<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre: Identidade: o que realmente falta para nós?</title>
	<atom:link href="http://casadogalo.com/identidade-o-que-realmente-falta-para-nos/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://casadogalo.com/identidade-o-que-realmente-falta-para-nos</link>
	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 15:01:31 -0700</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.6</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>Por: Antropofagia criativa - Sempre canibais de nós mesmos &#124; CASA DO GALO - O animal da publicidade.</title>
		<link>http://casadogalo.com/identidade-o-que-realmente-falta-para-nos/comment-page-1#comment-4430</link>
		<dc:creator>Antropofagia criativa - Sempre canibais de nós mesmos &#124; CASA DO GALO - O animal da publicidade.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 12:11:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://casadogalo.com/?p=1904#comment-4430</guid>
		<description>[...] busca pela identidade brasileira é tema frequente, inclusive aqui na Casa em artigo recente do André, mas, não custa (re)forçar [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] busca pela identidade brasileira é tema frequente, inclusive aqui na Casa em artigo recente do André, mas, não custa (re)forçar [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lucas Pereira</title>
		<link>http://casadogalo.com/identidade-o-que-realmente-falta-para-nos/comment-page-1#comment-4311</link>
		<dc:creator>Lucas Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 13:15:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://casadogalo.com/?p=1904#comment-4311</guid>
		<description>Não acho que as músicas em inlglês sejam problema. O que vejo é em parte complexo de vira-lata, em parte culpa dos clientes e ainda em uma outra parte, culpa de um planejamento mal feito.

Quando trabalhava como redator em agência, teve uma coisa que aconteceu várias vezes comigo: não houve um planejamento que previsse coisas óbvias, e por várias vezes tivemos que fazer as coisas as pressas. Exemplo: O Internacional de Porto Alegre estava na final da Libertadores, e com grandes chances de ganhar (e ganhou). É óbvio que um cliente como a concecionária que atendíamos, que anunciava 4 vezes por semana, em jornal, deveria fazer um anúncio dando os parabéns aos colorados. Mas sabe quem pediu isso? O próprio cliente, que se surpreendeu ao saber que não tínhamos o anúncio pronto. Tivemos 5 horas para criar tudo do zero.

&quot;Compre conosco o seu carro novo. Porque essa história de &#039;ir a pé&quot; não é coisa de campeão. Parabéns colorados!&quot; - Eu, gremista, tive que fazer isso! : (

Bem, parece que o planejamento tem se preocupado só em &quot;em que lugar devemos colocar a marca&quot;, e não dá muita bola para a época, o contexto. Isso acaba dando pouco tempo e pouca &quot;munição&quot; para que a criação faça um bom trabalho.

E aqui no Brasil, os clientes têm &quot;mais voz&quot; do que em outras partes do mundo. Em várias vezes, não interessa se eles não entendem nada de comunicação... Eles perguntam pra mãe se está aprovado (fontes confiáveis me contaram essa história). E, por várias vezes eles aparecem dizendo que &quot;Vi um comercial muito legal... A gente podia fazer mais ou menos assim!&quot; E não tem como escapar.

Se a música é em inglês ou português, acho que tanto faz. O comercial da Bienal do Mercusul era uma cópia descarada do Bouncing Balls do Bravia (que agora gerou o descarado comercial da Vale), e nem tinha letra. O que falta é ter mais tempo, e mais &quot;espaço&quot; e menos complexo de achar &quot;nossa, é genial... vamos fazer uma homenagem!&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não acho que as músicas em inlglês sejam problema. O que vejo é em parte complexo de vira-lata, em parte culpa dos clientes e ainda em uma outra parte, culpa de um planejamento mal feito.</p>
<p>Quando trabalhava como redator em agência, teve uma coisa que aconteceu várias vezes comigo: não houve um planejamento que previsse coisas óbvias, e por várias vezes tivemos que fazer as coisas as pressas. Exemplo: O Internacional de Porto Alegre estava na final da Libertadores, e com grandes chances de ganhar (e ganhou). É óbvio que um cliente como a concecionária que atendíamos, que anunciava 4 vezes por semana, em jornal, deveria fazer um anúncio dando os parabéns aos colorados. Mas sabe quem pediu isso? O próprio cliente, que se surpreendeu ao saber que não tínhamos o anúncio pronto. Tivemos 5 horas para criar tudo do zero.</p>
<p>&#8220;Compre conosco o seu carro novo. Porque essa história de &#8216;ir a pé&#8221; não é coisa de campeão. Parabéns colorados!&#8221; &#8211; Eu, gremista, tive que fazer isso! : (</p>
<p>Bem, parece que o planejamento tem se preocupado só em &#8220;em que lugar devemos colocar a marca&#8221;, e não dá muita bola para a época, o contexto. Isso acaba dando pouco tempo e pouca &#8220;munição&#8221; para que a criação faça um bom trabalho.</p>
<p>E aqui no Brasil, os clientes têm &#8220;mais voz&#8221; do que em outras partes do mundo. Em várias vezes, não interessa se eles não entendem nada de comunicação&#8230; Eles perguntam pra mãe se está aprovado (fontes confiáveis me contaram essa história). E, por várias vezes eles aparecem dizendo que &#8220;Vi um comercial muito legal&#8230; A gente podia fazer mais ou menos assim!&#8221; E não tem como escapar.</p>
<p>Se a música é em inglês ou português, acho que tanto faz. O comercial da Bienal do Mercusul era uma cópia descarada do Bouncing Balls do Bravia (que agora gerou o descarado comercial da Vale), e nem tinha letra. O que falta é ter mais tempo, e mais &#8220;espaço&#8221; e menos complexo de achar &#8220;nossa, é genial&#8230; vamos fazer uma homenagem!&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Veronica</title>
		<link>http://casadogalo.com/identidade-o-que-realmente-falta-para-nos/comment-page-1#comment-4308</link>
		<dc:creator>Veronica</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 14:09:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://casadogalo.com/?p=1904#comment-4308</guid>
		<description>Também li a entrevista da Fernanda Romano e concordo com ela. Acho que podemos recorrer a nossa cultura e gerar, assim, uma identificação melhor com os brasileiros. 
Música, por exemplo, quantos são os comerciais que optam por canções estrangeiras ao invés de nacionais? Acho muito complicado esse negócio de universalidade da idéia. Esses dias mesmo, assisti uma propaganda gringa e fiquei pensando: como eles querem que os brasileiros se identifiquem com isso? Até entendo que, ás vezes, o próprio cliente opta por apenas uma produção de vídeo, por causa da verba. Mas pode apostar :  o efeito nunca será o mesmo se fosse produzido com a linguagem certa.
Falar inglês em terra de índio? Estranho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também li a entrevista da Fernanda Romano e concordo com ela. Acho que podemos recorrer a nossa cultura e gerar, assim, uma identificação melhor com os brasileiros.<br />
Música, por exemplo, quantos são os comerciais que optam por canções estrangeiras ao invés de nacionais? Acho muito complicado esse negócio de universalidade da idéia. Esses dias mesmo, assisti uma propaganda gringa e fiquei pensando: como eles querem que os brasileiros se identifiquem com isso? Até entendo que, ás vezes, o próprio cliente opta por apenas uma produção de vídeo, por causa da verba. Mas pode apostar :  o efeito nunca será o mesmo se fosse produzido com a linguagem certa.<br />
Falar inglês em terra de índio? Estranho.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bruno Delfino</title>
		<link>http://casadogalo.com/identidade-o-que-realmente-falta-para-nos/comment-page-1#comment-4307</link>
		<dc:creator>Bruno Delfino</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jul 2008 13:34:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://casadogalo.com/?p=1904#comment-4307</guid>
		<description>Fala André,

Esses dias eu vi um artigo na Revista da Criação e uma coisa nele me chamou a atenção.
Na entrada da Wieden + Kennedy de Londres, tem um boneco chamado &quot;Blender Man&quot;, e ele está segurando uma pasta escrito: &quot;Walk in stupid every morning&quot;. Esse é o lema e a filosofia da agência: porte-se como alguém que não sabe nada todas as manhãs. Lá no artigo, o sócio diz que quando você não sabe algo, você tenta desesperadamente encontrar a resposta.

Eu acho que falta um pouco mais disso atualmente aqui no Brasil. Falta as pessoas acordarem como se não soubessem nada e procurarem desesperadamente uma solução criativa.

Quem sabe assim, criaremos coisas mais originais e relevantes.

;)

Abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala André,</p>
<p>Esses dias eu vi um artigo na Revista da Criação e uma coisa nele me chamou a atenção.<br />
Na entrada da Wieden + Kennedy de Londres, tem um boneco chamado &#8220;Blender Man&#8221;, e ele está segurando uma pasta escrito: &#8220;Walk in stupid every morning&#8221;. Esse é o lema e a filosofia da agência: porte-se como alguém que não sabe nada todas as manhãs. Lá no artigo, o sócio diz que quando você não sabe algo, você tenta desesperadamente encontrar a resposta.</p>
<p>Eu acho que falta um pouco mais disso atualmente aqui no Brasil. Falta as pessoas acordarem como se não soubessem nada e procurarem desesperadamente uma solução criativa.</p>
<p>Quem sabe assim, criaremos coisas mais originais e relevantes.</p>
<p> <img src='http://casadogalo.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Abs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

