Imperialismo, lobbismo ou espiritismo de porco – Qual dos ismos move a Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa?
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Após 37 anos, eis que um Novo Acordo Ortográfico firmado entre os maiores países falantes da Língua Portuguesa (Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde e Timor Leste) está aprovado.
O Acordo que deveria ter sido ratificado em 1994, não foi adiante pois apenas Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe foram os Estados membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa a assiná-lo.
E Portugal nesta história? Como deixar de fora de um Acordo em torno de uma Língua da qual este país é o berço? Sendo assim, por uma questão, digamos, política, os três apressadinhos tiveram de esperar. E não é que a espera rendeu bons resultados? Pelo menos para o Brasil, sim. O fato é que 14 anos depois; dos 230 parlamentares trás-os-montes, apenas 3 votaram contra a Unificação Ortográfica dos Países de Lingua Portuguesa, à revelia de todo o rebuliço de uma grande parte da sociedade lusitana que reuniu intelectuais, linguístas, escritores, historiadores numa cruzada contra o Acordo, numa petição online que já angariou cerca de 50 mil assinaturas.
Para nós as mudanças atingirão um percentual de cerca de 0,63%, no caso, são elas:
k, y, z passam a fazer parte do alfabeto oficialmente, sendo, portanto, agora, 26 letras. O bom e velho trema subiu de vez no telhado e desaparece das palavras grafadas em português, passando a ser usado apenas em palavras estrangeiras. O acento agudo desaparece dos ditongos abertos, ex. ideia, prosopopeia. O acento circunflexo desaparece em palavras com o duplo o e o duplo e, ex. voo, creem, leem. Desaparece o acento diferencial (agudo ou circunflexo) usado para diferenciar palavras de mesma grafia, ex. para, pelo, polo. O Hífen desaparece quando a segunda palavra começar com s ou com r, quando então as consoantes deverão ser dobradas, ex. antissemita, antirreligioso. Exceção: quando os prefixos terminarem com r o hífen deverá ser mantido.
Para os patrícios as mudanças atingem um percentual de 1,6% em sua ortografia. Para eles o que muda:
Úmido invés de húmido. Somem também as consoantes mudas, como, c e p, ex. acto, baptismo. Exceto facto, que em Portugal significa terno.
Aplaudida por alguns e execrada por outros, a Reforma Ortográfica também não é nenhuma unanimidade por aqui, em terras brazucas. Alguns apoiam a tentativa brasileira de alavancar o idioma mundo afora, na tentativa de fortalecer a Língua Portuguesa. No entanto, os que se posicionam contra, argumentam que a Reforma apenas visa o lucro, visto que as editoras brasileiras cairão de boca nos mercados africanos, que anteriormente eram público cativo dos livros portugueses. Muito mais que marchar sobre o mundo cavalgando a Língua Portuguesa em prol de fortalecê-la, este acordo adormecido há tanto nas gavetas do Congresso ressuscita com força total e inflige a outros países a unificação do idioma com base no Português brasileiro.
E quem será pego de calças curtas? Nós, os milhões de escreventes da Língua, pois pensa-se um prazo de, no máximo, seis anos para a assimilação completa das mudanças, o que para os grandes editores não será necessariamente um problema.
O que me incomoda em toda história, é o fato de os articuladores de tal Reforma mascararem os interesses inteiramente econômicos e políticos e alegarem que a Unificação é uma forma de o idioma do Brasil se fazer entender em Angola, por exemplo. Muitos de nós sabemos que entendimento não tem nada que ver com a ortografia e sim com o léxico, com a forma com que cada falante, esteja ele em Portugal ou no Timor, fale o idioma. Como bem escreveu Hélio Schwartsman num excelente artigo para a Folha, o modo de grafar super-homem, ou superrhomem não é necessariamente uma mudança, pois a ortografia é o menor bastião para se mover uma língua, o que a move de fato é o uso que fazemos dela.
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Lenise Regina, 30, está redatora publicitária até o próximo anúncio, quando então seu chefe descobrirá que "Lenise" é um pseudônimo e que "Regina" é apenas um desejo antigo de nobreza; sendo assim, ele não hesitará em lhe dar um pé na bunda e revelar-lhe-á que a monarquia no Brasil foi extinta desde 1889. Escreve para a Casa do Galo quinzenalmente às segundas-feiras.
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Lenise Regina, 30, está redatora publicitária até o próximo anúncio, quando então seu chefe descobrirá que "Lenise" é um pseudônimo e que "Regina" é apenas um desejo antigo de nobreza; sendo assim, ele não hesitará em lhe dar um pé na bunda e revelar-lhe-á que a monarquia no Brasil foi extinta desde 1889. Escreve para a Casa do Galo quinzenalmente às segundas-feiras. 







êta língua complicada.
queria ter nascido na Inglaterra.
a gente fala é brasileiro!
e cada vez mais dificil!
Lenise,
me tirou um sorriso daqueles.
boa sorte e redação ee isso mesmo: sofrimento disfarçado de diversão
Mais uma vez, algo é feito para satisfazer o interesse de uma minoria. Estava realmente muito difícil para diplomatas, embaixadores e escrivãos de documentos internacionais entre pátrias-irmãs (pátriasirmãs?) ter que ficar adaptando seus textos para a escrita do país destinatário.
Grandessísimos filhos da puta!
Para para pensar:
Ideias heroicas, num voo sem acento?
Alavancar o idioma, sem léxico?
É…
agora só resta desaprender.
Ai gentchixx, é taum faxil screverr em portuguexx!
Em breve escreveremos todos como “miguxos”.
E é uma pena, sempre gostei dos acentos em duplo O e E.
LOUVADO SEJA OSAMA BIN LADEN
(Let Usama Be Praised)
A Itália, país quase do tamanho do Maranhão, foi o que restou de um potentado que varreu todos os quadrantes da terra, por séculos a fio, o Império Romano. Uma potestade que se expandiu através da matança, da manipulação da fé e da imposição cultural. Sua queda resultou de um mutirão dos povos dominados que, mesmo exauridos de tanta opressão e injustiça, ainda assim, encontraram forças para uma contra-ofensiva.
Mais recentemente, a humanidade experimentou o jugo dos imperialismos francês (franco) e do britânico (ianque). Este último, até o final da Segunda Guerra Mundial, fora conduzido pela Grã-Bretanha e, de lá para cá, continuado pelos Estados Unidos – o “filho prodígio” da Inglaterra – o qual vem ditando a ordem mundial nos dias atuais.
O que torna a dominação norte-americana mais repudiada é a forma voraz com que o país a conduz: à base da manipulação, da sabotagem e da carnificina contra seus alvos de interesse, as nações indefesas. Pela aproximação geopolítica, a América Latina tem sido uma vítima crônica e algemada do banditismo estadunidense. Só para reforçamos a nossa afirmativa, cumpre-nos relembrar a “fábrica de ditaduras”. Implantada na década de 50, no Colégio Interamericano de Defesa (em Wasnhington), destinava-se a coordenar as atividades das Forças Armadas continentais e à criação, em 1961, na Zona do Canal de Panamá, da Escola do Exército Americano para as Américas, donde foi posta em prática a política anticomunista. Em dez anos, a Escola das Américas, verdadeiro centro formador de quadros para as ditaduras, diplomou 33.147 oficiais latino-americanos. Daquele laboratório de tiranos brotaram os generais golpistas que aterrorizaram o nosso continente. A fim de garantir a eficácia dos golpes, os EEUU até nomeavam diplomatas para gerenciarem as ações, sendo os dois últimos, os Srs. Vernon Walter e Anthony Montley. A única reação, armada, de maior porte a essa pilhagem foi a revolução cubana, que derrocou após o tombo do seu caudilho principal, o médico argentino – Ernesto Che Guevara – executado a mando da CIA, em 09-10-1967, quando combatia na Bolívia.
Porém, a voracidade norte-americana não se restringiu tão-somente à América Latina. Louco para abocanhar e controlar o comércio do petróleo, os interesses estratégicos do imperialismo ianque voltaram-se para o mundo árabe. Solidamente unidos pela fé muçulmana, a princípio, os países árabes ofereciam grande resistência à penetração do Tio Sam. Então, Estados Unidos aplicou a tática da discórdia entre os irmãos maometanos: subornando uns, lançando um contra o outro, aculturando-os……Países-alvos da cobiça americana eram armados para atacarem os vizinhos que rejeitavam o domínio imperialista. Isso foi gerando um desequlíbrio estratégico, perigoso, na região; ao mesmo tempo, despertando rancores nos Estados vítimas daquelas manobras, que se desdobravam paripasso com a questão palestina. Como é sabido, desde a criação do Estado judeu (Israel), os EEUU têm-no usado como cavalo de batalha de sua saga expansionista, e para massacrar milhares de palestinos e árabes solidários com a causa, pelo simples fato daquela gente reivindicar seus territórios invadidos por Israel. Por essas e por outras é que os Estados Unidos, para o islã, são tidos como o grande satã. E para o mundo cristão, eles são considerados a besta do apocalipse ou a Babilônia contemporânea, haja vista que do seu ventre é que jorra a maioria dos vícios e modismos perniciosos a contaminarem a humanidade.
As desforras perpetradas em New York e Wasnhigton causaram comoção mundial. E nem poderia ser diferente; a rede de TV, CNN, detém 80% da mídia do planeta. Quem ficou comovido, esqueceu-se de lembrar dos milhões de cadáveres que os EEUU já produziram ao longo de sua trajetória como tirano: através de guerras mercenárias, de atos terroristas, de seus planos econômicos genocidas e de seus poluentes ambientais e morais. E depois, as pessoas que ali morreram, estavam usufruindo daquilo que o país rouba dos miseráveis do mundo. Elas, como votantes, ajudavam a constituir aquele governo demoníaco.
É lógico que, por tudo isso, onde quer que esteja instalado um negócio estadunidense, esse se tornará um ímã para atrair a vingança dos seus perseguidos. Mesmo assim, o governo brasileiro está doidinho para entregar o Centro de Lançamento de Alcântara aos gringos americanos. Pois já circulam rumores de que a NASA estaria oferecendo ajuda financeira para recuperar o CLA do fatídico ocorrido em, 22/08/2003, o qual culminou com a morte de 21 técnicos daquele Centro. Uma sabotagem dos próprios norte-americanos seria a causa mais provável, especulou-se à época. E, ainda de quebra, se o acordo for selado, contêineres oriundos dos Estados Unidos ficaria isentos de vistorias. Talvez as autoridades brasileiras não saibam que, ao final da guerra do Vietnã, soldados americanos usavam cadáveres de seus compatriotas mortos no conflito como “malas” para traficarem heroína e haxixe. Aqui poderão entrar não apenas drogas, mas armas nucleares, químicas e biológicas também. Uma vez armados dentro do território nacional, quem será o presidente que ousará retomar o Centro de Lançamento das mãos deles? Basta se espelhar no que aconteceu com o ex-presidente panamenho, Manuel Noriega, quando ele tentou resgatar o Canal de Panamá assaltado pelos EEUU.
Da ação “terrorista”, resta aos oprimidos o seguinte lamento: “Uma oportunidade assim tão rara, deveria ser mais bem aproveitada. Em vez de serem lançados contra o World Trade Center e o Pentagon, os aviões deveriam ser jogados sobre algumas usinas atômicas, das muitas espalhadas pelo solo estadunidense. Ou senão, esses “terroristas” deveriam ao menos ter consigo armas biológicas, químicas ou pequenos artefatos atômicos, as chamadas bombas nucleares, táticas”.
De todo o mal, a conseqüência mais drástica desse “ataque”, é que a conspiração norte-americana, sob o pretexto de combater o terror, disseminar-se-á por toda a terra, juntando-se aos agentes do Departamento Antidrogas Americano, que já manipulam e desestabilizam governos no terceiro mundo. E o que é pior: com o aceite dos governantes marionetes que, agora, mais do nunca, entregarão seus países em troca da custódia de judas oferecida pelo governo EUA. Pode ser a reedição do Santo Ofício, desta feita, de cunho neocolonialista-escravagista. Dentre outras perseguições.
CLA DE ALCÂNTARA VIRA CAVALO-DE-TRÓIA
Certa ocasião, referindo-se ao Império Ianque(EUA e Inglaterra), o guerrilheiro mais carismático que a humanidade já produziu, Ernesto Che Guevara, asseverou: “El mayor enimigo del género humano!” Nem precisa traduzir. Os Estados Unidos, fiel herdeiro da pirataria inglesa, ao largo de sua trajetória, têm-se revelado como o imperialista mais tirano e bandido de todos os tempos. A sua tática de sujeição e expansionismo consiste de manipular, sabotar e matar as nações débeis. Auto-intitulado a polícia do mundo, é o único país que ignora os princípios de não-intervenção e de autodeterminação entre povos.
Fazendo uma retrospectiva, nenhum historiador poderia deixar de fora as invasões a Cuba, Santo Domingos, Vietnã, Iraque, Panamá etc. no caso do Panamá, a intervenção foi dupla. A primeira: como até 1903, Panamá fazia parte do território contínuo da Colômbia, os norte-americanos tentaram aliciar o parlamento colombiano, a fim de que este lhe cedesse o istmo que separa o Oceano Pacífico do Atlântico. O interesse em jogo era o Canal de Panamá. Diante da recusa dos parlamentares colombianos àquela cilada, o governo dos EEUU armou a população do lado panamenho e forçou a independência do Panamá. Submissa, a nova republiqueta se rendeu aos dólares do Tio Sam; não obstante a perda da soberania sobre o Canal, o qual passou a ser Zona Estratégica dos Estados Unidos. A segunda: foi quando, em 1992, o Panamá fora invadido e bombardeado por tropas americanas. Em seguida, o então presidente panamenho, Manuel Noriega, por reivindicar o devido controle do Canal ao seu país, fora seqüestrado, expatriado e condenado nos Estados Unidos, sob a falsa acusação de narcotraficante internacional.
As empresas multinacionais, ianques, também servem de instrumento de manobra para os governos dos seus países. Em 1932, Bolívia e Paraguai travaram uma cruenta disputa; a Guerra do Chaco, incitada pelas empresas petrolíferas, Standart Oil e Shell. Indústrias bélicas, norte-americanas, foram pivôs e alimentaram a guerra Irã X Iraque do início ao fim.
No Brasil, em 1912, duas firmas americanas, Brazilian Railway e a Southern Lumber, na divisa de Santa Catarina com Paraná, chocaram brasileiros versus brasileiros, num conflito que ficou registrado como Guerra do Contestado. O que não é de se estranhar: porque o Brasil é um velho freguês dos embustes imperialistas. Para a grande maioria dos estrategistas, durante a Segunda Guerra Mundial, submarinos estadunidenses torpedeavam navios brasileiros. Na tentativa de lançar o Brasil contra a Alemanha, a propaganda dos EEUU acusava a marinha alemã pelos atentados. E a tramóia acabou funcionando. Em troca da falsa custódia, o Brasil cedeu a cidade de Natal – onde os americanos fincaram uma base militar – era tudo que eles queriam. Inclusive, os Estados Unidos já tiveram um enclave dentro do nosso país, o Projeto Jari: uma colônia norte-americana com Leis, Justiça e Polícia próprias. Empresas da mesma procedência usaram entidades ecológicas, internacionais, para sabotarem o Projeto Calha-Norte, que iria policiar nossas fronteiras, dificultando o contrabando. E a Ferrovia Norte-Sul, cuja operacionalidade iria reduzir o faturamento das fábricas automotivas, estrangeiras, aqui instaladas. O argumento dos sabotadores era fundado na hipótese de que ambos Projetos causariam danos ao meio ambiente. Embora sejam os Estados Unidos a única nação que se nega a atenuar a emissão de poluentes industriais, uma pirraça e um paradoxo, pois a recusa vem do maior degradador do planeta.
Mais uma vez o Brasil recai na mesma burrice de sempre. Devido à sua posição geodésica, privilegiada, o Centro de Lançamento de Alcântara – CLA, sempre atraiu a cobiça das nações detentoras de tecnologia aeroespacial. Agora, sabe-se que o nosso governo federal, lesa-pátria, num ato irresponsável e subserviente, por US$ 14.000.000,00 anuais, trama a transferência do CLA para os americanos. O governo estadual, é claro, deve levar também um quinhão, a título de royalty ou de “cala-te-boca”. Como se não bastasse o crime de alta traição verificado durante a licitação do Projeto SIVAM – Sistema de Vigilância Aérea da Amazônia, cuja concorrência teria sido fraudada para favorecer à firma norte-americana, Raython Company, conforme comprovaram agentes do Serviço de Inteligência Francês(SDECE-DST). Antes disso, os gringos já teriam subornado parlamentares brasileiros, para fazê-los aprovarem a navegação de cabotagem. Tal aprovação possibilitou aos estrangeiros penetrarem nas entranhas do Brasil, através das nossas vias fluviais. Abrindo uma porta para a intensificação do contrabando de minerais preciosos e para a biopirataria da nossa fauna e flora. Sobretudo agora, quando os ladrões são os próprios vigilantes, os norte-americanos.
COINCIDÊNCIAS : o avanço ao Centro de Lançamento de Alcântara se dá quando o Brasil busca uma maior aproximação com a China, ora, o potencial inimigo dos EEUU. No momento em que o presidente George W. Bush desarquiva o Projeto de “Guerra nas Estrelas” (intentado por Ronald Reagan) e anuncia que o outifit(gastos bélicos) no seu governo será o dobro daquele consumido na gestão Bill Clinton. Numa fase em que o Congresso Nacional está mais avacalhado, pelo número de “mercadorias humanas” e mercenários que o constituem. Na ocasião exata em que os ministérios militares foram fundidos, relegados a uma pasta(a da Defesa) e exercido por um fantoche civil. Atualmente, a quarta frota da marinha americana é um perigo que ronda, encurralando os tupiniquins sul-americanos.
Que Alcântara será mais uma outwork(instalação militar no exterior) da política armamentista estadunidense; disso ninguém tenha dúvida. Quanto a nós, povinho tupiniquim, amanhã, potenciais vítimas da flashburn(queimadura por radiação); (pois estamos a sotavento ou contra o vento que sopra de Alcântara), por enquanto, só nos resta servimos de churrascos dos combustíveis propelentes de foguetes. Por isso, não nos iludamos, a lógica da dominação, para conosco, não será diferente: sempre que os gringos precisam testar alguma novidade tecnocientífica, eles buscam cobaias nos países do terceiro mundo. Uma atitude mais consciente seria identificarmos as indústrias e marcas de origem norte-americana, e daí começarmos a boicotar seus produtos. Ou por outra, conseguirmos sensibilizar nossos militares(apesar de bem pagos para não reagir), a fim que eles, num acesso de patriotismo, retomassem o CLA à bala.
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