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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; etica</title>
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	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
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		<title>Sem ética pode haver progresso?</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 17:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tatiana</dc:creator>
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No contexto atual do mundo, discute-se muito a respeito da falta de ética no campo da política, das ciências e das relações humanas. Sabe-se, cada vez mais, da necessidade de tornar o Brasil um país mais humano e fiel aos seus preceitos de igualdade e respeito ao próximo, ainda que estes valores estejam distantes do [...]<p><a href="http://casadogalo.com/sem-etica-pode-haver-progresso">Sem ética pode haver progresso?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="etica" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/etica.jpg" border="0" alt="etica Sem ética pode haver progresso?" width="500" height="325" /></p>
<p>No contexto atual do mundo, discute-se muito a respeito da <strong>falta de ética</strong> no campo da política, das ciências e das relações humanas. Sabe-se, cada vez mais, da necessidade de tornar o Brasil um país mais humano e fiel aos seus preceitos de igualdade e respeito ao próximo, ainda que estes valores estejam distantes do ideal necessário à conduta social. Dessa forma, percebe-se a progressiva escassez de exemplos para a construção de um espaço mais justo entre os indivíduos, por mais que os avanços tecnológicos possam mascarar os fatos e nos fazer crer profundamente no potencial humano.</p>
<p>Nesse sentido, é válido ressaltar a importância do papel da família e da educação na construção da ética de um sujeito. Aprende-se a respeito da valorização do outro desde a infância, quando é ensinado à criança que é importante respeitar seu próximo, deixando de proferir palavras ou realizar qualquer ação que o prejudique em seu âmbito físico, emocional e psicológico. Muito se argumenta sobre o quanto tais ensinamentos apresentam real valor no futuro, uma vez que, como dizia Nietzsche, “o ser humano é um ser de esquecimento”, de maneira que apenas a dor traz a memória para perto de uma pessoa. Dessa forma, por vezes, o indivíduo só percebe o valor de tal conduta quando se torna alvo de uma postura antiética, sentindo-se atingido em seu íntimo e, então, tendo a oportunidade de rever seus valores e princípios mais básicos.</p>
<p>Ainda a respeito da ética na educação, Paulo Freire incentivou, ao longo de toda a sua obra, que ensinar é uma aventura criadora pelo surgimento da interação com o outro, uma vez que ninguém pode estar no mundo e com as pessoas de forma neutra. É verdade que tal fato de nunca se conseguir ser imparcial, por mais que se tente, abre caminhos para a prática antiética, já que se pode usar de diversos artifícios para deturpar ou engrandecer a imagem do outro com falsos testemunhos. Nesse aspecto, o autor defende que aceitar e respeitar a diferença são virtudes sem as quais a escuta verdadeira não pode acontecer: eis o segredo do respeito e valorização entre duas pessoas que almejam um relacionamento ético.</p>
<p>A ética se constrói a partir do momento em que há a percepção do lugar do outro na vida particular de cada um, bem como na vida deste próprio outro. Ela acontece quando muitos dos preconceitos são deixados de lado, oferecendo lugar à diversidade e às relações transformadoras. Quando se age de maneira antiética, aniquila-se a possibilidade de visitar um lugar no outro que é comum a todo indivíduo: aquilo que pertence a cada um e é projetado como sentimentos diante do próximo. Torna-se, então, notória a distância da percepção de si mesmo em relação ao alvo do discurso, destruindo o espaço do outro nessa construção não mais dialética.</p>
<p>Dessa maneira, é possível dizer que progressos aparentes podem sempre ocorrer, independentemente da presença ou ausência de valores éticos. O processo histórico que envolve a humanidade é repleto de conquistas obtidas por caminhos nem sempre retilíneos, tampouco corretos ou justos. Entretanto, se houver o desejo de modificações profundas no percurso do ser humano neste mundo, deve-se valer da ética para reger cada uma das pequenas e grandes atitudes de um indivíduo. A ética faz transparecer a essência e, se o que se busca é a evolução do homem em seu potencial transformador, nada mais propício do que vivenciar a importância do papel do outro na construção de uma subjetividade própria.</p>
<p>**</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/sem-etica-pode-haver-progresso">Sem ética pode haver progresso?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Publicitário X: garra, poderes e responsabilidade</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 16:14:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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&#8220;Eu sou o melhor no que faço, mas o que faço melhor não é nada agradável.&#8221; diz Logan (codinome Wolverine) como filosofia de vida. “grandes poderes trazem grandes responsabilidades” completa o tio de Peter Parker (adivinha quem é?) à beira da morte. O que os meus dois heróis prediletos tem a ver com publicidade [...]<p><a href="http://casadogalo.com/publicitario-x-garras-poderes-e-responsabilidade">Publicitário X: garra, poderes e responsabilidade</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/publicitarioX.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="publicitarioX" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/publicitarioX_thumb.jpg" border="0" alt="publicitarioX thumb Publicitário X: garra, poderes e responsabilidade" width="500" height="308" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8220;Eu sou o melhor no que faço, mas o que faço melhor não é nada agradável.&#8221;</strong> diz Logan (codinome Wolverine) como filosofia de vida. <strong>“grandes poderes trazem grandes responsabilidades”</strong> completa o tio de Peter Parker (adivinha quem é?) à beira da morte. O que os meus dois heróis prediletos tem a ver com publicidade afinal?</p>
<p>Acabei de ler o <a href="http://casadogalo.com/geracao-alfabeto" target="_blank">artigo do André Rafanhin</a> e percebi que, seja qual for a geração<strong>, </strong>o<strong> publicitário X</strong> (de incógnita) está mesmo é sendo gerado neste momento, nesta década, em cada leitor da Casa do Galo, nas faculdades espalhadas por aí, em criativos em estado embrionário, presos em trabalhos burocráticos e <a href="http://pt.shvoong.com/law-and-politics/1759653-governo-incipiente-ou-insipiente/">insipientes</a>, talvez no caminho para serem mordidos por uma &#8220;aranha criativa&#8221; ou na descoberta da &#8220;garra&#8221; perdida para buscar algo melhor. Quem é ele/ela? Quais seus poderes? Já vem com cinto de utilidades?</p>
<p><strong>&#8220;Eu sou o melhor no que faço, mas o que faço melhor não é nada agradável.&#8221;</strong> Ajudamos a vender cigarros, armas, remédios, brinquedos, perfumes, roupas, comida diet, genéricos e espaços em cemitérios. Também &#8220;vendemos&#8221; bem-estar e a falsa segurança de morar no condomínio tal, acreditar na empresa qual, de cuidar do planeta, sermos recicláveis e sustentáveis porque agora essa é a &#8220;vibe&#8221; do momento. E se trabalharmos bem, todo mundo vai comprar e tudo mundo vai ficar feliz. São as regras do jogo. Se for ingênuo, tá fora. Este é o lado mercenário, inevitável e presente da profissão. Ajuda a pagar contas, mas também deixa um gosto amargo às vezes, o que não é nada agradável mesmo. Mas calma, o Paraiso não está perdido.</p>
<p><strong>“Grandes poderes trazem grandes responsabilidades”</strong> e o <strong>publicitário X</strong>, esse sujeito que está entre a <a href="http://casadogalo.com/geracao-alfabeto">Geração Y e Z</a> (cadê o W?) carrega, infelizmente talvez, a responsa e o poder de gerar mudanças significativas na comunicação do futuro que está logo ali na esquina como <a href="http://casadogalo.com/o-que-vamos-fazer-no-futuro" target="_blank">bem lembrou o Lucas Couto</a>. É preciso ter garra de adamantium mesmo, coragem para perceber que o caminho trilhado por outros não lhe serve e as respostas simples não lhe cabem. Este é o lado mais instigante e desafiador desta profissão: ir aonde nenhum Homem jamais esteve (rs). E voltar de lá com aquela puta idéia que o outro não viu. E se for aplicável, melhor ainda.</p>
<p>Em <a href="http://www.scribd.com/doc/7287491/Joseph-Campbell-O-Heroi-de-Mil-Faces">O Herói de Mil Faces</a>, <a href="http://webgtp.com/gtp/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=171&amp;Itemid=9">Joseph Campbell</a> descreve a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monomito#Os_12_Est.C3.A1gios_da_Jornada_do_Her.C3.B3i">Jornada do Herói</a> que podemos resumir como <strong>Partida, Iniciação e Retorno</strong>. Olhe no espelho: a face mutante do <strong>publicitário X</strong> <strong>é a sua</strong>. O desafio foi lançado e a partida já começou. Vai encarar a Jornada?</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/publicitario-x-garras-poderes-e-responsabilidade">Publicitário X: garra, poderes e responsabilidade</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Sexo, Internet e Downloads Grátis</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 15:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucascouto</dc:creator>
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Na semana retrasada um dos colunistas da Casa, Renan Corrêa, escreveu um artigo falando sobre os estereótipos mostrados em filmes e séries sobre a profissão de publicitário. E, sem querer querendo (ou não), esbarrou em um tema delicado: a real função da publicidade e a imagem que a sociedade faz desse universo.
O que aconteceu para [...]<p><a href="http://casadogalo.com/sexo-internet-e-downloads-gratis">Sexo, Internet e Downloads Grátis</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/mascara.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="mascara" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/mascara-thumb.jpg" border="0" alt="mascara thumb Sexo, Internet e Downloads Grátis" width="490" height="271" /></a></p>
<p align="justify">Na semana retrasada um dos colunistas da Casa, Renan Corrêa, escreveu um <a href="http://casadogalo.com/o-estereotipo-do-publicitario-em-filmes/"><span style="text-decoration: underline;">artigo</span></a> falando sobre os estereótipos mostrados em filmes e séries sobre a profissão de publicitário. E, sem querer querendo (ou não), esbarrou em um tema delicado: <strong>a real função da publicidade e a imagem que a sociedade faz desse universo</strong>.</p>
<p align="justify">O que aconteceu para que o mundo enxergasse os publicitários sempre envolvidos em uma aura de glamour e prepotência?</p>
<p align="justify">Gosto de enxergar <strong>cada profissão como resolvedora de problemas específicos</strong>. Afinal, é isso que dinheiro significa, nossa capacidade de resolver problemas sendo premiada (estou falando teoricamente, não venham me falar de Mega-Sena, Daniel Dantas ou Roberto Justus).</p>
<p align="justify">Pois qual é o problema resolvido por um publicitário? Não é uma situação vivida pelo cidadão, mas pelas empresas.</p>
<p align="justify">Uma empresa pode ser explicada como um conjunto de pessoas, que decidem desenvolver uma maneira nova, ou melhorar uma maneira atual, de resolver um problema de uma pessoa ou de outra empresa.</p>
<p align="justify">E entre tantas soluções para as demandas da sociedade, o publicitário/marqueteiro/comunicador entra em campo pra ajudar determinada companhia a divulgar os benefícios da sua solução frente às outras. Isso vale pro Tylenol, que resolve dores de cabeça, ou pra Ferrari, que resolve insatisfações com <span style="text-decoration: line-through;">o pênis</span> a auto-estima.</p>
<p align="justify">Ok, mas não é exatamente isso que o mundo pensa dos caras de cavanhaque estranho e óculos de armação grossa.</p>
<p align="justify">A visão clássica sobre o publicitário é a de que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wOiGKRKcIkY"><span style="text-decoration: underline;">ele faz surgir desejos nas pessoas</span></a>, oferecendo produtos desnecessários. Embora muito difundido, esse é um argumento facilmente questionável. Tanto que nem vou me concentrar nele, mas no outro lado da moeda: <strong>porque existe essa imagem?</strong> Porque as pessoas têm suas infelicidades, e é mais fácil jogar a responsabilidade do consumo exagerado, e das insatisfações pela impossibilidade de consumo, numa classe profissional, que na sua própria sacola de defeitos e qualidades.</p>
<p align="justify">Mas existe ainda um segundo ponto que piora a situação. Nós escolhemos o lado errado. Nas últimas décadas se desenvolveu uma rixa entre a sociedade (composta por pessoas), e as empresas (compostas pelas mesmas pessoas, veja a ironia). O funcionário é perdoado, porque precisa trabalhar. Mas o publicitário não, esse escolheu de livre e boa vontade o lado das empresas, o lado &#8220;malvado&#8221; do capitalismo.</p>
<p align="justify">É construída então essa imagem sempre negativa. A publicidade é o cadáver no velório. Sem o primeiro, o segundo não faz sentido. Mas que incomoda, ah, isso incomoda.</p>
<p align="justify">Nossa profissão não tem a poesia do magistrado ou da medicina, mas isso não quer dizer que não tenha ética. Mas mesmo isso é questionável, afinal, bom gosto (e sua prima, a NOÇÃO) é um conceito pessoal. Vide o comercial da Coca-Cola Zero, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oIT5R-TdSHs"><span style="text-decoration: underline;">Break Up As It Should Be</span></a>, que acaba de ser vetado na gringa. Tem gente que se incomoda, tem gente que não.</p>
<p align="justify">É claro que muitos usam artifícios questionáveis para destacar seus interesses frente os outros. Como o título desse texto, <strong>Sexo, Internet e Downloads Grátis</strong>, que pode não ter muita relação com o conteúdo, mas deve servir bem pros mecanismos de busca.</p>
<p align="justify">Manipulação? Talvez&#8230;</p>
<p align="justify">Mas será que nós, publicitários, não somos apenas uma amostra grátis do mundo, com seus defeitos e qualidades?</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/sexo-internet-e-downloads-gratis">Sexo, Internet e Downloads Grátis</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Bodes de uma redatora mal paga</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 11:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>veronica</dc:creator>
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Ok, acho que este post será polêmico. Se não for, tudo bem. Pelo menos servirá de desabafo. Sácomoé, mulher, às vezes, só precisa falar. E o &#8220;só&#8221; nunca é tão &#8220;só&#8221; assim.
Nessas minhas andanças por agências, tenho percebido algumas coisas que estão me causando os primeiros sinais de bode. É a mesma sensação de ganhar [...]<p><a href="http://casadogalo.com/bodes-de-uma-redatora-mal-paga">Bodes de uma redatora mal paga</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/bodes-redatora-publicidade.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="bodes_redatora_publicidade" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/bodes-redatora-publicidade-thumb.jpg" border="0" alt="bodes redatora publicidade thumb Bodes de uma redatora mal paga" width="460" height="272" /></a></p>
<p align="justify">Ok, acho que este post será polêmico. Se não for, tudo bem. Pelo menos servirá de desabafo. Sácomoé, mulher, às vezes, só precisa falar. E o &#8220;só&#8221; nunca é tão &#8220;só&#8221; assim.</p>
<p align="justify">Nessas minhas andanças por agências, tenho percebido algumas coisas que estão me causando os <strong>primeiros sinais de bode</strong>. É a mesma sensação de ganhar uma meia de presente da sua vó, com o seu nome bordado. Ou ver seu namorado tentando te impressionar com uma cueca de elefante (se a tromba for pequena então…). Enfim, coisas brochantes.</p>
<p align="justify">Acompanhe minha história e não segure as lágrimas.</p>
<p align="justify">Um breve currículo. Saí de um veículo de comunicação com um puta nome no mercado para me aventurar em agência. Aí você me pergunta: por que imbecil? <strong>Porque gosto de escrever</strong>. Gostar não significa fazer isso com perfeição. Afinal, perfeição é a custa de muito treinamento. Passei por promoções, internet, propaganda, fiz um freela em uma editora e um outro que saí fugida. Coisas que eu percebi&#8230;</p>
<p align="justify">Em relação a contratação:</p>
<p align="justify">- apenas em uma delas fui contratada em regime CLT (porque eles trabalhavam com contratação de promotoras, então, o RH tinha que ser todo certinho);<br />
- quando ganhava VR, era sempre um valor muito abaixo do que gastava;<br />
- nunca recebi convênio médico ou qualquer outro &#8220;luxo&#8221; assim;<br />
- nunca ganhei hora extra e as pessoas achavam que eu tinha a obrigação de passar muitas horas EXTRAS na agência;<br />
- apenas em uma agência ganhei cesta de natal (pro resto foi tipo: foda-se o seu presentinho de natal, já te dou o seu salário, quer mais o que?);<br />
- apenas na agência que fui contratada em regime CLT recebi 13º salário;<br />
- VT sempre foi, e continuará sendo, um sonho pra mim;<br />
- valor do salário bem questionável (beeeem questionável).</p>
<p align="justify">E o que eu percebi em relação ao <em>know-how</em> do negócio:</p>
<p align="justify">- já tive chefe que sabia menos que eu;<br />
- tem gente abrindo agência sem nem saber o que é comunicação;<br />
- o pior, tem gente ganhando dinheiro com isso;<br />
- pessoas que não sabem escrever trabalhando com comunicação (quando eu digo escrever, é o básico, noções básicas de gramática e ortografia);<br />
- falta paixão pelo negócio;<br />
- falta entender o que é o negócio, para se ter paixão.</p>
<p align="justify">Passei por um episódio muito sinistro numa agência que fui mandada embora (por &#8220;falar demais&#8221;). Lá, não era registrada em carteira. Tive que voltar alguns dias depois para receber a fortuna da demissão. Quase precisei levar uma mala para guardar o dinheiro e sair com dois capangas da agência. <strong>Cheguei preparada para o absurdo</strong>. Fiz os cálculos (ou fizeram pra mim. É uma maravilha ter uma família de contadores. <em>God bless my family</em>). Levei tudo anotadinho, <em>just in case</em>. O que aconteceu? Bingo. A rescisão não constava um salário a mais que eu deveria ganhar (segundo a lei, quando você é mandado embora, a empresa é obrigada a pagar um salário a mais por ter te pego de calças curtas). Enfim, mostrei com toda a minha delicadeza o valor correto. A desculpa que recebi foi a seguinte: o contador errou nos cálculos. Hãhã. Deixaria de receber quase R$ 2.000,00!!!!!!! (muitos pontos de exclamação, apesar de odiá-los. Todo redator odeia pontos de exclamação). Saí arrasada. Puta falta de respeito.</p>
<p align="justify">Repito. <strong>Tem gente abrindo restaurante sem nem saber fritar um ovo</strong>. Quero deixar bem claro que isso se trata de uma experiência PESSOAL. Em hipótese alguma quero generalizar as agências pequenas/médias/grandes/não tão pequenas assim/não tão médias assim/não tão grandes assim.<br />
Isso é triste. <strong>Associações, sindicatos, cadê? Fiscalização?</strong></p>
<p align="justify">Está rolando uma banalização forte da profissão. Fora as trocentas<strong> indústrias de ensino que não preparam adequadamente o universitário</strong> &#8211; e isso daria um outro debate.</p>
<p align="justify">Tudo isso é extremamente preocupante.</p>
<p align="justify">Sigo com a minha trajetória. Mas, sinceramente, minha vontade de trabalhar em agência anda diminuindo cada vez mais. Mesmo sabendo que existem muitos lugares decentes que podem me trazer de volta o sentimento de realização.</p>
<p align="justify">Ufa. Falei.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/bodes-de-uma-redatora-mal-paga">Bodes de uma redatora mal paga</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Evangelistas &#8211; Eles espalham a palavra</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 16:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Brasil</dc:creator>
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Pouco tempo atrás, recebi um novo job. Novo mesmo.
Apesar de ter uma bagagem considerável como redator, nunca tinha feito nada parecido. O que me fez meditar.
O trabalho: “pulverizar” conteúdo sobre um determinado evento em ambientes de colaboração online, tais como Blogs, Twitter, Yahoo! Respostas, Orkut, Instant Messengers, entre outros.
A estratégia utilizada para atingir este objetivo [...]<p><a href="http://casadogalo.com/evangelistas-eles-espalham-a-palavra">Evangelistas &#8211; Eles espalham a palavra</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterevangelistaselesespalhamapalavra-bdfcbiblia-2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterevangelistaselesespalhamapalavra-bdfcbiblia-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriterevangelistaselesespalhamapalavra bdfcbiblia thumb Evangelistas   Eles espalham a palavra" width="480" height="296" title="Evangelistas   Eles espalham a palavra" /></a></p>
<p>Pouco tempo atrás, recebi um novo job. Novo mesmo.</p>
<p>Apesar de ter uma bagagem considerável como redator, nunca tinha feito nada parecido. O que me fez meditar.</p>
<p>O trabalho: <strong>“pulverizar” conteúdo</strong> sobre um determinado evento em ambientes de <strong>colaboração online</strong>, tais como Blogs, Twitter, Yahoo! Respostas, Orkut, Instant Messengers, entre outros.</p>
<p>A estratégia utilizada para atingir este objetivo tem muitos nomes e o que mais gostei é <strong>marketing de evangelismo</strong>: ações pontuais que encorajam indivíduos a repassar uma mensagem a outros, criando potencial para o crescimento exponencial tanto na exposição como na influência da mensagem.</p>
<p>O <em>webevangelismo 2.0 </em>(desculpe, mas não resisti em criar um apelido) usa como tática os próprios consumidores como defensores da mensagem, idéia, causa ou princípios de uma marca, produto, empresa ou serviço. A essência é a <strong>divulgação da palavra</strong>.</p>
<p>Acredito que a semelhança entre o mercado e as Escrituras é a Verdade. Toda palavra a ser divulgada deve conter fatos e situações verdadeiras. Esta é a condição que diferencia um trabalho sério e profissional: o cuidado com a imagem do cliente.</p>
<p>Na internet, divulgar conteúdo sobre marcas, pessoas ou produtos deve ser baseado em relações de segurança &#8211; e em fontes fidedignas. Caso contrário, corre-se o risco do descrédito e de que estas ações sejam consideradas uma farsa. A pulverização disso na internet seria castatrófica. Ou uma heresia com a marca do cliente.</p>
<p>Por isso, nada de perfis falsos. Nada de testemunhos irreais. Nada de comentários e opiniões que simulem o interesse real de divulgar alguma coisa. Seja sempre claro e sincero.</p>
<p>Uma boa prática é referenciar o seu trabalho nas recomendações do <a href="http://womma.org/">Womma &#8211; Word of Mouth Marketing Association</a>. Pois é, hoje em dia existe até associação para o velho boca-a-boca.</p>
<p>Nas mídias sociais, que é o grande campo para o marketing de evangelismo, <strong>ouvir o consumidor</strong> significa:</p>
<blockquote><p><em>- Não filtrar conversas<br />
- </em><em>Responder prontamente e com sinceridade as questões<br />
- </em><em>Responder comentários, sejam eles positivos ou negativos<br />
- </em><em>Permitir o acesso em primeira mão à informação e ao conteúdo pelos usuários<br />
- </em><em>Informar essas pessoas sobre as atividades da empresa e incentivá-las a espalhar a palavra sobre o assunto</em></p></blockquote>
<p><em></em></p>
<p>Podem ser consideradas <strong>práticas anti-éticas</strong>:</p>
<blockquote><p><em>- Promover </em>post-<em>pago que restringe a opinião e a expressão dos blogueiros<br />
</em><em>- Usar falsas identidades em uma discussão online para promover um produto, marca ou empresa<br />
</em><em>- Divulgar informações enganosas<br />
</em><em>- Usar software automatizado para postar comentários alheios ou inadequados para outros blogs ou comunidades online<br />
</em><em>- Envio de e-mails não solicitados ou sem opt-out<br />
</em></p></blockquote>
<p>Vai na fé, irmão.</p>
<p>Mas não espere por milagre.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/evangelistas-eles-espalham-a-palavra">Evangelistas &#8211; Eles espalham a palavra</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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