Crie histórias para sempre
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Pessoal, qual é objetivo de uma peça publicitária?
Se você falou que ela serve para divulgar um novo produto, construir uma imagem da marca no mercado, pegar o market share do concorrente e criar um boca-boca (um buzz) entre os potenciais clientes, acertou um terço da questão! A peça publicitária existe também para gerar lucros. E quem recebe esses lucros? Os acionistas da empresa que contratou a agência. E como você sabe que fez um bom trabalho com aquela peça publicitária? Quando esses acionistas ficam felizes ao ver seus dividendos. Vale lembrar que estamos em uma sociedade que lucro é igual à felicidade, e sim, este mundo é frio e calculista.
Mas quem disse que vender um produto é tarefa fácil? Uma coisa é expor um novo conceito, um novo produto, outra é fazer o cliente levantar da cadeira e efetivar a compra. Mas como você atinge as pessoas, de uma forma que elas comprem hoje e continuem comprando para sempre?
Se olharmos por um determinado ângulo, temos dois tipos bem distintos de propagada. De um lado temos a propaganda do tipo:
“Somente hoje, no (insira aqui o nome da loja ou marca), temos (insira aqui o nome do produto) por apenas (insira aqui um valor). Mas é só hoje!”.
Do outro lado, temos a propaganda que não tem apelo de venda empurrada e tem como objetivo despertar uma emoção, um sentimento e até contar uma historia para o consumidor. Como um dos maiores exemplos, propaganda feita pela Saatchi & Saatchi para a Telecom New Zealand, intitulada Father and Son.
(Por sinal, se ainda não leram, leiam Lovemarks: o Futuro Além das Marcas. Esse livro é um divisor de águas).
Cada empresa usa seu esquema publicitário para o seu determinado tipo de mercado e seu tipo de consumidor. Mas lembre-se que no primeiro caso seu cliente vai comprar o produto, uma única vez. Já no segundo tipo, o cliente vai amar sua marca e vai gerar um resultado mais perene que vai se sustentar por anos e anos.
Só que aí eu pergunto (novamente), como são as propagandas de hoje?
Hoje, as coisas estão um pouco diferentes. O mundo se tornou mais volátil e ágil em uma velocidade que mal conseguimos acompanhar. Com isso, observamos cada vez mais o primeiro formato de propaganda. Ele é mais fácil e mais rápido. O cliente assiste, compara e compra. Mas quando formos conversar sobre o mundo publicitário daqui a 10 anos, de qual propaganda vamos lembrar?
Se quisermos ter um produto que sustente as vendas e sustente a imagem perante o público, temos que trabalhar com histórias (trabalhar hoje e sempre). Faça seu cliente comprar uma emoção, um sentimento, um momento.
Façam obras que sejam engraçadas, assustadoras, dramáticas e misteriosas. Deixe que o cliente ame sua marca e use a peça publicitária como a porta-voz desse relacionamento.
Daqui a 10 anos, vamos conversar de novo sobre esse tema e quero ver de qual propaganda você vai lembrar…
As ideias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores, e podem não refletir a opinião da Casa do galo.
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Patrick Estrabom, 25, Co-fundador e sócio da It’s Digital, uma consultoria e produtora digital e uma das cabeças por trás do Que Tal Isso?, blog relacionado a criatividade e inovação. Escreve para a Casa do galo na esperança de um dia dar um autógrafo na rua.
patrick@itsdigital.com.br | http://www.itsdigital.com.br/
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Este artigo tem as seguintes tags: apelo, campanha, emoção, emotivo, futuro, love, lovemarks, marca, marcas, market, propaganda, quetalisso, sentimental, sentimento, share

Patrick Estrabom, 25, Co-fundador e sócio da 







Por enquanto é da mesma forma. Mas com o aumento progressivo da quantidade de propagandas, a tendência é que elas sejam cada vez mais direcionadas(nichos de mercado) e baratas(marketing de guerrilha).
To querendo ler o livro agora
[...] · Auto-Ajuda e Desenvolvimento Humano · Ciências Biológicas e Naturais … fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]
Belo filme
Sempre compartilhei dessa sua opinião, Patrick. O que toca com sentimento é que fica na memória, com certeza! Não deve haver nada melhor do que perceber que o cliente tem orgulho em usar o que você divulga..!

Entretanto, acho que o exemplo de ‘comercial emocionante’ que você deu não atinge muito bem esse objetivo. Ou ele realmente não é emocionante ou talvez eu não tenha me sentido tocada por ser uma relação pai e filho.. Não sei. Talvez aí ele tenha falhado, pois o público alvo é mais abrangente.. Mesmo assim adorei o post!
Manu.
“Humanizar é atingir o mais profundamente o âmago, o sentimento das pessoas, emocioná-las e fazer com que se identifiquem com o produto, o serviço…Jamais você será um grande publicitário, jamais convencerá efetivamente as pessoas, se não conhecer o caminho para o coração delas. Pense nisso, e em todos os seus anúncios.”
|Roberto Menna Barreto, em Criatividade em Propaganda|
Não preciso dizer mais nada.
Fala pessoal!
@A Arte de Vender:
Cara, nicho é um mercado que gosto muito de observar. Ele não é pomposo como o “mercado do povão” mas trás excelentes resultados se for bem explorado. E outra, hoje está na cara que cada um é cada um e o produto que funciona p/ vc, não funciona p/ mim!
Leia o livro, vale muito a pena! Valeu pela visita!
@Maurão (aka O Cara do PSV):
Eu acho animal essa propaganda… a musica, as imagens…
@Manuela:
Obrigado pelo elogio. Mas vc não gostou da propaganda? Não quero ser “o chato” que explica a piada, mas… o vídeo não são só as imagens, a musica tbm te faz entrar no clima (por sinal, ela é do Cat Stevens). Puxa… eu gostei!
Veja a propaganda de novo, vai que na segunda vez vc goste! Bjos!
@Petterson Farias
Muito menos eu! Sucinto e direto! Abraços!
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