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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; vida de publicitario</title>
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	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
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		<title>Você hoje não é amanhã</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 12:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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Hoje vamos falar de fantasmas. O belo artigo da Milena Castino já abriu espaço para exorcizar o fantasma do desemprego, da falta de confiança em si mesmo e muitos outros. Este pretende afastar os fantasmas do passado e do futuro ou, pelo menos, entendê-los. Para tanto, vamos precisar de algumas ferramentas. Como sempre digo: se [...]<p><a href="http://casadogalo.com/voce-hoje-nao-amanha">Você hoje não é amanhã</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="publicidade_futuro" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/publicidade_futuro.jpg" border="0" alt="publicidade futuro Você hoje não é amanhã" width="500" height="292" /></p>
<p>Hoje vamos falar de fantasmas. O <a href="http://casadogalo.com/espirito-empreendedor-voce-tem" target="_blank">belo artigo</a> da <a href="http://www.sambadegringo.wordpress.com/" target="_blank">Milena Castino</a> já abriu espaço para exorcizar o fantasma do desemprego, da falta de confiança em si mesmo e muitos outros. Este pretende afastar os fantasmas do passado e do futuro ou, pelo menos, entendê-los. Para tanto, vamos precisar de algumas ferramentas. Como sempre digo: se não dá pra ficar, nem correr, converse com o bicho.</p>
<p><a>Jean-Paul Sartre</a> foi um dos caras que resolveu conversar com o bicho ou fantasma chamado existência. &#8220;Nasci para satisfazer a grande necessidade que eu tinha de mim mesmo&#8221; e &#8220;cada homem deve inventar o seu caminho&#8221;. Frases dele, que servem bem para que você possa começar a entender que o <strong>você de agora não é o você de amanhã</strong>.</p>
<p>Talvez o você-agora esteja preocupado em passar na facudade, arrumar um bom emprego, ser efetivado depois do estágio, mudar da casa dos pais ou alugar outro apartamento. Talvez o você-agora esteja querendo se casar, ter um filho ou terminar um longo relacionamento. Seja esta ou qualquer outra resposta, o você-agora está em uma encruzilhada, um ótimo lugar para encontrar fantasmas, demônios e outros bichos. Porém, uma encruzilhada na verdade é lugar nenhum porque <strong>estar é um estado de ser e estar em lugar nenhum é não-ser</strong>. Complicou, né?</p>
<p>No <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Existencialismo">existencialismo</a>, o mais importante é existir primeiro como pessoa e logo em seguida como essência (o ser puro, aquilo que realmente é você). Para isso,você precisa de dois tempos: a existência e o existir. A existência você já ganhou, na faixa, porque nasceu. O existir é mais embaixo. Vai depender do quanto você <strong>está presente no seu momento</strong>.</p>
<p>Em tempos difíceis de insatisfação pessoal a tendência da maioria é se abrigar em um passado de sucesso ou em um futuro promissor com toques paternalistas ou maternais. Se você é novo (tipo 18 anos) pode escolher voltar-se para os bons momentos da infância. Se está com uns 28 anos, vai pros 18 e se tem 40 como eu, pode cair no &#8220;tudo vai ficar bem&#8221;. Nesse vai-ou-já-fui é que o bicho pega porque você não <strong>está</strong> em lugar nenhum. Alguns chamam isso de &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Limbo">limbo</a>&#8220;, um estado fora do tempo. Como não sou católico, eu chamo de <strong>estar sem ser</strong>.</p>
<p>A publicidade e a propaganda trabalham muito com este conceito, criando um mundo de fantasia de <span style="text-decoration: underline;">onde</span> <strong>você precisa estar para poder ser</strong>. &#8220;Você precisa entrar na faculdade tal para ser o profissional tal que vai atingir o sucesso (aquele) no futuro que te aguarda&#8221; é um exemplo. Esta pressão imposta (pelo social e pela mídia em geral) acaba com a capacidade de escolha dos mais indecisos e projeta (imagem-ilusão) muita ansiedade. Mas <strong>você não é aquilo com o que trabalha</strong>. Você é mais.</p>
<p>Um exercício simples é perceber como você está em constante mudança. Seu corpo, seus pensamento, suas emoções executam pequenas e grandes ações o tempo todo. Até a passividade é uma ação porque trata-se de uma escolha (sua ou imposta). Preocupar-se (além da conta) com aonde você está hoje ou pensar aonde você esteve ontem é <strong>estar sem ser</strong>, é ficar na encruza.</p>
<p>Ok. Esta é a parte do texto onde eu deveria propor uma solução mágica, um mantra, uma palavra de fé. Nada disso. Sem powerpoint com monges ou frases tiradas de um curso de marketing. Prefiro considerar você como alguém criativo e inteligente que vai sair desta pelo <a href="http://www.rubedo.psc.br/Artigos/camimeio.html">caminho do meio</a>, inventar a sua própria estrada e perceber que <strong>quando você descobri quem é vai deixar de pensar quem foi ou o que pode vir a ser</strong>. Este artigo é apenas um aperitivo para você ir atrás e sempre em frente.</p>
<p>Ser é estar presente. Confie em você e seja você hoje, amanhã e sempre. Até a próxima!</p>
<p>Ps.: Se ainda ficou na dúvida, <a href="http://www.wallpapers10.net/wp-content/uploads/2009/08/George_Clooney.jpg">clique aqui</a> para saber quem era o garoto da foto e quem ele é hoje.</p>
<p>*</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/voce-hoje-nao-amanha">Você hoje não é amanhã</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Existe pior argumento do que a anulação de si?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 11:53:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tatiana</dc:creator>
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Outro dia, estava conversando com uma amiga via redes sociais e surgiu uma discussão a respeito de um tema bem relevante nos dias de hoje. Primeiro vieram as redes sociais, com o propósito de entretenimento, distração e networking. Então, no Orkut, por exemplo, o individuo tem suas comunidades, mostrando aquilo com que ele realmente mais [...]<p><a href="http://casadogalo.com/existe-pior-argumento-do-que-a-anulacao-de-si">Existe pior argumento do que a anulação de si?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/silencio.jpg" border="0" alt="silencio Existe pior argumento do que a anulação de si?" width="470" height="327" title="Existe pior argumento do que a anulação de si?" /></p>
<p>Outro dia, estava conversando com uma amiga via redes sociais e surgiu uma discussão a respeito de um tema bem relevante nos dias de hoje. Primeiro vieram as redes sociais, com o propósito de entretenimento, distração e <em>networking</em>. Então, no Orkut, por exemplo, o individuo tem suas comunidades, mostrando aquilo com que ele realmente mais se identifica.</p>
<p>Por exemplo: um “ser” que gosta de batata frita, detesta esperar resposta no MSN, já traiu a namorada, adora baladas e dorme mais cinco minutinhos. Essas são as comunidades do “cara”.</p>
<p>No momento seguinte, as empresas viram oportunidades nisso. E partiram para as redes sociais com alguns propósitos: marcas que se tornam &#8220;amigas&#8221; do público, canais de comunicação de produtos, pesquisa de mercado para investigar o comportamento das pessoas.</p>
<p>A pergunta é: se eu quiser ser bem vista por esse mercado, então quer dizer que preciso sair das minhas comunidades porque as empresas vão vir “xeretar” em um meio que, originalmente, foi meu primeiro?</p>
<p>Devo, então, não me associar ao que interessa, ao que me identifico, porque a empresa X vai achar que isso, em algum momento, será prejudicial aos negócios dela?</p>
<p>Essa pode ser uma análise muito superficial, sem grande sentido. Talvez eu possa mesmo fazer parte de certas comunidades no momento de lazer e saber separar as coisas no ambiente profissional.</p>
<p>O que não vale é me transfigurar apenas porque preciso de um emprego, e é justamente isso que as empresas NÃO buscam. Elas não querem um funcionário submisso, passivo às tendências e que finja ser quem não é. Almejam, sim, um perfil original, irreverente, de alguém que saiba se assumir sem parecer rude ou egoísta. Que tenha como argumento ser aquilo que é, sem esconderijos ou máscaras.</p>
<p>Porque não existe pior argumento que a anulação de si.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/existe-pior-argumento-do-que-a-anulacao-de-si">Existe pior argumento do que a anulação de si?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>O clube da luta e da felicidade</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 12:12:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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Vou ser sincero com vocês: eu ia escrever sobre aquele programinha de faz-de-conta que pega um bando de estudantes e brinca de gangorra com o ego deles para depois chutar a boca de cada um. Porém, resolvi deixar o Jr. de lado e conversar com vocês que possuem uma dedicação autêntica sobre o caminho profissional [...]<p><a href="http://casadogalo.com/o-clube-da-luta-e-da-felicidade">O clube da luta e da felicidade</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p>Vou ser sincero com vocês: eu ia escrever sobre aquele programinha de faz-de-conta que pega um bando de estudantes e brinca de gangorra com o ego deles para depois chutar a boca de cada um. Porém, resolvi deixar o Jr. de lado e conversar com vocês que possuem uma dedicação autêntica sobre o caminho profissional e não são aprendizes para o cargo de <a href="http://2.bp.blogspot.com/_-_p3S6a7ybw/SW914zjVKuI/AAAAAAAAA9g/vR2lTy6R164/s400/Tatu.jpg">Tatu na Ilha da Fantasia</a>. Mas antes, um filminho:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OX3OMpKN9XY&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/OX3OMpKN9XY&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Uau! Adoro este filme. E o <a href="http://compare.buscape.com.br/clube-da-luta-chuck-palahniuk-8586075884.html">livro</a>. Mas não vamos nos dispersar. A pergunta aqui é simples: Qual é a sua luta? Tá batalhando pelo que? Pela sua felicidade? Sério? Então por que está tão cansado e com essa cara zangada?</p>
<p>Recebo e-mails e mais e-mails sobre as dificuldades da profissão de publicitário, seja qual for o departamento onde você deseja atuar. Sim, atuar, como um ator-lutador que coloca uma máscara e sobe no ringue para tomar socos de chefes, clientes, fornecedores e algumas vezes da própria família que não entende nada de propaganda além do que passa entre os intervalos da novela. E a sua frustação cresce. E você se irrita. E sufoca a raiva. E briga com a namorada/esposa. Parabéns. Você está prestes a entrar no <span style="text-decoration: underline;">Clube da Luta e da Felicidade</span>. Só que existem algumas regras para garantir a sua permanência. Vamos a elas:</p>
<blockquote><p><strong>Soco na cara &#8211; Defina-se:</strong> Se você já entrou no ringue, encontre seu território. Seja honesto com o espelho e diga: estou nesta pela grana ou estou nesta pela arte ou estou nesta pelo sucesso ou estou nesta porque não estou nem aí ou estou nesta porque todo mundo está, etc. Mate o grilo falante moralista na sua cabeça e descubra o quanto você pode ser verdadeiramente ético diante de uma campanha para um cliente de armas, cigarros, remédios ou política. Lembre-se: a moral é coletiva e histórica. Ela passa. A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89tica">ética</a> é só sua. Ela permanece. O mesmo pensamento vale para quem ainda não foi chamado para luta.<br />
<strong><br />
Joelhada na virilha &#8211; Amadureça: </strong>Infelizmente ainda se propaga a idéia do publicitário de filme. Descolado, boca-livre de festas, criativo de última hora, gênio incompreendido, sempre jovem. Tudo mentira. Você é convidado para festas do cliente para trabalhar, pode ser mandado embora a qualquer momento (lembra do <a href="http://www.mmonline.com.br/noticias.mm?url=Anuncio_da_DM9DDB_para_WWF_gera_polemica">caso da DM9DDB para WWF</a>?), um bom título demora para acontecer e o tempo sempre é curto. Se não se cuidar, pode desenvolver uma insônia ou um vício. O mercado quer a sua produtividade, seu tempo e sua dedicação. A propaganda é a alma do negócio, sim. A sua.</p>
<p><strong>Sangue nos olhos &#8211; Enxergue: </strong>Existem modelos para criar e vender quase tudo na propaganda. Existem modelos para campanhas de cerveja, langerie, chocolate, ongs, camisinha, doenças, etc. Algumas vezes você vai precisar usar um destes modelos e vai pensar que não tem talento ou nunca teve. Abra os olhos para não fazer o papel de vítima ou ficar zangado consigo mesmo ou com seus parceiros criativos. Criatividade é parte do negócio. A outra parte&#8230;é o próprio negócio.<br />
<strong><br />
Na lona &#8211; Levante-se: </strong>Se o seu queixo é de vidro, você dançou. Ser criticado na facudade é uma coisa, no trabalho é outro emprego. Aqui vale muito exercício para aceitar outros pontos de vista para sua &#8220;idéia genial&#8221;. Sua idéia pode ser realmente boa, mas ela pertence ao cliente, ao seu contratante e, principalmente, ao sucesso comercial (ou seja vendas) da marca ou produto. Não fique acuado no canto do ringue tomando porrada pelo que não é seu. Trabalhe sempre em grupo para não ser expulso do clube.</p></blockquote>
<p>Bom, e onde fica a felicidade depois de tanta bordoada? Fácil. Na vida, meu caro. O seu ringue profissional está dentro de um ringue muito maior chamado vida. Jogue fora os livros de auto-ajuda, manuais de &#8220;como ser&#8221; e programinhas de tv que iludem, glamourizam e esteriotipam a profissão. Sorria comigo e meu amigo da foto ai em cima e comemore a perda ou a derrota <span style="text-decoration: underline;">em cima do ringue e não fora dele</span>. Você não é um cargo nem um produto, mas pode deixar sua marca na existência de pessoas que gostam de você assim mesmo. Você é a grande idéia que ninguém pode comprar. Basta você não querer vender.<br />
E não culpe o eterno modelo de atuação das agências (sem hora prá sair, prazos curtos, diretores com mentalidade de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GWu2BYRl3jM">Nascido para Matar</a>) pela sua insatisfação. <span style="text-decoration: underline;">Ele não vai mudar</span>. Mas você pode mudar sempre.</p>
<p>Agora vou assistir <a href="http://up.tl/filme/cef5b03e5a/Fight-Club.html">Fight Club</a>. Continuem com a boa luta e até o próximo artigo.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/o-clube-da-luta-e-da-felicidade">O clube da luta e da felicidade</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Atualize suas atitudes</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 12:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei</dc:creator>
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O Lucas, em seu artigo, explica que o tempo continua sendo o grande vilão ou a grande desculpa quando precisamos justificar atitudes feitas ou que deixaram de ser feitas, e por isso defende – muito bem, aliás – a ideia de que precisamos dizer não, precisamos abdicar de algumas atitudes e mudar outras para resolvermos [...]<p><a href="http://casadogalo.com/atualize-suas-atitudes">Atualize suas atitudes</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="atitude" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/atitude.jpg" border="0" alt="atitude Atualize suas atitudes" width="498" height="330" /></p>
<p>O <a href="http://www.quetalisso.com.br/"><span style="text-decoration: underline;">Lucas</span></a>, <a href="http://casadogalo.com/a-volta-do-filho-prodigo"><span style="text-decoration: underline;">em seu artigo</span></a>, explica que o tempo continua sendo o grande vilão ou a grande desculpa quando precisamos justificar atitudes feitas ou que deixaram de ser feitas, e por isso defende – muito bem, aliás – a ideia de que precisamos dizer <strong>não</strong>, precisamos abdicar de algumas atitudes e mudar outras para resolvermos muitos dos nossos problemas do dia-a-dia. Apesar disto ser verdade, no meu caso estou há muito tempo sem publicar um novo artigo na Casa porque, simplesmente, não tenho o que dizer sobre publicidade. Não tenho nada de novo, nada de impressionante e nem considerações importantes que nos fariam pensar sobre novas teorias ou atitudes que mudariam o rumo da profissão.</p>
<p>Na verdade, tenho uma coisa a dizer sim: a publicidade continuará assim, como é  e como está. Os clientes continuarão exigentes, a maioria continuará ignorante sobre o processo completo e teoricamente mais adequado para o melhor andamento dos trabalhos; e o atendimento continuará sendo o ‘chato’ que, por obrigação e nem sempre por conta própria, tentará equilibrar a relação <em>cliente x agência</em>; o planejamento continuará fuçando pesquisas e tendências tentando encontrar o melhor conceito e as melhores soluções de comunicação; o mídia continuará estudando o melhor <em>custo x benefício</em> dentro da enorme gama de plataformas existentes; as plataformas existentes continuarão existindo e aumentando; a criação e a arte continuarão reclamando de prazos, horários, do cliente, do atendimento, do café, do ar condicionado, da cadeira; e continuarão criando peças de acordo com os <em>briefs</em> sempre mal passados. E até quando isso continuará? Bom, não faço previsões deste tipo, mas garanto que até o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2012"><span style="text-decoration: underline;">final do calendário maia</span></a> será assim. E não tem choro, nem vela, nem.</p>
<p>Então é por este motivo que eu não tenho motivo pra escrever um artigo. Será só mais um item pra você ler no meio de tantos outros. E servirá para nada, é só mais uma informação, é mais do mesmo.</p>
<p>E digo isso porque você, leitor da Casa, é antenado. Você não precisa de mais do mesmo porque você <strong>já viu</strong>, <strong>já conhece</strong>, <strong>já leu</strong>, <strong>já sabe</strong>, <strong>já usou</strong>, <strong>tudo já</strong>! Você é mais rápido do que eu e muitos outros são mais rápidos que você, e por aí vai. Mas o que importa é que seu leitor de feeds, seu twitter, seu facebook, seu Orkut, seu canal no YouTube, seu delicious e tudo mais já te mostrou as coisas mais modernas e os pensamentos mais surpreendentes. Eu não preciso repeti-los e meus comentários não criarão coisas mais modernas e pensamentos mais surpreendentes.</p>
<p>No meio de toda essa atualização diária, senão horária do seu repertório de informações, algumas coisas foram selecionadas. Aquelas que mais te chamaram atenção. Vou citar três que garanto que estão no seu panteão de interesses:</p>
<p><strong>1) Sustentabilidade:</strong> anúncios do Greenpeace, do WWF, artigos, novas tecnologias, soluções de marketing e administrativas que as empresas estão descobrindo e ‘adotando’, etc.</p>
<p><strong>2) Mídias:</strong> novas plataformas de mídia, novas tecnologias, utilização diferenciada e inusitada de meios tradicionais, etc.</p>
<p><strong>3) Pessoas:</strong> comportamento, consumidor consciente, aumento de renda, problemas sociais, desejos de consumo, etc.</p>
<p>Estes assuntos eu garanto que não só te interessam como orbitam você todo dia. Ou vai me dizer que você nunca assinou uma petição do Greenpeace para salvar a Amazônia ou as baleias do Pacífico? Vai me dizer que você não leu tudo o que pôde sobre iPad, iPod, iPhone, iTunes e outras coisas menos relevantes que não começam com ‘i’? Vai me dizer também que você não twittou que o atendimento via chat da sua operadora de celular é péssimo e que você vai trocar de marca por causa disso? Afinal, você é um consumidor consciente que exige seus direitos e quer o melhor e o mais justo, não é?</p>
<p>Então, se há  uma coisa para dizer neste artigo de hoje depois de tanto tempo sem dizer nada é: e daí? Você sabe tanta coisa e tudo está tão perto aí dos seus dedos, em tão poucos cliques e caracteres, e o que você <strong>realmente faz</strong> a cada dia que levanta da cama e que reflete todo esse conhecimento e informação que você adquire incessantemente?</p>
<p>Volte à imagem deste artigo e pense um pouco sobre ela. Você faz o que você  diz? Você diz o que você faz? Ou você vive num jogo de contradição que eu resumo assim: critica o que faz, o que fazem, quem faz&#8230; e continua fazendo, faz todo dia e continuará fazendo a mesma coisa que você já costumava fazer. E aí? Qual é sua atitude?</p>
<p>Atualize a cabeça atualizando suas atitudes. Isso sim eu posso dizer, com máxima certeza, que mudará alguma coisa.</p>
<p>**</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/atualize-suas-atitudes">Atualize suas atitudes</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>A volta do filho pródigo</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 13:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucascouto</dc:creator>
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Olá pessoal!
Já faz um tempo que a gente não aparecia por aqui na Casa. E como eu não gostaria de retomar nossos textos sem explicar minimamente essa ausência, mas também não acho que vale a pena gastar um texto me justificando, vou tentar equilibrar as duas coisas.
Como já mencionei algumas vezes, já faz um tempo [...]<p><a href="http://casadogalo.com/a-volta-do-filho-prodigo">A volta do filho pródigo</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/voltando.jpg" border="0" alt="voltando A volta do filho pródigo" width="480" height="276" title="A volta do filho pródigo" /></p>
<p>Olá pessoal!</p>
<p>Já faz um tempo que a gente não aparecia por aqui na Casa. E como eu não gostaria de retomar nossos textos sem explicar minimamente essa ausência, mas também não acho que vale a pena gastar um texto me justificando, vou tentar equilibrar as duas coisas.</p>
<p>Como já mencionei algumas vezes, já faz um tempo que deixei o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ilSc5LiHgFA"><span style="text-decoration: underline;">mundo das agências</span></a> (continuo jogando o jogo, porém com outros dados). Mas ainda tenho fresca na memória algumas birras desse mundo tão peculiar – ter amigos corajosos ainda por lá ajuda bastante =). E a principal birra é com a famigerada <a href="http://www.youtube.com/watch?v=iU5YgeLL4k8"><span style="text-decoration: underline;">FALTA DE TEMPO</span></a>.</p>
<p>Já reparou como todo mundo em uma agência está “sempre atolado”? São tantos Jobs, tantos briefings, tantas refações, que eu sempre me perguntei em que momento esse pessoal todo para pra pensar.</p>
<blockquote><p>“Ah Lucas, mas a culpa é do Atendimento / da Criação / do chefe / do cliente / do dono da agência&#8230;”</p></blockquote>
<p>Então beleza, se vc está mesmo convencido disso, boa sorte, continua na mesma aí. Mas como no mundo a gente não consegue mudar ninguém além de nós mesmos, eu sempre prefiro enxergar por outro ângulo.</p>
<p>Já experimentou dizer NÃO pras pessoas?</p>
<blockquote><p><em>“Putz, lá vem o </em><em>Lucas com aquele papinho </em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Xmm2t-gw71k"><em><span style="text-decoration: underline;">Capitão Planeta</span></em></a><em> style, de que ‘o poder é de vocês’. Comigo isso não funciona&#8230;”</em></p></blockquote>
<p>De novo, beleza champs, se você pensa assim, é só  continuar na mesma. O problema é que a maioria das pessoas ou nunca tentou dizer NÃO, ou o faz da maneira errada.</p>
<p>Eu não tô dizendo pra você dizer NÃO pra todo mundo (quem faz isso é muito mala), ou pra dizer NÃO dando chiliquinho. O que eu defendo é que você mostre pras pessoas que o NÃO, para determinado caso, é a melhor escolha, seja porque não há tempo para fazer, porque o resultado não será satisfatório, ou por qualquer outro motivo.</p>
<blockquote><p><em>“Ah, mas eu já tentei dizer NÃO, e não funcionou&#8230;”</em> <a href="http://91.121.132.199/gifs/15963.gif"><span style="text-decoration: underline;">=P</span></a></p></blockquote>
<p>Mentira. Porque ou isso funciona, e as coisas mudam, ou é você  que muda (de opinião ou de emprego).</p>
<p>E no final foi exatamente isso que aconteceu com nossos textos. Por conta de novos projetos e atividades, a gente precisou dizer NÃO pro <a href="http://www.youtube.com/watch?v=k4sfdrRSEkc"><span style="text-decoration: underline;">Galo</span></a> por alguns dias. Mas a gente tá de volta, até que o Galo resolva dizer NÃO pra gente&#8230; =)</p>
<p>Abraços!</p>
<p>**</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/a-volta-do-filho-prodigo">A volta do filho pródigo</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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