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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; censura</title>
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	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
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		<title>Não tente me explicar a piada</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 10:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>patrick</dc:creator>
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O mundo está  ficando cada vez mais sem graça. Digo isso quando vejo as consequências que propagandas como da Doritos e da Havainas causam. Ficamos tão puritanos assim ou será que perdemos o bom humor?
Eu dei risada quando vi a propaganda da Doritos, achei muito boa. Quem nunca bateu o pé no meio de uma [...]<p><a href="http://casadogalo.com/nao-tente-me-explicar-a-piada">Não tente me explicar a piada</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/hate_job_publicidade.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="hate_job_publicidade" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/hate_job_publicidade_thumb.jpg" border="0" alt="hate job publicidade thumb Não tente me explicar a piada" width="508" height="337" /></a></p>
<p>O mundo está  ficando cada vez mais sem graça. Digo isso quando vejo as consequências que propagandas como da Doritos e da Havainas causam. Ficamos tão puritanos assim ou será que perdemos o bom humor?</p>
<p>Eu dei risada quando vi a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=8raMvKwy3qM" target="_blank">propaganda da Doritos</a>, achei muito boa. Quem nunca bateu o pé no meio de uma música, mas ficou com vergonha dos que os outros iam pensar? E da <a href="http://www.youtube.com/watch?v=KxgTJMZo8Kg" target="_blank">Havaianas</a>, muito legal mostrarem que as gerações estão cada vez próximas nos assuntos e desejos. Abri um sorriso quando vi a velhinha falando.</p>
<p>Mas a sociedade (ou seria a censura, heim?) não gostou afinal ela não está preparada para esse bom humor. Ela está chata.</p>
<p>A sociedade prefere as propagandas tracionais onde passa a mesma coisa e só o muda pano de fundo. Algo como Zorra Total, onde a piada é a mesma e só muda o cenário. Com esse tipo de humor, os criativos estão fadados a serem podados sempre. É uma pena, pois ser criativo é ser bem humorado.</p>
<p>O bom humor deve caminhar junto com o mundo publicitário (assim como em todas as profissões). Mas o bom humor brinca com a ousadia, afinal, vale tudo por uma boa piada. E ser ousado pode fazer com que seu trabalho seja banido das mídias, como foi o caso da Doritos e das Havainas.</p>
<p>E sabe qual é  o melhor? Ainda com bom humor as Havainas voltam por cima e dá um tapa na cara da sociedade sem graça, falando que a propaganda saiu do ar na televisão e ficou na internet. E lá na web a propaganda pode passar, pois ninguém que está na web gosta do conteúdo do tipo Zorra Total. Quem está na internet é muito bem humorado.</p>
<p>Será que um dia vamos separar as propagandas através de suas pitadas de bom humor? Ou será que a ousadia será pensada duas vezes antes de ser cometida. Para um futuro melhor, espero que a resposta dessas duas perguntas seja não.</p>
<p>NOTA DO EDITOR:<br />
No caso da Havaianas, houve até um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=q4Lsk_cEdQA&amp;feature=related" target="_blank">remake muito bem humorado</a>.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/nao-tente-me-explicar-a-piada">Não tente me explicar a piada</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Cadê o meu crachá?</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 12:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iasnara</dc:creator>
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Não bastasse a preocupação com a versão “bruta” das informações e a complicação para acompanhar a relevância dos fatos, a confusão deliberativa do Senado reforçou ainda mais a autonomia do homem (virtual) replicador de informações e deu um golpe na “moral” da imprensa tradicional.
Confesso, pensei ouvir o oposto. Que agora haveria obrigatoriedade na formação do [...]<p><a href="http://casadogalo.com/cade-o-meu-cracha">Cadê o meu crachá?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/liberdade_imprensa.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/liberdade_imprensa_thumb.jpg" border="0" alt="liberdade imprensa thumb Cadê o meu crachá?" width="480" height="292" title="Cadê o meu crachá?" /></a></p>
<p align="justify">Não bastasse a preocupação com a versão “bruta” das informações e a complicação para acompanhar a relevância dos fatos, a confusão deliberativa do Senado reforçou ainda mais a autonomia do homem (virtual) replicador de informações e deu um golpe na “moral” da imprensa tradicional.</p>
<p align="justify">Confesso, pensei ouvir o oposto. Que agora haveria obrigatoriedade na formação do produtor de conteúdo, tamanho descabimento da medida. O nosso jornalismo precisava mesmo disso? Apesar de assustada, ruminando lentamente, sinto que sim. Principalmente por boa parte ter se prostituído nos desmandos de veículos-cafetões (e haverem muitos jornalistas-práticos).</p>
<p align="justify">Longe de imaginar o intuito real dos nobres senadores&amp;cia, ver a democracia se materializar (mesmo sutilmente) é positivo. Enquanto aqui afrouxam, na China, por exemplo, redobram o nó na corda da liberdade de expressão.</p>
<p align="justify">Sabemos que a comunicação é a maior fonte de poder e a alienação ainda é  a melhor arma de controle. Conspirações à parte, antes de tudo, é preciso atentar para a grande diferença entre simples opinião (e/ou falácia) e investigação. Bem como, verdade dos fatos ou falsas imparcialidades.</p>
<p align="justify">Até por isso sou a favor de uma abertura web-midiática cada vez maior. Por outro lado, não sou contra a imprensa tradicional – salvo, a impressa &#8211; aquela que suja o dedo, vira lixo antes das 10h. Reconheço que é preciso separar claramente e valorizar quem se preocupa, apura os fatos e busca material concreto antes de emitir uma opinião, de quem se alimenta exclusivamente das buscas do Google.</p>
<p align="justify">Comunicar, é  muito mais que reportar o que acontece, é básico ter espírito ético e comprometimento social – com ou sem diploma, na Globo ou na Lan House da esquina.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/cade-o-meu-cracha">Cadê o meu crachá?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>A democracia real é a virtual, mas até quando?</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Sep 2008 11:43:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
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Contextualizando. Segundo o “pai-dos-burros” dicionário Aurélio, democracia significa “Governo do povo; soberania popular; democratismo”; já real é o “que existe de fato; verdadeiro”; e virtual é definido como algo “que existe como faculdade, porém sem exercício ou efeito atual; suscetível de se realizar; potencial”.
Agora que já está claro o significado das palavras-chave do título, vamos [...]<p><a href="http://casadogalo.com/a-democracia-real-e-a-virtual-mas-ate-quando">A democracia real é a virtual, mas até quando?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterademocraciarealavirtualmasatquando-7a0bcensura3-2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterademocraciarealavirtualmasatquando-7a0bcensura3-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriterademocraciarealavirtualmasatquando 7a0bcensura3 thumb A democracia real é a virtual, mas até quando?" width="454" height="283" title="A democracia real é a virtual, mas até quando?" /></a></p>
<p>Contextualizando. Segundo o “pai-dos-burros” dicionário Aurélio, <strong>democracia</strong> significa <em>“Governo do povo; soberania popular; democratismo”</em>; já <strong>real</strong> é o <em>“que existe de fato; verdadeiro”</em>; e <strong>virtual</strong> é definido como algo <em>“que existe como faculdade, porém sem exercício ou efeito atual; suscetível de se realizar; potencial”</em>.</p>
<p>Agora que já está claro o significado das palavras-chave do título, vamos ao que eu quero dizer com ele.</p>
<p>Já é tão comum acessar a internet e escrever em um blog, site, microblog, ou seja lá qual for a plataforma, que o internauta <strong>nem ao menos se questiona mais sobre o poder que esta tecnologia lhe proporciona</strong>. No começo do <em>boom</em> dos blogs era comum ler dezenas de <em>posts</em> falando sobre a importância da <strong>liberdade de expressão, da igualdade</strong> e etc. e tal, mas hoje em dia a coisa já está tão impregnada que quase não pensamos mais nisso dessa forma. E também, muitos devem pensar: “de que adianta escrever isso ou aquilo se existem outros milhões (bilhões?) de blogs para concorrer com o meu texto?”.</p>
<p>O fato é em tempos pré-eleitoreiros me peguei pensando sobre o que é, de fato, democracia. E também sobre como ela se manifesta na internet. Acabei chegando à idéia de que a <strong>democracia acontece</strong>, de fato e em âmbito generalizado, <strong>somente na internet</strong>. A web é um ambiente livre de preconceitos, eles até podem vir depois, mas em principio funciona como um grande país, que exige algum documento de entrada e algum dinheiro para que seja possível participar dele, mas que está aberto a todo e qualquer um.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterademocraciarealavirtualmasatquando-7a0bcensura1-2.jpg"><img style="margin: 0px 8px 0px 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterademocraciarealavirtualmasatquando-7a0bcensura1-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriterademocraciarealavirtualmasatquando 7a0bcensura1 thumb A democracia real é a virtual, mas até quando?" width="240" height="184" align="left" title="A democracia real é a virtual, mas até quando?" /></a>Já no mundo real é difícil até pensar, que dirá conseguir ser ouvido pelo grande público sem um monstruoso investimento ou sem fazer uso da própria internet para viralizar uma idéia, um ideal. Digo que a democracia real é a virtual por que aqui sim podemos <strong>chutar o pau da barraca e “gritar” aos quatro cantos</strong>, não que na web haja cantos, as nossas mais chulas e/ou complexas palavras.</p>
<p>Só que existe um grande problema nisso, e este problema vem da democracia real. Não dela em si, mas de seus democratas (sem alusão ao partido homônimo), que se vêem acuados e não tardam em ir de encontro ao significado da palavra que os nomeia, ou seja, em <strong>burlar a própria soberania popular</strong>, que tudo pode (ou deveria poder, por ser soberana) e começam a estender os seus pegajosos tentáculos, agora já virtuais, sobre blogs, sites, etc. que outrora eram territórios livres para as mais diversas e democráticas divagações.</p>
<p>E aí, o que a gente começa a ver é que logo esta democracia pode começar a ruir em <strong>mais e mais censura</strong> e em muitos <strong>processos judiciais</strong>. O legal é que pelo menos por enquanto eles, os demos reais, ainda andam batendo cabeça e <strong>tirando site <em>x</em> do ar</strong> quando eles queriam fazê-lo com o <em>y</em>, como ocorreu com o <a href="http://www.twitterbrasil.org/" target="_blank">Twitter Brasil</a> e o <a href="http://twitter.com" target="_blank">Twitter</a>. <strong>Pura ignorância virtual</strong>. (N.E.: Eu diria ignorância real, já que virtual é <em>sem exercício ou efeito atual.)</em></p>
<p>Por enquanto ainda estamos a salvo de todas as mazelas da democracia real nesta nossa democracia virtual. Quero ver se continuaremos a salvo, quando alguns de nós, membros da geração anos 80/90/00, formos os democratas da democracia real. Aí amigo, <strong>o bicho vai pegar</strong>.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/a-democracia-real-e-a-virtual-mas-ate-quando">A democracia real é a virtual, mas até quando?</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Idéias bizarras</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 11:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nauro</dc:creator>
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Para falar de propaganda tema é o que não falta. Todavia sempre que possível, tentei me ater a um único assunto por artigo. Porém, nesse farei uma exceção para tratar de três assuntos que, embora diversos em sua origem e pertinência, têm uma ligação clara com o título.

Quem desdenha&#8230; 

Quem já teve a oportunidade de [...]<p><a href="http://casadogalo.com/ideias-bizarras">Idéias bizarras</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteridiasbizarras-76d3ideias-bizarras01-2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriteridiasbizarras-76d3ideias-bizarras01-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriteridiasbizarras 76d3ideias bizarras01 thumb Idéias bizarras" width="480" height="240" title="Idéias bizarras" /></a></p>
<p>Para falar de propaganda tema é o que não falta. Todavia sempre que possível, tentei me ater a um único assunto por artigo. Porém, nesse farei uma exceção para tratar de três assuntos que, embora diversos em sua origem e pertinência, têm uma ligação clara com o título.</p>
<p><strong></strong></p>
<h4><strong>Quem desdenha&#8230; </strong></h4>
<p><strong><br />
</strong>Quem já teve a oportunidade de ver a <a href="http://www.ideiasbizarras.globo.com/"><span style="text-decoration: underline;">nova campanha da Globo.com</span></a>, que dá título a este artigo, deve ter observado a enorme <a href="http://www.youtube.com/watch?v=tcZTlo-hr8k"><span style="text-decoration: underline;">semelhança do visual do VT</span></a> com os vídeos caseiros do YouTube. Porém, diferente de outras tantas campanhas que têm o YouTube como referência essa diverge no argumento.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tcZTlo-hr8k&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/tcZTlo-hr8k&amp;hl=en&amp;fs=1"></embed></object></p>
<p>Me, chamou a atenção o fato de que a Globo está querendo vender acesso à internet criticando a própria internet. Afinal de contas, os vídeos do YouTube e congêneres são um dos principais ícones do entretenimento online nos dias de hoje. Ou a Globo acha que seu conteúdo online é tão superior em qualidade criativa, vide Zorra Total e a Turma do Didi, ou tem visto seu ibope se esvair dia após dia. Aposto na segunda opção.</p>
<p>Essa não é a primeira campanha de veículos de comunicação que tentam desmerecer a internet como fonte de informação ou nesse caso, lazer. Para quem lembra, o Estadão e sua campanha que rotulava os blogueiros teve uma péssima repercussão.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OdpPwbZH4Dk&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/OdpPwbZH4Dk&amp;hl=en&amp;fs=1"></embed></object></p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean_de_La_Fontaine"><span style="text-decoration: underline;">La Fontaine</span></a>, em sua fábula a Raposa e as Uvas, foi taxativo quando escreveu: “quem desdenha quer comprar”. No caso da Globo acho que ela gostaria muito de ter a popularidade que o YouTube tem. Se for isso, uma coisa é certa, alguém deveria avisar a Globo que já estamos na era do conteúdo gerado por usuários, sem filtros sim, mas com liberdade de escolha.</p>
<h4><strong>Tapar o sol com a peneira</strong></h4>
<p><strong></strong></p>
<p>Na última quarta-feira (16/07) terminou em São Paulo o <a href="http://www.congressodepublicidade.com.br/"><span style="text-decoration: underline;">IV Congresso Brasileiro de Publicidade</span></a>, no encerramento, Dalton Pastore proferiu discurso, formalizado na <a href="http://www.comgurus.com.br/?p=1985"><span style="text-decoration: underline;">Carta dos Publicitários à Sociedade Brasileira</span></a>.</p>
<p>Nela, o Congresso, na figura de Pastore, habilmente compõe um cenário onde a publicidade é a massa que dá liga à indústria brasileira e que essa tão importante função está sendo ameaçada pelas inúmeras tentativas de normatizar a atividade publicitária.</p>
<p>A carta exime toda responsabilidade da propaganda em relação aos atuais problemas da sociedade como alcoolismo, obesidade infantil, mortes no trânsito e qualquer outra que a ela é atribuída.</p>
<p>Quem tiver a oportunidade de ler a carta, que o faça, pois é com certeza um exemplo de como grandes cabeças da publicidade tentam vender sua profissão. Numa primeira leitura a realidade apresentada parece crível, mas basta uma leitura mais crítica para perceber o quão distorcida a realidade ali está.</p>
<p>Talvez esta visão mercantilista, que a Carta tão bem representa, seja um dos grandes motivadores do enorme número de tentativas de normatizar a profissão.</p>
<p>Em conversa com amigos que estiveram no Congresso, fico feliz em saber que algumas discussões tiveram fim mais frutífero que o que apresentado por Pastore, pois se as conclusões fossem  resumidas ao que foi ali exposto, diria que no frigir dos ovos o tão aguardado IV Congresso tentou tapar o sol com a peneira.</p>
<h4><strong>Por mais fiscalização e menos leis</strong></h4>
<p><strong></strong><br />
O <a href="http://www.meioemensagem.com.br/"><span style="text-decoration: underline;">Meio &amp; Mensagem</span></a> desta semana, página 12, apresenta um resumo da proposta, que tramita no Congresso sobre a proibição de publicidade para e com crianças. A proposta é tremendamente rígida e, caso seja aprovada, vai simplesmente extinguir toda e qualquer propaganda, spot, banner web ou qualquer tipo de comunicação mercadológica voltada para às crianças. Elas não poderão nem mais fazer parte do elenco de comerciais.</p>
<p>Há alguns dias tramitava na mesma Casa, um projeto de lei que obrigava os canais de TV a cabo a exibir programação nacional independente em pelo menos 25% da programação.</p>
<p>Pergunto: quem vai produzir conteúdo infantil quando não houver mais patrocinadores nem anunciantes nos intervalos comerciais? Já sei, todo mundo vai pedir dinheiro para as empresas públicas baseados na lei de incentivo à cultura.<br />
Parece até piada, mas será provavelmente o único caminho para quem quiser produzir algo voltado ao público infantil, mas, com certeza, não terá onde veicular, pois, se a lei de proibição da propaganda para o público infantil for aprovada, não teremos nem canais pagos e muito menos canais abertos dispostos a ter uma programação infantil.</p>
<p>Estamos vendo um renascimento do autoritarismo e da censura, mascarada em proteção ao interesse público. Parece uma idéia bizarra, mas infelizmente é a realidade.</p>
<p>Projetos para a educação, esses sim, não vão para frente.</p>
<p>Aproveito este último bloco para lembrar a todos que em breve teremos mais uma vez que escolher aqueles que “nos representam”, é bom pensar bem antes de apertar a tecla verde.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/ideias-bizarras">Idéias bizarras</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Road movie nunca mais</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 23:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iasnara</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A princípio, a proposta da União Européia de estimular a produção de automóveis economicamente viáveis e ecologicamente corretos parecia ser uma medida para regulamentar apenas a indústria automobilística.<p><a href="http://casadogalo.com/road-movie-nunca-mais">Road movie nunca mais</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/road-movie.jpg" border="0" alt="road movie Road movie nunca mais" width="480" height="271" title="Road movie nunca mais" /></p>
<p>A princípio, a <a href="http://www.direitoacomunicacao.org.br/novo/content.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=3432" target="_blank">proposta da União Européia</a> de estimular a produção de automóveis economicamente viáveis e ecologicamente corretos parecia ser uma medida para regulamentar apenas a indústria automobilística. Porém, ao prever que os anúncios evitem mensagens que remetam ao prazer de dirigir, a velocidade no trânsito, bem como assinalem advertências do tipo: <em>o consumo de gasolina e o volume de dióxido de carbono emitido por quilômetro</em>, seu impacto ganhou outras proporções e pretende mesmo &#8220;reformular a sociedade mudando os hábitos de consumo e produção&#8221;.</p>
<p>O reflexo na arrecadação  ― não apenas do setor ― deve ser assustador, pois o alvo (a princípio) são os veículos movidos à gasolina, parte significativa das frotas dos grandes centros urbanos.</p>
<p>As imposições aos comerciais remetem ao tamanho da responsabilidade da publicidade no modelo de vida atual. Por maior que seja a consciência dos danos, continuamos a consumir não somente por compulsão, mas principalmente por internalizar as necessidades veiculadas. Mesmo assim, obviamente, não concordo com as restrições, porém, reconheço que a informação precise circular mais e de forma explícita ― não apenas na propaganda.</p>
<p>O discurso ecologicamente correto ganha terreno a cada dia, tanto para criar diferenciais nos posicionamentos, quanto para permitir que os ávidos consumidores tenham um amparo na consciência. Embora selos e certificados não bastem, quando falta atitude.</p>
<p>A atuação pedagógica da propaganda é algo tão profundo, que fica complicado desdizer o que ela disse ― se é que o consumo de cigarros, álcool ou veículos esteja unicamente ligado ao seu poder de persuasão. A questão que submerge é: como adaptar a mensagem de mudar o consumo para não acabar com o mundo?</p>
<p>A imposição é oriunda do momento que vivemos e de todas as necessidades até aqui incorporadas. Daqui pra frente a publicidade vai lidar mais freqüentemente com a nova realidade do &#8220;consumidor moderado ou consciente”, principalmente para que ele exista de fato. E não bancarei a demagoga defendendo o consumo para manter meu emprego, afinal se faltar platéia não teremos espetáculo.</p>
<p>Então: não fume, não beba, não corra e, por favor, não morra!</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/road-movie-nunca-mais">Road movie nunca mais</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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