Extra x Folha – Deu tudo errado. Deu tudo certo.
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Comunicação é correria, é aprendizado, é tapa na cara. E digo isso por todos que vivem o cotidiano dessa profissão. Acho que uma das poucas coisas que diferenciam essa área de muitas outras é que todo santo dia levamos pra casa uma nova lição. Apesar de os processos da rotina serem os mesmos, nosso trabalho nunca é igual àquele de ontem, algum detalhe a mais ou a menos vai fazer você buscar outras saídas, pensar um pouco mais e sair do tão famoso “quadrado”. É uma luta onde você precisa estar em constante mudança para não apanhar na próxima.
Uma agência cria um anúncio para o seu cliente, ele é veiculado no dia errado, no pior momento possível. Uma gafe do cão. Com certeza cabeças vão rolar. Por favor, me corrijam se estiver errado, mas desde o primeiro momento em que começaram a divulgar no Twitter e em Blogs o erro do anúncio do Extra publicado na Folha, pedras foram jogadas no profissional de Mídia da agência. No meu ponto de vista, isso tem uma lógica. É muito mais fácil apontar o dedo para um publicitário qualquer do que para um grande veículo respeitado no mundo todo. E tem a parte das piadas internas também, que a gente não perde a chance de fazer. Já tinha gente colocando o Mídia pra ajoelhar no milho.
É, mas dessa vez a corda resolveu arrebentar no lado mais forte. O gigante acabou caindo. O deslize cometido pela Folha mostrou uma das lições que considero a mais difícil de bater de frente nessa profissão: o erro.
Ficou provado que não importa se você é premiado aqui e lá fora, se já não tem mais onde colocar experiência no currículo, se já estudou no exterior ou fez curso com os fodões. A comunicação não perdoa, seja você um Diretor ou um Estagiário, uma empresa começando ou não. O que tiramos desse caso? Mostrou que ninguém é intocável, que até os grandões cometem erros infantis, principalmente nesse ritmo de trabalho que levamos. Mais ainda. Provou que erros não escolhem profissionais, podem vir tanto pra mim, quanto pra você. E quer saber? Publicitário também é gente, pô.
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João Pitanga, 25, é capixaba e se formou em Publicidade dizendo que no final tudo ia dar certo. Não deu, virou redator. Não se imagina fazendo outra coisa a não ser escrever e por isso conta os dias para trocar uma ideia com a gente na Casa do galo quinzenalmente, às sextas-feiras.
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João Pitanga, 25, é capixaba e se formou em Publicidade dizendo que no final tudo ia dar certo. Não deu, virou redator. Não se imagina fazendo outra coisa a não ser escrever e por isso conta os dias para trocar uma ideia com a gente na Casa do galo quinzenalmente, às sextas-feiras. 







João, a Casa do Galo é mais legal. Vc fica melhor por aqui. Rá.
Só pra apresentar o novo avatar. Boa, joão. Zampeando pela Casa.
O ponto é: pq o veículo é que tinha de escolher o anúncio? Porque atribuem o erro à Folha. Se for isso mesmo, é ridículo. Ela não tem de selecionar anúncio, isso é papel da agência. Grande ou pequena, a empresa tem de aprender a não chamar para sim responsabilidade dos outros.
Welton, fiz a mesma pergunta. Parece que as coisas não se encaixam pra gente realmente analisar. Por isso que o erro acaba sendo de todos.
Eu, como OPEC de rádio (Operações Comerciais, ou o cara que coloca as propagandas no ar), entendo que foi mesmo um erro operacional da Folha. O mídia da agência deve ter passado os dois anúncios, um para no caso de perda do jogo e outro para quando a seleção continuar ganhando. O OPEC da Folha (ou o cara que define o que vai ser impresso em cada página da próxima edição do jornal) não deve ter visto o jogo ou estava muito desacreditado na seleção de Dunga, achando que ia perder esse jogo mesmo, e mandou para a finalização o anúncio dizendo "bye bye Brasil". O estranho é que ninguém tenha percebido a gafe, já que em um jornal desse porte a "arte" final deve ter passado por várias mãos antes de ir para a impressão.
My recent post Tricolor
Concordo totalmente com o Ricardo, a agência obviamente passa os dois anúncios de uma vez pro veículo, principalmente no caso de um jornal (tiragem diária).
O espaço é vendido, não tá lá de graça, isso já faz com que a Folha seja totalmente responsável pela veiculação.
My recent post Ah- Marte
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