A publicidade é a arma do negócio – Post filosófico
Este é o primeiro artigo que escrevo para a Casa e o faço à mão, no caderno e numa matéria específica. Determinei uma parte do caderno para escrever os artigos. Por dois motivos:
1) para voltar a treinar a escrita, a técnica; para a tendinite ser no pulso e não nos dedos. Digitar é preciso, mas redigir em letras próprias é imprescindível, magnífico.
2) para não ter o recurso de “backspace”. Este artigo é uma transcrição, pura digitalização da escrita “moderna” (tentativa de criar escola filosófica para a arte da escrita).
Vamos ao que interessa.
Supondo que (não quero afirmar nada neste mundo tão dinâmico) a publicidade mantém sua essência primeira que é de transmitir uma mensagem persuasiva a determinadas pessoas com um objetivo pré-estabelecido, só intento neste artigo recordar um outro conceito básico e fundamental da publicidade.
Tomei a liberdade (e não sei se interfiro em direitos alheios) de parodiar a conhecida frase “A publicidade é a alma do negócio” e dar a este artigo o título “A publicidade é a arma do negócio”. Pelo básico e fundamental conceito inerente à publicidade e que apresento aqui com dois sentidos de existência distintos:
- sentido positivo: ou se concentra no problema, estabelecem-se diretrizes e se desenvolve a comunicação como única e especial;
- sentido negativo: ou se produz comunicação em massa; quero dizer, comunicação em escala, para atender à demanda, para satisfazer/saciar a necessidade do cliente e o ego do publicitário criativo.
Momento de reflexão:
A publicidade é a alma de um negócio que quer atirar para acertar. E a melhor arma da publicidade é a alma de quem atira.
E assim nasce um filósofo. Pensem nisso e até a próxima.
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Claudinei Junior, 25, é publicitário para viver e não vive para publicidade. Na agência Marca-X, trabalha com planejamento e mídia. Coagiu seus ex-professores com métodos nada convencionais e, por isso, também é professor universitário da Faculdade de Comunicação de Pres. Prudente (Facopp/UNOESTE). De quebra, escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às sextas-feiras.
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Este artigo tem as seguintes tags: alma, arma, filosofia, filosofo, negativo, positivo, propaganda, sentido

Claudinei Junior, 25, é publicitário para viver e não vive para publicidade. Na agência Marca-X, trabalha com planejamento e mídia. Coagiu seus ex-professores com métodos nada convencionais e, por isso, também é professor universitário da Faculdade de Comunicação de Pres. Prudente (Facopp/UNOESTE). De quebra, escreve para a Casa do galo quinzenalmente, às sextas-feiras. 







momento de reflexão…
[Responder]
Como diz o publicitário cearense, Orlando Mota: “Se a propaganda é a alma do negócio, a alma do negócio da propaganda é a criação.”
[Responder]
Filósofo trocadilhista!
Filólhista Trocadisofo.
[Responder]
Quer saber? Por isso não produzo mais textos manuscritos.
hahahaha!
Até a idéia ir da cabeça à mão e da mão ao papel já se passou muito! Já tive tempo de analisar cada questão filosoficamente, de incrementar a idéia e fazê-la tão sensata que acabo trocando o ’sim’ e o ‘não’ pelo ‘talvez’. E na verdade o ‘talvez’ é algo tão abstrato e pessoal que me satisfaz plenamente, mas nem tanto ao outro. Para mim, o texto manuscrito é egocêntrico. hehehe.. Mas devo concordar: é deliciosamente magnífico produzi-lo.
Talvez seja eu, mas entendi somente 50% da essência do post..
:$
Desculpe a sinceridade.
Manu.
[Responder]
Manu,
antes de tudo, pedir desculpas por ser sincera não me parece muito conveniente. Mas eu te desculpo. heheh
E talvez você tenha entendido somente 50% da essência do post porque, talvez, a essência do post seja somente 50% do que ele deveria expor. Talvez pra deixar a cabeça de cada um trabalhar os outros 50%.
Ou não.
Bom final de semana.
[Responder]
Como voce é inteligente meu amigo…
É verdade!
Soa um pouco caipira “A publicidade é a aRRma do negocio”
[Responder]
Entendi sua intenção, Claudinei..!
…
…
…
Ou não.
Piadinha, piadinha. :B

Anseio o próximo artigo.
Manu.
[Responder]
“E a melhor arma da publicidade é a alma de quem atira.”
E assim nasce a boa propaganda.
Ótimo artigo. Simples Assim
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