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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; teoria</title>
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	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
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		<title>O olho do espectador é a vida da propaganda</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 16:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tatiana</dc:creator>
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Na hora de bolar uma propaganda, os publicitários já não precisam mais se enganar dizendo que visam apenas a saúde e o bem-estar do seu público alvo. É claro que eles buscam oferecer produtos atraentes, de forma interativa e dinâmica, mas a gente já sabe qual o intuito de tudo isso: money, money, money&#8230;
Antes que [...]<p><a href="http://casadogalo.com/o-olho-do-espectador-a-vida-da-propaganda">O olho do espectador é a vida da propaganda</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="CB058868" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/spotpublicitario.jpg" border="0" alt="spotpublicitario O olho do espectador é a vida da propaganda" width="400" height="308" /></p>
<p>Na hora de bolar uma propaganda, os publicitários já não precisam mais se enganar dizendo que visam apenas a saúde e o bem-estar do seu público alvo. É claro que eles buscam oferecer produtos atraentes, de forma interativa e dinâmica, mas a gente já sabe qual o intuito de tudo isso: money, money, money&#8230;</p>
<p>Antes que vocês desistam de ler este texto, deixo claro que não vim aqui para punir os “capitalistas de plantão” nem dar lição de moral à ninguém. Afinal, para uma amante da Psicologia, esse seria um discurso muito tolo e até pleonástico. Quero falar da vida que a propaganda possui, apesar de todo e qualquer interesse financeiro envolvido nela.</p>
<p>Acredito muito que o olho do espectador seja o verdadeiro responsável pelo sucesso de uma estratégia de <em>branding</em>. Todo o processo, desde a criação até a personificação da marca, depende da aceitação do público, dos mitos e crenças divulgados sobre um produto em determinado núcleo social. É o espectador quem constrói a história de uma marca, fazendo-a nascer e morrer, encantar e incomodar, surgir e ressurgir.</p>
<p>Pensando bem, o público não é o alvo, e sim o precursor de toda a magia da criação.</p>
<p>E vocês, concordam com essa idéia?</p>
<p>**</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/o-olho-do-espectador-a-vida-da-propaganda">O olho do espectador é a vida da propaganda</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>A publicidade é a arma do negócio – Post filosófico</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 18:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei</dc:creator>
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Este é o primeiro artigo que escrevo para a Casa e o faço à mão, no caderno e numa matéria específica. Determinei uma parte do caderno para escrever os artigos. Por dois motivos:
1) para voltar a treinar a escrita, a técnica; para a tendinite ser no pulso e não nos dedos. Digitar é preciso, mas [...]<p><a href="http://casadogalo.com/a-publicidade-e-a-arma-do-negocio-post-filosofico">A publicidade é a arma do negócio – Post filosófico</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/almaarma.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="alma-arma" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/almaarma-thumb.jpg" border="0" alt="almaarma thumb A publicidade é a arma do negócio – Post filosófico" width="480" height="209" /></a></p>
<p>Este é o primeiro artigo que escrevo para a Casa e o faço à mão, no caderno e numa matéria específica. Determinei uma parte do caderno para escrever os artigos. Por dois motivos:</p>
<p>1) para voltar a treinar a escrita, a técnica; para a tendinite ser no pulso e não nos dedos. Digitar é preciso, mas redigir em letras próprias é imprescindível, <strong>magnífico</strong>.</p>
<p>2) para não ter o recurso de “backspace”. Este artigo é uma transcrição, pura digitalização da escrita “moderna” (tentativa de criar escola filosófica para a arte da escrita).</p>
<p>Vamos ao que interessa.</p>
<p>Supondo que (não quero afirmar nada neste mundo tão dinâmico) a publicidade mantém sua essência primeira que é de transmitir uma mensagem persuasiva a determinadas pessoas com um objetivo pré-estabelecido, só intento neste artigo recordar um outro conceito básico e fundamental da publicidade.</p>
<p>Tomei a liberdade (e não sei se interfiro em direitos alheios) de parodiar a conhecida frase “A publicidade é a <strong>alma</strong> do negócio” e dar a este artigo o título “A publicidade é a <strong>arma</strong> do negócio”. Pelo básico e fundamental conceito inerente à publicidade e que apresento aqui com dois sentidos de existência distintos:</p>
<blockquote><p>- <span style="text-decoration: underline;">sentido positivo</span>: ou se concentra no problema, estabelecem-se diretrizes e se desenvolve a comunicação como única e especial;</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">sentido negativo</span>: ou se produz comunicação em massa; quero dizer, comunicação em escala, para atender à demanda, para satisfazer/saciar a necessidade do cliente e o ego do publicitário criativo.</p></blockquote>
<p>Momento de reflexão:</p>
<p><strong>A publicidade é a alma de um negócio que quer atirar para acertar. E a melhor arma da publicidade é a alma de quem atira.</strong></p>
<p>E assim nasce um filósofo. Pensem nisso e até a próxima.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/a-publicidade-e-a-arma-do-negocio-post-filosofico">A publicidade é a arma do negócio – Post filosófico</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Você usa o que aprende ou você aprende o que usa?</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 12:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei</dc:creator>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/aprender.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="aprender" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/aprender-thumb.jpg" border="0" alt="aprender thumb Você usa o que aprende ou você aprende o que usa?" width="424" height="243" /></a></p>
<p align="justify">O artigo de hoje pode começar e terminar aqui. Aliás, ele nem precisava dessas duas ou três linhas. O artigo de hoje, na verdade, é só o título e nada mais. Não há um motivo forte suficiente para eu discorrer sobre o assunto, muito menos para eu tomar o seu tempo com palavras que, no final, resultarão na pergunta-título. O único motivo de eu ainda estar escrevendo é o compromisso que eu assumi com a Casa do Galo em publicar, quinzenalmente às quintas-feiras, um artigo sobre o que me desse na telha e que interessasse aos leitores afoitos por informação e pela discussão de assuntos relacionados à publicidade. E eu estou cumprindo meu papel, mesmo que eu não coloque aqui mais do que estas palavras sem importância. Porque, como eu já disse, o artigo resume-se à pergunta-título. E, por conta disso, o máximo que farei é explicar porque ele se encerra no próprio título. E para isso, não precisarei de mais do que a seguinte frase: um artigo, na maioria das vezes, pretende incitar a reflexão de quem o lê. Pronto.</p>
<p align="justify">Este artigo se explica em seu título. E a coisa já está ficando redundante. Mas eu tenho que continuar. <strong>Porque tudo o que é muito simples e óbvio parece equivocado e, por isto, errado</strong> (total ou parcialmente). Porque a virtude de saber argumentar por linhas e linhas a fio e com assertivas tão confusas quanto incontestáveis é o que dá ao texto seu caráter persuasivo. Pelo menos foi esta, entre muitas outras, uma das lições que Schopenhauer ensina em seu <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/16800?franq=128739"><em><span style="text-decoration: underline;">Como vencer um debate sem precisar ter razão</span></em></a>. E eis aqui mais uma lição do livro: citação. Citar é importantíssimo, dá credibilidade e eleva o texto à posição de inquestionável. Porque ele tem embasamento. E você, leitor da Casa, por ser uma pessoa de altíssima estirpe e intelectualidade, já deve ter clicado ou clicará o link do livro que mencionei, pois desejará tê-lo em sua biblioteca particular. Mas prefiro adiantar: esta obra do Schopenhauer está esgotada. (<em>Maybe in Amazon you find it, but only in foreign languages, but that’s not a huge matter, right? Anyway, I doubt you find it</em>).</p>
<p align="justify">Mesmo assim, você, leitor da Casa, já totalmente incluso na era digital e conhecedor das mais variadas tecnologias (muito mais do que eu, posso apostar), entende muito bem que hoje o mundo está mais crítico; as pessoas estão mais exigentes, têm mais acesso à informação e estão com o poder nas mãos que mexem seus dedinhos incansáveis sobre teclas desgastadas de desktops e laptops cada vez melhores.</p>
<p align="justify">Então não posso simplesmente chegar aqui e disfarçar. Você irá perceber. Tenho que mostrar o que sei e tenho que <strong>incentivá-lo a refletir</strong> sobre o tema que proponho. Quero fazê-lo <strong>olhar para dentro de si e ao redor</strong> e perceber se aquilo que estou dizendo procede ou não. Preciso motivá-lo a comentar o artigo para que haja troca de informações e, assim, para que todos saiam ganhando. E é nesse sentido que vamos caminhando para o aumento do nosso conhecimento sobre as coisas que nos interessam.</p>
<p align="justify">Eu, por exemplo, li Schopenhauer por pura curiosidade, enquanto estava nos bancos da faculdade. Li muita coisa por curiosidade, desde que aprendi a ler. Algumas coisas eu me lembro e as utilizo diariamente, já adaptadas para as minhas necessidades profissionais e pessoais. Por exemplo: ler. Outras foram indispensáveis durante um tempo e depois mereceram ser excluídas da memória, como a fórmula da gravitação universal, que o Sr. Newton demorou o tempo da maçã cair na sua cabeça para deduzi-la. E outras, por sua vez, eu nem me dei ao trabalho de aprender.</p>
<p align="justify">Mas há uma outra realidade, semelhante à descrita acima e que se assemelha no quesito aprendizado, mas que inverte o processo. E é quando nada nem ninguém ensinaram alguma coisa pra você. Foi você que aprendeu sozinho. E não por você ser autodidata ou coisa parecida. Mas porque você simplesmente precisou de determinada coisa para determinada situação e usou um determinado recurso para solucionar seu problema. E a cada vez que este problema surgia novamente, você ia lá e usava o mesmo recurso. Até que você descobriu, sempre por conta própria, um recurso melhor (mesmo que alguém tenha indicado o recurso e tenha te dado dicas de como usá-lo, dependeu somente de você e da sua habilidade para que desse certo). E passou a usá-lo para solucionar aquele antigo problema. Noutro caso, um recurso é usado para solucionar um problema momentâneo e que não aparecerá mais. Então você aprendeu a usar este recurso e depois nunca mais precisará dele. Já num último caso, você se depara com algo que não tem a menor importância para você, então este algo é dispensado sem você precisar aprender como usá-lo.</p>
<p align="justify">Conseguiram visualizar as duas situações?</p>
<p align="justify">Agora, o artigo volta à retórica do título: você usa o que aprende ou você aprende o que usa?</p>
<p align="justify">Antecipo a sua resposta, caro leitor: você dirá <strong>ambos</strong>. E eu, chato que sou, lanço o desafio que, sem você perceber, eu já havia lançado: olhe para dentro de si mesmo e ao seu redor, pense novamente na pergunta e argumente.</p>
<p align="justify">Porque tudo o que é muito simples e óbvio parece equivocado. Você não acha?</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/voce-usa-o-que-aprende-ou-voce-aprende-o-que-usa">Você usa o que aprende ou você aprende o que usa?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Some na massa</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 10:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veronica</dc:creator>
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O título deste artigo veio de uma música do Arnaldo Antunes que se chama “Na massa”. Abri meu livrinho sujo sobre sociologia na publicidade e lá estava a palavra. Escutei esses dias alguém falando de um tal público-alvo que abrange todo mundo. Existe isso? O que seria a tal da massa? Imagino algo como seres [...]<p><a href="http://casadogalo.com/some-na-massa">Some na massa</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/playmobil.jpg"><img style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" title="playmobil" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/playmobil-thumb.jpg" border="0" alt="playmobil thumb Some na massa" width="440" height="284" /></a></p>
<p align="justify">O título deste artigo veio de uma música do Arnaldo Antunes que se chama “Na massa”. Abri meu livrinho sujo sobre sociologia na publicidade e lá estava a palavra. Escutei esses dias alguém falando de um tal público-alvo que abrange todo mundo. Existe isso?<strong> O que seria a tal da massa?</strong> Imagino algo como seres com cabelo playmobil, andando pausadamente, mesmo ritmo, fundinho musical caminhando-e-cantando-e-seguindo-a-canção-somos-todos-iguais-braços-dados-ou-não.</p>
<p align="justify">Lembro de uma professora minha que dizia: “<strong>não existe comunicação para a massa</strong>. Massa é tudo – todas as pessoas, todas as classes. Não é possível.” E, sabe, eu concordo com ela. O pior é quando alguém tenta te explicar qual é o público-alvo daquela campanha de varejo. “Ah então, meu, tipo, assim, é pra massa.” Falta massa cinzenta, isso sim. Tudo bem, estamos falando de um grupo heterogêneo, disperso, vasto, mas acho muito perigosa a simplificação em uma palavra só.</p>
<p align="justify">Irrita-me um pouco a produção em série de besteirol. Afinal, a massa é alienada mesmo. A massa é burra. A massa não enxerga. A massa vai na onda. A massa não tem senso crítico. A massa segue o que a elite fala. Mas se massa é o todo, a elite também é massa?</p>
<blockquote>
<p align="justify">&#8220;Esse contraponto tende a reduzir o social a duas camadas, a &#8216;baixa&#8217;, formada pelo agregado amorfo de indivíduos anônimos &#8211; a &#8216;massa&#8217; -, e a &#8216;alta&#8217;, formada por indivíduos que se distinguem dos demais pelas capacidades extraordinárias &#8211; a &#8216;elite&#8217;, os melhores e maiores&#8221; – disse Marilena Chaui.</p>
</blockquote>
<p align="justify">Outra questão, que eu fico neurótica só de pensar, é a respeito de uma hipótese chamada de “<strong>Espiral do silêncio</strong>”, proposta por <strong>Elisabeth Noelle-Neumann</strong>. Ela defende a idéia de que os meios de comunicação, voltados para a tal da massa, seriam os grandes influenciadores da opinião da maioria. Até aí, nenhuma novidade. Porém, a minoria, por sentir medo de ser excluída pelos demais, tende a esconder a opinião. Ou seja, na verdade, pensando de forma bem crua, a opinião da minoria é da maioria. As grandes mudanças só não acontecem por um medo sem razão de existir. Tosco, né?</p>
<p align="justify">Tá, e o que isso tem a ver com o meu jobzinho? Tudo. Você é comunicador. Você tem uma puta responsabilidade perante a massa cinzenta da massa. Não some na massa. Some (+) na massa.</p>
<p align="justify">Sei lá, de repente bateu um medo de redatora. Não quis falar de campanha. Não quis puxar o saco de nenhum publicitário. Foi um artigo-desabafo. Insegura, neurótica e paranóica. Essa sou eu quando mexo com as letrinhas. Pronto, falei.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/some-na-massa">Some na massa</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Branding &#8211; Quantas marcas você viu hoje? Lembra de alguma?</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 15:47:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
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Digamos que você esteja trabalhando e são 11 horas da manhã. Eu te pergunto: quantas marcas você viu hoje? Você certamente não saberá dizer quantas, no máximo citará uma ou outra. Talvez cite algumas pelo simples fato destas estarem aí, em sua frente, como a marca do meu monitor, por exemplo.
Somos tão fortemente bombardeados por [...]<p><a href="http://casadogalo.com/branding-quantas-marcas-voce-viu-hoje-lembra-de-alguma">Branding &#8211; Quantas marcas você viu hoje? Lembra de alguma?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/branding1.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="branding1" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/branding1-thumb.jpg" border="0" alt="branding1 thumb Branding   Quantas marcas você viu hoje? Lembra de alguma?" width="480" height="247" /></a></p>
<p>Digamos que você esteja trabalhando e são 11 horas da manhã. Eu te pergunto: quantas marcas você viu hoje? Você certamente não saberá dizer quantas, no máximo citará uma ou outra. Talvez cite algumas pelo simples fato destas estarem aí, em sua frente, como a marca do meu monitor, por exemplo.</p>
<p>Somos tão fortemente bombardeados por marcas e estímulos mercadológicos hoje em dia, que tornou-se muito difícil para uma marca nova e sem capacidade de grandes investimentos se fazer presente na mente do consumidor. E olha que a gente acorda, vai ao banheiro escovar os dentes, e tem uma marca lá na escova, outra na pasta, outra na torneira da pia. Depois tem marca no box, no chuveiro, às vezes ainda tem marca no sabonete, shampoo. Durante o café tem marca na geladeira, microondas e nas embalagens dos produtos. Aí você vai para o trabalho, mas antes vê marca no seu carro, celular, sapato, etc. Na rua nem dá para relatar a quantidade de marcas.</p>
<p>Aí, meu caro, quando chega 11 horas, realmente é impossível lembrar de tudo o que você viu. Mas é aí que entra o X da questão. Quantas e quais você lembra? E por quê? Às vezes é importante parar e pensar neste tipo de coisa, pois se você lembra de alguma marca, algo diferente das demais ela fez para estar lá, em seu <em>top of mind</em> diário. Claro que existem marcas que não precisam mais de certos estímulos para estar lá. Basta ver uma lata de Coca-Cola que você certamente lembrará que a viu durante o resto do dia, mas para marcas menores e sem tanta força, ser lembrado num dia qualquer, sem uma propaganda na rua, é algo realmente muito bom. É algo que te faz pensar: “Opa! Algo está sendo bem feito nesta comunicação”.</p>
<p>Uma marca “pequena” que quer se fortalecer na mente do consumidor deve estar presente sempre, de forma discreta e sutil. Como no momento está a marca desde seu monitor de computador aí, discreto, mas sendo visto e memorizado por seu cérebro. Mesmo que você nem sequer perceba. E esta memorização é importante na fixação, pois associada com a experiência do uso &#8211; nos mantendo no exemplo &#8211; de um monitor que funciona bem, o resultado será uma marca na sua mente de um produto que te proporcionou algo positivo.</p>
<p>É por isso que temos marcas em tudo e em todos os cantos. Não é só para que o fabricante diga que fez este ou aquele produto, é também para fixar através da experiência do uso. Uma marca, para ser forte, depende muito de um produto que proporcione uma experiência única. Conseguindo isso, bingo!</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/branding-quantas-marcas-voce-viu-hoje-lembra-de-alguma">Branding &#8211; Quantas marcas você viu hoje? Lembra de alguma?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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