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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; web 2.0</title>
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	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
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		<title>Mídias Sociais &#8211; Tá falando comigo?</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 20:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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Tcham! Lá vou eu falar de Mídias Sociais. Assunto meio &#8220;perigoso&#8221; já que surgiram tantos experts no assunto em tão pouco tempo. Fiquei preocupado. Aí pensei em abrir as dezenas de sites que existem sobre o assunto. Aí desisti. Aí sai na rua e perguntei para o padeiro, para o taxista, para a tia que [...]<p><a href="http://casadogalo.com/midias-sociais-ta-falando-comigo">Mídias Sociais &#8211; Tá falando comigo?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="midias_sociais_publicidade" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/midias_sociais_publicidade.jpg" border="0" alt="midias sociais publicidade Mídias Sociais   Tá falando comigo?" width="500" height="308" /></p>
<p>Tcham! Lá vou eu falar de Mídias Sociais. Assunto meio &#8220;perigoso&#8221; já que surgiram tantos experts no assunto em tão pouco tempo. Fiquei preocupado. Aí pensei em abrir as dezenas de sites que existem sobre o assunto. Aí desisti. Aí sai na rua e perguntei para o padeiro, para o taxista, para a tia que vende coxinha, para minha mãe e para empregada. E voltei para escrever este texto.</p>
<p>Minha pequena (mas importante) pesquisa revelou que<span style="text-decoration: underline;"> tudo que é definido é limitado</span>. Explico: a tia da coxinha tem um computador em casa que não sabe usar (é da filha) mas todo dia <span style="text-decoration: underline;">cria e troca um conteúdo gerado por ela mesma</span>: coxinhas recheadas com diferentes complementos. Troca pelo quê? Por dinheiro. Seria isso o mesmo que User Generated Content (UGC), ou seja, <span style="text-decoration: underline;">Conteúdo Gerado pelo Utilizador</span>? Ela não sabe e continua vendendo suas coxinhas do mesmo jeito.</p>
<p>Expliquei para a empregada o que era Web 2.0. Eu não disse que &#8220;Web 2.0 é um termo criado em 2004 por uma empresa para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a &#8220;web como plataforma&#8221;, envolvendo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wiki">wikis</a>, aplicativos baseados em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Folksonomia"><em></em></a><em><a>folksonomia</a></em>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social#Redes_Sociais_na_Internet"></a><a>redes sociais</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia_da_Informa%C3%A7%C3%A3o"></a><a>Tecnologia da Informação</a>&#8220;. Disse que era um lugar para conhecer pessoas e trocar idéias, um lugar para se divertir. Aí ela entendeu. O salão de forró que ela frequenta nos fins de semana faz a mesma coisa.<br />
Os demais exemplos seguem a mesma linha.</p>
<p>A &#8220;revolução&#8221; das Mídias Sociais parece tão inovadora quanto a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Telefone">invenção do telefone</a> pelo italiano <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antonio_Meucci">Antonio Meucci</a> por volta de 1860. E realmente é porque blá, blá e blá mas não se trata de uma revolução. É apenas a <span style="text-decoration: underline;">evolução</span> de dois sistemas que se encontraram: a mídia e a sociedade. Então porque as empresas continuam como aquele urso do desenho animado que corre com o corpo para um lado e a cabeça para o outro?</p>
<p>Ok, Fique comigo e não faça essa cara zangadinho(a) porque acabou de contratar um &#8220;especialista em Mídias Sociais&#8221;. O buraco é mais embaixo. Levou um bom tempo para sociedade aprender como usar o telefone e mais ainda para se acostumar com ele como <span style="text-decoration: underline;">uma solução de comunicação</span>. Precisamos do especialista como UGCs? Não. E como empresas? Sim, mas com reservas.</p>
<p>Enquanto as empresas continuarem seguindo apenas os modismos da tecnologia sem aprimorar o seu próprio conteúdo, teremos o que se viu no <a href="http://updateordie.com/blog/2010/05/31/fechou-o-tempo-pra-twix/">flash mob de uma famosa marca de chocolate</a>: um fiasco. Parece que tanto empresas quanto agências se esquecem que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meios_de_comunica%C3%A7%C3%A3o#M.C3.ADdia">mídia</a> significa &#8220;aquele que está no meio&#8221;. <span style="text-decoration: underline;">Para uma empresa o &#8220;aquele&#8221; deveria ser o cliente e não a ferramenta.<br />
</span><br />
Para mídias sociais como o Twitter e o Facebook, o cliente chama-se mundo. E no mundo existem gregos, troianos e corintianos. Nem o melhor especialista em mídias sociais conseguiria agradar essa gente toda. Então pare de colocar a sua empresa em cada nova mídia social que aparece. Não vai dar certo. <span style="text-decoration: underline;">Invista nas pessoas</span>.</p>
<p>Contrate mais pessoas de diferentes idades e segmentos que representem o seu consumidor. Converse com elas ao vivo, off line, olho no olho. Na agência, convide o Mídia para assistir palestras de gente legal como a do <a href="http://www.tedxsaopaulo.com.br/augusto-de-franco/">Augusto de Franco</a> no TEDx São Paulo. Aproveita e leva a Pesquisa e o Planejamento também. Pessoas sempre serão as melhores ferramentas de comunicação.</p>
<p>Ou escolha achatar a sua mensagem no melhor estilo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arrast%C3%A3o_%28pesca%29">arrastão</a>, não trabalhar com uma boa agência de propaganda que tenha um planejamento eficente (leia-se logística e pesquisa) e dê para o seu cliente papel picado quando ele espera chocolate. Para empresas assim, que continuam achando que só a ferramenta é suficiente, fiquem fora das mídias sociais: lá, ninguém quer falar com vocês.</p>
<p>*</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/midias-sociais-ta-falando-comigo">Mídias Sociais &#8211; Tá falando comigo?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Internet e simbiose</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 10:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tarcizio</dc:creator>
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“Simbiose é uma relação mutuamente vantajosa, na qual, dois ou mais organismos diferentes são beneficiados por esta associação”.
Falar de internet e, principalmente, mídias sociais passa necessariamente por falar que o usuário deixou de ser passivo. Hoje, todos podem produzir, publicar e disseminar seu próprio conteúdo. Textos, fotos, vídeos, programas, memes e ideias em geral [...]<p><a href="http://casadogalo.com/internet-e-simbiose">Internet e simbiose</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><em><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/publicidade_simbiose.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="publicidade_simbiose" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/publicidade_simbiose_thumb.jpg" border="0" alt="publicidade simbiose thumb Internet e simbiose" width="500" height="356" /></a> </em></p>
<p><em>“Simbiose é uma relação mutuamente vantajosa, na qual, dois ou mais organismos diferentes são beneficiados por esta associação”.</em></p>
<p>Falar de internet e, principalmente, mídias sociais passa necessariamente por falar que o usuário deixou de ser passivo. Hoje, todos podem produzir, publicar e disseminar seu próprio conteúdo. Textos, fotos, vídeos, programas, <em>memes</em> e ideias em geral podem alcançar escala de alcance enorme. Mas isso é um fator que está relacionado a outro também importante. As motivações e benefícios alcançados por usuários e empresas, ambos dos mais diversos tipos, passam por diversas formas de colaboração. Conversando com um amigo, o criativo Marcel Ayres, ele usou uma metáfora que eu nunca tinha pensado para definir aplicativos sociais. A relação destes com os sites de redes sociais é uma relação de simbiose.</p>
<p>Aplicativos sociais são programas desenvolvidos e disponibilizados para sites de redes sociais (como Orkut e Facebook), adicionando algum serviço, funcionalidade ou conteúdo novo . Para exemplificar com facilidade, são aplicativos sociais: <a href="http://www.orkut.com.br/Main#AppInfo?appId=43931632273"><span style="text-decoration: underline;">BuddyPoke</span></a>, <a href="http://www.orkut.com.br/Main#AppInfo?appId=831537538723"><span style="text-decoration: underline;">Minha Música</span></a>, <a href="http://www.orkut.com.br/Main#AppInfo?appId=421177008410"><span style="text-decoration: underline;">Bolão Placar</span></a>, <a href="http://apps.facebook.com/onthefarm/"><span style="text-decoration: underline;">Farmville</span></a>, <a href="http://apps.facebook.com/causes/"><span style="text-decoration: underline;">Causes</span></a>. Desenvolvidos virtualmente por qualquer pessoa, podem ser disponibilizados dentro desses sites de redes sociais (SRS), sem precisar pagar em dinheiro aos detentores desses sites. O que eles ganham? Tempo de uso. É uma relação de troca na qual o Orkut, por exemplo, se beneficia com usuários que passam mais tempo em seu domínio, enquanto a Disney, por exemplo, ganha acesso a usuários que desejam utilizar seu aplicativo <a href="http://www.orkut.com.br/Main#AppInfo?appId=171082360042"><em><span style="text-decoration: underline;">UpPoke</span></em></a>.</p>
<p>A diferença que quero chamar atenção aqui é a seguinte. Aplicativos sociais são uma espécie de integração mais complexa nos próprios sistemas. É uma espécie de simbiose tecnológica.  No ecossistema dos sites de redes sociais, essa é uma tendência forte que tem de ser melhor observada. No caso do Twitter, por exemplo, é fato que muito de seu sucesso se deve à existência de inúmeros serviços produzidos por terceiros que expandem as experiências possíveis com a plataforma. Twitterfox, Tweetdeck, Fun140 e Twitpic são apenas alguns entre centenas de serviços que, ao poderem acessar o tipo específico de comunicação no Twitter e sua base de usuários, devolvem ao Twitter usuários mais engajados e entusiastas.</p>
<p>Do mesmo jeito que desenvolvedores de sites de redes sociais e desenvolvedores de aplicativos estão se beneficiando mutuamente, é interessante para publicitários e profissionais de marketing observar essa relação simbiótica e compreender que a internet é um ambiente de parcerias, e não da oferta pura e simples. Seja para desenvolver produtos ou ações que envolvam programas desse tipo ou, simplesmente, para desenvolver estratégias de conteúdo e relacionamento, imaginar os usuários e clientes mais como parceiros do que como consumidores é um bom passo para construir solidez (ainda que necessariamente fluida) nesse ambiente arisco que é a internet.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/internet-e-simbiose">Internet e simbiose</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Gestor de conteúdo: de doorman a DJ</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 11:23:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Brasil</dc:creator>
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Minha empresa “tá na internet”. E agora o que eu faço quando começarem a falar comigo? Ó, dúvida cruel, que assola do Seu Manoel da padaria ao Sr. Manoel, da empresa Tal. Sim, porque ninguém imagina criar um projeto web que não seja 2.0, não é?
A participação do usuário é inevitável – para o bem [...]<p><a href="http://casadogalo.com/gestor-de-conteudo-de-doorman-a-dj">Gestor de conteúdo: de doorman a DJ</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/gestor-conteudo.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="gestor_conteudo" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/gestor-conteudo-thumb.jpg" border="0" alt="gestor conteudo thumb Gestor de conteúdo: de doorman a DJ" width="480" height="244" /></a></p>
<p align="justify">Minha empresa “tá na internet”. E agora <strong>o que eu faço quando começarem a falar comigo</strong>? Ó, dúvida cruel, que assola do Seu Manoel da padaria ao Sr. Manoel, da empresa Tal. Sim, porque ninguém imagina criar um projeto web que não seja 2.0, não é?</p>
<p align="justify"><strong>A participação do usuário é inevitável</strong> <strong>– para o bem e para o mal</strong>. Mas o que mudou da Gestão de Conteúdo da web 1.0 ao modelo colaborativo? Basicamente, uma troca de papéis (basicamente, mesmo). De porteiro, que toma conta da “portaria” do site, o gestor de conteúdo passou a síndico, que disciplina normas de boa convivência.</p>
<p align="justify">E olha que o Tim Maia mora no prédio!</p>
<p align="justify">Ou então: de <em>doorman</em> que escolhe quem vai entrar, ele passou a DJ. Uma espécie de animador cultural, que promove a interação entre a comunidade, dita o ritmo e dá o tom da festa. E, sim, é responsável pelo o que as pessoas vão ouvir.</p>
<p align="justify">Não consigo imaginar a gestão de conteúdo sem o papel de moderação. <strong>O <em>User Generated Content</em> é</strong>, na minha modesta opinião, <strong>o bem mais valioso que surgiu com as ferramentas colaborativas</strong>, redes sociais, etc. Mas junto com ele, veio também o <strong><em>User Generated Bullshit</em></strong>.</p>
<p align="justify">Quanta besteira se fala, quantos malas enchendo o saco! A questão não é o “medo de que falem mal da minha marca”. As pessoas vão falar de qualquer jeito. É melhor estar por perto dos clientes, criar um relacionamento sincero, e ficar cara a cara, se possível olho no olho, quando receber uma crítica. Críticas construtivas, é lógico.</p>
<p align="justify">Nessas horas, o gestor de conteúdo precisa trabalhar para não deixar o <em>bullshit</em> tomar o lugar do <em>content</em>.</p>
<p align="justify">Precisamos esclarecer quais as metodologias de trabalho, as competências necessárias e as ferramentas disponíveis. Precisamos disciplinar o nosso trabalho. Até os DJs fazem isso.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/gestor-de-conteudo-de-doorman-a-dj">Gestor de conteúdo: de doorman a DJ</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Universal McCann &#8211; Tudo diferentemente igual</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 11:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei</dc:creator>
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Hoje este artigo é baseado no mais novo estudo da Universal McCann, intitulado When did we start trust strangers? How the internet turned us all to influencers (Quando começamos a confiar em estranhos? Como a internet transformou nós todos em influenciadores).
Longe de mim querer ir contra um estudo da Universal McCann feito com 17 mil [...]<p><a href="http://casadogalo.com/universal-mccann-tudo-diferentemente-igual">Universal McCann &#8211; Tudo diferentemente igual</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteruniversalmccanntudodiferentementeigual-77bbdiferente-mas-igual-2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteruniversalmccanntudodiferentementeigual-77bbdiferente-mas-igual-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriteruniversalmccanntudodiferentementeigual 77bbdiferente mas igual thumb Universal McCann   Tudo diferentemente igual" width="480" height="300" title="Universal McCann   Tudo diferentemente igual" /></a></p>
<p align="justify">Hoje este artigo é baseado no mais novo estudo da <a href="http://www.universalmccann.com/" target="_blank">Universal McCann</a>, intitulado <strong><em>When did we start trust strangers? How the internet turned us all to influencers</em></strong> (Quando começamos a confiar em estranhos? Como a internet transformou nós todos em influenciadores).</p>
<p align="justify">Longe de mim querer ir contra um estudo da Universal McCann feito com 17 mil usuários de internet de 29 países diferentes. Mas tenho algumas oposições a fazer com relação a essa “descoberta” do conglomerado. Antes, vamos aos fatos coletados na pesquisa. Vou ficar com <a href="http://www.culture-buzz.com/McCann-Study-Internet-Users-the-New-Influencers-1815.html"><span style="text-decoration: underline;">o resumo</span></a> que o pessoal da <a href="http://www.culture-buzz.com/"><span style="text-decoration: underline;">vanksenculturebuzz</span></a> já providenciou:</p>
<blockquote>
<p align="justify"><strong>Fato 1: tendências</strong></p>
<p align="justify">- crescimento das mídias sociais<br />
- a importância dos amigos digitais<br />
- a proliferação de canais de influência</p>
<p align="justify"><strong>Fato 2: os impactos do fenômeno estudado</strong></p>
<p align="justify">- influência econômica<br />
- democratização da influência<br />
- o novo “super influenciador”</p>
<p align="justify"><strong>Fato 3: os principais dados</strong></p>
<p align="justify">- 44% dos pesquisados têm um blog, contra 28% em 2006<br />
- 57,5% têm uma página numa rede social, contra 27% em 2006<br />
- 42% fazem download de vídeo, contra 10% em 2006<br />
- 34% dos usuários dividem suas opiniões sobre música<br />
- 55% compartilham fotos on line</p>
<p align="justify"><strong>Fato 4: as conclusões do estudo</strong></p>
<p align="justify">- as mídias sociais permitem que milhões de pessoas criem conteúdo e compartilhem opiniões através da internet<br />
- interações sociais são basicamente virtuais e a comunicação é on line e através da escrita.<br />
- possibilidade de conhecer pessoas que nunca teríamos a oportunidade na “vida real”<br />
- contato com velhos conhecimentos de maneira muito melhor do que antes da internet<br />
- mídia digital facilita a interação e incentiva o compartilhamento<br />
- não são necessários grandes esforços para se tornar um influenciador</p>
<p align="justify"><strong>E, o mais importante:</strong></p>
<p align="justify">- confia-se nas recomendações de estranhos tanto quanto nas recomendações de amigos. Confia-se nas recomendações das mídias sociais MAIS do que nas recomendações feitas pelas próprias marcas.</p>
</blockquote>
<p align="justify">
<p align="justify">Já chega de dados. Ao final deste arquivo você pode encontrar um link para o estudo completo da Universal McCann disponível no SlideShare.</p>
<p align="justify">Agora vem a minha contribuição. Algumas informações do estudo já são velhas conhecidas e já foram bastante discutidas, como o <strong>crescimento das mídias sociais</strong>, o <strong>compartilhamento de informações</strong>, a <strong>proliferação de blogs</strong>, etc. O meu questionamento é simplesmente na visão que a McCann teve do próprio estudo realizado por ela. Veja bem, ela chama o estudo de <em>When did we start trust in </em><strong><em>strangers</em></strong>, e na sua principal conclusão ela reitera que as pessoas confiam nas recomendações de <strong>estranhos</strong> tanto quanto nas recomendações de amigos.</p>
<p align="justify">Ora, analisem o meu ponto de vista: para os usuários das mídias sociais, estas mesmas pessoas que responderam à pesquisa e que a McCann teve contato direto, para elas esses <strong>estranhos</strong> não são estranhos. O que me parece é que, a partir do momento que um indivíduo passa a fazer parte de uma rede social, ele considera os outros participantes como amigos, conhecidos, qualquer coisa, menos estranhos. Isso porque se aquela rede social foi escolhida por aquelas pessoas, significa que todas elas têm um ponto comum entre si e, já por conta disso, mantêm uma confiança inicial automaticamente internalizada. É como o <strong>Festival Woodstock de 69</strong>. Mesmo que aquelas pessoas nunca tivessem se encontrado anteriormente, elas tinham uma coisa em comum e isso as tornou um grupo uniforme que compartilhava as mesmas idéias e, com certeza, se um daqueles hippies subisse ao palco e gritasse que o vinil que ele segurava nas mãos era a grande banda da década seguinte, toda aquela massa de gente iria procurar conseguir uma cópia.</p>
<p align="justify">O segundo e último ponto da pesquisa que quero questionar é sobre a afirmação de que <em>não são necessários grandes esforços para se tornar um influenciador</em>. Devo discordar. Imagine um cenário em que cada uma das pessoas que mantém um blog influenciasse a outra que o lê. Seria um caos de influências. Além disso, para haver influenciador é necessário o influenciado. E eu aposto: existe muito mais exemplar deste último do que do primeiro. Ser um influenciador requer técnica, requer saber lidar com a informação, requer estilo, consistência na maneira de interagir com os leitores, ou seja, não é tão simples quanto a McCann está dizendo. Temos, sim, um número muito maior de influenciadores do que antes da internet, dos blogs e das mídias sociais surgirem. Mas conquistar leitores-seguidores que sejam influenciados pelo que está publicado naquela página “que começou por brincadeira e hoje é coisa séria” é algo bem diferente. Talvez o casal Bonner-Bernardes não tivesse muita chance hoje em dia. Talvez a McCann acabou influenciada pelos pesquisados. Talvez eu precise de um influenciador para terminar este texto. Talvez&#8230;</p>
<p align="justify"><a href="http://www.slideshare.net/culturebuzz/whendid-we-begun-to-trust-strangers-universal-mac-cann-presentation?type=powerpoint"><span style="text-decoration: underline;">Clique aqui</span></a> e veja o estudo da McCann, em inglês, no <a href="http://www.slideshare.net/"><span style="text-decoration: underline;">SlideShare</span></a> (se você for cadastrado pode baixar o estudo como um arquivo PDF. Se não for cadastrado, cadastre-se. É de graça. É rede social de compartilhamento. Quem sabe você se torna um influenciador!).</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/universal-mccann-tudo-diferentemente-igual">Universal McCann &#8211; Tudo diferentemente igual</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Evangelistas &#8211; Eles espalham a palavra</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 16:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Brasil</dc:creator>
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Pouco tempo atrás, recebi um novo job. Novo mesmo.
Apesar de ter uma bagagem considerável como redator, nunca tinha feito nada parecido. O que me fez meditar.
O trabalho: “pulverizar” conteúdo sobre um determinado evento em ambientes de colaboração online, tais como Blogs, Twitter, Yahoo! Respostas, Orkut, Instant Messengers, entre outros.
A estratégia utilizada para atingir este objetivo [...]<p><a href="http://casadogalo.com/evangelistas-eles-espalham-a-palavra">Evangelistas &#8211; Eles espalham a palavra</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterevangelistaselesespalhamapalavra-bdfcbiblia-2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterevangelistaselesespalhamapalavra-bdfcbiblia-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriterevangelistaselesespalhamapalavra bdfcbiblia thumb Evangelistas   Eles espalham a palavra" width="480" height="296" title="Evangelistas   Eles espalham a palavra" /></a></p>
<p>Pouco tempo atrás, recebi um novo job. Novo mesmo.</p>
<p>Apesar de ter uma bagagem considerável como redator, nunca tinha feito nada parecido. O que me fez meditar.</p>
<p>O trabalho: <strong>“pulverizar” conteúdo</strong> sobre um determinado evento em ambientes de <strong>colaboração online</strong>, tais como Blogs, Twitter, Yahoo! Respostas, Orkut, Instant Messengers, entre outros.</p>
<p>A estratégia utilizada para atingir este objetivo tem muitos nomes e o que mais gostei é <strong>marketing de evangelismo</strong>: ações pontuais que encorajam indivíduos a repassar uma mensagem a outros, criando potencial para o crescimento exponencial tanto na exposição como na influência da mensagem.</p>
<p>O <em>webevangelismo 2.0 </em>(desculpe, mas não resisti em criar um apelido) usa como tática os próprios consumidores como defensores da mensagem, idéia, causa ou princípios de uma marca, produto, empresa ou serviço. A essência é a <strong>divulgação da palavra</strong>.</p>
<p>Acredito que a semelhança entre o mercado e as Escrituras é a Verdade. Toda palavra a ser divulgada deve conter fatos e situações verdadeiras. Esta é a condição que diferencia um trabalho sério e profissional: o cuidado com a imagem do cliente.</p>
<p>Na internet, divulgar conteúdo sobre marcas, pessoas ou produtos deve ser baseado em relações de segurança &#8211; e em fontes fidedignas. Caso contrário, corre-se o risco do descrédito e de que estas ações sejam consideradas uma farsa. A pulverização disso na internet seria castatrófica. Ou uma heresia com a marca do cliente.</p>
<p>Por isso, nada de perfis falsos. Nada de testemunhos irreais. Nada de comentários e opiniões que simulem o interesse real de divulgar alguma coisa. Seja sempre claro e sincero.</p>
<p>Uma boa prática é referenciar o seu trabalho nas recomendações do <a href="http://womma.org/">Womma &#8211; Word of Mouth Marketing Association</a>. Pois é, hoje em dia existe até associação para o velho boca-a-boca.</p>
<p>Nas mídias sociais, que é o grande campo para o marketing de evangelismo, <strong>ouvir o consumidor</strong> significa:</p>
<blockquote><p><em>- Não filtrar conversas<br />
- </em><em>Responder prontamente e com sinceridade as questões<br />
- </em><em>Responder comentários, sejam eles positivos ou negativos<br />
- </em><em>Permitir o acesso em primeira mão à informação e ao conteúdo pelos usuários<br />
- </em><em>Informar essas pessoas sobre as atividades da empresa e incentivá-las a espalhar a palavra sobre o assunto</em></p></blockquote>
<p><em></em></p>
<p>Podem ser consideradas <strong>práticas anti-éticas</strong>:</p>
<blockquote><p><em>- Promover </em>post-<em>pago que restringe a opinião e a expressão dos blogueiros<br />
</em><em>- Usar falsas identidades em uma discussão online para promover um produto, marca ou empresa<br />
</em><em>- Divulgar informações enganosas<br />
</em><em>- Usar software automatizado para postar comentários alheios ou inadequados para outros blogs ou comunidades online<br />
</em><em>- Envio de e-mails não solicitados ou sem opt-out<br />
</em></p></blockquote>
<p>Vai na fé, irmão.</p>
<p>Mas não espere por milagre.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/evangelistas-eles-espalham-a-palavra">Evangelistas &#8211; Eles espalham a palavra</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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