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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; imprensa</title>
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		<title>Cadê o meu crachá?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 12:31:19 +0000</pubDate>
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Não bastasse a preocupação com a versão “bruta” das informações e a complicação para acompanhar a relevância dos fatos, a confusão deliberativa do Senado reforçou ainda mais a autonomia do homem (virtual) replicador de informações e deu um golpe na “moral” da imprensa tradicional.
Confesso, pensei ouvir o oposto. Que agora haveria obrigatoriedade na formação do [...]<p><a href="http://casadogalo.com/cade-o-meu-cracha">Cadê o meu crachá?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/liberdade_imprensa.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/liberdade_imprensa_thumb.jpg" border="0" alt="liberdade imprensa thumb Cadê o meu crachá?" width="480" height="292" title="Cadê o meu crachá?" /></a></p>
<p align="justify">Não bastasse a preocupação com a versão “bruta” das informações e a complicação para acompanhar a relevância dos fatos, a confusão deliberativa do Senado reforçou ainda mais a autonomia do homem (virtual) replicador de informações e deu um golpe na “moral” da imprensa tradicional.</p>
<p align="justify">Confesso, pensei ouvir o oposto. Que agora haveria obrigatoriedade na formação do produtor de conteúdo, tamanho descabimento da medida. O nosso jornalismo precisava mesmo disso? Apesar de assustada, ruminando lentamente, sinto que sim. Principalmente por boa parte ter se prostituído nos desmandos de veículos-cafetões (e haverem muitos jornalistas-práticos).</p>
<p align="justify">Longe de imaginar o intuito real dos nobres senadores&amp;cia, ver a democracia se materializar (mesmo sutilmente) é positivo. Enquanto aqui afrouxam, na China, por exemplo, redobram o nó na corda da liberdade de expressão.</p>
<p align="justify">Sabemos que a comunicação é a maior fonte de poder e a alienação ainda é  a melhor arma de controle. Conspirações à parte, antes de tudo, é preciso atentar para a grande diferença entre simples opinião (e/ou falácia) e investigação. Bem como, verdade dos fatos ou falsas imparcialidades.</p>
<p align="justify">Até por isso sou a favor de uma abertura web-midiática cada vez maior. Por outro lado, não sou contra a imprensa tradicional – salvo, a impressa &#8211; aquela que suja o dedo, vira lixo antes das 10h. Reconheço que é preciso separar claramente e valorizar quem se preocupa, apura os fatos e busca material concreto antes de emitir uma opinião, de quem se alimenta exclusivamente das buscas do Google.</p>
<p align="justify">Comunicar, é  muito mais que reportar o que acontece, é básico ter espírito ético e comprometimento social – com ou sem diploma, na Globo ou na Lan House da esquina.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/cade-o-meu-cracha">Cadê o meu crachá?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Jornal digital: ser ou não ser gratuito, eis a questão</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 16:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
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Começo o artigo hoje com uma citação retirada da entrevista que o Meio &#38; Mensagem dessa semana realizou com Paulo Markun, diretor-presidente da Fundação Padre Anchieta:

“Quem entrar na internet hoje vai errar e vai acertar. A Função de um instituição é investigar, segmentar, testar, experimentar, descobrir novos formatos, errar, voltar atrás, mudar, dentro da lógica [...]<p><a href="http://casadogalo.com/jornal-digital-ser-ou-nao-ser-gratuito-eis-a-questao">Jornal digital: ser ou não ser gratuito, eis a questão</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/pirataria-jornal.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="pirataria_jornal" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/pirataria-jornal-thumb.jpg" border="0" alt="pirataria jornal thumb Jornal digital: ser ou não ser gratuito, eis a questão" width="480" height="297" /></a></p>
<p align="justify">Começo o artigo hoje com uma citação retirada da entrevista que o Meio &amp; Mensagem dessa semana realizou com Paulo Markun, diretor-presidente da Fundação Padre Anchieta:</p>
<blockquote>
<p align="justify">“Quem entrar na internet hoje vai errar e vai acertar. A Função de um instituição é investigar, segmentar, testar, experimentar, descobrir novos formatos, errar, voltar atrás, mudar, dentro da lógica de que esta é uma fundação pública que tem como objetivo a produção de conteúdos para várias frentes”.</p>
</blockquote>
<p align="justify">Agora retiro mais um pedacinho da MM, desta vez do artigo de Mauro Cavalletti, diretor executivo de criação da R/GA de São Francisco:</p>
<blockquote>
<p align="justify">“Uma transformação profunda nos negócios de mídia está acontecendo nos Estados Unidos, desafiando as mentes mais criativas da propaganda e do marketing.</p>
<p align="justify">Jornais tradicionais estão fechando pelo País todo, em ritmo nunca visto. Depois de 174 anos, o Ann Arbour News, tradicional veículo de Michigan, saiu de circulação. Dois meses antes de seu aniversário de 150 anos, o Mountain Rock News fechou no Colorado. O futuro do San Francisco Chronicle, o mais importante diário de São Francisco, está publicamente em risco. Como a edição do Financial Times reportou em 16 de março deste ano: “a morte de um jornal moderno é um evento multimídia em tempo real. Quando os jornalistas do Mountain Rock News foram reunidos em sua redação em Denver, em 16 de fevereiro, para serem comunicados de que estavam trabalhando em sua edição final, eles transmitiram a notícia via blogs, vídeos e fotos online com os colegas em lágrimas, e reportagens minuto a minuto no Twitter”.</p>
</blockquote>
<p align="justify">O que tudo isso tem a ver? Tudo. Mesmo a segunda citação não falar do nosso país, a coisa por aqui não anda tão diferente. Os grandes jornais discutem qual a melhor maneira de disponibilizar o acesso ao conteúdo digital. Cobrar ou não cobrar? As opiniões se divergem bastante. A Folha de São Paulo, por exemplo, adota o que eu chamo de meio-a-meio, com uma parte do site liberado e outras mais exclusivas restritas a assinantes. Uns acreditam que deve ser tudo pago, afinal você não paga meio jornal impresso, enquanto outros defendem o acesso gratuito e irrestrito aos sites do jornal, visto que a política da internet é de acesso gratuito. A grande aposta deste último é a receita publicitária, já que o fluxo de usuários tende a crescer.</p>
<p align="justify">Eu ainda acho que a opção meio-a-meio é a mais adequada no momento. Primeiro porque eu realmente acho que a internet é a terra do <em>fre</em>e, mas não consigo deixar de pensar no outro lado, das pessoas que estão por trás daquele conteúdo. Ao mesmo tempo é muita hipocrisia da minha parte dizer isto, pois neste momento estou eu aqui escrevendo e baixando músicas. <img src='http://casadogalo.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt="icon biggrin Jornal digital: ser ou não ser gratuito, eis a questão" class='wp-smiley' title="Jornal digital: ser ou não ser gratuito, eis a questão" /> </p>
<p align="justify">Voltando ao assunto, pensei o seguinte: você é assinante de um jornal impresso e tem o costume de emprestar seu jornal para o vizinho. Lindo. Agora você tem acesso à edição online do mesmo jornal. Emprestaria seu usuário e senha para ele? Difícil né? Nesse caso você perderia o controle da situação, pois seu vizinho teria acesso no momento que ele quisesse (assim como você, claro). No jornal impresso é só chegar ao entregador primeiro que ele.</p>
<p align="justify">Uma alternativa legal é a diferenciação de conteúdo para torná-lo pago. O site não seria uma mera cópia do impresso, seriam coisas com propósitos igual mas conteúdos diferentes. Aqui fica meu voto, onde acredito atingir os dois lados da moeda: boa verba publicitária e bom número de assinaturas. Para descobrir se isso esse lance de acesso pago funciona, proponho a seguinte pergunta: <strong>como aqui na Casa do Galo o conteúdo é 100% único e de acesso gratuito, o pessoal gostaria de deparar-se com um aviso na página inicial informando que a partir da próxima semana o conteúdo passará a ser restrito (parcialmente ou integralmente) apenas a assinantes?</strong></p>
<p><a href="http://casadogalo.com/jornal-digital-ser-ou-nao-ser-gratuito-eis-a-questao">Jornal digital: ser ou não ser gratuito, eis a questão</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Relações públicas acabarão com a propaganda?</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 11:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
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Publicidade menos intrusiva, envolver o consumidor, diálogo, confiança, relacionamento, engajamento. Se colocasse &#8216;inovação&#8217;, &#8216;viral&#8217; e &#8216;buzz&#8217;, talvez a lista de palavras mais usadas atualmente no mundinho publicitário estivesse completa.
Acontece que nos novos rumos da publicidade está acontecendo muita coisa e, em síntese, o megafone das empresas deu lugar ao banquinho na mesa do bar. E [...]<p><a href="http://casadogalo.com/relacoes-publicas-acabarao-com-a-propaganda">Relações públicas acabarão com a propaganda?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/publicidade-relacoes-public.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="publicidade_relacoes_public" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/publicidade-relacoes-public-thumb.jpg" border="0" alt="publicidade relacoes public thumb Relações públicas acabarão com a propaganda?" width="480" height="244" /></a></p>
<p align="justify">Publicidade menos intrusiva, envolver o consumidor, diálogo, confiança, relacionamento, engajamento. Se colocasse &#8216;inovação&#8217;, &#8216;viral&#8217; e &#8216;buzz&#8217;, talvez a lista de palavras mais usadas atualmente no mundinho publicitário estivesse completa.</p>
<p align="justify">Acontece que nos novos rumos da publicidade está acontecendo muita coisa e, em síntese, <strong>o megafone das empresas deu lugar ao banquinho na mesa do bar</strong>. <strong>E o publicitário que só entende de propaganda está perdendo espaço para o que entende de web, promoção e, principalmente, relações públicas.</strong></p>
<p align="justify">É, isso mesmo. O colega RP, que sempre esteve atrás das cortinas, ou pelo menos atrás da propaganda, deu passos à frente para &#8216;duplar&#8217;.</p>
<p align="justify">Basta você prestar atenção aos cases mais recentes no mundo todo e ver que além de bom conteúdo, boa mensagem, as campanhas estão com um foco mais acertado na repercussão do material. E aí as funções se mesclam.</p>
<p align="justify"><strong>Seria então RP o futuro da publicidade?</strong> Eu acho cedo dizer.</p>
<p align="justify">Embora as relações públicas venham enchendo os olhos, já que a credibilidade dos anúncios caem e a dos editoriais crescem, a propaganda, por fatores culturais, é muito mais bem aceita socialmente. Tanto entre consumidores, como entre empresários. O que faz das duas facetas, complementares. Isso sem contar toda a reviravolta no mundo midiático que sobrevive de publicidade e o país da vênus platinada.</p>
<p align="justify">Arrisque um palpite. No Brasil, a propaganda está fadada a perder terreno para as relações públicas? Quais fatores farão a balança se mexer?</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/relacoes-publicas-acabarao-com-a-propaganda">Relações públicas acabarão com a propaganda?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Caso MTV x SKY &#8211; Quem manda é o consumidor. Será?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 11:54:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei</dc:creator>
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Quantas vezes já se falou sobre o poder do consumidor frente à nova realidade das mídias? Que o consumidor, hoje, interage, influencia, determina sobre o conteúdo? O próprio termo Consumer Generated Content já está desgastado de tanto que foi usado.
E aí, vendo a programação da MTV no domingo, 08, vejo o aviso da emissora sobre [...]<p><a href="http://casadogalo.com/caso-mtv-x-sky-quem-manda-e-o-consumidor-sera">Caso MTV x SKY &#8211; Quem manda é o consumidor. Será?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img class="alignnone size-full wp-image-1875" style="border: 0pt none;" title="mtv_sky" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/mtv_sky.jpg" alt="mtv sky Caso MTV x SKY   Quem manda é o consumidor. Será?" width="480" height="286" /></p>
<p>Quantas vezes já se falou sobre o poder do consumidor frente à nova realidade das mídias? Que o consumidor, hoje, interage, influencia, determina sobre o conteúdo? O próprio termo <em>Consumer Generated Content </em>já está desgastado de tanto que foi usado.</p>
<p>E aí, vendo a programação da MTV no domingo, 08, vejo o aviso da emissora sobre a quebra do contrato com a Net Brasil, que distribuía a programação musical para os assinantes da TV por assinatura Sky.</p>
<p>No outro dia, leio a matéria do jornal Meio e Mensagem sobre o mesmo assunto, com menos apelo subjetivo, com mais dados sobre o caso.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nAtECoKSFiY&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/nAtECoKSFiY&amp;hl=en"></embed></object></p>
<p>Não vou julgar quem está certo e quem está errado, até porque não há como saber. Segundo o jornal especializado, a Net Brasil afirma que a MTV está praticando preços exorbitantes, com reajustes próximos de 100%, para renovação do contrato. Do outro lado, a MTV diz que os preços estão de acordo com os demais <em>players </em>do mercado.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewritercasomtvxskyquemmandaoconsumidorser-7ce2macaco-2.jpg"><img style="margin: 0px 8px 0px 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewritercasomtvxskyquemmandaoconsumidorser-7ce2macaco-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewritercasomtvxskyquemmandaoconsumidorser 7ce2macaco thumb Caso MTV x SKY   Quem manda é o consumidor. Será?" width="150" height="186" align="left" title="Caso MTV x SKY   Quem manda é o consumidor. Será?" /></a>Não importa. A discussão aqui começa quando entra o consumidor. A MTV faz campanha para que este pressione a Net Brasil para que o contrato seja renovado e para que ele tenha o direito de assistir ao canal como tinha anteriormente. Cita, inclusive, o recente caso polêmico que propunha que os canais por assinatura deveriam exibir uma certa porcentagem de programação produzida no Brasil, alegando que tanto esta exigência quanto a não-transmissão da MTV pela Net Brasil são casos de desrespeito ao consumidor, tirando dele a liberdade de escolha sobre um serviço pago.</p>
<p>Ora, no que diz respeito ao consumidor, é claro que ele tem o direito de assistir ao que ele quiser em sua TV por assinatura. Ele fecha o pacote de canais que mais lhe agrada (ou que chega mais próximo disso, já que estes pacotes geralmente incluem canais bizarros, que nem durante o sono seriam sintonizados) e ponto final. Se no contrato consta o canal MTV Brasil, ele tem o direito de assistir a tal programação. Não importam os meandros políticos e econômicos discutidos entre a distribuidora e a emissora. A Net Brasil deixa de transmitir o canal sem avisar seu consumidor. A MTV faz campanha, mas os interessados não têm acesso ao apelo. O erro não é do consumidor, mas é ele o penalizado.</p>
<p>Pois bem. Quem manda nos dias de hoje é o consumidor. Só falta ele saber disso.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/caso-mtv-x-sky-quem-manda-e-o-consumidor-sera">Caso MTV x SKY &#8211; Quem manda é o consumidor. Será?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>O novo meio jornal &#8211; Os jornais podem desaparecer?</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jun 2008 12:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Santos</dc:creator>
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A cada dia que passa, surgem novas formas de se comunicar, seja em comunicação direta (telefone, MSN, Orkut, videoconferências), ou mesmo na comunicação de massa (TV, rádio, mídia exterior, jornais, revistas, entre muitos outros). A televisão, o rádio e a internet submeteram a mídia impressa a novas regras, algumas benéficas e outras não. Se por [...]<p><a href="http://casadogalo.com/o-novo-meio-jornal-os-jornais-podem-desaparecer">O novo meio jornal &#8211; Os jornais podem desaparecer?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fcasadogalo.com%252Fo-novo-meio-jornal-os-jornais-podem-desaparecer%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20novo%20meio%20jornal%20-%20Os%20jornais%20podem%20desaparecer%3F%22%20%7D);"></div>
<p><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer-8096jornais-3.jpg" border="0" alt="windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer 8096jornais 3 O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" width="480" height="218" title="O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" /></p>
<p>A cada dia que passa, surgem novas formas de se comunicar, seja em comunicação direta (telefone, MSN, Orkut, videoconferências), ou mesmo na comunicação de massa (TV, rádio, mídia exterior, jornais, revistas, entre muitos outros). A televisão, o rádio e a internet submeteram a mídia impressa a novas regras, algumas benéficas e outras não. Se por um lado, as editorias passaram a se segmentar para atender um público específico e procurar agradá-lo, por outro, foi obrigada a cortar funcionários, diminuir salários, distorcer informações e, principalmente, depender das verbas publicitárias.</p>
<p>Muitas das publicações sobreviventes têm-se voltado para fusões e aquisições para aliviar suas dificuldades financeiras. Essas aquisições são geralmente levadas a cabo por corporações da grande mídia, com o objetivo de incorporar uma grande quantidade de material já publicado em operações multimídia que muitas vezes incluem recursos de televisão, cinema e de TV a cabo, bem como tecnologias mais recentes em informática.</p>
<p>Os &#8220;furos&#8221; jornalísticos nos impressos se tornaram utópicos, já que podem ser antecipados em até 24 horas pelas novas mídias (rádio, televisão e internet), que são, atualmente, a fonte primária de informação da maioria da população. Em muitos casos, as pessoas se recusam a pagar por informações que podem receber gratuitamente de outras mídias.</p>
<p>No começo a internet não era uma ameaça econômica séria para jornais, revistas, emissoras de rádio e televisão, pois os serviços online eram apenas suplementares, e não substitutos, para as mídias tradicionais. Mas, atualmente, parte das verbas publicitárias que eram investidas nas primeiras mídias está fluindo para a web. A principal razão é a possibilidade de mensuração precisa, já que através da programação interna dos sites, é possível monitorar com exatidão sua audiência, qual página é mais acessada e em que horário. Isto permite um direcionamento preciso, utilizando apelos publicitários produzidos de acordo com as características do público-alvo, que serão deduzidas considerando o conteúdo de uma página ou de todo o site.</p>
<p>Desta forma, assim como ocorre com os diversos cadernos de um jornal, a publicidade é inserida em sua devida categoria dentro do site, com a diferença que o espaço a ser inserido é avaliado conforme sua audiência, algo impossível de ser mensurado no jornal impresso, cuja mensuração, pelo contrário, é imprecisa.</p>
<p>Apesar de possibilitar o direcionamento da publicidade de acordo com o conteúdo editorial de suas sessões no jornal ou na revista, é impossível garantir que a publicidade será vista. Em um website, isto é possível, através do número de visitantes e tempo que ficam em cada página, saber se o conteúdo de cada página recebeu a atenção do usuário, e até mesmo, saber se houve resposta direta ao anúncio, através da quantidade de cliques que a peça publicitária recebeu, levando o usuário ao site do anunciante. E, enquanto o usuário navega pelas páginas do anunciante, fica exposto a todo o momento a sua marca e seus produtos, o que faz com que a internet supere as mídias eletrônicas no aspecto tempo de exposição.</p>
<p>Na TV, os anúncios são cobrados por segundo e veiculados com resquício devido ao seu alto custo. Já na internet, o custo da publicidade é irrisório e os sites estão disponíveis a todo momento com todas as informações sobre todos os produtos, algo impossível de ocorrer nas mídias convencionais que cobram por tempo ou espaço.</p>
<p>Cria-se, assim, uma relação benéfica de interdependência: os anúncios mais elaborados dão melhores resultados, as agências de publicidade se sentem estimuladas a anunciar mais, os sites jornalísticos aumentam suas receitas, melhoram os seus serviços e atraem mais consumidores.</p>
<p>Toda esta competitividade acaba exigindo maiores gastos com publicidade, principalmente na internet, o que abre novas possibilidades para os jornais online, que, devido a sua audiência, são uma das primeiras opções para quem anuncia na rede.</p>
<p>O público da internet, em geral, é jovem e qualificado, com alto nível de escolaridade, elevado poder aquisitivo e perfil ocupacional em que predominam as posições de empresário, executivo e autônomo. Por essas características, a audiência da internet merece atenção como importante formadora de opinião.</p>
<p>Os jovens de 18 a 25 anos são seus potenciais consumidores. São eles que se sentem atraídos pelas vendas online, homebanking, entretenimento e principalmente, informação, o que os tornam a principal audiência dos jornais online. Dificilmente desembolsam dinheiro pelo jornal impresso – preferem acessar seus sites preferidos para saber das notícias. Assim, os sites jornalísticos vêm tomando o espaço dos livros, jornais, programas de TV e outros meios de comunicação tradicionais.</p>
<p>Muitos jornais já pensam em várias estratégias para inovar. Mudar o produto, dando mais recursos, mesmo que limitados, e a possibilidade da presença também online, aparece claramente como a melhor opção. Apesar disso, usar a web para ganhar novas audiências para velhas plataformas, como para atrair pessoas para programas de TV ou para a mídia impressa, não tem dado certo. De acordo com o estudo, as audiências mais jovens estão sim interessadas em notícias, mas querem isto em novas plataformas, com formatos que se encaixem melhor nos conceitos destes consumidores. Estes dados refletiram o que aconteceu com os jornais americanos em 2007.</p>
<p>A circulação caiu no mesmo nível que nos últimos dois anos, em torno de 2,5% nos dias úteis e 3,5% nos domingos, de acordo com o <a href="http://www.accessabc.com/" target="_blank">Audit Bureau of Circulations</a>. Mas levando em conta os números desde 2001, os jornais caíram 8,4% na circulação diária e 11,4% aos domingos. O declínio é grande, mas ampliando o olhar e somando a audiência dos jornais com a dos seus respectivos websites – contando aí o número de pessoas que não leram as edições impressas –, os dados da pesquisa apontam que a audiência está crescendo de forma saudável. Avaliando apenas os sites, ela parece ter se estabilizado. Mas o que mudou é que quem acessa a internet está gastando mais tempo na web. E procurando com freqüência notícias na rede: sete em dez americanos usam a internet para ter acesso a notícias. O número é alto e não mudou nos últimos cinco anos.</p>
<p>Comparada às outras mídias, a internet é um dos meios mais baratos e de maior alcance para divulgar e vender produtos, dispondo de vários recursos. A campanha publicitária online está sempre atualizada e permite o contato direto com o consumidor, o marketing direto. Assim, os jornais online podem obter lucro inserindo anúncios publicitários em suas páginas ou criando um sistema de classificados online, além de poderem manter uma área de conteúdo pago, cujo direcionamento de conteúdo e interesse comprovado pelo pagamento do usuário poderá atrair anúncios estritamente destinados a determinado público-alvo.</p>
<p>Tendo em vista que os consumidores confiam em editoriais, os advertorials (anúncios veiculados como conteúdo editorial; ex: matérias pagas e press releases) geram maiores taxas de resposta do que outros tipos de publicidade na web. No entanto, os anunciantes precisam tomar cuidado para não gerarem uma eventual sensação de falsidade, criando imagens negativas de suas marcas. Os advertorials são mais eficientes se oferecerem o conteúdo que o consumidor espera receber, como informações técnicas de produtos, que apesar de promover a empresa, cumpre a função do jornal de informar.</p>
<p>Os jornais diários perderam com isso grande parte do prestígio do início do século 20 – a chamada <em>Belle Époque</em>. Hoje, estão cada vez mais parecidos com os concorrentes, tratando dos mesmos assuntos e compartilhando as mesmas fontes de informações. Conseqüentemente, estão vendendo cada vez menos. Entre março de 2001 e março de 2002, os 15 maiores jornais brasileiros, responsáveis por 74% do volume total de exemplares vendidos no país, diminuíram sua circulação em 12%.</p>
<p>Com toda esta crise vivenciada pelos diários, os anunciantes estão migrando suas verbas publicitárias para as outras mídias, encontrando na internet um veículo promissor que agrada principalmente os jovens, consumidores em potencial para diversos produtos e serviços. O público adolescente, em geral, não se interessa pelos jornais diários, que editam pouco ou nenhum conteúdo destinado a esta promissora fatia de mercado. Isto pode influenciar decisivamente na vitalidade dos jornais impressos, pois se estes não atraírem os jovens, futuramente não terão mais leitores.</p>
<p>Enfim os jornais estão acordando, depois de anos ignorando a realidade. Muitos também estão tentando atrair jovens leitores direcionando o conteúdo de suas histórias para o entretenimento, estilos de vida e assuntos que pareçam mais relevantes à vida diária das pessoas do que as notícias internacionais e de política. Eles estão tentando criar novos negócios dentro e fora da internet, além de investir em jornais diários gratuitos, que não esgote nenhum de seus limitados recursos editoriais.</p>
<p>Uma forma muito original de se lidar com a transmissão de conteúdo jornalístico a um público mais jovem é através dos Newsgames. Este é um novo formato que ainda está sendo utilizado em caráter experimental pelos maiores jornais do mundo. Newsgames é um conceito que surgiu em meados de 2003 e refere-se a jogos feitos com base em notícias ou um acontecimento em curso. Desde o <em>El Pais</em> até o <em>The New York Times</em> já fizeram alguns experimentos com o formato. O <em>El Pais</em>, inclusive, foi responsável por publicar um dos primeiros Newsgames &#8211; o Play Madrid, sobre os ataques terroristas em Madri, na Espanha, em 2004. Poucos dias após a tragédia, o game já estava no ar. Depois veio o jornal <em>The New York Times</em>, com o Food Import Folly, sobre a falta de fiscalização na importação de alimentos nos EUA. Na verdade, este foi um editorial do jornal transformado em jogo. E em 2007, a <em>CNN</em> saiu com o Presidential Pong, no qual você joga tênis com os pré-candidatos à presidência dos EUA. Cada um tem suas habilidades desenvolvidas de acordo com o andamento da campanha eleitoral no mundo offline. Até mesmo no Brasil já houve o desenvolvimento de um Newsgame: o Nanopops, criado pela G1.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer-8096presidential-pong-2.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer-8096presidential-pong-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer 8096presidential pong thumb O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" width="200" height="150" title="O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" /></a> <a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer-8096nanopops-2.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer-8096nanopops-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer 8096nanopops thumb O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" width="215" height="150" title="O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" /></a></p>
<p>Um dos principais problemas que envolvem o Newsgaming é trabalhar com cronogramas. Como o jogo é baseado em um acontecimento em curso ou que acabou de terminar, o seu desenvolvimento precisa ser rápido. É necessário um entrosamento quase perfeito entre equipe editorial e de tecnologia, dupla no jornalismo online tão importante quanto cinegrafista e repórter em telejornalismo. Outra característica é que, em sua maioria, os jogos não tentam ser objetivos: eles buscam mostrar uma linha editorial de um veículo. Trazem um caráter educacional e lúdico de volta ao jornalismo. Esta é então mais uma forma de apresentar uma notícia, mais uma opção menos burocrática aos leitores/usuários de um site de notícias, e seu potencial de crescimento é ainda maior quando se pensa em sua inserção nos aparelhos móveis.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer-8096fascinum-2.jpg"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-right-width: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer-8096fascinum-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer 8096fascinum thumb O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" width="194" height="244" align="left" title="O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" /></a> Ainda aplicando um formato diferente ao modo como as notícias são enxergadas pelos leitores, foi criado o site <a href="http://www.christophebruno.com/?p=10" target="_blank">Fascinum</a>. O site fornece atualizações instantâneas das fotografias das notícias mais vistas (classificadas de 1 a 10) em diferentes portais do Yahoo!, em tempo real. Desta forma, é possível saber quais as principais notícias na Inglaterra, Japão, Índia, EUA e outros países. Desenvolvido por Christophe Bruno, o Fascinum dá uma visão em “thumbnail” (ícone) do que está acontecendo no mundo em um formato que o torna identificável como um “quadro de arte da notícia instantânea”.</p>
<p>Os jornais precisam agora enfrentar duas mudanças em especial: tornarem-se empresas eficientes que aceitam a informação como produto e a publicidade como principal fonte de renda, e adquirirem certos aspectos do jornalismo de revista, que aprofunda, interpreta, analisa, explica e complementa os fatos que já ocorreram e foram divulgados, utilizando uma série de recursos gráficos que facilitam a compreensão.</p>
<p>A gigante das notícias CNN decidiu revigorar seu site, CNN.com para incluir mais notícias na propaganda do site, surgindo o novo departamento de Advernewsment. Será duplamente lucrativo para anunciantes e a CNN. Os anunciantes podem ganhar mais referencial ao colocar estórias de notícias em sua propaganda, e a CNN conseguirá mais legitimidade como uma organização voltada a notícias. Uma recente notícia de seu canal de TV mostrava Condoleeza Rice entregando uma Coca-Cola gelada ao Primeiro Ministro iraquiano Nouri al-Maliki, divulgando a marca ao mesmo tempo em que transmite uma notícia de cunho internacional.</p>
<p>Segundo estudos estatísticos e comportamentais, o leitor dá mais importância à credibilidade do veículo do que aos &#8220;furos&#8221; jornalísticos. A informação é valorizada não necessariamente quando é inédita, mas sim quando é completa, precisa e, acima de tudo, confiável. A velocidade com que as informações são transmitidas – em tempo real, faz com que a notícia inédita já não o seja rapidamente, o que vale também para a internet. Uma notícia superficial, incompleta ou descontextualizada causa péssima impressão. É sempre melhor colocá-la no ar com qualidade, ainda que dez minutos depois dos concorrentes.</p>
<p>Aproveitando esta velocidade de informações com a velocidade dos anúncios, uma campanha norueguesa evoluiu o banner de internet, com o conceito de “Live Banners” (&#8221;banners ao vivo&#8221;). Os banners são atualizados em tempo real, conforme a notícia da página onde se encontra o banner. Criado pela MediaFront, a campanha contou com 3 pessoas que produziam cerca de 150 horas de conteúdo para o front page do maior site norueguês. Já foram produzidos mais de mil banners únicos, usando um tablet e uma ferramenta padrão de publish via Flash Media Server.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer-8096live-banner-01-2.gif"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer-8096live-banner-01-thumb.gif" border="0" alt="windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer 8096live banner 01 thumb O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" width="179" height="167" title="O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" /></a> <a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer-8096live-banner-02-2.gif"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer-8096live-banner-02-thumb.gif" border="0" alt="windowslivewriteronovomeiojornalosjornaispodemdesaparecer 8096live banner 02 thumb O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" width="221" height="154" title="O novo meio jornal   Os jornais podem desaparecer?" /></a></p>
<p>O fundamental é atingir os formadores de opinião, os que multiplicam pontos de vista – respeitando, claro, os próprios leitores como formadores de opinião. E para que estes jornais continuem vivos e atuantes, o caminho inclui uma boa avaliação dos fatos, contextualização correta, análise original, isenção e bom texto.</p>
<p>Portanto, o jornal deve investir na oferta de notícias e reportagens próprias em linguagens diferenciadas, evitando utilizar assuntos já cobertos pelos demais veículos, e neste caso, selecionar os fatos relevantes, dando-lhes uma explicação competente e inserindo uma visão de suas conseqüências. As transformações do jornalismo impresso devem ser vistas como oportunidades, que possibilitam inovações e maior liberdade de expressão. Para a publicidade e a propaganda, é mais uma forma de divulgar o anunciante ao mesmo tempo em que fornece um serviço de utilidade pública.</p>
<p>N. do E.: Indicação de livro: &#8220;<a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1977253&amp;ST=SE&amp;franq=172924" target="_blank">Os jornais podem desaparecer?</a>&#8220;, publicado pela <a href="http://editoracontexto.com.br" target="_blank">Editora Contexto</a>.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/o-novo-meio-jornal-os-jornais-podem-desaparecer">O novo meio jornal &#8211; Os jornais podem desaparecer?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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