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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; hobbie</title>
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	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
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		<title>A criação de longa vida e prosperidade</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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Jeffrey Jacob Abrams, o J.J. Abrams é um sujeito de 40 e poucos anos cujo trabalho você deve conhecer se já assistiu as séries Felicity, Lost, Alias e o mais recente Fringe. É também produtor e diretor da nova versão de Jornada nas Estrelas e o motivo deste artigo (que não é sobre cinema).
Vou deixar [...]<p><a href="http://casadogalo.com/a-criacao-de-longa-vida-e-prosperidade">A criação de longa vida e prosperidade</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/publicidade_criacao_prosperidade.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/publicidade_criacao_prosperidade_thumb.jpg" border="0" alt="publicidade criacao prosperidade thumb A criação de longa vida e prosperidade" width="500" height="318" title="A criação de longa vida e prosperidade" /></a></p>
<p>Jeffrey Jacob Abrams, o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/J._J._Abrams">J.J. Abrams</a> é um sujeito de 40 e poucos anos cujo trabalho você deve conhecer se já assistiu as séries <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Felicity">Felicity</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lost_%28s%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o%29">Lost</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alias_%28s%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o%29">Alias</a> e o mais recente <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fringe_%28s%C3%A9rie_de_TV%29">Fringe</a>. É também produtor e diretor da nova versão de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Star_Trek_XI">Jornada nas Estrelas</a> e o motivo deste artigo (que não é sobre cinema).</p>
<p>Vou deixar de lado o fato de ser um fã de Star Trek (sem o lado nerd) para colocar em destaque o exemplo que J. J. pode oferecer para publicidade e a criação em geral, ok?</p>
<p>Em Jornada nas Estrelas, J. J. pegou um <span style="text-decoration: underline;">produto</span> mundialmente conhecido por quase meio século e revitalizou a <span style="text-decoration: underline;">marca</span> para futuras gerações. Ele conseguiu não só agregar <span style="text-decoration: underline;">valor ao conceito</span> como também <span style="text-decoration: underline;">conquistou novos nichos de mercado</span> ao <span style="text-decoration: underline;">captar</span> um <span style="text-decoration: underline;">target</span> (público-alvo) mais jovem, ao mesmo tempo em que manteve a <span style="text-decoration: underline;">fidelidade</span> do <span style="text-decoration: underline;">consumidor</span> tradicional da série.</p>
<p>E ao colocar o Garoto-Bombril-Vulcano (mais conhecido como Spock) que tem a idade atual de muitos fãs da série na trama, o safado fechou tudo com chave de ouro. Resultado? Cliente (estúdio) e consumidor final (trekers e afins) felizes da vida.</p>
<p>Óbvio que marquei meu argumento com palavras que são um clichê básico para qualquer um que já tenha participado de uma reunião de briefing com o cliente. Chega a ser cansativo ouvir tanto <span style="text-decoration: underline;">o que</span> deve ser feito com a marca/produto quando o que interessa mesmo é o <span style="text-decoration: underline;">como</span>.</p>
<p>Um erro básico na publicidade atual é a <span style="text-decoration: underline;">ansiedade criativa</span>. Podem tacar pedra, mas é verdade. Todos as áreas estão contaminadas pelo excesso de mídia e a carência criativa para preencher todos os espaços. Justificativas não faltam: <em>deadlines</em> estressantes, falta de verba, salários discordantes e a crise, a famosa crise. Como resultado, temos estudantes entrando e saindo de faculdades de PP sem saber direito do que se trata, afinal de contas, esta profissão. E com o ônus de ter que se provar a cada texto, atendimento ou campanha que fazem. Que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Admir%C3%A1vel_Mundo_Novo">Admirável Mundo Novo</a>, hein?</p>
<p>J. J. sabe do que se trata <span style="text-decoration: underline;">esta</span> profissão e a <span style="text-decoration: underline;">dele</span>. Ele soube ler o briefing escrito durante 40 anos, soube escutar o cliente chato (fãs são sempre chatos), soube inovar ao acrescentar novos elementos (como o romance de Uhura e Spock, por exemplo) e soube principalmente escolher sua equipe (os roteiristas <a href="http://www.jornadanasestrelas.com/">Roberto Orci e Alex Kurtzman</a> mais a galera de efeitos, etc). E só para não parecer lúdico demais, isso dá dinheiro <strong>também</strong>.</p>
<p>Na minha opinião, a criação de longa vida e prosperidade tem início no coração <a href="http://casadogalo.com/redator-ortografico-ou-corretor-humano">como já escrevi antes</a>. Depois vem a referência, tudo que permanece <a href="http://incorporado2pontozero.blogspot.com/">incorporado</a> em você e que pode se tranformar em um ato criativo (o veículo/mídia você escolhe). E por aí vai. Eu começaria lendo o saudoso artigo do <a href="http://casadogalo.com/propaganda-com-cara-de-propaganda-ou-para-onde-foram-os-jingles">Mauro Sérgio</a>, <a href="http://www.ccsp.com.br/ultimas/pop_videos.php?video=wizard_pedido.mov">o novo filme do Olivetto para Wizard</a> e depois alugaria Jornada nas Estrelas. Mas, a seu favor, não fique só no filme: assista os extras, o processo de planejamento, a discussão sobre o roteiro, ou seja, o briefing do produto e seu resultado, ok?</p>
<p>É isso aí. Para finalizar, convido todos para assistir <a href="http://incorporado2pontozero.blogspot.com/2009/10/historia-da-saudacao-vulcana.html">a origem da saudação vulcana feita por Spock</a>, um outro exemplo de referência e criatividade. Longa vida e prosperidade para todos os seus atos criativos. Scott, um subindo! Fui!</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/a-criacao-de-longa-vida-e-prosperidade">A criação de longa vida e prosperidade</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Libertando-se dos vícios</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:18:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudinei</dc:creator>
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Estive um tempo afastado da Casa. Há  um mês, mais ou menos, não publico um artigo. Neste período, cuidei de algo muito importante e sério, e peço licença ao nosso editor para usar este espaço privilegiado para dividir a experiência e o conhecimento que adquiri com você, leitor.
Sempre que falamos de vícios as posições pessoais [...]<p><a href="http://casadogalo.com/libertando-se-dos-vicios">Libertando-se dos vícios</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/internetaddicted.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="internet-addicted" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/internetaddicted_thumb.jpg" border="0" alt="internetaddicted thumb Libertando se dos vícios" width="500" height="322" /></a></p>
<p align="justify">Estive um tempo afastado da Casa. Há  um mês, mais ou menos, não publico um artigo. Neste período, cuidei de algo muito importante e sério, e peço licença ao nosso editor para usar este espaço privilegiado para dividir a experiência e o conhecimento que adquiri com você, leitor.</p>
<p align="justify">Sempre que falamos de vícios as posições pessoais tomadas por cada um são quase irredutíveis. Minha intenção, portanto, não é alterar comportamentos e atitudes, mas me expressar para gerar reflexão.</p>
<p align="justify">E já lanço de cara algo que irá desafiá-los. É uma regra, um paradigma: <strong>todos nós temos vícios</strong>. Profissionalmente falando, cada um de vocês tem um vício incorporado à sua rotina diária. Uma mania, um trejeito, um procedimento padrão para lidar com suas obrigações. Isso é vício. Sério. Tudo bem, você já sabe isso. Aliás, todo viciado sabe o vício que tem, certo?</p>
<p align="justify">Pois bem. Como planejador de mídia, eu me encantei com os prazeres de uma nova mania. Eu fui seduzido por algo que promete um leque infinito de possibilidades, de aplicações, de diferentes utilizações. <strong>Eu me viciei em internet</strong>. E observava aqueles que já tinham experiência com a coisa e queria cada vez mais conhecer este mundo, saber tudo o que ele podia me dar, para que depois eu pudesse conquistar novos adeptos, chamar meus clientes para participarem deste mundo maravilhoso. Eu passava noites insones imaginando como eu poderia incluir esta ferramenta nos meus planejamentos, como ela poderia mudar a direção de uma campanha, como ela poderia fazer os resultados transcenderem as expectativas abusando cada vez menos das verbas diminutas. Sim, eu estava viciado.</p>
<p align="justify">Hoje, porém, tenho o orgulho de dizer que estou livre. A internet se tornou para mim mais um detalhe que deve ser observado e estudado cuidadosamente a cada planejamento, sem qualquer necessidade intrínseca, sem obrigações, sem esperanças pré-determinadas.</p>
<p align="justify">Mas o mais importante não é  isso. Esta reflexão me permitiu estender as atitudes para o dia-a-dia. Sabem aquela ideia do “pensar fora da caixa”? Tente mais. Tente <strong>agir fora da caixa</strong>! Tente fazer diferente todo dia aquilo que você faz quase que automaticamente. Isto é agir fora da caixa. Garanto que vocês vão experimentar um crescimento profissional e pessoal totalmente diferente e positivo.</p>
<p align="justify">Alguns dirão que, fazendo isto, eu apenas substituí um vício por outro. É verdade. Mas já diz o ditado da época dos nômades orientais: que se mantenha o vício enquanto lhe traz benefício; esgotando-se isto, jogue-o ao lixo e siga um novo caminho. <img src='http://casadogalo.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt="icon biggrin Libertando se dos vícios" class='wp-smiley' title="Libertando se dos vícios" /> </p>
<p align="justify">Até a próxima.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/libertando-se-dos-vicios">Libertando-se dos vícios</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Fidelização do cliente no país do futebol</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 12:25:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gui</dc:creator>
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Alguns artigos atrás, coloquei em pauta a discussão sobre a eficácia da utilização de celebridades em propaganda. Não fiz questão nenhuma de esconder meu ceticismo e me manifestei realmente descrente com relação aos benefícios de campanhas assim, certo de que um approach criativo gera melhores resultados que cachês astronômicos.
Achei um exemplo que me parece bastante [...]<p><a href="http://casadogalo.com/fidelizacao-do-cliente-no-pais-do-futebol">Fidelização do cliente no país do futebol</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/futebol.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="futebol" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/futebol-thumb.jpg" border="0" alt="futebol thumb Fidelização do cliente no país do futebol" width="480" height="324" /></a></p>
<p>Alguns artigos atrás, coloquei em pauta a discussão sobre a eficácia da <a href="http://casadogalo.com/celebridades-em-comerciais-da-resultado/" target="_blank">utilização de celebridades em propaganda</a>. Não fiz questão nenhuma de esconder meu ceticismo e me manifestei realmente descrente com relação aos benefícios de campanhas assim, certo de que um approach criativo gera melhores resultados que cachês astronômicos.</p>
<p>Achei um exemplo que me parece bastante pontual, mas que me sinto na obrigação de partilhar.</p>
<p>Um grande amigo meu é gerente de vendas da <a href="http://www.moeller.com.br/" target="_blank">Moeller</a>, multinacional alemã, fabricante de componentes eletro-eletrônicos.</p>
<p>Alguma vez você já entrou numa loja de materiais de construção e viu um cartaz do Raí (ex-jogador do São Paulo e da seleção) vendendo disjuntor? É dessa empresa!</p>
<p>Embora esteja ao alcance de qualquer pessoa comprar componentes Moeller, a empresa vende essencialmente para grandes montadoras /revendas de painéis elétricos de grande porte. Conseqüentemente, o Raí entra naquele bicho de sete cabeças chamado B2B.</p>
<p>Aprendemos na faculdade que o B2B é um setor mais racional, no qual prevalecem as informações técnicas e lógicas dos produtos, assim como o preço, prazo, quantidade. O “ramo” da publicidade onde não cabe um “gostoso como a vida deve ser”.</p>
<p>Pois bem, como acontece com toda regra que tentam inventar para a comunicação, eis a exceção.</p>
<p>Faz parte do contrato publicitário do Raí, não só com a Moeller, mas com todas as outras empresas que veiculam a imagem do craque, cotas do Camarote do Raí, no estádio do Morumbi.</p>
<p>Dia desses meu amigo contou que foi assistir São Paulo x não sei quem e levou alguns clientes, como de praxe. Falou sobre uma breve conversa que teve com o ex-jogador, mas estava mesmo era impressionado com a reação dos clientes por estarem assistindo um jogo de um time que nem era o deles ao lado do cara.</p>
<p>Investiguei, obviamente.</p>
<p>Segundo meu amigo, no ramo dele, é certo que ganha-se o cliente com o mix de marketing, mas a fidelização passa por outros meios bem menos ortodoxos.</p>
<p>Um jantar numa boa e famosa churrascaria de São Paulo pode perfeitamente garantir um próximo negócio. E tem muito empresário por aí que troca algumas dezenas de milhares de reais em descontos da concorrência por um jogo do brasileirão ao lado do Raí, comendo pipoca.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/fidelizacao-do-cliente-no-pais-do-futebol">Fidelização do cliente no país do futebol</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Colecionamos de tudo, principalmente marcas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 13:18:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
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Foto de um pequeno pedaço da coleção de Leonardo Araújo
É fato: nós colecionamos de tudo. Desde tampinhas de garrafa até Ferraris. Eu mesmo tenho minhas três coleções, uma de moedas antigas de prata, cobre, aço e ouro (algumas bem antigas mesmo), outra de bolachas de cerveja (porta-copo de papelão) e a terceira de cartões postais [...]<p><a href="http://casadogalo.com/colecionamos-de-tudo-principalmente-marcas">Colecionamos de tudo, principalmente marcas</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/bolachaschopp.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="bolachas-chopp" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/bolachaschopp-thumb.jpg" border="0" alt="bolachaschopp thumb Colecionamos de tudo, principalmente marcas" width="480" height="326" /></a><span style="font-size: xx-small;"><br />
Foto de um pequeno pedaço da coleção de Leonardo Araújo</span></p>
<p align="justify">É fato: <strong>nós colecionamos de tudo</strong>. Desde tampinhas de garrafa até Ferraris. Eu mesmo tenho minhas três coleções, uma de moedas antigas de prata, cobre, aço e ouro (algumas bem antigas mesmo), outra de bolachas de cerveja (porta-copo de papelão) e a terceira de cartões postais (em sua maioria publicitários). E o que é que podemos perceber em comum na maioria das coleções? As marcas. Elas estão presentes em coleções de tampinhas, carrinhos, DVD’s, cartões postais, bolachas de cerveja, revistas e até nos livros que você tem na estante.</p>
<p align="justify">Coleções são uma excelente e agradável <strong>ferramenta de fixação de marca</strong>, de <strong>desenvolvimento de relacionamento positivo</strong> e até mesmo afetivo. Dentre meus cartões postais prediletos estão alguns do whisky Johnnie Walker e da vodka Absolut. Não que eu seja alcoólatra, mas é que eles são os mais bonitos. São os que tem o design mais caprichado e, por isso mesmo, são adorados. Sabe o que fica desta esta adoração? Fica uma aceitação maior da marca, um sentimento de carinho por ela. E nós somos bobos mesmo, conseguimos sentir carinho e afeição até mesmo por coisas inanimadas, como objetos de mercado.</p>
<p align="justify">É por isso que vemos empresas como a <a href="http://www.jokerman.com.br/">Jokerman</a> se dar tão bem por aí afora. Eles são especializados em postais. Mas aí eu pergunto: será que eles são especializados só em postais? Eu acho que não. Penso que eles são especializados em desenvolver afeto por marcas, em <strong>transformar o descartável em eterno</strong>. Colecionar é eternizar. E qual marca não quer ser eternizada por algum cliente adorador? Todas elas querem.</p>
<p align="justify">Eu tenho um livro que trata da história da Coca-Cola. Chama-se <em>A Fórmula Secreta</em> e é bem difícil de encontrar hoje em dia. Pra mim é um livro único. E é sobre uma empresa, uma marca. Que agora está eternizada para mim em minha pequena mas sempre crescente, biblioteca.</p>
<p align="justify">Diversas empresas lucram milhares de reais e dólares todos os dias graças à paixão de muitos colecionadores. Recentemente um brasileiro vendeu a sua coleção de whiskys para a Escócia. O cara tinha bebidas de mais de cem anos! Garrafas que valem milhares de dólares. Marcas mortas e que, ainda assim, tem um valor de mercado fantástico. É isso que as coleções fazem. Elas eternizam, valorizam, desenvolvem relacionamentos e, melhor de tudo, são legais de se fazer.</p>
<p align="justify">Em sites de leilões online, como o Mercado Livre, dezenas de <a href="http://colecoes.mercadolivre.com.br/">coleções</a> estão à venda. Junto com uma negociação destas vão as marcas, que mudam de dono e continuam a criar paixões e admiração. Outros sites, como o <a href="http://www.zadoque.com/Colecoes.html">Zadoque</a>, são especializados em coleções. Em sua página de coleções temos várias coisas da Coca-Cola e muitos links para outros sites especializados.</p>
<p align="justify">Nós colecionamos de tudo, é fato. <strong>Mas quem se dá bem nesta história, no fim das contas, são as marcas</strong>.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/colecionamos-de-tudo-principalmente-marcas">Colecionamos de tudo, principalmente marcas</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Escrito à máquina</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 11:39:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Matheus Adami Perozzo</dc:creator>
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Eu tenho inveja dos românticos. Falo dos publicitários. Aqueles que atuaram nas décadas de 70 e 80. Esse período está para a publicidade brasileira como a década de 20 está para as artes e a de 60 para a música. Eles participaram de uma revolução, e toda revolução é romântica.
A minha inveja não diz respeito [...]<p><a href="http://casadogalo.com/escrito-a-maquina">Escrito à máquina</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/olivetto2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="Olivetto2" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/olivetto2-thumb.jpg" border="0" alt="olivetto2 thumb Escrito à máquina" width="480" height="249" /></a></p>
<p align="justify">Eu tenho inveja dos românticos.<strong> </strong>Falo dos publicitários. Aqueles que atuaram nas décadas de 70 e 80. Esse período está para a publicidade brasileira como a década de <a href="http://almanaque.folha.uol.com.br/semana22.htm"><span style="text-decoration: underline;">20 está para as artes</span></a> e a de <a href="http://tropicalia.uol.com.br/site/internas/movimento.php"><span style="text-decoration: underline;">60 para a música</span></a>. Eles participaram de uma revolução, e toda revolução é romântica.</p>
<p align="justify">A minha inveja não diz respeito ao estilo de trabalhar, às grandes contas, <a href="http://www.estadao.com.br/economia/not_eco188465,0.htm"><span style="text-decoration: underline;">à fama</span></a> e ao dinheiro. <strong>Ser um saudosista da velha guarda me parece comodismo de uma geração que não tem vontade, não de resgatar, mas de recriar a publicidade e adaptar esse romance para o século XXI</strong>.</p>
<p align="justify">Ora, se o mercado não está como desejamos, o mínimo que devemos fazer, como jovens promissores que somos, é trabalhar para mudar esse cenário. Educar todo cliente teimoso. Trabalhar em cima de um <em>job</em> como se fosse o mais importante de todos. Espremer cada gota de suor com a sede de uma mente inconformada. Assim, esse romance nunca vai acabar. Do contrário, seremos eternas promessas que não vingaram.</p>
<p align="justify">Minha inveja é inocente. É daquelas que não fazem mal a ninguém. Só a mim mesmo. Tenho inveja dos publicitários que escreviam à máquina de escrever.</p>
<p align="justify">Lembro da minha infância. Datilografava com a velha e guerreira <a href="http://vintage69.blogspot.com/2006/12/olivetti-lettera-22.html"><span style="text-decoration: underline;">Olivetti Lettera 22</span></a> dos meus pais, ao passo que os primeiros computadores começavam a surgir. Foi o único contato com a charmosa.</p>
<p align="justify">Esse é o verdadeiro glamour que os antigos redatores tinham e eu sinto falta. Imagino o imponente datilografar ecoando pela criação, todos olhando para o momento sublime da concepção de idéias.</p>
<p align="justify">- Silêncio, todos. O poeta está escrevendo.</p>
<p align="justify">Sim, o redator da máquina de escrever era um poeta, um gênio das palavras. E a sua Olivetti, a lâmpada mágica.</p>
<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/washington.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="washington" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/washington-thumb.jpg" border="0" alt="washington thumb Escrito à máquina" width="484" height="636" /></a><br />
Washington Olivetto e sua Olivetti, no início da carreira</p>
<p align="justify">Na contramão do gosto pelas ferramentas de escrita primitivas, eu demonstro aversão ao lápis e ao papel. A escrita se torna enfadonha. Meu prazer em escrever se esvai, frustrante. A culpa não é do lápis, tampouco do papel. É da minha letra infantil, extremamente desestimulante. Imagine escrever olhando para ela!</p>
<p align="justify">Mas a Olivetti, ah! Que letra bonita ela tinha.</p>
<p align="justify">De certo, nesse mundo de consciência e responsabilidade sustentável, ela e suas dezenas de folhas amassadas jogadas ao léu pela mente exigente do redator, não teriam espaço. O <em>backspace</em> do computador, por sua vez, é ecologicamente correto – embora um dos maiores dilemas da humanidade seja definir um <a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1454601-EI4799,00.html"><span style="text-decoration: underline;">destino para o lixo tecnológico</span></a>.</p>
<p align="justify">De qualquer forma, o computador é a atual realidade do redator. Uma revolução nada romântica.</p>
<blockquote>
<p align="justify"><strong>N. do E.: </strong>Olivetto já marcou presença na Casa duas vezes. A primeira delas foi através de um vídeo-paródia que produzimos, quando a Casa fez um ano de vida:</p>
<p align="justify">
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EusXY53BffY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/EusXY53BffY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p align="justify">
<p align="justify">A segunda delas foi através de um <strong>artigo especial do Olivetto</strong> na Casa:</p>
<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/washington-olivetto-quem-nao-se-aprimora-se-estupora/" target="_self">http://casadogalo.com/washington-olivetto-quem-nao-se-aprimora-se-estupora/</a></p>
</blockquote>
<p><a href="http://casadogalo.com/escrito-a-maquina">Escrito à máquina</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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