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	<title>CASA DO GALO - O animal da publicidade. &#187; animais</title>
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	<description>A casa dos amantes da publicidade e propaganda.</description>
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		<title>A involução natural da espécie</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 13:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre</dc:creator>
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Essa semana, dando uma lida nos meus feeds, li um texto do Rafa Amaral lá no estagiaridade. Depois, em uma rápida olhada pela M&#38;M dessa semana, li um artigo do Fernando Campos falando praticamente a mesma coisa, mas de uma forma diferente.
No texto do Rafa, há o questionamento sobre o gap da inovação. Já no [...]<p><a href="http://casadogalo.com/a-involucao-natural-da-especie">A involução natural da espécie</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/macaco.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="macaco" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/macaco_thumb.jpg" border="0" alt="macaco thumb A involução natural da espécie" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Essa semana, dando uma lida nos meus feeds, li um texto do Rafa Amaral lá no <a href="http://www.estagiaridade.com/brasil-festival-de-cannes-e-o-gap-da-inovacao/"><span style="text-decoration: underline;">estagiaridade</span></a>. Depois, em uma rápida olhada pela M&amp;M dessa semana, li um artigo do <a href="http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/opiniao2.jsp?id=221"><span style="text-decoration: underline;">Fernando Campos</span></a> falando praticamente a mesma coisa, mas de uma forma diferente.</p>
<p>No texto do Rafa, há o questionamento sobre o <em>gap</em> da inovação. Já no artigo do Fernando Campos, ele comenta sobre posturas adotadas pelos profissionais das agências. Para facilitar as coisas, começo reproduzindo a citação inicial do artigo e depois vou comentando o restante.</p>
<p><em>“Os crIativos precisam descer do pedestal e entender de verdade o negócio do cliente. </em><em>O atendimento precisa valorizar sua função incorporando práticas de planejamento e estratégia. </em><em>Clientes e agências precisam trabalhar em parceria, em que um participa mais do sucesso e do risco do negócio do outro”.</em></p>
<p>Segundo ele, essas frases, que são super atuais para nós, foram publicadas em uma M&amp;M de 1977. Isso nos mostra que, mesmo depois de 32 anos, continuamos com certos hábitos. Ou melhor, vícios.</p>
<p>Em seguida, ele conta sobre a experiência com <a href="http://www.heptagon.com.br/macacos"><span style="text-decoration: underline;">macacos</span></a>, que reproduzo abaixo:</p>
<blockquote><p><em><br />
“Comece com uma jaula contendo cinco macacos. Dentro da jaula, pendure um cacho de banana numa corda e coloque uma escada debaixo dele. Em breve, um macaco irá até à escada e começará a subir em direção às bananas. Assim que ele tocar na escada, todos os outros macacos são pulverizados com água gelada. Após um tempo, outro macaco fará uma tentativa com o mesmo resultado, e todos os outros macacos são pulverizados com água gelada. Em pouquíssimo tempo os macacos tentarão impedir que isso aconteça.</em></p>
<p><em>Agora, deixe a água gelada de lado. Remova um macaco da jaula e substitua-o por um outro. O novo macaco vê a banana e deseja subir na escada. Para sua surpresa e horror, todos os outros macacos o atacam. Após outra tentativa e ataque, ele descobre que se tentar subir na escada, será atacado.</em></p>
<p><em>Em seguida, remova outro dos cinco macacos originais e coloque um novo. O recém-chegado vai à escada e é atacado. <strong>O novato anterior participa da punição com entusiasmo!</strong> Da mesma forma, troque o terceiro macaco, e o quarto, e o quinto.</em></p>
<p><em>Toda vez que o macaco mais recente chega à escada, é atacado. <strong>A maioria dos macacos que está batendo nele não tem idéia do porquê não é permitido subir na escada, ou por que está participando no espancamento do macaco novato.</strong> Depois de substituir todos os macacos originais, nenhum dos macacos restantes jamais foi pulverizado com água gelada. Apesar disso, nenhum macaco jamais se aproximará novamente da escada para tentar pegar as bananas.</em></p>
<p><em>E por que não? Porque, até onde eles sabem, <strong>é assim que as coisas sempre foram feitas por aqui.” </strong></em></p>
<p><em><strong> </strong></em></p></blockquote>
<p>Acho que o experimento começa a responder sobre o questionamento do gap da inovação. Por hábitos antigos, deixamos de pensar completamente fora da caixa, como os profissionais lá fora já fazem. Posturas retrógradas com base no que o próprio Rafa disse: menos risco, mais resultado. E a bola de neve chega aos dias de hoje. Eu mesmo me censuro várias vezes com pensamentos do tipo “ah, isso nunca seria aprovado, o cliente não vai arriscar fazer tal coisa”. Não sou nenhum gênio, mas, sem querer, adoto uma prática que vai à contramão dos big cases que vemos mundo afora e que passam tão longe daqui. E se os big cases passam longe, é porque os big guys não tem um pensamento tão diferente do meu. Voltamos (ou talvez nunca tenhamos deixado de ser) macacos.</p>
<p>*Imagem que ilustra o artigo de <a href="http://www.flickr.com/photos/erikveland/" target="_blank">Erik K Veland</a></p>
<p><a href="http://casadogalo.com/a-involucao-natural-da-especie">A involução natural da espécie</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Cachorro também é status</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 12:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renan</dc:creator>
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Ele é parceiro, companheiro, melhor amigo do Homem, disso eu não tenho dúvidas. Mas percebo que, cada vez mais, tudo em nossa vida carrega e mostra um determinado tipo de valor. E o nosso querido cãozinho não é exceção. Aliás, é exemplo.
Roupas, acessórios, carros, enfim, uma infinidade de coisas sempre servirá para criarmos um, digamos, [...]<p><a href="http://casadogalo.com/cachorro-tambem-e-status">Cachorro também é status</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p align="justify"><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/cachorro1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="cachorro" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/cachorro-thumb.jpg" border="0" alt="cachorro thumb Cachorro também é status" width="490" height="327" /></a></p>
<p align="justify">Ele é parceiro, companheiro, melhor amigo do Homem, disso eu não tenho dúvidas. Mas percebo que, cada vez mais, tudo em nossa vida carrega e mostra um determinado tipo de valor. <strong>E o nosso querido cãozinho não é exceção</strong>. Aliás, é exemplo.</p>
<p align="justify">Roupas, acessórios, carros, enfim, uma infinidade de coisas sempre servirá para criarmos um, digamos, diagnóstico social. Classe A, Y, Z, surfista, roqueiro ou nerd, não importa. Isso já não é nenhuma novidade faz tempo.</p>
<p align="justify">Porém, a máxima “<strong>Você é aquilo que você com</strong>e” sofreu grandes modificações, até chegar ao que poderíamos chamar de “<strong>Você é aquilo que você vomita</strong>”. Modelos e encaixes estereotipados hoje são jogados na cara de parentes, amigos, trabalho, e por que não, na casinha do cachorro.</p>
<p align="justify">Em um contexto cada vez mais superficial, onde “parecer” vale mais do que “ser”, ter um bicho que revela a cara do seu dono pode ser um grande diferencial.</p>
<p align="justify">Quem quer parecer chique, escolhe logo a raça com um nome que ninguém está habituado a ouvir, como, por exemplo, Lhasa Apso (que, aliás, parece que já está na moda). Aquele que deseja ter uma família típica americana, daquelas que toma café da manhã igual ao comercial, tem um Labrador (Marley &amp; Eu está aí pra isso).  Ainda há aqueles que querem chocar com uma raça feia. E não vamos esquecer o clássico Pitbull.</p>
<p align="justify">Rações mais caras? Claro, sou uma pessoa que prezo pela qualidade em tudo na minha vida. Rações mais baratas? Claro, sou uma pessoa que não penso no supérfluo e, por isso, estou acima das outras.</p>
<p align="justify">O simples ato de catar (ou não) as fezes do seu animal mostra o quanto você está engajado nas questões sociais. A casinha que ele dorme. A veterinária que você escolhe. <strong>Tudo faz parte da sua vida. De como você se mostra para o mundo através do seu cachorro.</strong></p>
<p align="justify">Não estou aqui para julgar os donos. Muito menos diminuir ou desvalorizar a relação existente. Apenas desejo que aproveite cada momento com eles, da maneira mais amorosa e sincera possível.</p>
<p align="justify">Pois ser sincero com o seu cachorro é ser sincero com o seu mundo.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/cachorro-tambem-e-status">Cachorro também é status</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>O fantástico mundo animal da Propaganda</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2008 11:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricardo</dc:creator>
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O melhor amigo do homem é o cão. E da Publicidade? São vários. Elefantes, coelhos, jacarés, tigres, araras, ratinhos, cães e uma infinidade de amigos.
O uso de animais em propagandas parece dar certo. Muitas empresas utilizam desse artifício para agregar valor a marca. É natural do ser humano simpatizar com esses bichos que se tornam [...]<p><a href="http://casadogalo.com/o-fantastico-mundo-animal-da-propaganda">O fantástico mundo animal da Propaganda</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p><a href="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterofantsticomundoanimaldapropaganda-784fcachorrinho01-2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/windowslivewriterofantsticomundoanimaldapropaganda-784fcachorrinho01-thumb.jpg" border="0" alt="windowslivewriterofantsticomundoanimaldapropaganda 784fcachorrinho01 thumb O fantástico mundo animal da Propaganda" width="400" height="294" title="O fantástico mundo animal da Propaganda" /></a></p>
<p>O melhor amigo do homem é o cão. E da Publicidade? São vários. Elefantes, coelhos, jacarés, tigres, araras, ratinhos, cães e uma infinidade de amigos.</p>
<p><strong>O uso de animais em propagandas parece dar certo.</strong> Muitas empresas utilizam desse artifício para agregar valor a marca. É natural do ser humano simpatizar com esses bichos que se tornam cada vez mais parte do nosso dia-a-dia.</p>
<p>Em determinados casos, os animais são representados em forma de mascote, principalmente quando tratamos de um target infantil. Em outros casos, são representados da sua forma mais natutral. Mas eles não estão ali a toa. Existe uma mensagem a ser transmitida.</p>
<p>Algumas marcas se tornaram referencias em suas categorias pelo fato de terem uma ligação com nossos fieis companheiros. Provavelmente, as <strong>marcas que utilizam personagens em sua comunicação visual são relembrados mais facilmente na mente do consumidor</strong>.</p>
<p>Eles tem uma comunicação forte com o público e uma presença grande em suas embalagens. Nunca deixam de anunciar uma promoção ou um novo produto. Transcendem ao papel de ilustração.</p>
<p>Quem não se lembra do <strong>Tony, o famoso tigre da KELLOOG’S</strong>. Um tigre, visto pelas crianças como referencia em saúde e força.  E do <strong>coelho da DURACEL</strong>, tocando seu bumbo com suas pilhas intermináveis. Temos também o <strong>elefante da CICA</strong>, a <strong>Arara do BR MANIA</strong>, o <strong>ratinho do BRADESCO</strong>. Aposto que ninguém esquece da <strong>Galinha Azul da MAGGI</strong> e do <strong>Frango da SADIA</strong>. Esse último, em alta nas propagandas atuais da marca.</p>
<p>As utilizações em forma natural ganham destaque quando lembramos dos mais famosos cães, que deixaram de ser mascotes para se tornarem raças. A raça Dachshund deixou de ser Dachshund para ser mais conhecida como <strong>cão da COFAP</strong> e a raça Westie deixou de ser Westie para ser o <strong>cachorro da IG</strong>.</p>
<p>Os animais também foram responsáveis pela Campanha considerada a preferida do público nos últimos anos, <strong>“Somos todos mamíferos”</strong>, da Parmalat. Uma campanha que deixou de ser uma campanha de Leite para ser uma campanha da Parmalat. Dois grandes artifícios foram utilizados, crianças e animais. A Parmalat teve um <strong>aumento de 14% para 94% de consumo</strong>. Uma Campanha que mudou a vida da comunicação do segmento.</p>
<p>E assim, os bichos vão fazendo história nas páginas da propaganda.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/o-fantastico-mundo-animal-da-propaganda">O fantástico mundo animal da Propaganda</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Qualquer um pode ser publicit&#225;rio (?)</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 09:08:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro Sérgio</dc:creator>
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Esta frase não é minha, mas desde que a ouvi há uns 2 meses, confesso estar mais atento, observando a mim mesmo e aos pares, atrás de fatos que comprovem tal constatação.
&#8220;Qualquer um pode ser publicitário&#8221; saiu em uma conversa de bar, muito bem acompanhada por várias Bohemias, da boca de um ex-diretor de [...]<p><a href="http://casadogalo.com/qualquer-um-pode-ser-publicitrio">Qualquer um pode ser publicit&aacute;rio (?)</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p>&nbsp; <img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="333" alt="macaco Qualquer um pode ser publicit&aacute;rio (?)" src="http://casadogalo.com/wp-content/uploads/Qualquerumpodeserpublicitrio_6334/macaco.jpg" width="500" border="0" title="Qualquer um pode ser publicit&aacute;rio (?)" />
<p>&nbsp;
<p>Esta frase não é minha, mas desde que a ouvi há uns 2 meses, confesso estar mais atento, observando a mim mesmo e aos pares, atrás de fatos que comprovem tal constatação.
<p>&#8220;Qualquer um pode ser publicitário&#8221; saiu em uma conversa de bar, muito bem acompanhada por várias Bohemias, da boca de um ex-diretor de uma grande agência. Top Ten.
<p>A própria trajetória desse ilustríssimo publicitário talvez comprove a autoria da frase: ele estudou nos confins do interior paulista, em uma faculdade que ainda ensina os 4 Ps. Mas em um sábado de sol partiu rumo a capital, onde ralou demais da conta, virou incontáveis noites, comeu incontáveis pizzas, fez carreira em estúdio e produção gráfica e se deu bem. Mui bien.
<p>Se as faculdades estão abarrotadas de bicho-grilos, compostos por descolados, esquisitos, nerds, baladeiros, maconheirinhos e o diabo a quatro, então qualquer um pode ser publicitário mesmo. Ok.
<p>Com exceção dos estudantes de Design, que contribuem a la Petit e Serpa com o que se deslumbra ser Direção de Arte, até que não é tão complicado assim ser D.A. Hoje é mais técnica que talento. Palavra da Apple.
<p><em>To be</em> redator também não são outros quinhentos. Voltaire, filósofo francês que no máximo seria um visionário de planejamento, escreveu um dos mais afiados trocadilhos de todos os tempos: &#8220;<strong>escrever é a arte de cortar palavras</strong>&#8220;. Portanto, cinqüentinha dá e sobra pra comprar uma navalha.&nbsp;
<p>Qualquer um pode ser publicitário se copiar e colar a apresentação do Powerpoint, mudando o cliente, o mercado, dando um tapinha nos objetivos e substituindo as peças criadas para a bola, quer dizer, o cliente da vez. Se gostar de futebol era item de série até pouco tempo atrás, agora é dominar o Office.&nbsp;
<p>E olha só: vibrar com a execução de um job desse gênero também não é pra qualquer um. Só para aqueles qualquer um que podem ser qualquer publicitário ruim. A vida ensina que nos tornamos grandes fazendo coisas pequenas com estilo, não dando Ctrl+C, Ctrl+V no Word. E qualquer um até que pode ser publicitário, mas não é tão básico assim. Que os digam as planilhas de mídia da vida, originadas geralmente das tabelas de Excel.&nbsp;
<p>Um passsarinho me disse que qualquer um pode ser publicitário se a tarefa principal for babar-ovo. Legal. Aí acho que sim.
<p>Debaixo das mesas de diretores que &#8220;curtem&#8221;, é que nem &#8220;coração de mãe&#8221;, e se isso for entendido como ser publicitário&#8230;
<p>Qualquer um pode ser?
<p>Pergunte ao oráculo que está dentro de nós mesmos. Fomos condicionados e moldados pelo tempo, pela seleção e pelos processos para nos comportarmos de certas maneiras que nem os modelos humanos de sexo, adultério e romance nas novelas, ou as invenções, progressos e regressos da ciência, o pai que é mãe, a mãe que é de aluguel, as ecodúvidas e as catástrofe-certezas são capazes de explicar.
<p>Se qualquer um pode ser publicitário, o Homo Publicitarius é o último degrau da evolução. E os 100 mil genes do homem devem ser 100 mil campanhas publicitárias prestes a arrebentar.&nbsp;
<p>Só pode ser esse o motivo dos clientes amarem dar uma de redator e diretor de arte.&nbsp; E pizza ser um dos pratos favoritos em todo mundo.
<p>Já imaginou todo mundo de preto, com panca de sabichão, correndo atrás do seu leão?
<p>Bom findi, Sr(a). Qualquer Um.
<p>&nbsp;
<p>Homenagem do Qualquer Um de quase todas as sextas, Zé Ninguém.</p>
<p><a href="http://casadogalo.com/qualquer-um-pode-ser-publicitrio">Qualquer um pode ser publicit&aacute;rio (?)</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>

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		<title>Existe o autruísmo puro? Conheça o Charity Navigator e descubra</title>
		<link>http://casadogalo.com/existe-o-autruismo-puro-que-tal-conhecer-o-charity-navigator</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2007 12:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Jock</dc:creator>
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		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>

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Há algum tempo o artigo Como se mede a ética de uma marca? gerou uma discussão sobre o altruísmo &#8220;puro&#8221;, aquele sem outros interesses que não a solidariedade. Altruísmo é o conjunto das disposições humanas (individuais e coletivas) que inclinam os seres humanos a dedicarem-se aos outros &#8211; ou seja, o oposto de egoísmo.
Na publicidade [...]<p><a href="http://casadogalo.com/existe-o-autruismo-puro-que-tal-conhecer-o-charity-navigator">Existe o autruísmo puro? Conheça o Charity Navigator e descubra</a> publicado originalmente na <a href="http://casadogalo.com">CASA DO GALO - O animal da publicidade.</a></p>
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<p>Há algum tempo o artigo <a href="http://casadogalo.com/como-se-mede-a-etica-de-uma-marca/" target="_blank">Como se mede a ética de uma marca?</a> gerou uma discussão sobre o altruísmo &#8220;puro&#8221;, aquele sem outros interesses que não a solidariedade. Altruísmo é o conjunto das disposições humanas (individuais e coletivas) que inclinam os seres humanos a dedicarem-se aos outros &#8211; ou seja, o oposto de egoísmo.</p>
<p>Na publicidade isso é algo muito complicado, principalmente porque sempre que se faz algo pelo bem e se divulga isso, já pode soar como o falso altruísmo.</p>
<p>Em Sicko, o novo filme de Michael Moore, ele relata <a href="http://www.moorewatch.com/index.php/weblog/comments/read_this_first/" target="_blank">o caso em que ajudou Jim</a>, criador do site <a href="http://www.moorewatch.com/" target="_blank">Moore Watch</a>, a salvar sua esposa. Jim é um anti-Moore declarado, e criou o site para denunciar supostas falsidades tendenciosas no discurso de Moore. Porém, há algum tempo Jim anunciou que estava desistindo do site, porque sua esposa estava muito doente, seu plano de saúde não cobria as despesas, e ele precisava de tempo para conseguir ajudá-la no que era preciso. Foi aí que Michael Moore lhe enviou, de forma anônima, o cheque com o valor necessário para salvar a vida de sua esposa.</p>
<p>Até aí tudo bem, mas contar isso em filme torna tudo muito suspeito. Para que?</p>
<p>Ainda falando de altruísmo, um filantropista chamado <a href="http://navtej-kohli.livejournal.com/" target="_blank">Navtej Kohli</a> está investindo muito de <a href="http://www.bumpzee.com/users/view/Navtej_Kohli/" target="_blank">seu tempo</a> para ajudar o próximo. E não só de seu tempo, mas também de seu dinheiro. Em 2006 <a href="http://www.prweb.com/releases/2006/11/prweb471351.htm" target="_blank">ele investiu $150.000</a> para ajudar crianças pobres da Costa Rica. Além disso, criou o site <a href="http://www.charitynavigator.org" target="_blank">Charity Navigator</a>, onde se pode pesquisar centenas de entidades filantrópicas e poder assim fazer a sua parte e ajudar ao próximo. Por enquanto, infelizmente, o site somente busca por entidades americanas e/ou globais.</p>
<p>Há pouco mais de 8 meses eu não como mais carne. Quando me perguntam o porquê eu digo simplesmente que não gosto, mas o verdadeiro motivo é que eu não consigo comer sem me sentir conivente com o sofrimento infringido aos animais na criação e no abate. Simples assim. E nunca tentei convencer ninguém a não comer carne, o meu protesto e ações são bem particulares. No Charity Navigator eu encontrei uma das entidades com a qual eu mais me identifico, a Peta. É muito interessante poder ver inúmeras <a href="http://www.charitynavigator.org/index.cfm/bay/search.summary/orgid/4314.htm" target="_blank">informações e estatísticas</a> sobre ela, todas disponibilizadas pelo site de Tej Kohli.</p>
<p>O estalo para que eu parasse de comer carne foi quando assisti o filme Terráqueos. Quem quiser, a parte um está logo abaixo:</p>
<p><object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VQHVCzHM-4k"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/VQHVCzHM-4k" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object></p>
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