Aprendendo branding com Paris Hilton

Esqueça Philip Kotler, Al Ries e Seth Godin. Marketing de verdade é com Paris Hilton.
Segundo a wikipedia, Paris Whitney Hilton é uma celebridade americana que também atua como socialite, modelo, atriz e cantora. Isso por hobby, pois o que ela faz de melhor é branding.
No mês passado, Paris Hilton cumpriu sentença de 23 dias por dirigir sem carteira de habilitação depois que a sua foi apreendida por estar ao volante embriagada em setembro de 2006.
Ao ser questionada sobre a apreensão, declarou que “tinha tomado uma marguerita e estava a caminho da In-N-Out (rede de lanchonetes) pois não tinha comido o dia inteiro”. (Yahoo!News)
Perceberam? Este é o segredo do sucesso da herdeira do império hoteleiro Hilton. A publicidade gratuita que ela proporciona. Ou vai me dizer que a rede de lanchonetes In-N-Out pagou para ser citada?
Reparem que ela raramente fala sobre si nas entrevistas. Quase sempre os assuntos são outras pessoas. É o estilista que fez suas roupas, a boate que ela foi, a bebida que ela tomou. Tudo isso gratuitamente. Quer dizer, era gratuito até os estilistas e donos de boates perceberem que Paris Hilton é um outdoor ambulante.
E não sou só eu que admiro a estratégia da loirinha, a instituição de formação contÃnua The Learning Annex, que já recebeu celebridades como Desmond Tutu e Donald Trump, ofereceu 1 milhão de dólares para a patricinha palestrar por 1 hora sobre “Como construir sua marca”.
A patricinha usa a atenção que recebe da mÃdia para atribuÃ-la à marcas e outros nomes, criando assim um ciclo vicioso que a valoriza cada vez mais.
As marcas se digladiam diariamente para atrair sua atenção por alguns segundos mas à s vezes se esquecem que mais importante que conseguÃ-la, é saber o que fazer com ela.
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Rafael Amaral, 21, é redator e estudante de publicidade, pronto para encarar o TCC este ano. Escreve para a Casa do galo às terças-feiras.
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e diferentes do que costuma-se ver por aà para esse segmento, a campanha conta com ações ambientes bem bacanas. [IMG ] Nada tão surpreendente, mas adimirável pela inovação na comunicação de bebidas deste tipo. Ah! Não deixe de conferir minha coluna na Casa do Galo. Todas as terças-feiras.
O que será que eu tenho que fazer pra ela aparecer saindo do Hilton, aqui em São Paulo, com um galo embaixo dos braços?
Aliás, muito bom seu artigo Rafa. Parabéns!
Branding? Vou te falar o que ela faz de melhor hahaha.
Mto bom o post…verdade.
Vale lembrar que ela é ex herdadeira do Hilton =)
Ela faz brand-job.
Ex-herdeira? Não é mais??
Bem lembrado Camila!
Não tem mais direito ao US$ 1 bilhão de herança dos hotéis mas embolsou cerca de US$ 7 milhões no ano passado só com seus “empreendimentos”, e ainda tem um namorado que completou 21 anos em abril e agora tem direito à herança de US$ 275 milhões.
Alê e Galo, até com o “brand-job” (sempre com trocadilhos, hein?) a loirinha faz dinheiro.
Se lembro bem ela arrancou US$400 mil do ex-namorado na justiça pela distribuição da sua “perfomance não-autorizada” no youtube.
Sem contar a bolada que ela deve ter ganho com o Simple Life!
Hehehehehe. Alguém ai já viu o clipe dela (não o porno-erótico)?
E viva a Paris Hilton o/
Cara, ela é uma máquina de fazer dinheiro.
Sabem aquele vÃdeo, aquele mesmo que vazou na internet? Pois é, a garota aproveitou que já estava exposta mesmo e lançou o vÃdeo em DVD.
Vocês sabem: “One night at Paris”.
Uia! Dessa eu não sabia!
Máquina de fazer dinheiro e escândalos.
Se eu tivesse uma marca muito valiosa eu não arriscaria minha reputação associando minha imagem à dela.
Pra esse pessoal que vive da indústria da futilidade, pode até ser bom. Mas pro mundo corporativo de verdade, não é não.
Matt
http://www.30segundos.com.br
É Matt,
Isso de associar marca a Ãdolos é um grande risco, SEMPRE.
Mesmo quem hoje parece um bom negócio, pode escorregar em algum momento.
E falando em “brand-job”, foi assim com o Hugh Grant, por exexemplo…
Gostei da expressão “brand-job”…rsrsr
Pode até ganhar dinheiro, mas nenhum prestÃgio, credibilidade.
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