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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; futebol</title>
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	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
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		<title>No futebol (e na publicidade) é só não errar</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 11:27:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renan</dc:creator>
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“Vamos jogar no erro do adversário”. Frase clássica hoje em dia nos gramados brasileiros entre quase todos os técnicos. Ou seja, fazer o famoso feijão-com-arroz, sem inventar demais, esperando a hora certa de aparecer para atacar com segurança. Lições futebolísticas que a publicidade parece ainda não saber aproveitar muito bem, o que ficou ainda mais [...]<p><a href="http://casadogalo.com/no-futebol-e-na-publicidade-e-so-nao-errar">No futebol (e na publicidade) é só não errar</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/futebol-erro-adversario.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="futebol_erro_adversario" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/futebol-erro-adversario-thumb.jpg" border="0" alt="futebol erro adversario thumb No futebol (e na publicidade) é só não errar" width="490" height="274" /></a></p>
<p align="justify">“Vamos jogar no erro do adversário”. Frase clássica hoje em dia nos gramados brasileiros entre quase todos os técnicos. Ou seja, fazer o famoso feijão-com-arroz, <strong>sem inventar demais</strong>, esperando a <strong>hora certa de aparecer para atacar com segurança</strong>. Lições futebolísticas que a publicidade parece ainda não saber aproveitar muito bem, o que ficou ainda mais claro no fim de semana de tantas finais estaduais pelo Brasil.</p>
<p align="justify">Em São Paulo, o capitão da equipe do Corinthians, campeã paulista, no momento de glória para levantar a taça (e fazer valer os muitos centavos do patrocinador), quase pega fogo! Justamente no <strong>ápice de elevar a marca do clube, da federação de futebol, dos patrocínios, e até do esporte em si</strong>, ocorre esta pseudo-fatalidade.</p>
<p align="justify">Não importa agora de quem é a culpa. Foi um exagero, um excesso, uma ganância de mídia tamanha de todos os envolvidos, que só poderia ter dado errado. Sem falar na organização. É aquela história: quem quer aparecer demais, acaba aparecendo mesmo. Só que mal.</p>
<p align="justify">No Rio, parece que foi o contrário: faltou visibilidade. O time do Flamengo, de maior torcida do país, disputava não só mais um título estadual, mas a chance de ser tricampeão pela quinta vez na história e ser recordista de títulos no estado. Momento mais do que perfeito para inserir a logo de sua empresa nas camisas, bonés, e microfones de coletiva de imprensa, certo? Não.</p>
<p align="justify">O que vimos foram <strong>uniformes ainda com o patrocinador antigo</strong>, com faixas pretas para tampar o patrocínio anterior da Petrobrás. Parece que houve cautela demais nas negociações, burocracias e fatores “extra-campo” para não terem aproveitado tal chance de mídia. Nem os famosos anúncios de oportunidade pós-jogo puderam ser desfrutados.</p>
<p align="justify">É inegável que a publicidade somada ao futebol é de grande poder. Por isso os excessos na comemoração em São Paulo e a cautela em fechar a parceria no Rio. Todos querem aproveitar da melhor forma essa fatia publicitária.</p>
<p align="justify">Porém, são nesses momentos que percebo que o óbvio também é necessário. Antes de qualquer conceito criativo, de qualquer planejamento estratégico, precisamos <strong>aproveitar as oportunidades</strong>. São elas que também contribuem, e muito, para a visibilidade de uma marca, e principalmente, sua percepção.</p>
<p align="justify">Então é preciso aproveitá-las. <strong>Não podemos errar no mais básico</strong>. No ponto de partida para qualquer projeção maior, seja na publicidade ou no futebol.</p>
<p align="justify">Porque o ideal não é jogar só no ataque ou só na retranca.</p>
<p align="justify">É jogar com inteligência.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/no-futebol-e-na-publicidade-e-so-nao-errar">No futebol (e na publicidade) é só não errar</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Fidelização do cliente no país do futebol</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 12:25:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gui</dc:creator>
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Alguns artigos atrás, coloquei em pauta a discussão sobre a eficácia da utilização de celebridades em propaganda. Não fiz questão nenhuma de esconder meu ceticismo e me manifestei realmente descrente com relação aos benefícios de campanhas assim, certo de que um approach criativo gera melhores resultados que cachês astronômicos.
Achei um exemplo que me parece bastante [...]<p><a href="http://casadogalo.com/fidelizacao-do-cliente-no-pais-do-futebol">Fidelização do cliente no país do futebol</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/futebol.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="futebol" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/futebol-thumb.jpg" border="0" alt="futebol thumb Fidelização do cliente no país do futebol" width="480" height="324" /></a></p>
<p>Alguns artigos atrás, coloquei em pauta a discussão sobre a eficácia da <a href="http://casadogalo.com/celebridades-em-comerciais-da-resultado/" target="_blank">utilização de celebridades em propaganda</a>. Não fiz questão nenhuma de esconder meu ceticismo e me manifestei realmente descrente com relação aos benefícios de campanhas assim, certo de que um approach criativo gera melhores resultados que cachês astronômicos.</p>
<p>Achei um exemplo que me parece bastante pontual, mas que me sinto na obrigação de partilhar.</p>
<p>Um grande amigo meu é gerente de vendas da <a href="http://www.moeller.com.br/" target="_blank">Moeller</a>, multinacional alemã, fabricante de componentes eletro-eletrônicos.</p>
<p>Alguma vez você já entrou numa loja de materiais de construção e viu um cartaz do Raí (ex-jogador do São Paulo e da seleção) vendendo disjuntor? É dessa empresa!</p>
<p>Embora esteja ao alcance de qualquer pessoa comprar componentes Moeller, a empresa vende essencialmente para grandes montadoras /revendas de painéis elétricos de grande porte. Conseqüentemente, o Raí entra naquele bicho de sete cabeças chamado B2B.</p>
<p>Aprendemos na faculdade que o B2B é um setor mais racional, no qual prevalecem as informações técnicas e lógicas dos produtos, assim como o preço, prazo, quantidade. O “ramo” da publicidade onde não cabe um “gostoso como a vida deve ser”.</p>
<p>Pois bem, como acontece com toda regra que tentam inventar para a comunicação, eis a exceção.</p>
<p>Faz parte do contrato publicitário do Raí, não só com a Moeller, mas com todas as outras empresas que veiculam a imagem do craque, cotas do Camarote do Raí, no estádio do Morumbi.</p>
<p>Dia desses meu amigo contou que foi assistir São Paulo x não sei quem e levou alguns clientes, como de praxe. Falou sobre uma breve conversa que teve com o ex-jogador, mas estava mesmo era impressionado com a reação dos clientes por estarem assistindo um jogo de um time que nem era o deles ao lado do cara.</p>
<p>Investiguei, obviamente.</p>
<p>Segundo meu amigo, no ramo dele, é certo que ganha-se o cliente com o mix de marketing, mas a fidelização passa por outros meios bem menos ortodoxos.</p>
<p>Um jantar numa boa e famosa churrascaria de São Paulo pode perfeitamente garantir um próximo negócio. E tem muito empresário por aí que troca algumas dezenas de milhares de reais em descontos da concorrência por um jogo do brasileirão ao lado do Raí, comendo pipoca.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/fidelizacao-do-cliente-no-pais-do-futebol">Fidelização do cliente no país do futebol</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Ponto de dose &#8211; Marketing de boteco</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 13:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Santos</dc:creator>
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Composição de Todd Neumann
No final dos anos 90, os serviços especializados de marketing, convencionalmente chamados below the line (ou simplesmente BTL), ganharam tamanha força que, nos mercados mais maduros do mundo, entre os quais o brasileiro, já atraem mais investimentos que a publicidade tradicional – o above the line ou ATL. São cada vez mais [...]<p><a href="http://casadogalo.com/ponto-de-dose-marketing-de-boteco">Ponto de dose &#8211; Marketing de boteco</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco-8c9ebar-3.jpg" border="0" alt="windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco 8c9ebar 3 Ponto de dose   Marketing de boteco" width="480" height="277" title="Ponto de dose   Marketing de boteco" /><br />
<span style="font-size: xx-small;">Composição de Todd Neumann</span></p>
<p align="justify">No final dos anos 90, os serviços especializados de marketing, convencionalmente chamados <em><strong>below the line</strong></em> (ou simplesmente BTL), ganharam tamanha força que, nos mercados mais maduros do mundo, entre os quais o brasileiro, já atraem mais investimentos que a publicidade tradicional – o <em><strong>above the line</strong></em> ou ATL. São cada vez mais freqüentes as ações cujo foco está justamente na <strong>estratégia promocional</strong>, de <strong>marketing direto</strong>, ou no <strong>merchandising de PDV</strong>, palco que ganhou notoriedade, sofisticação e importância crucial para muitas categorias de produtos de consumo. O merchandising de PDV, por sua vez, torna-se mais importante à medida que as mídias indoor espalham-se rapidamente em shoppings, supermercados e muitos outros estabelecimentos.</p>
<p align="justify">Porém, nestes tempos de <strong>Lei Seca</strong>, surge a questão sobre como trabalhar num segmento do PDV muito valorizado pelo brasileiro, o <strong>ponto-de-dose</strong>, ou PDD. O PDV é o local onde estão à mostra os produtos que serão comprados e consumidos (em teoria) apenas após a saída do PDV. Ao contrário do PDV, o PDD é exatamente o estabelecimento em que um produto é adquirido e consumido no mesmo local. Basicamente, a categoria PDD é composta pelos restaurantes, lanchonetes, hotéis, bares e botecos.</p>
<p align="justify">Observa-se que, principalmente no Brasil, a comunicação no PDD tende a ser criativa devido à cultura nacional de freqüência a bares e botecos, e ao alto nível que o turismo brasileiro exige de seus hotéis e restaurantes. Este artigo, entretanto, irá se focar principalmente nos <strong>bares e botecos</strong>, mostrando a <strong>originalidade e criatividade da publicidade brasileira no PDD</strong>.</p>
<p align="justify">Ao pensar em bar ou boteco, a primeira forma de comunicação que vem à cabeça provavelmente será o tradicional cartaz que apresenta o preço da bebida, acompanhado de moças sensuais geralmente seminuas. Entretanto, a criatividade brasileira vai muito além desta linha de criação.</p>
<p align="justify">Para a <strong>Ambev</strong>, <strong>Ronaldo Fenômeno</strong> foi o garoto-propaganda pelo programa de consumo responsável de em 2006, com cartazes levados a bares e botecos por todo o País. Num cartaz afixado em todos os estabelecimentos na época, Ronaldo aparece com um sinal de proibido sobre uma chave de automóvel e a frase “Se beber, não dirija”. O jogador, atualmente com a moral baixa devido aos problemas com os travestis no Rio de Janeiro, participou da peça de forma voluntária.</p>
<p align="justify">Ainda na comunicação através de cartazes, a <strong>distribuidora de bebidas Diageo</strong> realizou uma parceria com a New Ad (pioneira em mídia indoor) na veiculação da campanha do <strong>2º Scotch Whisky Festival</strong> em boards posicionados estrategicamente em dez bares paulistanos selecionados. Além da eficácia na comunicação, a campanha esteve atrelada a uma ação promocional envolvendo copos exclusivos da campanha como brinde.</p>
<p align="justify">Uma marca que valoriza muito o PDD é a <strong>Unilever</strong>, em diversas ações com mídias indoor de vários tipos. As ações são altamente segmentadas e interativas, e por isso têm <strong>elevadas taxas de recall</strong>. Levando o produto ao encontro do seu consumidor, exatamente no momento em que ele faz diferença, gera-se a efetiva experimentação do produto e experiência de marca.</p>
<p align="justify">Para o desodorante <strong>AXE Vice</strong>, foram instalados displays especiais – com uma amostra do produto para experimentação – nos toaletes masculinos de cerca de 150 bares e baladas em São Paulo, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza e Recife, por onde circulam 1,2 milhão de pessoas mensalmente.</p>
<p align="justify">No caso da linha <strong>Axe Dark Temptation</strong>, <a href="http://leonardoxavier.typepad.com/mobilizado/2008/06/axe-dark-tempta.html" target="_blank">a campanha</a> foi desenvolvida em total sinergia com a <strong>revista Playboy</strong>. Além de peças para a revista e um hotsite para visualizar as modelos que concorrem à eleição promovida pelo desodorante, houve também uma campanha em bares e restaurantes de São Paulo em parceria com a <strong>Bee Media</strong>, em que midia cards com as 10 candidatas foram distribuídos. Nas peças, há o estímulo para votar na candidata preferida via SMS, incorporando-se assim a estratégia de captação de mailing para futuras ações.</p>
<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco-8c9emica-sos-mata-atlantica-2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco-8c9emica-sos-mata-atlantica-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco 8c9emica sos mata atlantica thumb Ponto de dose   Marketing de boteco" width="235" height="244" align="left" title="Ponto de dose   Marketing de boteco" /></a>Por falar em midia cards, a empresa <strong>Mica </strong>fortaleceu-se muito com a diversificação de ações devido à conhecida Lei Kassab em São Paulo. Os displays da <strong>Mica Cards</strong>, que distribui postais gratuitamente em bares e restaurantes, foram usados numa ação da F/Nazca para o <strong>SOS Mata Atlântica</strong>: foram <a href="http://aletp.com/2008/05/26/midia-alternativa-sos-mata-atlantica-contra-o-trafico-de-animais/" target="_blank">transformados em jaulas</a> que aprisionam cartões com imagens de espécies da Mata Atlântica, e mensagens nos cards como “Não colabore com o tráfico de animais”, na intenção de dar às pessoas a sensação de libertar os animais quando tiram um cartão do display. Foram produzidos mais de 200 mil cartões, em 10 modelos diferentes, distribuídos não apenas em São Paulo, mas também no Rio de Janeiro e mais 8 cidades e capitais.</p>
<p align="justify">Não apenas cartazes e aparelhos de degustação incorporam a comunicação do PDD, mas também há muitos outros itens, ainda mais próximos ao próprio consumo do público-alvo, como a campanha da <strong>Bacardi</strong> para conscientização para a bebida. A campanha, denominada “<a href="http://blog.canalcom.com.br/2008/04/03/schumacher-estrela-campanha-de-responsabilidade-ao-volante-da-bacardi/" target="_blank">Campeões Bebem com Responsabilidade</a>”, foi lançada em abril em Bruxelas, mas a partir de agosto passa a distribuir porta-copos em bares das principais capitais do Brasil, como São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e Recife. A ação conta com o piloto <strong>Michael Schumacher</strong>, campeão mundial de Fórmula 1, como embaixador global de responsabilidade social da campanha.  O objetivo é aconselhar e educar os consumidores a terem responsabilidade após o consumo de álcool com a mensagem: “beber e dirigir não se misturam”. A primeira fase da campanha, que conta com anúncios e comerciais, é exibida em algumas redes de televisão e também em mídia online fora do Brasil. A mensagem gravada por Schumacher diz: “Quando saio para um drinque, meu carro fica em casa”. Adicionalmente, há uma campanha impressa, apresentando diferentes declarações de Michael, incluindo a seguinte frase: “Um conselho de amigo se for beber hoje à noite: Táxi”.</p>
<p align="justify">Outra nova mídia, iniciada no hemisfério norte, é chamada de <strong>NapAds</strong>, ou <a href="http://adivertido.com/napads-propaganda-em-guardanapos/" target="_blank">propaganda em guardanapos</a> (Napkin Advertising). Atualmente, o NapAds se tornou um ponto forte como atrativo midiático, lançando agora também o que eles chamam de <strong>NapAds High Definition</strong> (alta definição), inserindo imagens com altíssimo nível gráfico e os colocando em contato tangível e não invasivo com as pessoas, que de certa forma estão em um momento de descontração. Outro benefício dessa nova mídia é ela ser totalmente flexível, assim como cartões postais e anúncios de mídia indoor.</p>
<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco-8c9enap-2-2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco-8c9enap-2-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco 8c9enap 2 thumb Ponto de dose   Marketing de boteco" width="400" height="150" title="Ponto de dose   Marketing de boteco" /></a></p>
<p align="justify">No Brasil, a marca de <strong>uísque White Horse</strong> lançou <a href="http://www.guiasp.com.br/guiasp/site/noite/despliegue.cfm?mn=4&amp;id_conteudo=26700" target="_blank">uma ação</a> no paulistano Bar Balcão para incentivar a criatividade de seus freqüentadores.  Trata-se do “Coletivo White Horse de Arte no Balcão”, em que na compra de uma dose do whisky 8 anos, o consumidor ganhava um guardanapo exclusivo que pode servir de suporte para o início de uma obra de arte. Na noite seguinte, as melhores “obras” eram expostas nas paredes do bar. A ação bem humorada contou com dois tipos diferentes de guardanapos. No primeiro deles, espalhado pelo salão do bar, havia o regulamento da ação, que convida apenas os maiores de 18 anos a participarem.</p>
<p align="justify">Indo a um contexto mais voltado ao boteco, uma parceria entre a <strong>Mídia em Foco</strong> e a <strong>BilharTech</strong> colocou a marca de bebida <strong>Cynar</strong> (da Campari) em cerca de 1.500 mesas de bilhar em botecos e bares da Grande São Paulo. <a href="http://www.revistapublicidad.com/View/Noticia.aspx?c=m777sbPGZ4c" target="_blank">A ação</a>, criada pela <strong>DPZ</strong>, durou de março a maio de 2007.</p>
<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco-8c9enissanim9-2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco-8c9enissanim9-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco 8c9enissanim9 thumb Ponto de dose   Marketing de boteco" width="240" height="114" align="left" title="Ponto de dose   Marketing de boteco" /></a> Uma ação de muita repercussão feita nos EUA envolveu a montadora <strong>Nissan</strong>, que envolveu não apenas PDDs, mas outros pontos de grande circulação de público. Para divulgar a ignição inteligente do novo Nissan Altima, a <strong>agência True</strong>, de Los Angeles, criou uma ação de marketing de guerrilha: 20.000 conjuntos de chaves foram deliberadamente “perdidos” em bares, casas de shows, estádios e outros locais públicos em sete praças dos Estados Unidos. No chaveiro, a mensagem “Se encontrado, favor não devolver” e logo abaixo a explicação: “Meu novo Nissan Altima possui chave inteligente com botão de ignição, e eu não mais preciso disto”.</p>
<p align="justify">Junto com o conjunto de chaves havia um outro chaveiro, um “gas card”, que funcionava como um cartão específico para uso em postos de gasolina. Ele carregava um código para concorrer a 15 dólares de combustível grátis e tinha de ser inserido no site Altima Keys ou enviado via mensagem de texto, numa <a href="http://www.brainstorm9.com.br/2007/03/20/nissan-altima-keys/" target="_blank">estratégia simples</a>, barata (pois a verba foi estimada de 100 mil dólares) e eficaz, envolvendo o consumidor.</p>
<p align="justify">Além de ações tradicionais usando itens e mobiliário do PDD, certas ações podem ser muito interessantes por sua abordagem pouco convencional. Como exemplo, há a ação criada pela <strong>Giovanni+DraftFcb</strong> para divulgar o <strong>Luftal</strong>, um remédio para o combate de gases intestinais. Para mostrar que o remédio é realmente eficaz no alívio dos gases, foram <a href="http://aletp.com/2008/05/28/balao-de-gas-para-luftal/" target="_blank">distribuídos balões</a> em bares e restaurantes. Ao estourar o balão, as pessoas encontravam o frasco do produto. Contudo, muito mais interessante e original foi a <strong><a href="http://lafora.com.br/2007/10/18/pipobol-2/" target="_blank">ação da Nicorette</a></strong>, que criou a oportunidade para se fazer um “joguinho” (o “pipobol”) com as pipocas do bar, deixando como efeito colateral a região atrás do balcão mais suja. Para compensar, foi defendido que, como os fumantes se concentram em bares, estas peças seriam muito úteis para que os usuários “interagissem” com a marca. Apesar da abordagem interessante e da idéia original, é provável que poucos fumantes deixem de fumar enquanto jogam o “pipobol”.</p>
<p align="justify">Mas se o assunto é interação da marca com o público do PDD, o maior case vai para a campanha “<strong>Quem Foi o Melhor?</strong>”, da <strong>Coca-Cola</strong>. Toda a campanha foi baseada em uma disputa “fictícia” entre o astro argentino Maradona, e um ex-craque brasileiro que jogou um bom tempo no <strong>Corinthians</strong> – o <strong>Biro Biro</strong>. Foram espalhadas urnas por centenas de bares, botecos e locais estratégicos em todo o país, onde ao comprar uma garrafa de Coca-Cola, o consumidor tinha a chance de escolher e depositar seu voto através da tampinha. Essa nova proposta da Coca-Cola utilizando a plataforma futebol visa incentivar as vendas em bares e lanchonetes entre as classes C e D.</p>
<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco-8c9e71017ni13-2.jpg"><img src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco-8c9e71017ni13-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriterpontodedosemarketingdeboteco 8c9e71017ni13 thumb Ponto de dose   Marketing de boteco" width="480" height="294" title="Ponto de dose   Marketing de boteco" /></a></p>
<p align="justify">Em relação à mídia, a campanha teve atividades tanto em mídias tradicionais, como em alternativas e digitais. No site da marca, havia um desafio interativo entre os dois personagens, além de conteúdo preparado especialmente para esta iniciativa. A primeira ação <strong>No Media</strong> era composta por uma caixa que continha um “<strong>kit pró Biro Biro</strong>”. Todo o necessário para apoiar esse jogador de futebol estava dentro, com uma peruca, camiseta, fitinhas, bottons e tampinhas para votar. O kit, bem humorado, ainda trazia um santinho de Maradona.</p>
<p align="justify">Fortalecendo ainda mais a ação, Biro Biro passou por diversos botecos pedindo votos para a campanha da Coca-Cola, tornando-o, sem sombra de dúvidas, o jogador brasileiro que, com menos gols pela seleção, adquiriu maior recall e simpatia. Em diversas cidades do Rio de Janeiro e Espírito Santos, a campanha adquiriu um contexto mais “eleitoral”, com 4 ações diferenciadas:</p>
<p align="justify"><strong>Caminhão Trio</strong>: um caminhão-trio personalizado com a identidade visual da campanha circulou pela orla e entorno do estádio do Maracanã aos domingos. Com som e animação, os promotores ficaram em cima do grande caminhão jogando beijos, dando gritos de torcida, divulgando a ação e pedindo votos para o candidato brasileiro. Em certos momentos do circuito, eles ainda desciam do caminhão para entregar santinhos do Biro Biro, distribuir brindes e fazer corpo-a-corpo com os transeuntes.</p>
<p align="justify"><strong>Blitz no PDD</strong>: um van da campanha, com uma equipe de promotores, visitou os botecos onde a votação acontecia, convidando os consumidores a participarem da competição. Para conseguir um voto para o candidato, lindas <strong>torcedoras da Argentina por Maradona</strong> e do <strong>Brasil por Biro Biro</strong> interagiram com os consumidores para conseguirem votos em prol de seu candidato. A ação contou ainda com locutor e música, agitando os PDDs em dias de jogos.</p>
<p align="justify">Bonecões: inspirados no carnaval de Olinda, bonecões de 4 metros de altura, caracterizados com a imagem dos personagens Biro Biro e Maradona, percorreram ruas de grande fluxo acompanhados de promotoras que distribuíram santinhos da campanha.</p>
<p align="justify">Argentinos: dois promotores caracterizados de argentinos e com placas de “compro voto” penduradas no corpo, pediram apoio a Maradona em bares e ruas das cidades. Eles falavam em “portunhol”, convidando o público a participar e apimentar a discussão sobre quem foi melhor.</p>
<p align="justify">O PDD é um local com grande potencial de trabalho de marca, desde que se adeque a mensagem ao que os consumidores estão fazendo no lugar – beber, comer e se divertir. E no que depender da população brasileira, este espaço de mídia ainda terá muitas oportunidades para crescer.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/ponto-de-dose-marketing-de-boteco">Ponto de dose &#8211; Marketing de boteco</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>JUCA &#8211; Não basta patrocinar, tem que inovar</title>
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		<pubDate>Thu, 29 May 2008 11:33:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna</dc:creator>
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Juro que li os títulos de todas as colunas dessa Casa para ver se alguém havia falado sobre o JUCA, e, para minha surpresa, não achei nada. E fiquei me perguntando: porque um blog de propaganda ainda não falou sobre o JUCA?
Pode parecer óbvio para você, mas é bom explicar: o JUCA são os Jogos [...]<p><a href="http://casadogalo.com/juca-nao-basta-patrocinar-tem-que-inovar">JUCA &#8211; Não basta patrocinar, tem que inovar</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterjucanobastapatrocinartemqueinovar-780atorcida-3.jpg" border="0" alt="windowslivewriterjucanobastapatrocinartemqueinovar 780atorcida 3 JUCA   Não basta patrocinar, tem que inovar" width="480" height="280" title="JUCA   Não basta patrocinar, tem que inovar" /></p>
<p>Juro que li os títulos de todas as colunas dessa Casa para ver se alguém havia falado sobre o <a href="http://www.jucaonline.com.br/juca/"><span style="text-decoration: underline;">JUCA</span></a>, e, para minha surpresa, não achei nada. E fiquei me perguntando: porque um blog de propaganda ainda não falou sobre o JUCA?</p>
<p>Pode parecer óbvio para você, mas é bom explicar: o JUCA são os Jogos Universitários de Comunicação e Artes. Participam: Mackenzie, Casper Líbero, Metodista, Belas Artes, ECA-USP, FAAP, PUC-SP, PUC-Camp. A FIAM e a ESPM já fizeram parte, sendo que a primeira saiu sem fazer alarde, e a segunda ainda é assunto para as lendárias histórias sobre a rixa com o Mackenzie. Feriado de Corpus Cristi é tempo de Parada Gay e de JUCA. Ônibus e mais ônibus invadindo cidades do interior de São Paulo, levando universitários que só perdem em estilo para os estudantes de moda e em <em>bicho-grilisse</em> para os alunos da Fefeleche. O nicho perfeito para os anunciantes de cerveja, pasta de dente, conta universitária e camisinha.</p>
<p>O estranho é pensar que estes anunciantes esquecem que estão lidando com pessoas da área, ou seja, publicitários que irão reparar em erros de revisão ou em linhas criativas fracas (como aconteceu com o atendimento que vos fala ao receber folder promocional).</p>
<p>Termina um Juca e na segunda-feira seguinte se inicia a contagem regressiva para o próximo. É assunto garantido para as semanas que antecedem e sucedem os jogos. Aliás, parece o ‘Mein Kampf’ das universidades: o momento ideal para as faculdades marcarem a ferro o amor à ‘camisa’ de suas faculdades e garantir a melhor propaganda boca-boca de sua marca. Prova de que até publicitário cai nas armadilhas do marketing.</p>
<p>Mas, sinceramente, não acho estas ações foram suficientemente exploradas pelos anunciantes. Consigo imaginar outras possibilidades de ações para serem feitas com a gente e para a ‘nossa gente’ em um destes eventos. Pensem em todas as peças-fantasmas guardadas em gavetas, esperando para serem inscritas apenas em prêmios, virem à tona no JUCA? Afinal, somos nós que prezamos pela publicidade criativa. Então, por que não arriscar? Porque será que eu deveria abrir uma conta universitária com um simples panfletinho? Porque será que eu deixaria de tomar Itaipava no o<em>pen bar</em> para pagar por uma Skol? Porque que será que nos deixamos contaminar pelo pensamento domesticado do mercado até mesmo na hora de falar com nós mesmos?</p>
<p>Sejamos mais legais com nós mesmos, lembremo-nos das musiquinhas desbocadas e dos plágios descarados e impactemos universitários ávidos por criatividade pura e sem <em>bias,</em> como gostaríamos de ter sido em nossos tempos de JUCA. Este é o pedido de uma ex-universitária que acabou de voltar de seu 6º JUCA.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/juca-nao-basta-patrocinar-tem-que-inovar">JUCA &#8211; Não basta patrocinar, tem que inovar</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Washington Olivetto: Quem não se aprimora se estupora</title>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2008 17:22:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>olivetto</dc:creator>
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No final dos anos 70 do século passado, o comunicador Abelardo Barbosa – o Chacrinha – resolveu acrescentar mais uma categoria ao seu famoso Troféu Velho Guerreiro, que premiava o melhor cantor, a melhor cantora, o melhor ator, a melhor atriz etc. da televisão brasileira: a categoria “o melhor publicitário”. Tive o privilégio de ser [...]<p><a href="http://casadogalo.com/washington-olivetto-quem-nao-se-aprimora-se-estupora">Washington Olivetto: Quem não se aprimora se estupora</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterwashingtonolivettoquemnoseaprimoraseestu-bc03estrago-3.jpg" border="0" alt="windowslivewriterwashingtonolivettoquemnoseaprimoraseestu bc03estrago 3 Washington Olivetto: Quem não se aprimora se estupora" width="480" height="250" title="Washington Olivetto: Quem não se aprimora se estupora" /></p>
<p>No final dos anos 70 do século passado, o comunicador Abelardo Barbosa – o Chacrinha – resolveu acrescentar mais uma categoria ao seu famoso Troféu Velho Guerreiro, que premiava o melhor cantor, a melhor cantora, o melhor ator, a melhor atriz etc. da televisão brasileira: a categoria “o melhor publicitário”. Tive o privilégio de ser o ganhador.</p>
<p>Alguns dos meus colegas na época acharam a coisa brega, popularesca, pouco chique.</p>
<p>Mas eu, que já era fã do Chacrinha desde antes de 1968, quando ele foi consagrado “doutor honoris causa em comunicação” pelos tropicalistas, adorei o fato e fui feliz da vida receber o meu prêmio.</p>
<p>Obsessivo por pontualidade, cheguei, no dia do programa, meia hora antes do combinado e, graças a isso, recebi uma grande lição.</p>
<p>Por mais de 20 minutos, pude observar, por detrás do backstage, uma equipe do Chacrinha montando as chacretes, vestindo os músicos, testando os efeitos de som, iluminação e gelo seco.<br />
Enquanto isso, outra equipe ensaiava o auditório: a hora de aplaudir, o que responder quando o Chacrinha perguntasse “Vocês querem bacalhau?”, em que tom gritar “uhh-uhhh” quando o Chacrinha berrasse “Teresinha”.</p>
<p>De repente, interrompendo a minha observação, chegou o próprio Chacrinha, que, enfático, me disse: “Olá, Washington Olivetto. Como vai? Vai bem?” E, antes que eu respondesse, completou: “Viu como aqui é tudo organizado?”</p>
<p>Respondi um tímido sim, e ele completou: “E você sabe por que é assim organizado? Porque aí eu entro e desorganizo. Se não estiver organizado, não dá pra desorganizar.”</p>
<p>Recordei essa história em agosto passado, na Alemanha, durante uma palestra que fiz na Berlin School of Creative Leadership – escola exclusiva para todo potencial fora-de-série do universo da comunicação.</p>
<p>Falei durante 4 horas no período da manhã e fui sabatinado mais duas horas no período da tarde por um auditório ansioso por respostas que eu não tinha para dúvidas que todos parecem ter. Resumindo: pra onde vai o universo da comunicação em geral e o da publicidade em particular?</p>
<p>No mundo inteiro, esses dois universos – que, na verdade, são um só – vivem uma grande crise criativa, negocial e de auto-estima.<br />
Durante a tal sabatina que virou bate-papo, eu, os alunos da Berlin School e o catedrático em ciências sociais, política e comunicação Pierre Casse, escalado para transformar em apostila teórica a minha exposição prática, chegamos à mesma conclusão: a grande missão da comunicação em geral e da publicidade em particular, nos dias de hoje, é a revalorização da grande idéia.</p>
<p>Vivemos um momento, no mundo inteiro, em que muita gente está comprando o sapato sem saber o tamanho do pé.</p>
<p>Discute-se se os jornais e revistas vão acabar, se a internet vai ser a mídia prioritária, se a TV aberta vai ser substituída pela digital, se as promoções são boas ou vulgarizantes, se os eventos são mais efetivos que a publicidade, se a comunicação deve ser direcionada ou 360 graus, se as agências devem ser full services ou hot shops, se os comissionamentos devem ser substituídos por fees, se a comunicação deve ser dentro ou fora da caixa, se o consumidor deve ser receptor ou produtor de conteúdo, se aquilo que era monólogo agora é definitivamente diálogo, enfim, discutem-se, basicamente, os meios e o negócio. Mas poucos se preocupam com a mensagem, que é o que garante a efetividade do negócio.</p>
<p>Todos querem saber qual mídia deve ser utilizada, mas poucos se preocupam com a idéia que vai aparecer nessa mídia.</p>
<p>Discute-se muito a forma, mas esquece-se que, seja qual for a mídia, o fundamental continuará sendo o conteúdo.</p>
<p>Pelo contrário: em muitos casos, a forma tem sido utilizada em substituição do conteúdo ou, o que é pior ainda, para esconder a falta dele.</p>
<p>Resultado: a evidente crise criativa, que virou crise negocial e de auto-estima.</p>
<p>E essa crise envolve não só a propaganda, mas toda a comunicação, como brilhantemente comentou o fotógrafo Miguel Rio Branco em sua palestra sobre fotografia digital na Semana Epson/Fnac/FS da Fotografia: “Temos uma velocidade imediata, mas sem garantia de conhecimento”.</p>
<p>Foi a partir de observações como essa e de conclusões como a do seminário de Berlim (no negócio da comunicação e da publicidade, a única coisa fundamental, atemporal e insuperável é, foi e continuará sendo a grande idéia) que eu me lembrei da lição do Chacrinha e cheguei ao veredicto de que está na hora de imitá-lo.</p>
<p>Precisamos todos nós, profissionais de comunicação, voltar a organizar antes para poder desorganizar depois.</p>
<p>Precisamos nos unir na revalorização das grandes idéias como ponto de partida do nosso negócio.</p>
<p>E aí, sim, certos de que temos grandes idéias nas mãos, idéias capazes de se adaptar com a mesma eficiência aos diferentes meios – sejam eles tradicionais ou modernos, analógicos ou digitais, de retaguarda ou vanguarda –, aí, sim, poderemos optar pelas possibilidades de veiculação mais adequadas para a solução de cada problema.</p>
<p>Precisamos, enfim, voltar a saber o tamanho do pé antes de comprar o sapato.</p>
<p>Eu, como velho guerreiro dessa atividade, me comprometo a estar na linha de frente dessa batalha. Sem preconceito contra o novo nem saudosismo pelo velho. Apenas consciente de que, sem as possibilidades que o futuro nos oferece, a coisa não se aprimora, mas, por outro lado, se continuarmos insistindo em desconhecer sua origem, a coisa se estupora. E aí, como todos vocês sabem, “aquele abraço”.</p>
<p>* artigo originalmente publicado na Revista Época</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/washington-olivetto-quem-nao-se-aprimora-se-estupora">Washington Olivetto: Quem não se aprimora se estupora</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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