Going abroad + Notinha nada a ver com o assunto
Bem amigos, como diria o Galvão, cá está a esperada (ou nem tanto) coluna pós-crise gástrica.
Essa semana dois grandes amigos e colegas de faculdade estão de partida para o exterior. Um, ou melhor, uma, vocês conhecem. É a Vanessa, que escreveria hoje por aqui. Ela está a caminho do Japão, para dar uma clareada na cachola. Como já falei para ela, não se comporte!
Durante esses últimos meses, várias pessoas que conheço e que estudaram comigo fizeram o mesmo. Parece um grande êxodo, uma marcha para o oeste. O que será que de tão legal têm o exterior? Brincadeiras a parte, acho muito legal isso. Para se mudar de mala e cuia para um país que você mal fala o idioma (ninguém aprende até falar no dia-a-dia), encarar trabalhos que aqui consideramos subempregos e sentir uma saudade de casa que não é desse mundo, têm que ter coragem. Confesso que tenho muita vontade de fazer exatamente o que eles fazem hoje. Só falta saber o que fazer. Por que acho que ir só para viajar, conhecer o país, umas belas férias bastariam.
A grande maioria vai estudar, seja para um curso de línguas ou para uma pós-graduação. A segunda opção é a que mais me agrada, além de ser um diferencial competitivo. Ir só para trabalhar e juntar uma grana é uma opção, mas dificilmente consegue-se um visto de permanência e, se você não tiver uma proposta de emprego para a sua área, só vai trabalhar nos já citados subempregos.
Os destinos mais procurados pelos estudantes costumam ser a Inglaterra, Estados Unidos e Austrália, em função do inglês. Boa parte de meus amigos estão na terra dos Beatles. É uma cidade sensacional, comospolita até a unha, com bons lugares para se morar e muitos estudantes para trocar experiências. Só que é uma cidade bem cara para nós brasileiros. Para os estudantes de publicidade, os melhores lugares para dar continuidade ao curso são a própria Londres (considero a propaganda inglesa uma das melhores do mundo. O humor dos caras é imbatível), Itália (Milão, de preferência, para os diretores de arte. As escolas de design de lá são referência mundial) e Estados Unidos (boa parte das agências de publicidade que ditam as tendências da propaganda mundial estão por lá. A CP+B é um bom exemplo).
O que vale ressaltar aqui, é o que você vai fazer. Tenha um objetivo bem definido antes de ir, pois você nunca estará em sua casa, muitas vezes será tratado com lixo estrangeiro (acreditem, é mais comum do que vocês pensam) e pode querer voltar rapidinho. Persiga esse objetivo até o final. E volte com um belo curso, e quem sabe até alguma experiência profissional, na bagagem.
Vocês devem pensar: “pô, o cara nunca foi pra fora e vem com conversa para o meu lado?”. Pode até ser, mas como falei no começo, muitos amigos foram e já voltaram, e todos sempre contam a mesma coisa. Conselho de colunista amigo!
Alguns sites para começar a pensar:
Notinha nada a ver com o assunto
Essa semana o cara que o nome é sinônimo de propaganda, anunciou que deixará a presidência de sua agência não menos famosa, a W/Brasil.
A atitude do Washington Olivetto é algo que temos de aplaudir. Deixar o comando de uma empresa que você criou é uma das atitudes mais difíceis do mundo corporativo, porém extremamente benéfica para o futuro da empresa. Agora ele passou a ser o “chairs-man”, uma brincadeira com a função de chairman das grandes empresas, participando mais ativamente dos processos criativos. Segura que vem coisa boa por ai.
Parabéns WO!
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Marquito, 23, é publicitário formado pelo Mackenzie e adora a criação e está de volta a redação publicitária. Escreve para a Casa do galo às quartas-feiras.
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Bem… acho que se vc quiser ir para frente e conhecer outros lugares e possiblidades de emprego assim como a cultura e lingua da mesma vc tem que ir e batatatalhar
http://www.blogdoaragao.blogspot.com
Eu gostaria muito de ir, mas com visto direitinho, e trabalhar em algum emprego que seja na minha área. Na verdade pretendo me embrenhar cada vez mais no mundo do cinema e fotografia.
Essa do WO é a ordem natural das coisas. Bill Gates o fez, Steve Jobs foi obrigado a fazê-lo há alguns anos, quando foi demitido de sua própria empresa.
Mas também acho que possa vir boa coisa disso tudo.
Todo mundo gostaria de ir com um emprego certo, na sua área, mas isso é muito difícil de acontecer. O meu conselho é procurar uma faculdade e ir disposto a começar trabalhando em algo chinfrim. Cedo ou tarde as coisas acontecem e você encontra um trampo legal!
Acho que o pessoal se interessou mais pela minha gastrite do que a coluna em si…
Passei por uma experiência internacional de 1 ano e meio nos EUA, logo depois de terminar o colegial (já faz alguns 7 anos), para estudar mais um pouco e aperfeiçoar o Inglês. E como o Markito falou, apesar de ter feito 7 anos de inglês, nos primeiros três meses mal entendia o que eles falavam, muitas gírias, fala corrida…
Tb me sentia realmente discriminada, um tanto sem lugar, sem pátria… Sem contar que a convivência com a família com a qual morava não era das melhores…
Mas no final, sobrevivi. Amadureci muito e fiz grandes amigos, que carrego comigo até hoje.
Então, se tiverem a oportunidade, vão sim. Aproveitem ao máximo e tire sempre alguma lição de tudo…
Não vejo a hora de poder fazer alguma outra viagem deste tipo novamente.
BJUs
Marquito. Tragédia rende.
Eu gosto dos destinos alternativos! hehehehe
Nada de England, USA, Australia, hehe.
Eu tive uma experiência de apenas um mês em Israel e mesmo não tendo trabalhado e ter ficado pouco tempo, tenho uma certeza, viagens internacionais te amadurecem, dão cultura, amigos… Mesmo que você vá pra fora e não trabalhe na área que gostaria e precise se sustentar com o “subemprego”
VALE A PENA!!!
É incrível, mas você pode ser garçom num bar furreca e numa tarde qualquer conhecer “sem querer” alguma pessoa que será seu futuro sócio, empregado, chefe, enfim o importante é saber aproveitar cada oportunidade!
Muito antes de mim, Fernandinho já disse: tudo vale a pena quando a alma não é pequena!
Abraços e bom final de semana.
Gostaria de fazer intercambio, mas é muito caro. Muuuuuuuito, nao. Mas, é.
Procurei e procurei, mas nao achei. Algum modo barato de fazer?
Gutos,
O negócio é ir na louca mesmo, mochilão, ir atrás de trampo… enfim. Dar as caras!
Você pode também pegar uma carona em algum navio e ir trampando (de faxineiro, descascador de batatas..)
Carona para outro país você tem. E tire um passaporte pelamordedeus.
A ideia do mochilão eu já sabia, mas pra ir de mochilãp precisa de dinheiro mesmo assim! Mesmo que seja pra trabalhar!
Interessante esta ideia da carona! Será q dá pra arranjar mesmo?
Ah, como tiro um passaporte?
Vou procurar no google, mas, tu pode dizer resumidamente?
Folgado eu, nao?
Digita “passaporte” no Google.
Certo! Já sei como tirar um passaporte!
E descobri uma coisa bem util!
http://www.globalfreeloaders.com/
http://brasileiro.hospitalityclub.org/indexbra.htm
Comunidade de pessoas que trocam acomodações com pessoas de outros paises! Dá p reduzir bem os custos!
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Dois tais Vinicius de Moraes e Toquinho não imaginariam tamanho sucesso que essa Casa ganharia. Uma Casa que conheci ainda sem chão, sem parede. Sem penico. São apenas dois anos de vida, mas que já renderam muitas histórias. Histórias contadas por contadores de histórias. [...]
Tenho pouco tempo de Casa para saber se rolam sujeiras embaixo do tapete ou algum tipo de corrupção por aqui, se por detrás de toda essa organização há alguma máfia envolvida. Alguns colunistas mais velhos falam da grana que ninguém vê, outros suspeitam do desvio de dinheiro, but isso é com eles.
Não tenho espora, tampouco [...]
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