpas que todos adoram dar).
O importante é saber o que quer da carreira, seja em um sistema de trabalho tradicional ou no mkt de rede.
Abraços
p.s.
Não trabalho com Marketing de rede
Marquito - Último artigo em seu blog: O conto de Jack, o Criativo no Condado do Marketing - Ato Final
Já ouvi histórias absurdas sobre Herbalife. Daquelas que o cara perde os amigos porque fica obcecado pelo Marketing de rede.
Se é verdade? Sei lá. Ateu também.
Claucio - Último artigo em seu blog: Vampsi
“Ocês vão tudo pro mármore do inferno”.
No final meus pais não ganharam nada e gastaram uma boa grana…
Eu não tenho opinião formada exatamente por nunca ter tido oportunidade de aprender um pouco mais sobre esses produtos. E, sinceramente eu até gostaria de ir em uma dessas reuniões, mas não tenho tempo nem para ver minha avózinha… Não conheço então por questão de prioridades…
Mas, tenho medo sim. E não só dessas redes, mas de qualquer negócio milagroso. Se fosse tão fácil assim, os pais do Galo estariam ricos e ele não estaria aqui!
Ah vá
Marquito - Último artigo em seu blog: O conto de Jack, o Criativo no Condado do Marketing - Ato Final
É, qualquer dia vou assistir a uma apresentação pra ver como é. Afinal, também não sou ateu à toa. Já fui em tudo quanto é igreja e centro e em nenhum desses lugares me senti à vontade, muito menos convencido. Por isso, não creio.
Abraços!
Alessandro Ribeiro - Último artigo em seu blog: É Marta e mais 10
Bom, darei a opinião de alguém que está nesta área. Como alguns sabem, abandonei a publicidade e entrei de cabeça como empreendedora de uma empresa de mkt multinível, a então citada TAHITIAN NONI INTERNATIONAL. Confesso que no começo tive sim mto preconceito, sem nem mesmo ter nenhuma informação sobre a empresa, a julguei igual a tão temida Herbalife, da qual minha mãe, anos atrás, havia feito parte e só não perdeu mais dinheiro pq não o tinha para investir. Mas após conversar com algumas pessoas do empreendimento e do ramo multinível, além de fazer várias pesquisas, percebi que na TNI (sigla da empresa) não teria muitos dos problemas que as outras empresas deste ramo tinham:
- eles não trabalham com o esquema de pirâmide. Eles denominam o sistema como MKT de acesso, onde você como empreendedor pode ter títulos acima ao do seu patrocinador. Você é recompensado conforme o seu trabalho; se trabalha mais que seu patrocinador, ganha mais que ele.
- não há taxas mensais. O investimento único inicial é muito baixo, praticamente nada. Você adquire uma bolsa com o material inicial e o restante é capital de giro, mas nada exorbitante, que vc tenha que vender seu carro, como histórias de pessoas que entraram na Herbalife. Na TNI seu capital de giro é em torno de R$500,00 apenas. E ainda se mudar de idéia, a empresa devolve seu dinheiro, sem nenhuma burocracia.
- Não há estoques. A empresa estoca por vc, além de fazer a entrega em qq parte do Brasil ou do mundo.
- E o principal, não tentamos convencer ninguém. Sabemos que este negócio não é para qq um, se tivermos que convencê-lo a utilizar os produtos, teremos de convencê-los a fazer o negócio, a aumentar sua rede, etc.
Lá é tudo muito claro, ninguém te ilude de nada. O sistema é muito simples, mas o trabalho não é fácil. Eles te dão as ferramentas, vc só precisa segui-las e achar as pessoas certas…
Não quero vender meu peixe e nem meu suco. Mas o produto realmente funciona e eu sou prova disto. Já obtive resultados incríveis, como parar de fumar depois de mais de 11 anos. Não trata-se de efeito placebo, há mais de 50 anos de pesquisas, todas documentadas, além de diversos estudos, inclusive do Discovery Channel, que passou mais de um ano estudando o fruto Noni e a empresa. Os produtos são legalizados em todos os países que são comercializados, inclusive no Brasil pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa.
E quem realmente tiver interessado em assistir uma palestra de mkt multinível, convido a fazê-lo. É só falar comigo que terei o prazer de ajudá-lo. Assim, vcs podem fazer como eu fiz e tirar suas próprias conclusões.
Tenho certeza da escolha que fiz, em três meses já estou tendo belos resultados. Podemos ter esta conversa daqui um ano e ver onde estarei. Não tenho nada a perder. E como estava mesmo insatisfeita, resolvi desafiar o produto e a empresa. Não me arrependo em nada, mto pelo contrário. Há mto não me sentia tão bem, fisicamente e financeiramente.
Espero ter contribuido com a visão de quem está do outro lado da moeda…
BJUs
Grazi,
Muito explicativo o seu comentário. Quando li a coluna do Ale, fiquei torcendo para que você comentasse, para ouvir o que tinha a dizer.
Fico realmente contente que esteja dando certo, e que as perspectivas futuras são muito boas! Parabéns!
E parabéns por ter parado de fumar!
Grazi,
Valeu por ter lido e ter dado o seu ponto de vista. Quando escrevi a coluna, fiquei recioso se iria ofender alguém ou falar alguma besteira, já que nunca tinha nem ido a uma palestra de nenhum produto. Por isso, deixei claro que escrevi com base no que ouvi de amigos.
Bom, acho que agora pudemos, pelo menos, saber algumas diferenças entre esses gigantes do mkt multinível.
Apenas em relação ao sistema de pirâmide, no TNI você ganha pela indicação de outra pessoa? Se ganha, então isso seria uma pirâmide, sim. Mas, enfim, isso é apenas teoria.
Muito obrigado de novo, Grazi!
Alessandro Ribeiro - Último artigo em seu blog: É Marta e mais 10
Ale, eis um trecho de uma definição para te esclarecer:
É Importante Saber a Diferença entre Marketing de Rede conhecido também como Marketing Multinível ou Sistemas de Pirâmide:
* SISTEMAS DE PIRÂMIDE: Em um conceito básico, o sistema de pirâmide é um esquema de recrutamento de pessoas que gera uma renda somente do recrutamento de novos membros e da cobrança de taxas, sem que nenhum produto ou serviço real seja movimentado.
Portanto, a recompensa ocorre apenas com a adição de novos participantes e com os investimentos destes, e não com a revenda ou a distribuição de produtos ou serviços com função comercial legítima.
Sem sustento comercial, o número de recrutas disponíveis é finito e, aritmeticamente, recrutas posteriores possuem menor chance de enriquecer do que os promotores do esquema. Consequentemente, este esquema tem vida curta, e os que por último ingressarem praticamente não possuem nenhuma chance de recuperar as suas taxas de inscrição ou de se beneficiarem com o esquema.
Na falta de um produto real, tais esquemas tentam coagir as pessoas, garantindo serem empresas legítimas que operam um plano de Marketing de Rede com produtos disfarçados. Porém, os produtos de venda utilizados por este sistema não possuem nenhum valor de mercado por serem falsos certificados, programas de treinamento, assinatura de revistas, cartões de descontos ilusórios, tratamentos ineficientes e outros. As pessoas recrutadas adquirem estes produtos sem perspectivas de revenda ou possibilidade de devolução do valor pago por eles.
Lembrando que todo e qualquer sistema de pirâmide é ILEGAL. Se souber de um, de fato, denuncie.
* MARKETING DE REDE: A evolução do Marketing de Rede, num contexto geral de Marketing, é a junção do Marketing de Relacionamento, que visa a qualidade do relacionamento com o cliente, e o Marketing Direto, que vem a ser o relacionamento direto entre vendedor e cliente. Portanto, o Marketing de Rede possibilita o relacionamento direto do distribuidor (vendedor) com o cliente, de forma a manter uma qualidade de relacionamento entre ambos, pois tal sistema só se consagra com a permanência de um relacionamento direto a longo prazo.
O Marketing de Rede é um sistema de distribuição ou uma forma de Marketing que movimenta bens e serviços legítimos com grande valor comercial, do fabricante para o consumidor, por meio de uma rede de contratantes independentes. É uma maneira de organizar e remunerar revendedores envolvidos em vendas directas. Possui um plano de remuneração de vendas diretas no qual revendedores podem receber ganhos de duas maneiras.
Primeiramente, revendedores podem receber compensações por suas revendas pessoais de produtos e serviços a consumidores. Segundo, os revendedores podem ser remunerados pelas revendas ou compras de pessoas que ele próprio recrutou e patrocinou no plano, podendo também ser remunerado com base nas revendas do grupo ou da rede que foi recrutada e patrocinada por pessoas por ele previamente recrutadas.
Portanto, é uma oportunidade para os revendedores estabelecerem o seu próprio negócio, revendendo bens e serviços e desenvolvendo e treinando uma organização ou uma rede de revendedores por eles patrocinados para fazerem o mesmo.
Sendo assim, uma companhia de distribuição multinível significa qualquer pessoa, empresa, corporação ou outra entidade de negócio que venda ou distribua um bem ou serviço por meio de agentes independentes, contratantes ou distribuidores, e tais participantes podem recrutar outros participantes.
Comissões, bónus, restituições, descontos, dividendos e outras considerações do programa são ou devem ser pagas como resultado da venda de tal serviço, produto, recrutamento, ações ou desempenho de participantes adicionais.
Um dos pontos-chave para as empresas de Marketing de Rede tem sido inserir o foco no consumidor em todo o processo de desenvolvimento de produtos. Cada produto é criado e fabricado como se a empresa estivesse atendendo a um pedido de consumidor. Por esta razão, o processo começa com uma avaliação detalhada para assegurar que o produto vai atender às necessidades e às expectativas do consumidor. Tal avaliação terá continuidade em cada estágio de desenvolvimento do produto, passando por pesquisa de mercado, análise e desenvolvimento de protótipos e testes com consumidores, até o produto final.
Tais empresas possuem uma equipe de profissionais altamente qualificados e treinados para atender às necessidades dos distribuidores, de forma a ajudá-los com todas as orientações necessárias para que o negócio se desenvolva cada vez mais. As mesmas apoiam os seus distribuidores com um activo programa de treino. Além disso, os novos distribuidores recebem estímulos dos mais experientes, além de conselhos e de toda ajuda necessária para o início de suas atividades.
Pouco a pouco, à medida que aprendem mais sobre os produtos, o plano de vendas e o Marketing da empresa, eles podem desenvolver os seus negócios independentes sobre uma base sólida e atingir o sucesso desejado.
Finalizando, você pode ter um bom rendimento com o Marketing Multinível, talvez isto demore ou ocorra de forma muito, muito rápida, mas isto é o resultado do seu trabalho direto e dedicação no desenvolvimento de uma organização e não apenas da venda do produto. Mas o maior benefício que o marketing multinível pode proporcionar para um sério empreendedor de negócios é o rendimento alavancado. E este rendimento, que não depende apenas diretamente de seus próprios esforços, como disse o ilustre John Paul Getty: “Prefiro ganhar 1% do esforço de 100 pessoas, do que 100% do meu próprio esforço.”
A voz começa a correr e o Poder da Multiplicação entra em Ação. Somente uma empresa de Marketing Multinível verdadeira permite muitas pessoas alcançarem e manterem a independência financeira pela vida toda.
Entendendo este conceito de negócios, o próximo passo é conhecer melhor nossa Empresa, seus produtos, serviços, e o seu plano de compensação.
Além disso, a TNI inova ao trabalhar com o marketing de acesso que é uma evolução do marketing de rede. Ou seja, há cinco formas de se acessar o mercado: venda direta, catálogo, internet, o próprio marketing de rede e o Tahitian Noni Café (um negócio complementar,em forma de um típico “Café” aberto ao público, cujo menu é desenvolvido com produtos Tahitian Noni).
O plano de bonificação da TNI é um dos mais revolucionários da indústria – sem “breakage” (paga efetivamente o que promete) e o que mais paga. Cinqüenta e três por cento de cada dólar que entra na empresa volta para o distribuidor em forma de bonificação. O faturamento mensal da empresa gira em torno dos US$ 42,000,000.00 e em dez anos de existência, já soma mais de US$ 4BI. A cada mês, as vendas se superam e o número de distribuidores aumenta.
Ficou claro que pirâmide e multinível não são as mesmas coisas?
BJUs
Grazi, sinceramente, não enxerguei diferença nenhuma entre as definições. Muito pelo contrário, encontrei até mais semalhanças.
Esse texto que você nos enviou diz que “o sistema de pirâmide é um esquema de recrutamento de pessoas que gera uma renda somente do recrutamento de novos membros e da cobrança de taxas, sem que nenhum produto ou serviço real seja movimentado.” e que “a recompensa ocorre apenas com a adição de novos participantes e com os investimentos destes, e não com a revenda ou a distribuição de produtos ou serviços com função comercial legítima.”.
Já a definição de Mkt de Rede que, pelo que pude perceber é de autoria da própria TNI (se estiver errado, corrija-me), mostra claramente que o Mkt de Rede ou Multinível é, eu diria, uma evolução do sistema de pirâmide. O texto usa outras nomenclaturas, como “revendedores” e “distribuidores”, e algumas ferramentas do Marketing (Direto e de Relacionamento), mas no fundo é igual. A prova disso é a própria declaração do John Paul Getty: “Prefiro ganhar 1% do esforço de 100 pessoas, do que 100% do meu próprio esforço.”
Bom, sei lá, talvez eu não tenha enxergado as diferenças mesmo. Ou talvez eu não considere as diferenças como tal, mas como evoluções. Ou até, talvez, eu esteja fazendo uma leitura cética e ignorante mesmo (já que, insisto, nunca presenciei uma palestra). Mas, novamente, obrigado, Grazi, pelo seu esforço e paciência comigo e com os leitores da Casa.
Beijo
Alessandro Ribeiro - Último artigo em seu blog: É Marta e mais 10
Na verdade eu também não vi muita diferença, já que o funcionamento me parece o mesmo. O que não é nenhum demérito para o sistema.
Aliás, esse Paulo Getty foi um gênio. Chegou a ser o homem mais rico do mundo em seu tempo, e morava em hotéis. Era do ramo do petróleo…
Ale e Di, ambas definições são da ABEVD e não da própria TNI.
No sistema de pirâmide não existe produto, daí só dá pra receber algum tipo de benefício se algum novo participante entrar no negócio. E uma vez que a pirâmide é quebrada, o esquema acaba automáticamente.
Já exemplificando o que o John Paul Getty disse: para vc, por exemplo ganhar 50% de aumento do seu salário, vc teria de mais que dobrar o seu trabalho. Enquanto, qdo trabalhado em equipe, estes mesmos 50% podem vir sem quase nada do seu esforço próprio e sim da progressão geométrica.
BJUs
Grazi,
Mas a Amway só vende produto, ou não?
‘Calma, não tem nada a ver com internet, nem com pescaria e muito menos com “Caiu na rede é peixe, lêlêá. O Timão vai goleá!”, mesmo porque isso não deve acontecer nos próximos anos.’
O que eu gosto na torcida pelo meu time é a paciência. Texto devidamente guardado. Veremos se levará realmente “anos” até que isso aconteça.
Mentira. Eu gosto mesmo é a violência.
Rachel - Último artigo em seu blog: Diamonds are a girl?s best friend
Rachel, o pior é que eu sou corinthiano.
Alessandro Ribeiro - Último artigo em seu blog: É Marta e mais 10
Começou a choradeira.
Galo, não sei qual o esquema da Amway, não posso opinar com certeza, mas deve haver a necessidade de formar uma rede, senão não seria mkt de multinível…
BJUs
Eu conheci uma tal de Hoken, de São José do Rio Preto, que batia na tecla de que pirâmide é uma coisa e Marketing de Rede é outra. Na verdade isso era só uma bela conversa para minimizar os preconceitos e assim prospectar distribuidores.
Acho q muita gente ganhou dinheiro com os tais processadores hidroseiláoquês e garrafas termomagnéticas Hoken. Mas poucos perdiam de fato, já q o custo era relativamente baixo.
O o sistema de compra do produto era ingrato: acho q na empresa o processador hidrolalalá custava 90,00. O franqueado, q detinha esse poder de compra, comprava e passava para o distribuidor que vendia por 300,00 e faturava 100,00.
Os outros 100,00 eram repassados p/ o franqueado.
Todo mundo faturava 100%. e o consumidor comprava 40 min de apresentação do trem e um truque mágico utilizando um teste de cloro.
mauro - Último artigo em seu blog: Paixões e Poesia
Tinha gente na Amway que atuava como revendedoras da Natura, sem a necessidade de rede tb. Comprava e revendia os produtos.
Mauro, também não vi grande diferença no sistema. Para mim é tudo igual. E o sucesso depende, entre outras coisas, do empenho e do empreendedorismo do cidadão.
Olá boa tarde pessoal.
Meu nome é André, sou administrador de empresas e perdi mais de R$50.000,00 no negócio Herbalife em três anos. Só um aviso…
Quem estiver pensando em entrar no negócio não deixe de ler antes o post “Depoimento de quem participou da Herbalife” no blog http://ganhardinherionainternet.blogspot.com/2007/11/depoimento-de-quem-participou-da.html
Abraço a todos
Pessoal, Marketing Multinível funciona isso é um fato comprovado. Eu sou prova viva disso.
Mas tem um porém. Nada acontece se você entrar para o negócio e ficar esperando o dinheiro cair do céu (muitos acham isso e depois saem do negócio falando mal do sistema).
André (Herbalife), desculpe-me por ser franco, mas você perdeu R$50.000,00 porque quis, ou você foi obrigado a investir esse dinheiro? Acho que não.
Essas coisas acontecem porque as pessoas são gananciosas, querem subir o mais rápido possível no plano de carreira… e começam a comprar estoques e estoques de produtos e depois não conseguem vender.
Quem quer ganhar dinheiro com MMN tem que ter paciência… não pode querer atropelar que dá nisso aí… depois fica culpando a empresa… que feio!!
Não estou aqui para defender a Herbalife, mas sim um sistema de distribuição de produtos que nos dá a possibilidade de termos uma vida bem mais tranquila.
O que ocorre muito nesse meio também, são os supostos “líderes” que não valorizam as pessoas que estão em suas equipes, que só se importam com as cifras ($$$)… Esses supostos líderes é que influenciam as pessoas a investirem mto dinheiro em estoque para que elas possam subir o mais rápido possível no plano de carreira… portanto, eu aconselho a não dar ouvidos para esse tipo de pessoa, pois nesse negócio você tem que seguir passo-a-passo o sistema e não querer atropelar as coisas. O que adianta vc subir rápido se não terá estrutura para se manter lá em cima?
Então pessoal, eu aconselho a vocês a estudarem as empresas, seus planos de marketing e principalmente seus patrocinadores. Se uma pessoa te disser que vc precisa investir em estoque, fuja dela, pois essa pessoa não quer te ajudar, ela só está preocupada em quanto irá ganhar.
Espero ter contribuído de alguma forma.
Um grande abraço.
André Luiz
Deixe seu comentário!
Receba os artigos por e-mail
Publicitário por profissão. Atendimento e Planejamento por escolha. É assim que me defino. E as pessoas me perguntam: Porque essa escolha?
Então, eu digo: ser Atendimento, Criação, Planejamento, Mídia, Produção, RTVC ou qualquer um desses cargos, é ser publicitário. E ser publicitário é ser publicitário.
Muito definem que publicitários são loucos, e é verdade: somos loucos, mas [...]
No meu ultimo artigo, comentei sobre a crise financeira dos EUA e seus reflexos no mercado publicitário. Resolvi continuar no assunto pois a recessão tomou proporções bem maiores durante os últimos quinze dias.
Na Europa, os países da união européia já se comprometeram a ajudar os grandes grupos financeiros, em uma tentativa de amenizar os efeitos [...]
Ainda na vibe das eleições… Aliás, que vibe? Pensando sobre a monotonia, isso sim…
Na teoria, a nova lei eleitoral e suas restrições deveriam diminuir o poder persuasivo da grana. Não se trata, neste caso específico, de impedir a compra de votos. Isso sempre foi proibido, sempre existiu e sempre vai existir. A tentativa é de [...]
Compre livros
Artigos recentes
Mais comentados
Mais lidos