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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; televisão</title>
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		<title>Propaganda II – O Retorno</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 11:38:39 +0000</pubDate>
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Olá pessoal do Galo. Hoje vou falar das campanhas publicitárias que se assemelham a um filme de terror dos anos 80. Digo isso pois elas não terminam em 30 segundos, elas seguem com uma continuação, depois outra e depois outra.
Vocês já devem ter visto uma campanha (seja ela impressa, televisiva ou web) que termina os [...]<p><a href="http://casadogalo.com/propaganda-ii-%e2%80%93-o-retorno">Propaganda II – O Retorno</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/publicidade-partes.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="200348920-001" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/publicidade-partes-thumb.jpg" border="0" alt="publicidade partes thumb Propaganda II – O Retorno" width="493" height="337" /></a></p>
<p align="justify">Olá pessoal do Galo. Hoje vou falar das <strong>campanhas publicitárias que se assemelham a um filme de terror dos anos 80</strong>. Digo isso pois elas não terminam em 30 segundos, elas seguem com uma continuação, depois outra e depois outra.</p>
<p align="justify">Vocês já devem ter visto uma campanha (seja ela impressa, televisiva ou web) que termina os dizeres “Não perca a continuação dessa história no intervalo do Fantástico” (por exemplo). Isso acontece com certa frequência, é só ficar atento aos reclames do plim plim.</p>
<p align="justify">Nesse caso, que tipos de consumidores iremos encontrar?</p>
<p align="justify">Podemos ter três tipos de clientes/telespectadores para essa peça publicitária. Pessoas que só vão ver a primeira parte, pessoas que vão ver somente a segunda parte e as que vão ver as duas partes (seja sem querer ou por vontade de ver o desfecho da peça).</p>
<p align="justify">Se formos falar do pessoal que assistiu as duas partes, o artigo iria terminar por aqui. Mas quero saber o que acontece com o primeiro e o segundo caso.</p>
<p align="justify">Hoje somos bombardeados por marcas/propagandas/guerrilhas a todo o momento. <strong>Se a empresa conseguiu a atenção do cliente por 30 segundos, pode se tornar uma vencedora</strong>. Mas o que acontece quando ela gasta esses 30 segundos falando que vai ter uma continuação? A propaganda consegue prender o consumidor no primeiro momento, mas acaba soltando-o para a próxima vinheta (quem sabe até a do concorrente).</p>
<p align="justify">Temos também o segundo caso de consumidor, que ao assistir a segunda parte da propaganda, não vai saber do que se trata, pois não tinha visto a primeira parte. Nesse caso ele fica mais perdido que cego em tiroteio!</p>
<p align="justify"><strong>Se a empresa não conseguiu fazer com que os clientes assistissem as duas peças, perdeu tempo e dinheiro, pois a mensagem será passada em partes</strong>.</p>
<p align="justify">Criar uma peça que se divide em duas ou mais partes e “exigir” que o telespectador por vontade própria acompanhe é arriscado. Ele pode se encaixar no primeiro ou no segundo caso que comentei acima e perder todo o trabalho de um bom plano de comunicação.</p>
<p align="justify">Se for realmente realizar esse tipo de publicidade, encare como desafio dobrado. Duas peças, dois momentos distintos e dois clientes, que se conectam por um mesmo conceito/ideia/produto que a empresa quer passar.</p>
<p align="justify">Só não deixem se levar, e criar uma trilogia ou mais, pois no quinto filme, o pessoal nem vai lembrar que estão vendo uma propaganda.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/propaganda-ii-%e2%80%93-o-retorno">Propaganda II – O Retorno</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Carros, disfunção erétil e a nova propaganda</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 12:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucascouto</dc:creator>
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Enquanto escrevo esse texto estou assistindo o Bom Dia Brasil, telejornal de nível nacional da Rede Globo. De cara, é engraçado perceber que a linha de venda dos espaços publicitários é óbvia. Propagandas de carros caros e de institutos para disfunção erétil alertam: o público aqui é de homens de meia-idade, classe média-alta.
Porém esse tema, [...]<p><a href="http://casadogalo.com/carros-disfuncao-eretil-e-a-nova-propaganda">Carros, disfunção erétil e a nova propaganda</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/propaganda-televisao1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="propaganda_televisao1" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/propaganda-televisao1-thumb.jpg" border="0" alt="propaganda televisao1 thumb Carros, disfunção erétil e a nova propaganda" width="480" height="257" /></a></p>
<p align="justify">Enquanto escrevo esse texto estou assistindo o Bom Dia Brasil, telejornal de nível nacional da Rede Globo. De cara, é engraçado perceber que a linha de venda dos espaços publicitários é óbvia. Propagandas de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=41_7V8X_Y8s"><span style="text-decoration: underline;">carros caros</span></a> e de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Xl3pGYJHYCs"><span style="text-decoration: underline;">institutos para disfunção erétil</span></a> alertam: <strong>o público aqui é de homens de meia-idade, classe média-alta</strong>.</p>
<p align="justify">Porém esse tema, a obviedade de certos públicos-alvo, não é a pauta de hoje (vou guardar pra um artigo futuro). A reflexão que surgiu nessa manhã foi outra.</p>
<p align="justify"><strong>Qual a função da propaganda?</strong> Os pragmáticos diriam que é ampliar as vendas dos anunciantes. Os críticos diriam que é oferecer produtos desnecessários. Eu gostaria de ir além, discutindo uma função antiga, talvez a primeira delas.</p>
<p align="justify">Originalmente a propaganda pode ser confundida com o ato de vender. Afinal, qualquer um que tentou c onvencer outra pessoa, defendendo um ponto de vista diferente, já foi um vendedor. Logo, já fez propaganda.</p>
<p align="justify">Porém, antigamente era feio fazer propaganda. Afinal, se o produto era bom, deveria “chamar” o freguês, sem demais artifícios. A solução para estimular as vendas sem parecer desesperado foi desenvolver “reclames” informativos, que apenas passavam uma <a href="http://www.almacarioca.com.br/reclames/rec84.jpg"><span style="text-decoration: underline;">informação despretensiosa</span></a>. Você podia ler no almanaque mais recente: “Já chegou o disco voador na Quitanda do José”. Ok, talvez não exatamente esse produto, mas você deve ter entendido a ideia.</p>
<p align="justify">A partir disso a propaganda evoluiu até o máximo do conceitual, em ações que mal declaram o nome do anunciante, mas que ainda assim fazem sucesso.</p>
<p align="justify">Como diria <a href="http://www.pensador.info/autor/Nizan_Guanaes/"><span style="text-decoration: underline;">Nizan Guanaes</span></a>, “seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito”. Assim evoluiu a propaganda, para os extremos. Hoje dois paradigmas contrários são os mais eficazes. De um lado a propaganda puramente conceitual, que mal cita a marca; de outro a propaganda informativa, direto das origens publicitárias.</p>
<p align="justify">Esse último caso é o das propagandas do Bom Dia Brasil. Ninguém vai assistir à propaganda da Tucson e levantar pra ir até uma concessionária. Ninguém vai anotar o número da clínica de desempenho sexual apenas por um impulso consumista (bem, pelo menos eu acho que não, mas tem tanta gente estranha por aí&#8230;).</p>
<p align="justify">Essas propagandas são informativas. Se você já queria comprar um carro, ou se já teve problemas em dar conta da patroa na noite anterior, ela apenas informa: “Oi, estamos aqui viu? Precisando de alguma coisa, é só falar”.</p>
<p align="justify">E talvez esse seja um dos últimos pilares de eficácia da propaganda televisiva, informar que determinado produto existe. Um contraste com propagandas que ainda vemos, onde não se chega em lugar algum.</p>
<p align="justify">Vamos pegar como exemplo a última peça da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=dBFfbqF2Cpk"><span style="text-decoration: underline;">Coca-Cola Zero</span></a>, onde um urso dá um showzinho cantando as vantagens do produto. Qual é o objetivo deles? Apresentar a Coca Zero? Vender uma imagem de marca? Parece-me apenas sobra de verba, e falta de criatividade/ousadia.</p>
<p align="justify"><strong>Talvez esteja aí o grande desafio da propaganda. Responder à grande questão da existência: Por que estamos aqui?</strong></p>
<p align="justify">Construir uma imagem é uma resposta. Informar o consumidor é outra. Mas sem deixar claro nossas intenções (ainda que apenas para nós mesmos), vai ser impossível criar um novo patamar para a propaganda, em tempos de internet, marketing de guerrilha, e novas tecnologias.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/carros-disfuncao-eretil-e-a-nova-propaganda">Carros, disfunção erétil e a nova propaganda</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Então o que isso tudo significa?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 14:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
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Então o que isso tudo significa?
É com a pergunta final do vídeo que começo meu artigo de hoje. Assisti algumas vezes e depois fiquei pensando em todos aqueles números, previsões, estatísticas, gráficos, curiosidades e profecias. É incrível como a humanidade evoluiu insanamente rápido nas últimas décadas, e na maior parte do tempo nós nem percebemos [...]<p><a href="http://casadogalo.com/entao-o-que-isso-tudo-significa">Então o que isso tudo significa?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/UIDLIwlzkgY&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UIDLIwlzkgY&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p align="justify"><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Então o que isso tudo significa?</strong></p>
<p align="justify">É com a pergunta final do vídeo que começo meu artigo de hoje. Assisti algumas vezes e depois fiquei pensando em todos aqueles números, previsões, estatísticas, gráficos, curiosidades e profecias. É incrível como a <strong>humanidade evoluiu insanamente rápido</strong> nas últimas décadas, e na maior parte do tempo nós nem percebemos isso. Como o próprio vídeo aponta, para quem dirigíamos todas as perguntas feitas ao Google antes dele existir? Engraçado não? Engraçado e arrepiante.</p>
<p align="justify">Reflita um pouco depois de assistir: o que você faz hoje que não fazia ano passado? Ou há dois, três anos? O que exatamente você utiliza no seu dia-a-dia e que nem imaginava possuir há algum tempo? O dado sobre estudantes acerta em cheio a minha realidade. Quando comecei a faculdade, meio digital não era ainda uma grande oportunidade e centro das atenções. E olha que isso tem apenas quatro anos, pois acabo de me formar. Se eu olhar como foram os Projetos de Conclusão de Curso feitos ano retrasado já é possível notar a diferença entre estratégias utilizadas. Incrível.</p>
<p align="justify">Os computadores então, nem se fala. Minha primeira máquina possuía 2Gb de HD. Hoje digito este artigo de um notebook muito mais leve e rápido, com 3Gb&#8230; de memória RAM. E olha que ele não é nada comparado ao que já existe no mercado (a ASUS lançou recentemente um notebook com 12Gb de RAM). Quando era pequeno eu costumava ouvir fitas cassete das bandas favoritas. Depois passei pro CDs. Hoje posso baixar mais de 600 músicas por semana tranquilamente, por tudo em um pen drive/mp3 player para ouvir onde quiser. Lembra da cena de filme americano em que um cara anda com um rádio no ombro? Faça isso hoje e veja a reação das pessoas.</p>
<p align="justify">Filmes? Hahaha. Já consigo encontrar na net uma cópia em excelente qualidade do filme “<a href="http://www.imdb.com/title/tt0458525/"><span style="text-decoration: underline;">X-Men Origins: Wolverine</span></a>” que será lançado apenas dia 30 deste mês. Um pequeno exemplo para termos noção da velocidade dessa evolução. As coisas chegam muito mais rápido e por outros meios até o consumidor final.</p>
<p align="justify">No quesito celular sou um verdadeiro primata (e o celular também). Por mais bizarro que pareça, ele basicamente fala e envia mensagens. Fim. Se eu quisesse, poderia ter um celular onde digitaria este texto e enviaria por ele mesmo. Bacana, né? Isso já está ficando ultrapassado também.</p>
<p align="justify">E o mais curioso: o vídeo é de 2008. Já está ultrapassado, bem como tudo o que você acabou de ler. E o que tudo isso significa? Significa que agora passo a palavra a vocês.</p>
<p align="justify">PS: crianças, pirataria é crime, vide <a href="http://www.psvsite.com/galeria/brief-26-pirataria-e-crime-participar-do-combate-e-absolvicao/"><span style="text-decoration: underline;">brief 27</span></a> do PSV : )</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/entao-o-que-isso-tudo-significa">Então o que isso tudo significa?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Até onde dá pra ir com um blog?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 12:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
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Essa semana assisti a uma reportagem no site da Globo que tratava sobre os blogueiros. O Marcelo Tas também postou em seu blog sobre este mesmo vídeo e acabou reparando em um detalhe: reparem na maneira que os blogueiros falam. Tá na cara que aquilo tudo foi lido e isso faz com que a reportagem [...]<p><a href="http://casadogalo.com/ate-onde-da-pra-ir-com-um-blog">Até onde dá pra ir com um blog?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/imagem-artigo-andre.jpg"><img class="alignnone" style="border: 0pt none; display: inline;" title="Casa do galo - Tabela periódica da internet" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/imagem-artigo-andre-thumb.jpg" border="0" alt="imagem artigo andre thumb Até onde dá pra ir com um blog?" width="480" height="276" /></a></p>
<p align="justify">
<p align="justify">Essa semana assisti a uma <a href="http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM923698-7823-PROFISSAO+BLOGUEIRO,00.html" target="_blank">reportagem</a> no site da Globo que tratava sobre os blogueiros. O Marcelo Tas também <a href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/arch2008-12-01_2008-12-15.html" target="_blank">postou em seu blog</a> sobre este mesmo vídeo e acabou reparando em um detalhe: <strong>reparem na maneira que os blogueiros falam</strong>. Tá na cara que aquilo tudo foi lido e isso faz com que a reportagem inteira vá pelo ralo. Não tem como dar créditos a uma reportagem que mais parece propaganda eleitoral.</p>
<p align="justify">Outra coisa ironizada por Tas foi o valor que os blogueiros (a Fernanda, sendo mais específico) ganham por mês. Segundo ela, dá pra ser independente com o que ela ganha no blog. Ok. Meu salário condiz com o que ela ganha no chamado “passatempo” e confesso: NÃO DÁ pra viver sem ter ajuda dos pais. Pelo menos não naquele padrão de vida que ela aparenta ter.</p>
<p align="justify">O Edney, do <a href="http://www.interney.net/" target="_blank">Interney Blogs</a>, afirma na reportagem que largou o emprego e virou blogueiro profissional assim que a renda publicitária ficou maior que seu antigo salário. Segundo o <a href="http://www.interney.net/?p=9764915" target="_blank">último post dele em seu blog</a>, as coisas não foram tão fáceis assim.</p>
<p align="justify">Agora vou dizer onde quero chegar. <strong>Coloco em cheque dois assuntos diferentes: o primeiro, a credibilidade da reportagem e, o segundo, até onde dá pra se manter apenas com blogs.</strong></p>
<p align="justify">Gostaria também de desejar a todos os leitores e colunistas um ótimo final de ano, já que provavelmente este é meu último artigo de 2008. Nos vemos com força total em 2009. Até lá!</p>
<p align="justify">PS: Queria agradecer a Iasnara, que me mostrou este tema quando todos aqueles que eu havia imaginado não deram certo.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/ate-onde-da-pra-ir-com-um-blog">Até onde dá pra ir com um blog?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Viagem no tempo &#8211; Marcas e seriados que marcaram minha infância</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 11:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
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Hoje saio um pouco dos assuntos normalmente abordados na casa, pois sei que aqui existem pessoas muito mais gabaritadas que eu para falar sobre temas como marketing, criação, mídia ou qualquer tema relacionado.
Ontem, sentado em uma lanchonete com alguns amigos, conversávamos sobre comidas e desenhos que estavam presentes em nossa infância. Relato aqui alguns trechos [...]<p><a href="http://casadogalo.com/viagem-no-tempo-marcas-e-seriados-que-marcaram-minha-infancia">Viagem no tempo &#8211; Marcas e seriados que marcaram minha infância</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/infancia.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="infancia" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/infancia-thumb.jpg" border="0" alt="infancia thumb Viagem no tempo   Marcas e seriados que marcaram minha infância" width="480" height="273" /></a></p>
<p align="justify">Hoje saio um pouco dos assuntos normalmente abordados na casa, pois sei que aqui existem pessoas muito mais gabaritadas que eu para falar sobre temas como marketing, criação, mídia ou qualquer tema relacionado.</p>
<p align="justify">Ontem, sentado em uma lanchonete com alguns amigos, conversávamos sobre comidas e desenhos que estavam presentes em nossa infância. Relato aqui alguns trechos da conversa em que as lembranças eram mais fortes.</p>
<p align="justify">Iniciando por comida, lembro até hoje das bolachas Hipopó, que além de sua <a href="http://img.mercadolivre.com.br/jm/img?s=MLB&amp;f=66388351_5076.jpg&amp;v=P"><span style="text-decoration: underline;">coleção de bonecos</span></a>, possuía o “Clubinho do Hipopó”, que enviava mensalmente um jornalzinho com algumas histórias, piadas, experiências cientificas, curiosidades e algumas cartinhas de fãs. Lembro até hoje que meu pai comprou inúmeros pacotes para juntarmos as embalagens suficientes e trocarmos pelo boneco. A dose foi repetida em seguida, quando minha irmã mais nova quis um igual.</p>
<p align="justify">Uma outra bolacha se chamava <a href="http://br.geocities.com/museuanos80_2/biscoito_fofy.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Fofy’s</span></a>, da Nabisco se não me falha a memória, que vinha em forma de ursinhos nos sabores chocolate e caramelo (embalagens vermelha e amarela, respectivamente). Era um saquinho a cada sentada no sofá.</p>
<p align="justify">O famoso <a href="http://bp2.blogger.com/_Bv0rxFp4Jmw/Rlo46jBUpZI/AAAAAAAAAu8/yb8kW6kqvH4/s1600-h/Kinder+Ovo+02.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Kinder Ovo</span></a> me rendeu uma boa coleção de brindes – e uma caixa contendo 250 unidades que foi presente de natal de um dos amigos da mesa – na época em que custava apenas R$1,00. Lembram dos cigarros e guarda-chuvas de chocolate? Esses sim, verdadeiras lendas comestíveis, provavelmente fizeram parte da vida de todas as pessoas.</p>
<p align="justify">E o <a href="http://br.geocities.com/museuanos80_2/lanche_fofa.jpg"><span style="text-decoration: underline;">waffer do Fofão</span></a>? Parecia ser sempre mais gostoso que qualquer outro.</p>
<p align="justify">O engraçado é ler o artigo e ver que as melhores lembranças são relacionadas a doces.</p>
<p align="justify">Mudo agora para os desenhos que eu mais gostava.</p>
<p align="justify">No topo da lista aparecem os seriados japoneses – <a href="http://paginas.terra.com.br/lazer/noiamen/jiraya2.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Jiraya</span></a>, <a href="http://polidiseno.files.wordpress.com/2007/07/jiban.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Jiban</span></a>, <a href="http://igti.files.wordpress.com/2007/12/jaspion.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Jaspion</span></a> e <a href="http://www.portalchaves.com/changeman.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Changeman</span></a> – transmitidos na TV Manchete, que renderam incontáveis tardes na casa de minha avó, sempre acompanhado de algum doce relacionado acima. Lembro que a vontade de ser um super-herói era grande.</p>
<p align="justify">Mais dois que gostava muito são <a href="http://www.michaelspornanimation.com/splog/wp-content/e/tintin.jpg"><span style="text-decoration: underline;">“As aventuras de Tin Tin”</span></a> e <a href="http://redlightnaps.files.wordpress.com/2007/07/scooby-doo.jpg"><span style="text-decoration: underline;">“Scooby-Doo”</span></a>, ambos relacionados a mistérios. No primeiro, adorava a diversidade de lugares onde ele estava e ficava ainda mais emocionado quando um capítulo não era suficiente e a história se estendia por mais dois ou três episódios. Já no segundo, os monstros, cada um mais bem bolado que o outro, e o enigma sobre quem seria a pessoa disfarçada faziam com que eu ficasse o tempo todo tentando adivinhar o suspeito. O <a href="http://images.quebarato.com.br/photos/big/4/B/BB34B_2.jpg"><span style="text-decoration: underline;">“Caverna do Dragão”</span></a> não pode ficar de fora, com seus finais polêmicos e análises em sites sobre mensagens subliminares. Até hoje fico me perguntando o que realmente aconteceu com aquela turma.</p>
<p align="justify">Voltando ao Japão, tenho três desenhos que provavelmente foram os mais marcantes na minha vida: <a href="http://mundodbz.vilabol.uol.com.br/DragonballZ.gif"><span style="text-decoration: underline;">Drangon Ball</span></a>, <a href="http://www.trickfilmwelt.de/pokemon_serie.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Pokémon</span></a> e <a href="http://galanime.com/pixposter/1201765524-Cowboy_Bebop_49.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Cowboy Bebop</span></a>. Como era divertido saber o nome de todos os personagens, raças, poderes, armas e equipamentos, disputando com os amigos sobre quem era o maior conhecedor da escola. Na maioria das vezes a brincadeira extrapolava esse limite e entrávamos na pele dos personagens, montando praticamente um desenho ao vivo.</p>
<p align="justify">Deixei os clássicos <a href="http://rinha2007.files.wordpress.com/2007/04/pernalonga4ng.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Pernalonga</span></a>, <a href="http://www.gpdesenhos.com.br/imagens/looneytunes/patolino4.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Patolino</span></a>, <a href="http://www.desenhoanimado.org/imagens/picapau.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Pica-Pau</span></a> e <a href="http://img.dailymail.co.uk/i/pix/2007/11_01/TomJerry2_468x342.jpg"><span style="text-decoration: underline;">Tom &amp; Jerry</span></a>. Esses sempre foram meus favoritos dentre todos. Não houve uma única explosão, confusão ou perseguição sem enormes gargalhadas durante toda exibição.</p>
<p align="justify">Como já é de costume, pergunto a vocês: <strong>quais outras marcas e desenhos fizeram sua infância</strong>?</p>
<p align="justify">PS: agradecimento especial aos amigos Kadu Mota, Vinicius Leite e Rafaela Pinho, pela excelente conversa de ontem à noite.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/viagem-no-tempo-marcas-e-seriados-que-marcaram-minha-infancia">Viagem no tempo &#8211; Marcas e seriados que marcaram minha infância</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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