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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; site</title>
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	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
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		<title>Falaí, CriativO</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 13:49:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Sérgio</dc:creator>
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Rá.
Mas nem tome isso como elogio. Criativo é tanta gente nesse mundo que eu só testei um novo sinônimo para “irmão”. A gente, mano, irmão, brother, é tudo criativo. Onde há um brilhinho que seja, há a tal da criatividade que nos torna comuns e humanos.
Tá certo que alguns brilham mais do que os outros. [...]<p><a href="http://casadogalo.com/falai-criativo">Falaí, CriativO</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Criatividade_psv" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/Criatividade_psv.jpg" border="0" alt="Criatividade psv Falaí, CriativO" width="350" height="315" /></p>
<p>Rá.</p>
<p>Mas nem tome isso como elogio. Criativo é tanta gente nesse mundo que eu só testei um novo sinônimo para “irmão”. A gente, mano, irmão, brother, é tudo criativo. Onde há um brilhinho que seja, há a tal da criatividade que nos torna comuns e humanos.</p>
<p>Tá certo que alguns brilham mais do que os outros. Picasso, Caetano. E a isso dá-se o nome de sucesso, status de celebridade. Uma celebridade criativa é certamente mais iluminada do que todo o <em>hall</em> das celebridades. Já outros aparentemente brilham menos ou não tiveram a atenção dos holofotes nem nos 15 minutos profetizados por Andy Warhol. São a grande massa criativa proletariada. Mas o fato é que todo mundo nasceu pra alguma coisa. Inclusive pra fazer a carinha de quero mais da Sylvia Saint num set de filme pornô.</p>
<p>Daí que eu concluí que a criatividade pessoal é um dos segredos da felicidade. “Eu crio, logo sou feliz” parece ser uma verdade universal, pois o trabalho do artesão toma-lhe finitas horas que serão recompensadas com a satisfação pela obra. Depois tem o reconhecimento dos apreciadores e compradores. Todo e qualquer ar de reverência enche o compartimento de felicidade do criador.</p>
<p>Por isso, cada um de nós veio ao mundo para criar alguma coisa direito. Nem que seja filhos. O caboclo se arranhou todo nos espinhos e criou trajes resistentes. O menino olhou pro piano, deve ter rolado uma química entre eles, na qual a mente se abriu à matemática da música e surgiu Amadeus Mozart. Dentuços horrorosos não comiam ninguém e nem gostavam de estudar, aí se apegaram à bola…</p>
<p>A chave disso tudo chama-se criatividade. O para que eu presto nesse mundo, oras. Considerar que a criatividade só existe nas artes e agências de publicidade é deformar a razão de nossa existência no planeta Ideia.</p>
<p>Embora acredito que somos sempre mais do que nossos frutos, são estes que nos tornam notórios. Estrelas e figurantes. Ser criativo não é apenas pintar Monalisa. Hoje é fazer tecnologia, <em>stand-ups comedies</em>, organizar o roteiro de suas visitas de vendas no trabalho, fazer um prato que o namorado nunca viu antes, fugir da cadeia.</p>
<p>Nunca catalogaram, mas deve existir mais de vinte mil maneiras de se usar um clips.</p>
<p>Se você pensa e chega a soluções causadoras de frissons, frissonzinhos, arrepios ou tesões de molhar calcinha considere-se, como eu, portador do gene muito mais disseminado do que o dos olhos castanhos: o DNA criativo.</p>
<p>Até nos sonhos somos gênios. Basta um bumbum empinado para a inspiração correr solta. Não à toa o Marcello Serpa não sustenta pose de deus alguma. A criatividade é para toldos. Gente come, chora, dorme, caga e cria. Como qualquer outra. Não há chamado dos céus. Não há sangue puro. Não há Olimpo. Não há trombetas. Toda mente tem os neurônios suficientes para ser extraordinária. Apesar dos “nãos” que reprimem e foram recebidos quando criança e das maconhas fumadas na juventude.</p>
<p>Somos criatividade. Da onde será que saíram tantas mentiras convincentes? Há tanta criatividade nas artes marciais que eu acho que os nós de marinheiros são as bases do jiu-jitsu. Ou vice-versa.</p>
<p>Se você ainda não descobriu a sua verdadeira vocação criativa, arregace as mangas dos sentidos, viva as osmoses que pintarem. O que te fizer feliz, tem boas chances de ser o seu dom advindo do “Espírito Criativo”.</p>
<p>O alicerce da criatividade é a intuição. Siga.<br />
A amiga número 1 é a cultura. Adquira.<br />
O alimento é a experimentação. Ouse.<br />
O inimigo é o medo. Elimine.</p>
<p>A alma é toda gente. Aceite.</p>
<p>E se por acaso a escrita sinaliza como o local em que você tem tudo para descarregar boas energias criativas, seja bem-vindo ao <a href="http://www.psvsite.com/cronicas" target="_blank">PSVsite Crônicas</a> – o site de desafios literários do PSV.</p>
<p><a href="http://www.psvsite.com/cronicas">www.psvsite.com/cronicas</a></p>
<p>Poesia. Conto. Crônica. Artigo. Microconto. Novela. Fábula. Prosa. Hai Kai. Trova. Redação. Romance.</p>
<p>Estreia próxima sexta, 26 de março.</p>
<p>Muito obrigado, criativO.</p>
<p>*</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/falai-criativo">Falaí, CriativO</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Seja assunto</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Apr 2009 13:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucascouto</dc:creator>
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Toc-toc-toc!
- Quem bate?
- É o frio!
- Não adianta bater! Eu não deixo você entrar! As Casas Pernambucanas é que vão aquecer o meu lar&#8230;
Se você tem mais de 40 anos, ou é um admirador do mundo da propaganda, deve saber do que eu estou falando. Propagandas como a citada acima permaneceram por anos na memória [...]<p><a href="http://casadogalo.com/seja-assunto">Seja assunto</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/seja-assunto.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/seja-assunto-thumb.jpg" border="0" alt="seja assunto thumb Seja assunto" width="490" height="261" title="Seja assunto" /></a></p>
<p align="justify"><em>Toc-toc-toc!<br />
- Quem bate?<br />
- É o frio!<br />
- Não adianta bater! Eu não deixo você entrar! As Casas Pernambucanas é que vão aquecer o meu lar&#8230;</em></p>
<p align="justify">Se você tem mais de 40 anos, ou é um admirador do mundo da propaganda, deve saber <a href="http://www.youtube.com/watch?v=aXo-6A3BloQ" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">do que eu estou falando</span></a>. Propagandas como a citada acima permaneceram por anos na memória popular, e até hoje são lembradas. Bem diferente do que vemos atualmente. Experimente perguntar para alguém de fora desse universo três propagandas que essa pessoa tenha gostado. Dificilmente ela vai lembrar &#8220;tantas&#8221;, ou das respectivas marcas.</p>
<p align="justify">Mas o que mudou nestes últimos 40 anos?</p>
<p align="justify">Sério, se eu realmente preciso responder essa pergunta, acho que você está no lugar errado. Favor voltar pra caverna.</p>
<p align="justify">A musiquinha da Pernambucanas era lúdica, um verdadeiro chiclete de ouvido e, com a ajuda das poucas fontes de informação de 50 anos atrás, dura até hoje no fundinho da memória, com mais uma meia dúzia de jingles. E sabe qual é o grande trunfo dos bons jingles de antigamente? Eles conseguiram virar assunto.</p>
<p align="justify">Podemos dizer que a propaganda começou mais como infomação que como argumento de vendas. Quem nunca viu os antigos cartazes de &#8220;Há emplastros na Pharmácia 7 de Setembro&#8221;?</p>
<p align="justify">Os jingles, o humor, as celebridades, tudo isso surgiu porque era necessário ir além. Com o tempo e a concorrência, não bastava anunciar – a empresa precisava chamar a atenção, se tornar assunto.</p>
<p align="justify">Um século depois (não necessariamente 100 anos, mais ainda assim um século) algumas empresas – pra não dizer agências – parecem ter esquecido a importância desse detalhe. Propagandas são veiculadas da mesma maneira que nos tempos de Jango, mas não viram assunto tão facilmente. Internet, celulares, e uma transformação do ser humano impedem o resultado de antes.</p>
<p align="justify">Hoje o diabo mora nos detalhes. Dois exemplos:</p>
<p align="justify">Me mandaram o vídeo e site da <a href="http://www.adidas.com/campaigns/originalsss2009/content/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">nova campanha da Adidas</span></a>, <em>House Party</em>. Muito bem produzida, com um site de navegação incrível, e vídeos cheios de artistas famosos. Porém mais que tudo isso, me chamou a atenção a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=MMI-3DAX-3I" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">música</span></a>, uma releitura de Beggin&#8217;, música de 1967, pelo músico francês Pilooski. Qual foi a primeira idéia que me veio à cabeça (bem óbvia por sinal)? “Onde eu baixo essa música?” Caramba, o conceito da campanha é uma FESTA, e o download da música não está disponível facilmente! <strong>Adidas FAIL</strong>!</p>
<p align="justify">Por outro lado, vi que rolou o <a href="http://www.skolsensation.com.br/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">Skol Sensations</span></a> aqui em São Paulo nesse último fim-de-semana. Pra ser sincero não me liguei muito, mas tinha ouvido falar da condição para entrar: estar vestido todo de branco. E, no caminho pra outra festa, pela quantidade de “celebrantes do ano-novo” que encontrei pela rua, imaginei quantas pessoas que não tem nada a ver com o evento foram impactadas e ouviram o nome SKOL naquela noite. Simplesmente por encontrar um bando de jovens vestidos de branco. Criatividade WIN.</p>
<p align="justify">Pode ter sido apenas uma coincidência ou uma vontade de criar um ambiente diferenciado no local do evento, mas o nome SKOL extrapolou os limites do Anhembi, e chamou a atenção de todos. Esse é o meio pelo qual as marcas se tornam assunto hoje. Com muito mais sutileza, porém ainda mais criatividade.</p>
<p align="justify">Antes bastava uma musiquinha bonita para ser assunto. But the times, they are a-changin&#8217;&#8230; E com tantas ferramentas, não deveria ser tão difícil. Twitter, Orkut, mp3, Youtube, Google Maps, não importa.</p>
<p align="justify">Use o que o mundo te dá, seja no trabalho ou no marketing pessoal, e diferencie-se. Seja assunto.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/seja-assunto">Seja assunto</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Sites não são só uma vitrine. São a porta de entrada</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 12:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Luz</dc:creator>
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Meu nome é Leonardo. Sou cronista, roteirista, redator e trabalho com Marketing Digital atualmente. Nos meus últimos três empregos trabalhei com isso: marketing digital. Isso dá mais ou menos uns três anos. Somado a isso, tenho quatro emails, perfil em nove redes sociais, assino mais de dez listas de email, participo de mais de dez [...]<p><a href="http://casadogalo.com/sites-nao-sao-s-uma-vitrine-sao-a-porta-de-entrada">Sites não são só uma vitrine. São a porta de entrada</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/atencao.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="atencao" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/atencao-thumb.jpg" border="0" alt="atencao thumb Sites não são só uma vitrine. São a porta de entrada" width="400" height="270" /></a></p>
<p align="justify">Meu nome é Leonardo. Sou cronista, roteirista, redator e trabalho com Marketing Digital atualmente. Nos meus últimos três empregos trabalhei com isso: <strong>marketing digital</strong>. Isso dá mais ou menos uns três anos. Somado a isso, tenho quatro emails, perfil em nove redes sociais, assino mais de dez listas de email, participo de mais de dez fóruns e escrevo pra uns quatro sites ou blogs, sem contar os meus dois pessoais. Então posso falar, como profissional e como usuário/consumidor: <strong>as agências “tradicionais” não fazem a menor idéia de como lidar com internet</strong>, e especificamente falando no texto de hoje, <strong>sobre construção e manutenção de sites</strong>.</p>
<p align="justify">Trabalhei oito meses na área de interatividade de uma agência tradicional aqui no Rio. Se o mercado de propaganda aqui no Rio já é ruim, imagine o mercado de internet. Primeiro ponto importante: as agências têm que entender de uma vez por todas que, ao contrário do que se ensina nas faculdades, a internet NÃO É um “meio que agrega características de todos os outros meios”. Não é, e nunca foi. O fato de a internet possuir acesso a vídeo e texto não faz dela uma mistura de TV com jornal. A abordagem é – ou teria que ser – diferente.</p>
<p align="justify">Ao contrário das mídias tradicionais, <strong>a comunicação na internet</strong> &#8211; frisando que falo nesse texto somente dos sites das empresas –<strong> não é invasiva</strong>. Quando eu compro a Super Interessante, eu não a compro pra ler anúncio. Quando eu to vendo a novela da mulher do Sílvio Santos, eu não liguei a televisão pra ver comercial. Mas quando eu entro no site da sua empresa, do seu cliente, eu QUERO saber sobre essa empresa. Eu entrei de propósito. O site não pulou em cima de mim, não atrapalhou a minha leitura nem se meteu no meio do filme que eu tava assistindo. E aqui temos o segundo ponto importante: <strong>um site NÃO TEM que chamar a atenção de ninguém. Tem que mantê-la</strong>. As pessoas entram nos sites porque querem, e os sites não precisam botar pop ups, splashes e vídeos automáticos quase sempre iguais aos comerciais da TV.</p>
<p align="justify">Se alguém entra no site, a empresa JÁ TEM a sua atenção. O importante agora é mantê-la. Simples. E não se mantém a atenção de alguém que entra no seu site repetindo a comunicação das outras mídias. Quem está na internet quer, via de regra, interação. Quer falar com a marca, quer ouvir a marca. Não quer ver de novo o comercial que viu <a href="http://casadogalo.com/o-intervalo/" target="_blank">no intervalo</a> da novela ontem, nem quer ler o anúncio do jornal de hoje de manhã. Quem entra no site de uma empresa quer uma comunicação de duas vias, não-invasiva e com interatividade. Quer sentir que ali, ao contrário do que acontecia com a publicidade tradicional, a marca lhe dá atenção, fala com ele, o escuta, cria coisas diferentes. Um site não é um local onde se deve tão somente entulhar informações e espalhar propaganda sobre a marca. O consumidor já está lá, ele não precisa mais de propaganda. A partir do momento em que ele entra no seu site ele precisa ser mantido lá.</p>
<p align="justify">E como se mantém um usuário em um site? Sem dúvidas não é jogando promoções voadoras ou comerciais barulhentos em cima dele. <strong>Um usuário se mantém em um site pelo conteúdo</strong>. Conteúdo interessante, pertinente. Ah, e exclusivo. A internet carece de, e merece, conteúdo exclusivo sempre. E aqui, sem querer ser repetitivo, interatividade é a palavra-chave. Um site deve falar COM o consumidor antes de falar DA marca.</p>
<p align="justify">Se eu entro no site da <a href="https://www.ford.com.b/">Ford</a> pra saber informações sobre um carro, eu não quero uma promoção com um ano de IPVA grátis pulando na minha cara, porque isso acontece na TV, nos jornais. Na internet eu quero exatidão, conteúdo interativo, quero somente informações sobre um carro. E se ao chegar lá eu consigo informações relevantes e interessantes sobre o que eu quero, com, por exemplo, <strong>um chat ao vivo, um tour 360° e um fórum onde usuários trocam informações sobre o carro, eu vou ficar nesse site</strong>. E vou voltar, e vou recomendá-lo. Mas se eu chego lá e o site é um labirinto, confuso, engessado, chato, pesado, eu saio e vou procurar em outro lugar. E esse site perdeu a minha atenção pra sempre.</p>
<p align="justify">Por que hoje, no Brasil, os fóruns e o Orkut são a maior fonte de informações quando queremos comprar um produto? Por que, há um mês atrás, ao decidir comprar um Cajón, eu procurei no Orkut? <strong>Por que nas redes sociais e nos fóruns eu encontro interatividade, conteúdo próprio de internet e nada que me lembre, nem de longe, a chatice e a inconveniência da publicidade tradicional</strong>. Se hoje você quisesse comprar um carro, você ia entrar no site da montadora ou ia procurar um fórum sobre carros ou alguma comunidade em uma rede social formada por usuários desse carro? Bingo.</p>
<p align="justify">O desafio dos sites é torná-los tão interessantes e agradáveis quanto as redes sociais e os chats e tudo mais que faz sucesso na internet. Se você consegue que, ao decidir comprar um carro, eu entre no site da sua montadora, ao invés de procurar um fórum independente ou alguma comunidade de usuários, você teve sucesso. E esse deve ser o objetivo de todo site. Não atrair o usuário, mas mantê-lo e virar referência de conteúdo.</p>
<p align="justify">Mas parece que as agências brasileiras tradicionais ainda vêem a internet como um “combo” de TV + mídia impressa + rádio, e só usam os sites das empresas pra espalhar o conteúdo produzido pras outras mídias. <strong>Poucos são os que são sites de verdade, e não um depósito de conteúdo chato e invasivo</strong>. E esses poucos que se sobressaem têm uma vantagem enorme na conquista pelo consumidor. E essa vantagem pode ser irreversível.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/sites-nao-sao-s-uma-vitrine-sao-a-porta-de-entrada">Sites não são só uma vitrine. São a porta de entrada</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Para ser digital é preciso viver o digital</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 12:07:34 +0000</pubDate>
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Entre os séculos XVIII e XIX, surgiu na Europa uma corrente lingüística denominada gramática comparativa, que tinha como objetivo estudar as relações e similaridade entre as palavras de várias línguas da época, como o grego, o latim, o alemão e o sânscrito &#8211; língua das escrituras sagradas da Índia.
Essa corrente surgiu do contato de lingüistas [...]<p><a href="http://casadogalo.com/para-ser-digital-e-preciso-viver-o-digital">Para ser digital é preciso viver o digital</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterparaserdigitalprecisoviverodigital-800adigital-3.jpg" border="0" alt="windowslivewriterparaserdigitalprecisoviverodigital 800adigital 3 Para ser digital é preciso viver o digital" width="480" height="240" title="Para ser digital é preciso viver o digital" /></p>
<p>Entre os séculos XVIII e XIX, surgiu na Europa uma corrente lingüística denominada <strong>gramática comparativa</strong>, que tinha como objetivo estudar as relações e similaridade entre as palavras de várias línguas da época, como o grego, o latim, o alemão e o sânscrito &#8211; língua das escrituras sagradas da Índia.</p>
<p>Essa corrente surgiu do contato de lingüistas europeus com o trabalho feito no estudo do sânscrito por estudiosos indús. O trabalho feito na índia era tão avançado que permitiu aos estudiosos da época teorizar sobre uma língua comum de onde se haviam originado tanto o sânscrito, quanto várias das línguas antigas da Europa.</p>
<p>As comparações se davam na forma como as palavras eram escritas, ou ainda, como determinados sons em uma língua haviam “se tornado” sons diferentes em outras. Para a gramática comparativa, a semântica das palavras não era muito relevante, ou seja, o sentido que a palavra tinha era secundário em relação às semelhanças de grafia.</p>
<p>Pode parecer que não há nenhuma relação entre a história da lingüística e a publicidade na web, mas pelo contrário, estamos revisitando o pensamento comparativista de séculos atrás.</p>
<p>Mídias sociais, blogs, conteúdo criado pelo usuário, são o sânscrito de nosso tempo. Sobretudo para as empresas, que têm feito um esforço cego para entender o que ali se passa.</p>
<p>Vimos, desde o surgimento da internet comercial, um grande número de tentativas de se criar um paralelo do mundo real no mundo virtual, banners, pop-ups, intersticiais, conteúdo pago, uma versão digital do nosso mundinho físico. Agora temos, senão uma vida virtual, mas uma extensão do mundo real que não tem mais relação direta com ele.</p>
<p>Trabalho com a internet desde 95 e por algum tempo fui resistente à web 2.0, achei que ela seria, assim como outros modismos que surgiram na rede, passageira. Mas, no final do ano passado, resolvi mergulhar nesse mundo e, se posso oferecer aqui meu testemunho, me senti como um peixe em um oceano de possibilidades.</p>
<p>E na verdade é sobre isso que esse texto trata, sobre a necessidade de viver esse mundo para poder saber como se comunicar nele. Pergunte a um profissional de marketing se ele tem um blog, pertence a uma rede social, uma conta no YouTube ou algo do gênero. A maioria deles irá responder não para pelo menos 70% das perguntas. Como então querem se comunicar se nem sabem exatamente o que esse mundo é?</p>
<p>Se fizermos essas mesmas perguntas para empresas e seus donos o índice de nãos será provavelmente ainda maior.</p>
<p>Para ser digital é preciso viver o digital. Para sua empresa ser digital ela precisa estar lá participando, interagindo, compartilhando com a rede. Há dois anos ter um site era bom, hoje é o mínimo, ou quase nada.</p>
<p>Se você trabalha com comunicação de marketing, está lendo esse texto e respondeu não para a maior parte das perguntas, não perca tempo, nem troque de roupa, mergulhe de cabeça.</p>
<p>Para apreender o que significa essa nova internet, não basta comparar com o que você conhece. Você precisa estar lá.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/para-ser-digital-e-preciso-viver-o-digital">Para ser digital é preciso viver o digital</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>O Job da Arte</title>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2008 11:40:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wilson</dc:creator>
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Marc Riboud &#8211; 1967 &#8211; Agência Magnum
Vou tomar como exemplo o advento da fotografia, uma fabulosa história que todos devem conhecer, ou poderia até classificar como um épico, o interminável debate sobre a fotografia ser considerada ou não como arte, onde se digladiavam violentamente artistas, artesãos e a elite intelectual da época.
A fotografia já está [...]<p><a href="http://casadogalo.com/o-job-da-arte">O Job da Arte</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterojobdaarte-7856foto-paz-3.jpg" border="0" alt="windowslivewriterojobdaarte 7856foto paz 3 O Job da Arte" width="480" height="320" title="O Job da Arte" /><br />
<span style="font-size: xx-small;">Marc Riboud &#8211; 1967 &#8211; Agência Magnum</span></p>
<p><em>Vou tomar como exemplo o advento da fotografia, uma fabulosa história que todos devem conhecer, ou poderia até classificar como um épico, o interminável debate sobre a fotografia ser considerada ou não como arte, onde se digladiavam violentamente artistas, artesãos e a elite intelectual da época.</em></p>
<p>A fotografia já está tão incorporada ao nosso quotidiano que não nos induz mais, tão fervorosamente, à sua reflexão e sobre seu status como arte. Mas no princípio, chegou a ser taxada como obra do demônio. E ser ou não considerada como arte gerou assunto e discussões para muitas novelas.</p>
<p>Isso me faz acreditar na importância <em>sine qua non</em> do publicitário para a história! Pois, na minha humilde concepção, só há estardalhaço onde não há “job”! Portanto, como não me falta “job”, preciso ser prático em tudo que faço. Para apresentar minhas dicas, far-se-á necessário expor a minha concepção de arte: a arte é um recurso criativo para uma melhor compreensão de mundo!</p>
<p>Minha primeira dica é o site <a href="http://www.sasi.group.shef.ac.uk/worldmapper/" target="_blank">World Mapper</a>, que pode parecer um mash-up utilizando o Google Earth, mas trata-se de um projeto que permite ver o mapa-múndi desenhado de acordo com critérios de consumo, produção, população, saúde, educação, dentre outros; onde o tamanho de cada país é proporcional à sua participação no critério selecionado. Ao invés de gráficos e números, uma forma alternativa de representação artística sobre uma reflexão sobre o mundo que auxilia bastante as pesquisas na área de Planejamento.</p>
<p><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterojobdaarte-7856555-3.png" border="0" alt="windowslivewriterojobdaarte 7856555 3 O Job da Arte" width="480" height="240" title="O Job da Arte" /></p>
<p><span style="font-size: xx-small;">No mapa acima, o tamanho de cada território corresponde à proporção de católicos residentes no país</span></p>
<p>A segunda é o <a href="http://www.locativepainting.com.br/?l=portugues" target="_blank">Locative Painting</a> – uma pintura interativa (ou 2.0, o termo da moda) que pode ser interpretada como um mapa na web criado através da interação das pessoas que fornecem o CEP, através do site ou por SMS, que é demarcado por uma “pincelada” de uma determinada cor. Assim, a pintura (ou mapa) muda conforme a localidade do participante. Esse trabalho da artista <a href="http://www.pucsp.br/pos/tidd/internas/noticias/martha_gabriel_curriculo.html" target="_blank">Martha Gabriel</a> foi exposto no Nokia Trends 2007.</p>
<p><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterojobdaarte-7856local-painting-3.jpg" border="0" alt="windowslivewriterojobdaarte 7856local painting 3 O Job da Arte" width="480" height="301" title="O Job da Arte" /></p>
<p><span style="font-size: xx-small;">No mapa acima, cada cor identifica a localidade dos participantes</span></p>
<p>Como podemos ver, o World Mapper já tem sua finalidade bem definida, enquanto o Locative Painting está aberto há imaginação e aplicabilidade de quem o vê! Assim como a fotografia foi adquirindo sua função através da história. Acredito que esse deva ser o objetivo real da web e da arte – ou da web-arte, como um todo – sujeita a muitos avatares e interpretações, de proporcionar uma nova reflexão e de facilitar o “job nosso de cada dia”.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/o-job-da-arte">O Job da Arte</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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