Até onde vamos chegar?
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Essa semana estava lendo uma série de reportagens sobre telefonia celular, mobilidade e blogosfera. Então comecei a relacionar esses três assuntos e me usar como exemplo sobre como eles alteram nossas vidas. Pra se ter uma idéia, quando uma pessoa não me encontra, ela pode ligar no meu celular, mandar um sms, e-mail, mensagem no msn, orkut, twitter e provavelmente mais alguma coisa que eu nem lembro mais. Além disso, também possuo um blog.
Os dois primeiros termos que citei andam, hoje em dia, mais próximos que nunca. Meu celular é o mais simples do momento – fala e manda sms – mas já existem estudos indicando que, dentro de aproximadamente dez anos, a primeira interação de uma pessoa via internet será de um celular ou algum dispositivo móvel. O advento da tecnologia de terceira geração no país, mesmo com o atraso de alguns anos com relação à Europa, comprova-nos essa proximidade.
Os sites sociais são uma febre mundial e isso não é nenhuma novidade. Alguns exemplos clássicos são as redes Orkut, MySpace e Facebook. O interessante aqui é saber que, entre os adolescentes, 70% deles visitam sites como esses uma vez por mês e tomam muitas decisões baseadas nas opiniões divulgadas ali. Agora repare em quanta coisa você está cadastrado e como a publicidade chega a cada uma delas. Grandes empresas já identificaram esse nicho e estão investindo pesado, mas, em geral, a publicidade ali inserida é freqüente? Invasiva? Bem feita?
Outro exemplo de mobilidade: estou escrevendo este artigo em um laptop. Cerca de 20 a 30% dos computadores comprados no Brasil em 2008 serão laptops. Com a redução de preços em relação aos PC’s, os laptops tornaram-se mais atraentes para o consumidor brasileiro. Ponto para a mobilidade.
Vamos juntar tudo agora:
Você tem um computador e pode levá-lo aonde quiser, um celular no bolso que se conecta a internet de alta velocidade em qualquer lugar, além de possuir diversos cadastros na internet, em que cada um deles revela um pouquinho sobre sua personalidade, seu gosto sobre música, cinema e amigos. Como se sente com relação a isso? A exposição cada vez maior e a possibilidade de ser encontrado em qualquer lugar prejudicam ou facilitam sua vida?
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André Rafanhin, 22, é redator na Pitanga Propaganda e inventor do Bundoor, mídia que promete revolucionar a publicidade brasileira. Não possui prêmios importantes, peças geniais e vergonha na cara. Escreve para a Casa do galo semanalmente às quartas-feiras.
andrerafanhin@gmail.com | http://www.pitaco.com.br
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Este artigo tem as seguintes tags: 3g, celular, interatividade, tecnologia

André Rafanhin, 22, é redator na Pitanga Propaganda e inventor do Bundoor, mídia que promete revolucionar a publicidade brasileira. Não possui prêmios importantes, peças geniais e vergonha na cara. Escreve para a Casa do galo semanalmente às quartas-feiras. 







Q discussão mais xula méin…
Se vc não quer que as novas tecnologias facilitem sua via não as compre…tem mta gente q vai viver a moda antiga por mto tempo…incomdar até incomoda, os usuários que não sabem lidar com as mesmas…se é invasiva ou não tanto faz é tendencia e realidade…por exemplo seus filhos já nascerão mexendo em celulares 3G e nunca saberão oque era um tijolo antigo…é tempo de se adpatar ao invés de reclamar…
abrasss
Há pouco menos de vinte anos a simples idéia de uma realidade assim seria ficção para Spielberg filmar. Ainda bem que estamos no futuro, e os canais para contato facilitam (e muito) nossas relações e a urgência do momento – obviamente hoje, muitos não conseguiriam viver de outra forma.
Não considero invasivo, afinal, há a opção de não fazer parte ou de figurar como fake aproveitando anonimamente da virtual(real)idade. Analogamente imagino que o perfil desenhado por cada um está mais próximo de um anseio particular do que da verdade absoluta (se é que ela exista).
O bacana é perceber que se apoiar na linguagem e usar as novas plataformas tem gerado grandes oportunidades e boas surpresas – e esse episódio está só começando.
Eu não reclamo das novas tecnologias, muito pelo contrário, adoro uma novidade tecnológica. Apenas questionei sobre como as pessoas se sentem sobre isso e como ela enxergam a publicidade nisso tudo.
Abraços
Exatamente. E esse questionamento é bastante importante.
Respondendo a sua pergunta André, “A exposição cada vez maior e a possibilidade de ser encontrado em qualquer lugar prejudicam ou facilitam sua vida?”, isso é praticamente um Vivo Encontra em todos os gadgets hehe.
Abraços.
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