Crise financeira: os novos rumos mundiais
|
|
|
No meu ultimo artigo, comentei sobre a crise financeira dos EUA e seus reflexos no mercado publicitário. Resolvi continuar no assunto pois a recessão tomou proporções bem maiores durante os últimos quinze dias.
Na Europa, os países da união européia já se comprometeram a ajudar os grandes grupos financeiros, em uma tentativa de amenizar os efeitos da crise. A garantia aos depósitos está subindo para no mínimo 50.000 mil euros, tudo para que não haja uma corrida aos bancos para sacar dinheiro, o que seria terrível para os países do bloco. O FMI (Fundo Monetário Internacional) estima que os principais bancos europeus terão que captar US$ 675 bilhões nos próximos anos para permitir um crescimento em seus créditos.
Ainda segundo o FMI, as perdas que estes mesmos bancos sofrerão serão de mais de US$ 1,4 trilhão. No Brasil, os principais efeitos no momento são a dificuldade em se obter empréstimos para grandes empresas e a alta do dólar, que já ultrapassou a barreira dos R$2,20.
Saindo da área econômica e entrando na publicitária, entre os dias 22 e 26 de setembro, aconteceu a quinta edição do Advertising Week, evento em Nova York que reuniu cerca de 40 mil profissionais da área da comunicação.
Segundo Paul Lavoie, CEO e diretor criativo da Táxi, em tempos de crise é importante que se esqueça os modelos tradicionais de propaganda, já que o importante agora é aumentar resultados e diminuir custos. Assim como no artigo passado, tempos de crise são ótimas oportunidades para crescer, quando bem aproveitados.
No painel CEO Summit, considerado um dos mais importantes do evento, 4 grandes líderes – Andrew Roberts, da BBDO Worldwide, Nick Brien, da Mediabrands, Sarah Fay, da Aegis Media e Irwin Gotlieb, da GrupoM – analisaram o impacto da crise no EUA e no mundo. A solução que mais me chamou a atenção foi “o engajamento dos consumidores com as marcas”, diretamente ligada ao tema confiança X marcas, que também andei comentando no artigo passado. No meio de toda essa bagunça, prefiro aguardar mais 15 dias e ver que rumo a coisa toda vai tomar.
N. do E.: Para os que investem na bolsa e estão preocupados com a crise, sugiro a leitura diária do blog Iniciante na Bolsa.
As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores, e podem não refletir a opinião da Casa do galo.
Se você gostou deste artigo, assine o RSS feed da Casa do galo. Você também pode receber os artigos por e-mail.
André Rafanhin, 22, é redator na Pitanga Propaganda e inventor do Bundoor, mídia que promete revolucionar a publicidade brasileira. Não possui prêmios importantes, peças geniais e vergonha na cara. Escreve para a Casa do galo semanalmente às quartas-feiras.
andrerafanhin@gmail.com | http://www.pitaco.com.br
Últimos artigos escritos por Andre
Andre já escreveu 42
artigo(s) para a Casa do galo.
Leia as colunas anteriores do(a) Andre.
Este artigo tem as seguintes tags: advertising, agências, bolsa, bolsas, Crise, eua, financeiro, imobiliario, lucro, mercado, oportunidade, propaganda, publicidade, queda, week

André Rafanhin, 22, é redator na Pitanga Propaganda e inventor do Bundoor, mídia que promete revolucionar a publicidade brasileira. Não possui prêmios importantes, peças geniais e vergonha na cara. Escreve para a Casa do galo semanalmente às quartas-feiras. 










Deixe seu comentário!