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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; guerrilha</title>
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	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
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		<title>Guerrilha via satélite</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 17:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Santos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Propaganda se modifica de acordo com a cultura e a tecnologia da época. Nos últimos anos, a cultura globalizada e a tecnologia de comunicação via satélite permitiram um grande avanço nas percepções do ser humano com relação ao local onde vive e o globo terrestre, em uma lógica “glocal”.<p><a href="http://casadogalo.com/guerrilha-via-satelite">Guerrilha via satélite</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterguerrilhaviasatlite-ca21guerrilha-satelite-2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterguerrilhaviasatlite-ca21guerrilha-satelite-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriterguerrilhaviasatlite ca21guerrilha satelite thumb Guerrilha via satélite" width="400" height="294" title="Guerrilha via satélite" /></a></p>
<p>A Propaganda se modifica de acordo com a cultura e a tecnologia da época. Nos últimos anos, a cultura globalizada e a tecnologia de comunicação via satélite permitiram um grande avanço nas percepções do ser humano com relação ao local onde vive e o globo terrestre, em uma lógica “glocal”. Além destes fatores, a publicidade por meios convencionais começa a mostrar sinais de saturação, exigindo intervenções no próprio ambiente, com as chamadas “guerrilhas”. Unindo a publicidade de guerrilha com o pensamento glocal, chega-se a uma estratégia ainda incipiente, mas muito interessante: a Guerrilha via Satélite.</p>
<p>Chamada também de Neo Land Art, GeoAds, Rooftop Advertising e Mapvertising, a Guerrilha via Satélite, consiste em utilizar recursos tecnológicos de posicionamento geográfico (GPS, Google Maps e Google Earth) para que as ações de guerrilha possam ser observadas corretamente apenas a grandes altitudes.</p>
<p>Todo ano, fazendeiros da cidade japonesa de Inakadate <a href="http://www.vale1clique.com/blogging/imagens-em-plantacao-de-arroz-no-japao/" target="_blank">decoram suas colheitas</a> em um estilo que lembra as pixelizações de videogames. As imagens geradas são resultado da plantação do arroz kodaimai, que possui folhas amarelas e roxas, junto com suas verdadeiras plantações de romãs-tsugaru de folhas verdes. Em 2007, a temática para as plantações de Inakadate foram as xilogravuras do artista Hokusai. Outros anunciantes que utilizaram as plantações para veicular peças foram a Swiss Air, a Firefox, e muitos outros pelo mundo.</p>
<p>Tal estilo de anunciar usado pela Swiss Air, Firefox e <a href="http://www.trendhunter.com/trends/ipod-ad-visibile-from-space" target="_blank">Apple</a> recebeu o nome de <a href="http://www.trendhunter.com/trends/cropvertising-why-use-fields-for-food-when-you-can-advertise-to-space" target="_blank">Cropvertising</a> (pois crop significa colheita ou plantação em inglês), e diz-se que surgiu com os relatos dos anos 70 de plantações com imagens estranhas formadas para supostamente fornecer coordenadas de navegação aérea a OVNIs. O sucesso que tais boatos geraram acabou por viabilizar o uso do cropvertising.</p>
<p>Embora pareça um desperdício de investimento para muitos anunciantes, vale lembrar que a própria Apple investiu alto para se tornar visível no Google Earth e Google Maps. A peça de guerrilha cobria 893.240 metros quadrados, representando seu carro-chefe iPod. A peça foi construída sobre uma mina abandonada no oeste remoto da Austrália e demorou mais de 2 anos.</p>
<p>O <a href="http://www.trendhunter.com/trends/5-acre-dubai-real-estate-ad" target="_blank">maior banner do mundo</a> fica em Dubai, criado para a empresa Sorough Real Estate, e entrou para o Guiness Book devido ao tamanho equivalente a 4.046,87 metros quadrados. Sua localização foi planejada para estar em rotas de vôo e assim atingir aproximadamente 14 milhões de pessoas por 1 ano.</p>
<p>Talvez considerado o mestre da Guerrilha via Satélite, o land artist <a href="http://www.henkhofstra.nl" target="_blank">Henk Hofstra</a> realizou duas obras que ganharam notoriedade no Google Earth: o Urban River e o <a href="http://www.trendhunter.com/trends/henk-hoftras-art-eggcident" target="_blank">Eggcident</a>. No projeto <a href="http://www.trendhunter.com/trends/art-google-earth-henk-hofstra-urban-river" target="_blank">Urban River</a>, o artista holandês pintou as ruas de Drachten, na própria Holanda, com um tom muito vibrante de azul, dando a impressão de que a cidade teria sido construída sobre a água, como Veneza. Este rio de mentira gerou grande interesse na população holandesa, inspirando o artista em sua segunda obra, o Eggcident, mostrando ovos fritos gigantes sobre as ruas. A Guerrilha via Satélite foi realizada na cidade de Leeuwarden desta vez, e tem a previsão de 6 meses de exposição, terminando em Novembro/08. Cada ovo com 30,48m de largura inclui uma base branca pintada representando a clara, e uma bolha em relevo amarela representando a gema.</p>
<p>Semelhante ao trabalho de Henk Hofstra, o arquiteto Carlos Martinez e o artista plástico <a href="http://www.pipilottirist.net" target="_blank">Pippilotti Rist</a> transformaram o centro financeiro de St. Gallen, na Suíça, em uma sala de estar pública, ocupando todo o bairro. A obra foi chamada de <a href="http://xiscando.com/?p=459" target="_blank">StadtLounge</a> (“louge da cidade”).</p>
<p>Uma ação divertida foi a tentativa no mundo real do sucesso infantil “Onde está Wally?”, para ser feito no Google Earth. “<a href="http://www.neatorama.com/2008/04/08/where-on-earth-is-waldo-soon-to-be-the-google-maps-version/" target="_blank">Where On Earth Is Waldo</a>?” (“Onde na Terra está Waldo? – Wally é apelido para Waldo) é criação de Melanie Cole, uma estudante de Arte Midiática que criou esta ação como projeto de graduação. A imagem gigante de Wally foi pintada em telhados de Vancouver, criando um jogo em escala mundial de “Onde está Wally?”. O projeto final está sendo exibido no evento Emily Carr Graduation Exhibit 08, no mês de Maio.</p>
<p>Evoluindo com o conceito de mapa virtual, a Disney e o Google Earth uniram-se para criar um novo “<a href="http://www.trendhunter.com/trends/google-and-disney-mashup-use-google-earth-for-3d-tour-of-disney" target="_blank">megamapa</a>” que permitirá explorer o Walt Disney World’s Magic Kingdom, Epcot, Animal Kingdom, Disney’s Hollywood Studios e 22 hotéis e resorts da Disney. Assim, o usuário do Google Earth poderá realizar uma “caminhada virtual” por todos estes lugares, como se o usuário estivesse fisicamente nestes locais. Este mapa torna-se então uma ferramenta incrivelmente útil para planejamento de viagens, especialmente se for uma viagem rara ou mesmo de “uma vez na vida”. O novo mapa, que será gratuito, estará disponível a partir de Maio/2008 via site 3dparks, ou via Google Earth.</p>
<p>Uma das ações que revolucionariam os conceitos de Guerrilha via Satélite foi produzida pelo artista sueco Erik Nordenenkar para a empresa DHL, que declarou (através de vídeo e recibos) ter criado “<a href="http://biggestdrawingintheworld.com/drawing.aspx" target="_blank">o maior desenho do mundo</a>” ao enviar uma pasta plástica equipada com um GPS em uma trajetória ininterrupta por 110.664km, numa viagem de 55 dias em aviões e caminhões da DHL. Porém, tal ação provou-se falsa.</p>
<p>Muitos blogueiros e sites questionaram o fato de que a DHL teria de fazer loops desnecessários e paradas na rota para produzir um auto-retrato, além do fato de que o sinal de GPS não poderia ser traçado de dentro de uma maleta de alumínio. Ao levantarem a questão e mostrarem os elos soltos na ação, a DHL confirmou ao jornal Telegraph que a obra de arte foi um projeto inteiramente fictício, e que a empresa permitiu que o artista filmasse no armazém da empresa em Estocolmo, sendo que na verdade o GPS nunca foi enviado a lugar algum. Após a revelação, Nordenenkar adicionou uma nota de rodapé em seu site declarando que “Este é um trabalho fictício. A DHL não transportou o GPS em momento algum”.</p>
<p>Por falar em recordes mundiais, a ação do site de apostas Betfair, de criar <a href="http://www.apostaganha.pt/euro-2008-bate-recorde-do-guinness/" target="_blank">uma mensagem</a> num terreno nas proximidades do aeroporto de Viena para saudar os visitantes da cidade por conta dos jogos da Eurocopa, está sendo considerado o maior outdoor do mundo.</p>
<p>A Guerrilha via Satélite ainda não é viável em termos financeiros e mesmo com relação a branding, uma vez que a utilização de recursos como o Google Earth e o Google Maps não possui representatividade suficiente entre as pessoas no planeta para que esta ferramenta se torne um verdadeiro canal de divulgação. Porém, o buzz de quem o faz atualmente é suficiente para alavancar consideravelmente a percepção de uma marca entre os vários meios de comunicação.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/guerrilha-via-satelite">Guerrilha via satélite</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Como se fosse feito em casa</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 16:53:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nauro</dc:creator>
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Não é de hoje que o apelo do feito em casa é instrumento da propaganda. Antes utilizado somente pela indústria de alimentos esse argumento tem ganho cada vez mais força e deixado de ser um recurso textual de slogan de sopa enlatada.
Semana passada assisti no YouTube o novo comercial da Sony, criado pela Fallon Londres, [...]<p><a href="http://casadogalo.com/como-se-fosse-feito-em-casa">Como se fosse feito em casa</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewritercomosefossefeitoemcasa-c2fbtomato-3.jpg" border="0" alt="windowslivewritercomosefossefeitoemcasa c2fbtomato 3 Como se fosse feito em casa" width="480" height="266" title="Como se fosse feito em casa" /></p>
<p>Não é de hoje que o apelo do feito em casa é instrumento da propaganda. Antes utilizado somente pela indústria de alimentos esse argumento tem ganho cada vez mais força e deixado de ser um recurso textual de <em>slogan</em> de sopa enlatada.</p>
<p>Semana passada assisti no <a href="http://www.youtube.com/"><span style="text-decoration: underline;">YouTube</span></a> o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=luOL41yLG5c"><span style="text-decoration: underline;">novo comercial da Sony</span></a>, criado pela <a href="http://www.fallon.co.uk/"><span style="text-decoration: underline;">Fallon Londres</span></a>, que mostra pessoas se divertindo em um “mar de espuma” que invade áreas urbanas da cidade de Miami. Um comercial excelente, uma idéia simples, uma trilha simples, imagens simples e sem nenhum efeito especial aparente, sem nenhum texto falado e somente uma assinatura <em>all type</em>.</p>
<div id="scid:53357c8b-5919-4e32-8c25-305d27c17a37:bc8ea43c-f2b3-45bc-a80a-d50d73679321" class="wlWriterSmartContent" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; float: none; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/luOL41yLG5c" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/luOL41yLG5c" wmode="transparent"></embed></object></div>
<p>Ignorando o número de profissionais envolvidos (150) e a verba para produção – que não deve ter sido pouca – temos nessa peça algo que vem se tornando muito comum nos comerciais fora do país: a tentativa de caracterizar o comercial com algo espontâneo, quase como se feito em casa.</p>
<p>Esse fenômeno vem, em grande parte, sendo alimentado pela internet e seus <em>hits</em> do YouTube e dos Youclones. Foi assim com um comercial do i<a href="http://www.youtube.com/watch?v=KKQUZPqDZb0"><span style="text-decoration: underline;">Pod</span></a>, foi assim com ação de marketing de guerrilha para o lançamento do álbum comemorativo do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=X6EDAZ3crdY"><span style="text-decoration: underline;">Thriller 25 anos</span></a>, e no Brasil tivemos o Blog do Pimentel da <a href="http://www.nextel.com.br/"><span style="text-decoration: underline;">Nextel</span></a> além de muitos outros mundo afora.</p>
<p>Parece óbvio dizer que a internet já é fonte de inspiração e consulta obrigatória de vários criativos, ou mesmo que ela já se tornou um recurso fundamental em qualquer grande campanha. O que não é tão óbvio assim é o fato de mesmo com toda essa força, muitas empresas no Brasil não têm um plano de investimento publicitário em internet.</p>
<p>Mesmo empresas de médio porte ainda vêem seus sites como um panfleto eletrônico. Já ouvi alguns anunciantes dizerem a seus webmasters para tirarem o fórum do ar, pois lá os clientes estão falando mal da empresa, ou estão reclamando do atendimento.  E também já presenciei alguns <em>brainstorms</em> de site em que se começou o trabalho definindo-se quais os efeitos que a “abertura” do site devia ter.</p>
<p>Um estudo da <a href="http://www.harrisinteractive.com/"><span style="text-decoration: underline;">Harris Interactive</span></a>, encomendado pelo <a href="http://www.google.com.br/"><span style="text-decoration: underline;">Google</span></a>, demonstra que os vídeos online são tão eficazes quanto os spots tradicionais de 30 segundos (fonte: <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.comgurus.com.br/?p=1496">ComGurus</a></span>) e tem muita gente no Brasil que ainda ignora isso.</p>
<p>É claro que veicular no YouTube não paga comissão nem dá a visibilidade para agência, mas dá resultado para o cliente e acredito que esse compromisso deve estar acima de prêmios, visibilidade ou outros do gênero.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/como-se-fosse-feito-em-casa">Como se fosse feito em casa</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>AmPm &#8211; &#201; o que &#233;. V&#234; o que v&#234;.</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Apr 2008 11:24:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
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Alguns noticiários do meio publicitário divulgaram o &#8220;fracasso&#8221; da ação da rede de lojas de conveniência AmPm na semana passada, em Chicago.&#160; 
Aparentemente, a peça foi colocada em abrigos de ônibus, cheia de salgadinhos, e a idéia era ir retirando os pacotes pouco a pouco, durante 4 semanas, revelando o slogan Too much good stuff. [...]<p><a href="http://casadogalo.com/ampm-o-que-v-o-que-v">AmPm &#8211; &Eacute; o que &eacute;. V&ecirc; o que v&ecirc;.</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="margin: 0px 0px 0px 8px" height="240" alt="windowslivewriterampmoque.voquev 75ecampm1 3 AmPm   &Eacute; o que &eacute;. V&ecirc; o que v&ecirc;." src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterampmoque.voquev-75ecampm1-3.jpg" width="180" align="right" border="0" title="AmPm   &Eacute; o que &eacute;. V&ecirc; o que v&ecirc;." />Alguns <a href="http://adweek.blogs.com/adfreak/2008/04/ampm.html"><u>noticiários</u></a> do meio publicitário divulgaram o &#8220;fracasso&#8221; da ação da rede de lojas de conveniência AmPm na semana passada, em Chicago.&nbsp; </p>
<p>Aparentemente, a peça foi colocada em abrigos de ônibus, cheia de salgadinhos, e a idéia era ir retirando os pacotes pouco a pouco, durante 4 semanas, revelando o slogan <b>Too much good stuff</b>. &#8220;Infelizmente&#8221;, em apenas 2 dias a peça foi &#8220;vandalizada&#8221; e uma boa parte dos salgadinhos foi levada. </p>
<p>Há tempos a 3M veiculou uma peça em abrigos de ônibus que também foi notícia. A idéia era divulgar o novo vidro de segurança, e para isso foi colocado um punhado de dinheiro dentro do suporte, demonstrando que era impossível roubá-lo.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterampmoque.voquev-75ec3m-unbreakable-glass-stacke-2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="240" alt="windowslivewriterampmoque.voquev 75ec3m unbreakable glass stacke thumb AmPm   &Eacute; o que &eacute;. V&ecirc; o que v&ecirc;." src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterampmoque.voquev-75ec3m-unbreakable-glass-stacke-thumb.jpg" width="191" align="left" border="0" title="AmPm   &Eacute; o que &eacute;. V&ecirc; o que v&ecirc;." /></a>Encarando os fatos, os caras da agência da 3M devem ter ficado roxos de tanto torcer para não aparecer ninguém com um machado ou algo do tipo. Tanto é que o dinheiro não era real em sua totalidade e a peça era monitorada por uma câmera que transmitia a imagem para a agência, que ficava convenientemente do outro lado da rua.&nbsp;&nbsp;
<p>Já os autores da peça da AmPm devem ter adorado o “vandalismo”. Reforça ainda mais o jargão de que a AmPm possui muita coisa gostosa e ainda gera mídia gratuita.
<p>Se nada mais, as duas ações demonstram extrema fé no produto. Fé que depende do puro comprometimento do cliente em fazer um produto com qualidades realmente relevantes às pessoas.
<p>Fé que traz soluções tão simples, que por vezes parece tão difícil transparecer neste mundo onde a percepção conta mais que a realidade.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/ampm-o-que-v-o-que-v">AmPm &#8211; &Eacute; o que &eacute;. V&ecirc; o que v&ecirc;.</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Marketing experimental no PDV &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 09:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Santos</dc:creator>
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<p><img src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/promocao.jpg" alt="promocao Marketing experimental no PDV   Parte 1" align="middle" title="Marketing experimental no PDV   Parte 1" /><br />
A globalização e a crescente competitividade num mercado em que os produtos são facilmente copiados e as vantagens competitivas tendem a ser cada vez menores, fizeram com que o mercado da comunicação passasse a investir cada vez mais na personalização das ações, tentando assim acompanhar a Nova Economia. É a Nova Economia da Internet, que aproximou mercados e viabilizou uma maior oferta de produtos e serviços. E é nesse contexto é que a Promoção se destaca.</p>
<p>Nos velhos tempos dos mercadores, na necessidade de atrair, seduzir e conquistar compradores, eram utilizados todos os artifícios visuais, auditivos e sonoros disponíveis, experimentação de produtos, reduções de preços, descontos baseados em quantidades, exposição de mercadorias em locais visíveis, enfim, uma verdadeira parafernália de recursos. E tudo isso com uma só finalidade: vender. Hoje, com a visão ampliada, novas tecnologias, estudos, cálculos, maior poder de decisão dos consumidores e, principalmente, o planejamento, o <strong>marketing promocional</strong> surge como uma das ferramentas importantes no processo de aproximação, conhecimento, vendas e relacionamento.</p>
<blockquote><p>O interessante é que quando a promoção consegue ser construída de forma original, ela pode gerar boas respostas como: reforço do conhecimento da marca, quebra de resistências, maior simpatia pelo produto ou marca ou girar estoque, dependendo dos objetivos que se quer atingir.</p></blockquote>
<p>As iniciativas com relação à Promoção têm em comum a alta relevância, e estão posicionadas de forma certeira em locais-chave. Muitas empresas estão tirando proveito especialmente desse último quesito. Chegaram à conclusão que ambientes como salas de espera, lounges e business centers de hotéis, aeroportos e até de navios-cruzeiro, são ótimos lugares para expor sua marca ao estilo experimente-antes-de-comprar. Distribuem amostras e ganham em troca uma audiência permissiva à intromissão.</p>
<p>Entre as ferramentas do marketing promocional pode-se destacar a promoção (vendas e institucional), o merchandising, eventos, feiras, congressos, além de ações de degustação de produtos, distribuição de amostra (sampling), brindes e o marketing esportivo.</p>
<p>O brinde é uma saída de investimento razoável para gerar simpatia e estabelecer relacionamentos num primeiro momento, mas sua continuidade também pode criar um efeito contrário na permanência de compra do produto. O consumidor, a princípio, está comprando determinada marca porque enxergou ali um benefício ou uma vantagem. O problema é que, ao acabar com os brindes, corre-se o risco de perder esse cliente, caso a marca não tenha trabalhado em conjunto com outras alternativas de sustentação e relacionamento.</p>
<p>Para a chegada do Vectra GT, o novo carro da Chevrolet, por exemplo, foi criada uma bebida energética com a marca GT, que distribuída em diversos pontos de contato com o consumidor. O energético GT é um convite para o consumidor se preparar para sair da linha com o novo lançamento da Chevrolet. Com um design arrojado, como o novo modelo do carro, o energético GT surgiu para criar maior sinergia entre o produto e a campanha publicitária, cujo conceito é: &#8220;Prepare-se para sair da linha&#8221;. A campanha foi idealizada pela<a href="http://www.mccann.com.br/" target="_blank"> McCann Erickson</a>, mas ainda não há garantia de que este brinde realmente gerou o resultado esperado pela montadora.</p>
<p>Como parte integrante de um composto de comunicação, o marketing promocional se aplica em várias situações, de acordo com o diagnóstico da empresa e suas necessidades. As atividades empreendidas no esforço promocional são parceiras, e não substitutas no processo mercantil. A propaganda, por exemplo, é fundamental para dar credibilidade a uma ação promocional, assim como um bom treinamento no ponto de venda, uma política de distribuição consistente ou uma melhor visualização dos produtos no canal de venda.</p>
<blockquote><p>A promoção não deve ser usada em substituição à comunicação da propaganda, à ausência de treinamento, aos problemas estruturais do produto ou às deficiências na política de comercialização, por exemplo.</p></blockquote>
<p>A ação criada pela <a href="http://www.enox.com.br/" target="_blank">Enox Indoor Experience</a> para o desodorante Axe Aerosol 90 (Unilever), em 6 capitais brasileiras, ocorreu em mais de 140 bares e restaurantes, com circulação de 1,4 milhão de pessoas por mês. Cerca de 200 displays com o desodorante acoplado foram instalados nos toaletes masculinos e permitem que o público utilize o produto. Esta ação, sem nenhum esforço de propaganda, pode não ter surtido o efeito desejado, até mesmo por causa da aversão a utilizar um item que já fora utilizado por tantas outras pessoas. Até mesmo medo de micoses foi detectado em um acompanhamento posterior à ação.</p>
<p>[<a href="http://casadogalo.com/marketing-experimental-no-pdv-parte-2/">Leia a parte 2</a>]</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/marketing-experimental-no-pdv-parte-1">Marketing experimental no PDV &#8211; Parte 1</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Se a cidade &#233; limpa, o homem &#233; sandu&#237;che?</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 10:26:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[anúncios]]></category>
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 A coluna de hoje vai sair um pouco da classifica&#xE7;&#xE3;o de &#x201C;coluna&#x201D;. Vai ser mais uma reflex&#xE3;o. Ent&#xE3;o corrijo, a reflex&#xE3;o de hoje n&#xE3;o vai ser nos moldes de uma coluna. Ah, tanto faz.
Acontece que nos &#xFA;ltimos dias eu li a not&#xED;cia que o prefeito Gilberto Kassab, e sua lei Cidade Limpa, consideram agora [...]<p><a href="http://casadogalo.com/se-a-cidade-limpa-o-homem-sanduche">Se a cidade &eacute; limpa, o homem &eacute; sandu&iacute;che?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/Seacidadelimpaohomemsanduche_686D/sanduiche.jpg"><img id="id" style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="240" alt="sanduiche thumb Se a cidade &eacute; limpa, o homem &eacute; sandu&iacute;che?" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/Seacidadelimpaohomemsanduche_686D/sanduiche_thumb.jpg" width="159" align="left" border="0" title="Se a cidade &eacute; limpa, o homem &eacute; sandu&iacute;che?" /></a> A coluna de hoje vai sair um pouco da classifica&#xE7;&#xE3;o de &#x201C;coluna&#x201D;. Vai ser mais uma reflex&#xE3;o. Ent&#xE3;o corrijo, a reflex&#xE3;o de hoje n&#xE3;o vai ser nos moldes de uma coluna. Ah, tanto faz.</p>
<p>Acontece que nos &#xFA;ltimos dias eu li a <a href="http://www.estadao.com.br/cidades/not_cid55328,0.htm" target="_blank">not&#xED;cia</a> que o prefeito Gilberto Kassab, e sua lei Cidade Limpa, consideram agora irregular a propaganda em abrigos de &#xF4;nibus na capital paulista.</p>
<p>N&#xE3;o precisa nem comentar que &#xE9; mais uma artimanha da grande m&#xE1;quina de fazer dinheiro. Os an&#xFA;ncios em mobili&#xE1;rio urbano, que tinham escapado do rodo &#x201C;cidade cinza&#x201D;, foram embora e voltam s&#xF3; quando a prefeitura abrir licita&#xE7;&#xE3;o.</p>
<p>A vantagem &#xE9; que com as proibi&#xE7;&#xF5;es, d&#xE1;-se asas &#xE0; criatividade em busca de solu&#xE7;&#xF5;es alternativas que sejam tanto qu&#xE3;o (ou quem sabe mais) eficientes que as m&#xED;dias proibidas.</p>
<p>Atrav&#xE9;s da arte, muito j&#xE1; foi feito para driblar a lei. Grafitti, grafitti inverso, sticker, enfim, todas as outras formas de interven&#xE7;&#xE3;o art&#xED;stica na cena urbana vinculadas a algum produto ou servi&#xE7;o.</p>
<p>O que eu n&#xE3;o tinha visto ainda &#xE9; o que um leitor do &#xF4;nibus azul, <a href="http://www.bluebus.com.br/show.php?p=1&amp;id=79500" target="_blank">publicou ontem</a>. Uma varia&#xE7;&#xE3;o do tradicional <em>take one</em>, agora amarrado aos postes de ilumina&#xE7;&#xE3;o p&#xFA;blica.</p>
<p>Tal id&#xE9;ia me fez resgatar na mem&#xF3;ria a &#xE9;poca em que eu era pequeno e recebia os <em>take one</em> (que na verdade eram quase <em>take one hundred</em>) dos simp&#xE1;ticos velhinhos com cartazes na frente e nas costas. Os tais <em>billboardmans</em>, aqui conhecidos como homens-sandu&#xED;che, homens-placa ou plaqueiros, avan&#xE7;am na contram&#xE3;o do glamour da publicidade de alta tecnologia e estampam an&#xFA;ncios de diversos produtos e servi&#xE7;os, como a compra e venda de ouro, t&#xED;quetes-refei&#xE7;&#xE3;o ou de metr&#xF4;, escapando das garras da lei Kassabiana.</p>
<p>Ser&#xE1; ent&#xE3;o que a tal Lei propicia uma involu&#xE7;&#xE3;o na forma de se fazer propaganda? Ou seria essa a evolu&#xE7;&#xE3;o?</p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:024397fc-9a04-44cf-a10d-940cc5708fa0" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Tags: <a href="http://technorati.com/tags/cidade%20limpa" rel="tag">cidade limpa</a>, <a href="http://technorati.com/tags/sanduiche" rel="tag">sanduiche</a>, <a href="http://technorati.com/tags/kassab" rel="tag">kassab</a>, <a href="http://technorati.com/tags/gilberto" rel="tag">gilberto</a>, <a href="http://technorati.com/tags/blue%20bus" rel="tag">blue bus</a>, <a href="http://technorati.com/tags/take%20one" rel="tag">take one</a></div>
<p><a href="http://casadogalo.com/se-a-cidade-limpa-o-homem-sanduche">Se a cidade &eacute; limpa, o homem &eacute; sandu&iacute;che?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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