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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; internet</title>
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	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
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		<title>Mídias Sociais &#8211; Tá falando comigo?</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 20:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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Tcham! Lá vou eu falar de Mídias Sociais. Assunto meio &#8220;perigoso&#8221; já que surgiram tantos experts no assunto em tão pouco tempo. Fiquei preocupado. Aí pensei em abrir as dezenas de sites que existem sobre o assunto. Aí desisti. Aí sai na rua e perguntei para o padeiro, para o taxista, para a tia que [...]<p><a href="http://casadogalo.com/midias-sociais-ta-falando-comigo">Mídias Sociais &#8211; Tá falando comigo?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="midias_sociais_publicidade" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/midias_sociais_publicidade.jpg" border="0" alt="midias sociais publicidade Mídias Sociais   Tá falando comigo?" width="500" height="308" /></p>
<p>Tcham! Lá vou eu falar de Mídias Sociais. Assunto meio &#8220;perigoso&#8221; já que surgiram tantos experts no assunto em tão pouco tempo. Fiquei preocupado. Aí pensei em abrir as dezenas de sites que existem sobre o assunto. Aí desisti. Aí sai na rua e perguntei para o padeiro, para o taxista, para a tia que vende coxinha, para minha mãe e para empregada. E voltei para escrever este texto.</p>
<p>Minha pequena (mas importante) pesquisa revelou que<span style="text-decoration: underline;"> tudo que é definido é limitado</span>. Explico: a tia da coxinha tem um computador em casa que não sabe usar (é da filha) mas todo dia <span style="text-decoration: underline;">cria e troca um conteúdo gerado por ela mesma</span>: coxinhas recheadas com diferentes complementos. Troca pelo quê? Por dinheiro. Seria isso o mesmo que User Generated Content (UGC), ou seja, <span style="text-decoration: underline;">Conteúdo Gerado pelo Utilizador</span>? Ela não sabe e continua vendendo suas coxinhas do mesmo jeito.</p>
<p>Expliquei para a empregada o que era Web 2.0. Eu não disse que &#8220;Web 2.0 é um termo criado em 2004 por uma empresa para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a &#8220;web como plataforma&#8221;, envolvendo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wiki">wikis</a>, aplicativos baseados em <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Folksonomia"><em></em></a><em><a>folksonomia</a></em>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social#Redes_Sociais_na_Internet"></a><a>redes sociais</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tecnologia_da_Informa%C3%A7%C3%A3o"></a><a>Tecnologia da Informação</a>&#8220;. Disse que era um lugar para conhecer pessoas e trocar idéias, um lugar para se divertir. Aí ela entendeu. O salão de forró que ela frequenta nos fins de semana faz a mesma coisa.<br />
Os demais exemplos seguem a mesma linha.</p>
<p>A &#8220;revolução&#8221; das Mídias Sociais parece tão inovadora quanto a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Telefone">invenção do telefone</a> pelo italiano <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antonio_Meucci">Antonio Meucci</a> por volta de 1860. E realmente é porque blá, blá e blá mas não se trata de uma revolução. É apenas a <span style="text-decoration: underline;">evolução</span> de dois sistemas que se encontraram: a mídia e a sociedade. Então porque as empresas continuam como aquele urso do desenho animado que corre com o corpo para um lado e a cabeça para o outro?</p>
<p>Ok, Fique comigo e não faça essa cara zangadinho(a) porque acabou de contratar um &#8220;especialista em Mídias Sociais&#8221;. O buraco é mais embaixo. Levou um bom tempo para sociedade aprender como usar o telefone e mais ainda para se acostumar com ele como <span style="text-decoration: underline;">uma solução de comunicação</span>. Precisamos do especialista como UGCs? Não. E como empresas? Sim, mas com reservas.</p>
<p>Enquanto as empresas continuarem seguindo apenas os modismos da tecnologia sem aprimorar o seu próprio conteúdo, teremos o que se viu no <a href="http://updateordie.com/blog/2010/05/31/fechou-o-tempo-pra-twix/">flash mob de uma famosa marca de chocolate</a>: um fiasco. Parece que tanto empresas quanto agências se esquecem que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Meios_de_comunica%C3%A7%C3%A3o#M.C3.ADdia">mídia</a> significa &#8220;aquele que está no meio&#8221;. <span style="text-decoration: underline;">Para uma empresa o &#8220;aquele&#8221; deveria ser o cliente e não a ferramenta.<br />
</span><br />
Para mídias sociais como o Twitter e o Facebook, o cliente chama-se mundo. E no mundo existem gregos, troianos e corintianos. Nem o melhor especialista em mídias sociais conseguiria agradar essa gente toda. Então pare de colocar a sua empresa em cada nova mídia social que aparece. Não vai dar certo. <span style="text-decoration: underline;">Invista nas pessoas</span>.</p>
<p>Contrate mais pessoas de diferentes idades e segmentos que representem o seu consumidor. Converse com elas ao vivo, off line, olho no olho. Na agência, convide o Mídia para assistir palestras de gente legal como a do <a href="http://www.tedxsaopaulo.com.br/augusto-de-franco/">Augusto de Franco</a> no TEDx São Paulo. Aproveita e leva a Pesquisa e o Planejamento também. Pessoas sempre serão as melhores ferramentas de comunicação.</p>
<p>Ou escolha achatar a sua mensagem no melhor estilo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arrast%C3%A3o_%28pesca%29">arrastão</a>, não trabalhar com uma boa agência de propaganda que tenha um planejamento eficente (leia-se logística e pesquisa) e dê para o seu cliente papel picado quando ele espera chocolate. Para empresas assim, que continuam achando que só a ferramenta é suficiente, fiquem fora das mídias sociais: lá, ninguém quer falar com vocês.</p>
<p>*</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/midias-sociais-ta-falando-comigo">Mídias Sociais &#8211; Tá falando comigo?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Mídia Social faz diferença</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 14:49:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
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Há algum tempo vejo na internet um certo preconceito quando alguém se intitula “Especialista em Mídias Socias”. Isso já apareceu inclusive como #coisadepobre no Twitter. Se é coisa de pobre eu não sei, mas definitivamente é #coisadofuturo.
Só ontem li dois textos muito interessantes sobre o crescimento das mídias sociais no Brasil e no mundo. Vou [...]<p><a href="http://casadogalo.com/midia-social-faz-diferenca">Mídia Social faz diferença</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p>Há algum tempo vejo na internet um certo preconceito quando alguém se intitula “Especialista em Mídias Socias”. Isso já apareceu inclusive como #coisadepobre no Twitter. Se é coisa de pobre eu não sei, mas definitivamente é #coisadofuturo.</p>
<p>Só ontem li dois textos muito interessantes sobre o crescimento das mídias sociais no Brasil e no mundo. Vou compartilhar com vocês alguns pontos interessantes.</p>
<p><strong>1. Estima-se que, no Brasil, cerca de 29 milhões de pessoas estejam em alguma rede social. </strong>Para um páis com população próxima dos 200 milhões, isso é muita coisa. Principalmente se levarmos em consideração o tempo mínimo que essas redes sociais tem de vida. O Orkut, provavelmente a mais antiga por aqui, acaba de completar 6 anos.</p>
<p><strong>2. A explosão do Twitter e Facebook no Brasil. </strong>Esses dois movimentaram 6 milhões de usuários no país. Mas o Orkut ainda reina soberano. Aqui vale um adendo: tem gente achando que Orkut morreu e que não vale mais a pena investir nele. Talvez seja melhor rever alguns conceitos. É impressionante a quantidade de pessoas que entram na internet apenas para fuçar no Orkut.</p>
<p><strong>3. Um gráfico </strong>que mostra como o uso de mídias sociais vem crescendo:</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/clip_image002.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/clip_image002.jpg"><img style="border: 0px none; display: inline;" title="clip_image002" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/clip_image002_thumb.jpg" border="0" alt="clip image002 thumb Mídia Social faz diferença" width="500" height="419" /></a></p>
<p><img src="https://mail.google.com/mail/?name=d33be9805ff33117.jpg&amp;attid=0.1&amp;disp=vahi&amp;view=att&amp;th=1266f751e3db2e8a" alt=" Mídia Social faz diferença" width="1" height="1" title="Mídia Social faz diferença" /></p>
<p><strong>4. Um segundo gráfico</strong> que mostra a audiência das mídias sociais e o tempo médio gasto nelas:</p>
<ul><img src="https://mail.google.com/mail/?name=d33be9805ff33117.jpg&amp;attid=0.1&amp;disp=vahi&amp;view=att&amp;th=1266f751e3db2e8a" alt=" Mídia Social faz diferença" width="1" height="1" title="Mídia Social faz diferença" /></ul>
<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/clip_image0026.jpg"></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/clip_image0026.jpg"><img style="border: 0px none; display: inline;" title="clip_image002[6]" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/clip_image0026_thumb.jpg" border="0" alt="clip image0026 thumb Mídia Social faz diferença" width="500" height="281" /></a></p>
<p>Viu só, somos o terceiro país no uso de mídias sociais. Quem sabe um dia não vemos um comercial parecido com este abaixo, só que recheado de redes sociais?</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7-khPH3sDak&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/7-khPH3sDak&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Fontes utilizadas para este artigo: <a href="http://ow.ly/10GeH"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></a> e <a href="http://blog.nielsen.com/nielsenwire/global/led-by-facebook-twitter-global-time-spent-on-social-media-sites-up-82-year-over-year/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed:+NielsenWireOnlineMobile+%28Nielsen+Wire+%C2%BB+Online+%26+Mobile"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></a>.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/midia-social-faz-diferenca">Mídia Social faz diferença</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Jornalistas e blogueiros, vamos fazer diferente em 2010?</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 10:52:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tarcizio</dc:creator>
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O título do meu pequeno texto já  vai deixar muita gente de sobrancelha erguida. Antes de tudo um esclarecimento: sou blogueiro, como podem ver. Além da Casa do Galo, mantenho outros dois blogs e já passei por quase uma dezena. Aqui não é uma questão de classe profissional (ou semi-profissional ou amadora). Também pude pegar [...]<p><a href="http://casadogalo.com/jornalistas-e-blogueiros-vamos-fazer-diferente-em-2010">Jornalistas e blogueiros, vamos fazer diferente em 2010?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="jornalistas" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/jornalistas.jpg" border="0" alt="jornalistas Jornalistas e blogueiros, vamos fazer diferente em 2010?" width="500" height="313" /></p>
<p>O título do meu pequeno texto já  vai deixar muita gente de sobrancelha erguida. Antes de tudo um esclarecimento: sou blogueiro, como podem ver. Além da Casa do Galo, mantenho outros dois blogs e já passei por quase uma dezena. Aqui não é uma questão de classe profissional (ou semi-profissional ou amadora). Também pude pegar algumas disciplinas de jornalismo na minha faculdade, onde meu curso de Produção Cultural divide parte da grade com o de Jornalismo.</p>
<p>Dirijo meu texto a jornalistas e blogueiros que falam sobre “tecnologia”, “internet”, “mídias sociais” ou, me proteja, de “social media” (estrangeirismo desnecessário). Seja qual for a editoria ou categoria, muito do que tem sido escrito sobre a internet carece muito de rigor. Então falo pros jornalistas e blogueiros, profissionais ou não – que são quem tem mais poder de voz (ou seria de escrita?) e alcance na internet. (Antes de me apedrejarem: não digo que isso é algo exclusivo na internet. Na verdade acredito que existem mais incongruências no jornalismo impresso e televisivo. Mas, como consumo mais internet, é de onde e para onde posso falar.)</p>
<p>Adoro o Jornalismo. E os jornalistas. Os de verdade. E isso não tem nada a ver com diploma ou não. Conheço muitos blogueiros por aí que ainda estão no ensino médio e fazem textos melhores e mais rigorosos que editores-chefes de grandes jornais. Os “jornalistas” que gosto são os que não fazem tudo por uma manchete. O mito da objetividade jornalística já foi, faz muito, deixado pra trás. Não existe nada objetivo. Mas apuração, rigor e análise são indispensáveis pra quem quer ter alguma credibilidade. Porém, dois tipos de “manchetes” continuaram a ganhar as telas em 2009, desgraçadamente:</p>
<p>1) A manchete “oba oba”: Tudo é lindo, maravilhoso. Os números chamativos deram muitas manchetes furadas em 2009. Teve jornalista da Folha dizendo que Farmville tinha mais alcance do que BuddyPoke no Brasil. Teve blogueiro “grande” dizendo que o Twitter é mais acessado que o Orkut pelas terras tupiniquins&#8230;</p>
<p>2) A manchete “funerária”: Blogs morrerão, disse fulano. Redes sociais estão definhando, disse sicrano. Matem os jornais impressos! Essas frases são títulos de posts e artigos desde o século passado, cada vez mais longe. Mas quem escreve esse tipo de coisa parece que esqueceu que disseram o mesmo sobre o Cinema quando a TV foi inventada. E disseram o mesmo sobre a TV quando a internet surgiu&#8230;</p>
<p>Vamos evitar esse tipo de coisa. Você,  blogueiro. Você, jornalista da Folha, Idgnow, Adnews&#8230; Tanto o “oba oba” quanto a suposta “matança” é prejudicial para o mercado, porque são inexatas. Enquanto quem trabalha diretamente com a internet sofre com a desinformação incentivada, você perde credibilidade. Então, amigo comunicador, vamos ser mais rigorosos em 2010. Vamos apurar melhor. Analisar mais os fatos, dados e tendências. Que esse pequeno protesto aqui surta algum efeito. É bom para o mercado jornalístico, blogueiro, publicitário e toda a comunicação.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/jornalistas-e-blogueiros-vamos-fazer-diferente-em-2010">Jornalistas e blogueiros, vamos fazer diferente em 2010?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Desenha-me um resultado</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 12:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tarcizio</dc:creator>
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“Três e dois são cinco. Cinco e sete, doze. Doze e três, quinze. Bom dia. Quinze e sete, vinte e dois. Vinte e dois e seis, vinte e oito. Não há tempo para acender de novo. Vinte e seis e cindo, trinta e um. Uf! São pois quinhentos e um milhões, seiscentos e vinte e [...]<p><a href="http://casadogalo.com/desenha-me-um-resultado">Desenha-me um resultado</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><em><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/carneiro_caixa_principe.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; border-top: 0px; margin-right: auto; border-right: 0px" title="carneiro_caixa_principe" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/carneiro_caixa_principe_thumb.jpg" border="0" alt="carneiro caixa principe thumb Desenha me um resultado" width="500" height="162" /></a></em></p>
<blockquote><p><em>“Três e dois são cinco. Cinco e sete, doze. Doze e três, quinze. Bom dia. Quinze e sete, vinte e dois. Vinte e dois e seis, vinte e oito. Não há tempo para acender de novo. Vinte e seis e cindo, trinta e um. Uf! São pois quinhentos e um milhões, seiscentos e vinte e dois mil, setecentos e trinta e um”.<br />
</em>– O ‘homem de negócios’ do livro <em>O Pequeno Príncipe</em>, que conta, conta, conta e não sabe o porquê de estar contando</p></blockquote>
<p>Uma das grandes discussões sobre a qual todos profissionais e analistas <em>wannabe</em> travam sobre mídias sociais são suas métricas. Ou a falta delas, em alguns casos. Mas isso é apenas um ledo engano. Métricas para mídias sociais estão tão avançadas quanto métricas para mídia online, como links patrocinados.</p>
<p>Um dos problemas é o “oba oba” que alguns jornalistas e, pasmem, alguns publicitários fazem em torno de dados que dão uma boa manchete, ao invés de utilizar seu tempo para produzir conteúdo e pesquisar sobre novos modos de desenvolver e apresentar métricas. Nas últimas semanas pipocaram dados sobre os jogos sociais no Facebook. Algumas matérias chegam ao ponto de dizer que os jogos sociais lá já superaram os aplicativos sociais mais famosos por aqui, como BuddyPoke. Triste (ou mesmo canalha) erro de quem se pauta apenas por veículos estrangeiros e não analisa dados. O mercado de aplicativos sociais no Orkut vai bem, algumas empresas e desenvolvedores estão se beneficiando disso. E os clientes que são atendidos por publicitários mais preocupados com números brilhantes e ocos estão a ver navios.</p>
<p>Outro <em>buzz</em> foi a publicação da tradução de um artigo de um site estrangeiro, o MediaPost, de “<em>100 Ways to Measure Social Media</em>”. O post que rodou dezenas de blogs brasileiros com o título “100 maneiras de medir o impacto em mídias sociais” ou “100 métricas para mídias sociais” se deslumbra e tenta deslumbrar pelo número, mas com pouca qualidade de fato. De que adianta listar cem indicadores de diferentes níveis, plataformas, objetivos diferentes, sem uma organização ou reflexão sobre? Enquanto isso, o documento “<em>Social Media Ad Metrics</em>”, da Interactive Advertising Bureau, que é um excelente guia com descrições organizadas e sólidas de cada métrica proposta, não conseguiu quase nenhuma atenção brasileira. E o porquê disso, infelizmente, é simples. Preguiça e vontade de deslumbrar com facilidade, mas sem valor.</p>
<p>Retomando a referência a <em>O Pequeno Príncipe</em>, saiba mostrar seu carneiro. A história de desenhar a caixa, ao invés do carneiro, é linda para falar sobre imaginação. Mas não sobre resultados. E uma caixinha bonitinha, por mais que seja bonitinha, é apenas uma caixa. Ao invés de oba oba, faça um trabalho bom. Não desenhe a caixa. Desenhe o resultado.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/desenha-me-um-resultado">Desenha-me um resultado</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Parem de contar cliques</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>patrick</dc:creator>
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Vejo com certa frequência relatórios de resultados de campanhas que usam a web como principal mídia. A apresentação começa com os números de acesso, passa pelos pageviews, pincela o tempo gasto no determinado site e fecha com a “nova mania da galera”, o Twitter, e os comentários sobre a campanha no microblog.
Tudo uma grande baboseira [...]<p><a href="http://casadogalo.com/parem-de-contar-cliques">Parem de contar cliques</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p>Vejo com certa frequência relatórios de resultados de campanhas que usam a web como principal mídia. A apresentação começa com os números de acesso, passa pelos pageviews, pincela o tempo gasto no determinado site e fecha com a “nova mania da galera”, o Twitter, e os comentários sobre a campanha no microblog.</p>
<p>Tudo uma grande baboseira ensaiada.</p>
<p>Esse roteiro de apresentação é usado para justificar o gasto feito em campanhas na web, que no final se torna o famoso “faz-me rir”. Afinal, vamos aos fatos, se uma ação na web não converteu em vendas (oriundas da ação), o investimento gasto não serviu para nada.</p>
<p>Já consigo ouvir alguém no fundo falando: “Mas você tem que considerar que as pessoas estão falando sobre a marca na web, e isso não importa?”. Lógico que importa, mas somente nos casos em que a ação for feita para se trabalhar branding, coisa que nunca é. Se algum momento a campanha for vendida com o intuíto de aumentar a participação da marca em novos mercados ou aumentar a base de clientes, não me mostre cliques,<strong> show me the money</strong>.</p>
<p>Mas não fiquem assustados, pequenos galináceos. Não precisam jogar fora dos dados já mensurados, pois mostrar taxa de visitantes únicos ainda é aceito em mesas de diretoria. Muita gente com o poder de decisão nas empresas ainda acredita nessas papagaiadas que o “pessoal antenado de internet” diz.</p>
<p>Mas não devemos nos contentar com isso. Devemos entender o real motivo de se ter uma campanha na web, e mostrar os resultados que são relevantes. Mostrar os dados que realmente trazem um diferencial para a marca ou produto.</p>
<p>Espero que um dia, leitores da Casa, quando estiverem do outro lado da cadeira (se é que já estão), não fiquem deslumbrados com um bando de números vindos de resultados de uma campanha na web, apenas busquem um número, o do bottom line.</p>
<p>Vendeu mais ou não vendeu?</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/parem-de-contar-cliques">Parem de contar cliques</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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