E-reader: será que a moda pega?
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Nos últimos meses comecei a me interessar por esses e-reader que apareceram no mercado, como o Kindle da Amazon, e o Sony Reader. Infelizmente o custo ainda é alto e no momento e completamente inviável para mim. Mas a idéia é boa, ficaria muito mais prático ler um bom livro. Em seguida comecei a fazer uma análise.
O primeiro iPod foi lançado em 2001, nos Estados Unidos. A partir daí a febre tomou conta do mundo e hoje em dia praticamente qualquer ser humano tem um mp3 player, mesmo que acoplado no celular.
As câmeras digitais portáteis também tiveram o seu boom registrado nos últimos anos, e nunca na história da humanidade tivemos tantas pessoas registrando acontecimentos por meio da fotografia. Acabou virando moda no celular também.
O próprio computador, mais antigo do que qualquer um dos itens acima, cresce em número de vendas a cada ano, principalmente os notebooks e netbooks.
Agora estão chegando os tais e-reader. Depois das febres da música e da fotografia, é possível que tenhamos a febre da leitura? Se você parar pra pensar é um tanto quanto utópico, mas na lógica é o que aconteceria. Principalmente porque já correm pela web rumores de um e-reader fabricado no Brasil, com preço mais “acessível”. A tendência, logicamente, é que o preço caia conforme os anos passam.
Para reforçar a tese, li um artigo na Adweek sobre o que eles chamam de “momento iPod” do e-reader. Pesquisas de intenção de consumo foram realizadas e os números foram significativos. Ainda existe uma resistência por parte das pessoas sob o argumento de gostar da sensação de possuir um livro físico, que é bem plausível em minha opinião.
As questões que abordo são as seguintes:
E ai, a moda pega ou não pega?
O e-reader pode coexistir com o livro? No caso dos jornais, a perda de espaço para o digital se deve ao fato dele ser “descartável” já no final do dia. Com livros a coisa é completamente diferente.
PS: Amiguinhos, comecem a chorar de desespero, agora sou colunista semanal aqui na Casa Mwahahahaha!! Bons pesadelos a todos.
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André Rafanhin, 22, é redator na Pitanga Propaganda e inventor do Bundoor, mídia que promete revolucionar a publicidade brasileira. Não possui prêmios importantes, peças geniais e vergonha na cara. Escreve para a Casa do galo semanalmente às quartas-feiras.
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André Rafanhin, 22, é redator na Pitanga Propaganda e inventor do Bundoor, mídia que promete revolucionar a publicidade brasileira. Não possui prêmios importantes, peças geniais e vergonha na cara. Escreve para a Casa do galo semanalmente às quartas-feiras. 







Oi André! Adorei o texto e eu mesma tô paquerando um desse faz tempo, desde que vi na Oprah (rá).
Vai revolucionar mesmo e acho que vai tornar os livros ainda mais acessíveis.
Um beijo e parabéns pelo artigo!
Com certeza pega, mas leva ainda mais tempo que levou pro mp3 pegar.
[...] E-reader: será que a moda pega? – Uma análise de A Casa do Galo: será que os leitores eletrônicos de livros vão emplacar? [...]
[...] um artigo ontem sobre isso que pode ser lido aqui. Eu acho que eles vão coexistir principalmente pelo fato de livros não serem descartáveis, que [...]
Por mais incrível que pareça, eu ainda prefiro ler no papel.
Pode crer, o papel é muito mais emocionante.
Legal, mas ainda não faz efeito, ler no papel ainda acho muito melhor.
Sou fã de tecnologia, muito válido.
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