Cadê o meu crachá?
Não bastasse a preocupação com a versão “bruta” das informações e a complicação para acompanhar a relevância dos fatos, a confusão deliberativa do Senado reforçou ainda mais a autonomia do homem (virtual) replicador de informações e deu um golpe na “moral” da imprensa tradicional.
Confesso, pensei ouvir o oposto. Que agora haveria obrigatoriedade na formação do produtor de conteúdo, tamanho descabimento da medida. O nosso jornalismo precisava mesmo disso? Apesar de assustada, ruminando lentamente, sinto que sim. Principalmente por boa parte ter se prostituído nos desmandos de veículos-cafetões (e haverem muitos jornalistas-práticos).
Longe de imaginar o intuito real dos nobres senadores&cia, ver a democracia se materializar (mesmo sutilmente) é positivo. Enquanto aqui afrouxam, na China, por exemplo, redobram o nó na corda da liberdade de expressão.
Sabemos que a comunicação é a maior fonte de poder e a alienação ainda é a melhor arma de controle. Conspirações à parte, antes de tudo, é preciso atentar para a grande diferença entre simples opinião (e/ou falácia) e investigação. Bem como, verdade dos fatos ou falsas imparcialidades.
Até por isso sou a favor de uma abertura web-midiática cada vez maior. Por outro lado, não sou contra a imprensa tradicional – salvo, a impressa – aquela que suja o dedo, vira lixo antes das 10h. Reconheço que é preciso separar claramente e valorizar quem se preocupa, apura os fatos e busca material concreto antes de emitir uma opinião, de quem se alimenta exclusivamente das buscas do Google.
Comunicar, é muito mais que reportar o que acontece, é básico ter espírito ético e comprometimento social – com ou sem diploma, na Globo ou na Lan House da esquina.
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Iasnara Amorim, 29, Pré-publicitária e pseudo-contista. Abandonou a Veterinária por amor aos animais. Trocou Administração por Propaganda, numa passagem pelo Marketing quando foi esporada pela Publicidade. Atua na Promoção e Produção de Eventos, transformando figurinhas em metragens e cifrões. Vislumbra um futuro de Planner, por faltar insanidade criativa para a redação. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às segundas-feiras.
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Iasnara Amorim, 29, Pré-publicitária e pseudo-contista. Abandonou a Veterinária por amor aos animais. Trocou Administração por Propaganda, numa passagem pelo Marketing quando foi esporada pela Publicidade. Atua na Promoção e Produção de Eventos, transformando figurinhas em metragens e cifrões. Vislumbra um futuro de Planner, por faltar insanidade criativa para a redação. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às segundas-feiras. 







Mandou bem pakaraleo Isa.
Conteúdo acima de tudo.
Já viu Intrigas do Estado? Um bom filme para fomentar discussões.
Microabraço.
[Responder]
Dúvida: retorno de diploma ou diploma de retorno?
[Responder]
[...] e Produção de Eventos, transformando figurinhas em metragens e … fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]
Comenta? Não.
=*
[Responder]
o melhor regulador é o mercado.
Não tem essa, jornalista bom não é jornalista com diploma!
Bom é quem estuda! Estudar não é só ler livro!
[Responder]
Muito sensato. Parabéns.
[Responder]
Belas palavras.
A grande questão é que esta nova lei apenas é um reflexo do que já acontecia no jornalismo brasileiro. Não é uma revolução mas apenas uma maior conformidade.
[Responder]
Diploma nem sempre é tudo, você pode ter se formado nas melhores faculdades, mas se não tiver talento e gostar do que faz, nada adianta.
[Responder]
Profissional bom é profissional com experiência, sem isso o diploma não vale nada.
[Responder]
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