E viveram felizes para sempre
Então você está satisfeito com aquela marca, gosta bastante dela, mas fica sempre de olho no novato da prateleira ou da propaganda.
É como namorar morno. Você diz que ama e esconde que imagina uma vida melhor com outro alguém.
Dica para o novato e a namorada(o) morna: hoje em dia, satisfazer as pessoas não é tão importante quanto criar lealdade. Em outras palavras, atingir as expectativas do parceiro não importa tanto quanto conquistá-lo de verdade.
E como funciona essa conquista, essa lealdade? É um pouco pelo serviço de atendimento, a gentileza, a educação, a atenção. É muito pelo que o produto realmente entrega, o amor, o carinho, a segurança, o apoio.
O resto é personalidade e o sentimento de pertencer a algo maior. As características pessoais e a clareza de compartilhar a vida e todas suas experiências.
E é exatamente isso que faz o produto ser insubstituível, não importa quantas marcas concorrentes existam. O que faz você ser ‘o amor da vida’, não interessa quantas pessoas passem pelo caminho.
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Rafael Amaral, 21, é planner na Super Produções e blogueiro do Estagiaridade. Escreve para a Casa do galo às terças-feiras.
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Este artigo tem as seguintes tags: amor, brand, branding, fidelidade, fidelização, fiel, marca, marcas, paixao

Rafael Amaral, 21, é planner na 







mt bom!
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Obrigado, Verônica.
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Hehe.
o meu tava morno até ela por a criatividade para funcionar. aí provocou, né…
pena que não dá para disputar cannes.
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Concordo com cada vírgula. A palavra lealdade caiu muito bem. Se a marca não participar da vida do consumidor, ela apenas será uma passagem vazia pelas suas vidas. Mas à partir do momento em que laços são criados, o cliente torna-se fiel e resiste às mudanças. No namoro também né? hehe
Adorei! xD
[Responder]
Marca e Consumidor, nos dias de hoje, estão mais para ficantes do que para namorados.
[Responder]
Rafa, que coisa mais gostosa!
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O artigo me fez lembrar o livro “Marcas: Uma História de Amor Mercadológica”, onde o autor Pyr Marcondes fala com propriedade e leveza sobre essa relação Consumidor/Marca.
“Produtos são feitos em fábricas, mas uma marca é feita na cabeça e no coração”.
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Adorei os comentários, pessoal.
Obrigado pela participação.
[Responder]
Ah se as marcas fossem tão fáceis como as mulheres hehe.
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Assim (mais ou menos) como nos relacionamentos, o casal “marca” e “consumidor” não tem mais relações tão sólidas como antigamente.
Há um bombardeio constante de novas marcas, modelos, possibilidades…
A marca à qual nos tornamos leais, acham que atingiram o ápice, deitam em berço esplêndido e acham que nada irá atingir o seu reinado. E passa anos e anos sem fazer uma inovaçãozinha sequer…
Porém, eis que surge uma outra marca, com novas e boas atribuições, e que desperta o desejo do consumidor já “desmotivado”…
Bingo!
marca acomodada > consumidor desmotivado > marca boa e inovadora > “infidelidade”
A receita é inovar sempre! Não mata, não engorda e não faz mal!
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