A nova era criativa
Olá a todos! Este é o primeiro do que eu espero ser uma série de artigos, muito produtiva e duradoura, para a Casa do Galo. Como tema inicial, resolvi escrever sobre um assunto que me interessa desde o primeiro dia de faculdade: a criação e redação publicitária.
Sabemos que o início de 2008 foi muito agitado nessa área, com diversas mudanças de profissionais e modelos de criação nas principais agências do país. Vale lembrar também que este ano teremos o 4º Congresso Brasileiro de Publicidade, que retorna após mais de 30 anos para debater temas como o modelo publicitário atual; as relações entre cliente e agência – que andam cada vez mais tumultuadas – e, em minha opinião, o principal assunto: o surgimento dos novos formatos de mídia digital. Unindo estes dois acontecimentos, podemos prever muita coisa interessante.
O mercado publicitário internacional já está se organizando e todos aqui estão correndo atrás para não ficar de fora. Uma prova desse fenômeno pode ser vista no surgimento de pequenas agências especializadas em criação e mídia digital, enquanto no Brasil a preocupação com um futuro que se aproxima cada vez mais rápido se firma por meio de parcerias com empresas especializadas nesse tipo comunicação.
O poder adquirido pelo consumidor de gerar seu próprio conteúdo, assistir apenas o que lhe interessa e gerar buzz, que pode percorrer quilômetros via internet, fez os criativos repensarem a forma como esse público é abordado, pois resultados negativos se espalham hoje com muito mais rapidez. A satisfação do cliente também é uma preocupação especial das agências, visto que há algum tempo a relação entre ambos anda abalada, com um sentimento de “perda de importância” pairando no ar.
Este será um ano espetacular para a publicidade, uma guinada no mercado que há muito tempo não se via, e estou cada vez mais certo de que o Brasil despontará ainda mais nessa nova era que se aproxima.
As idéias e opiniões expostas nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores, e podem não refletir a opinião da Casa do galo.
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André Rafanhin, 21, ficou em dúvida entre os cursos de História e Publicidade, tomando a decisão correta na última hora. Já pensou em ser atendimento, mas quer mesmo é redação. Divide seu tempo entre estágio, TCC e estudos. Com isso, nunca dorme antes da meia-noite. Escreve para a Casa do galo quinzenalmente às quartas-feiras.
andrerafanhin@gmail.com | http://blogdoandre.brogui.com
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Este artigo tem as seguintes tags: agencia, Criação, futuro, publicidade, publicitario









André, mais um colunista, que honra!
Ótima estréia! Esse realmente será um ano de mudanças, muita coisa acontecendo…
Assim esperamos, André: mudanças. Mudar sempre é bom, é risco, e risco é possibilidade de criar o melhor.
Parabéns pelo seu artigo e vida longa na Casa.
Jr Punketone’s last blog post..Gênio
Mais um novato para me fazer companhia! Muito bom… Parabéns pelo post!
Bem vindo, e uma estréia com muita expectativa.
Parabéns.
Tiago Fidelis Moralles’s last blog post..Quem matou Isabella Vasconcelos?
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Publicitário por profissão. Atendimento e Planejamento por escolha. É assim que me defino. E as pessoas me perguntam: Porque essa escolha?
Então, eu digo: ser Atendimento, Criação, Planejamento, Mídia, Produção, RTVC ou qualquer um desses cargos, é ser publicitário. E ser publicitário é ser publicitário.
Muito definem que publicitários são loucos, e é verdade: somos loucos, mas [...]
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